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  • Descartes e o Círculo Cartesiano

    Descartes e o Círculo Cartesiano

    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    6,00 

    Descartes e o Círculo Cartesiano de Joaquim Cerqueira Gonçalves [Dir]
    Edições Colibri. Lisboa, 1993, 171 págs. B.
    Revista Philosophica, nº 8, 1995.

    Índice dos Artigos

    LEITURA MEDIEVAL E MODERNA DE DESCARTES
    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    AS METAMORFOSES DA LUZ, OU A RETÓRICA DA EVIDÊNCIA NA FILOSOFIA CARTESIANA
    Leonel Ribeiro dos Santos

    FOUCAULT: DA MORTE DO SUJEITO AO SUJEITO DA MORTE
    José de Almeida Pereira Arêdes

    MATHESIS LEIBNIZIANA
    Adelino Cardoso

    SPINOZA Y EL PODER CONSTITUYENTE
    Juán Manuel Aragüés

    A LEITURA HEGELIANA DE ESPINOZA E DE LEIBNIZ
    Mafalda de Faria Blanc

    O QUE É A FILOSOFIA?
    SENTIDO FILOSÓFICO E VIRTUALIDADES PEDAGÓGICAS DE UMA DEFINIÇÃO DE FILOSOFIA
    António Pedro Mesquita

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Conceito de Intersubjectividade em Husserl e Sarte de António Amaro Monteiro

    Conceito de Intersubjectividade em Husserl e Sarte

    António Amaro Monteiro

    7,00 

    Conceito de Intersubjectividade em Husserl e Sarte de António Amaro Monteiro
    Ed. Autor. Coimbra, 1993, 103 págs. B.

    “O trabalho contém em “síntese” as mais importantes teses de Husserl e Sartre sobre o problema da intersubjectividade”.

    Prof. Doutor JANN HOLL da Universidade de Freiburg im Breisgau (Alemanha).

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Unidade do Intelecto Contra os Averroístas de São Tomás de Aquino

    Unidade do Intelecto Contra os Averroístas

    São Tomás de Aquino

    8,00 

    Unidade do Intelecto Contra os Averroístas de São Tomás de Aquino
    Edições 70. Lisboa, 1999, 205 págs. B.
    Colecção: Textos Filosóficos | 45

    Em cinco capítulos, São Tomás de Aquino refuta a interpretação que os averroístas propuseram do tratado de Aristóteles intitulado De Anima. Neste tratado, Aristóteles designava por intelecto potencial (ou possível) a faculdade de adquirir formas inteligíveis novas a partir da experiência sensível. Ora, Averrois via no intelecto potencial uma realidade única para todos os homens e, portanto, radicalmente separada das almas individuais.

    Considerando esta interpretação incompatível com a doutrina cristã da imortalidade da alma individual, São Tomás de Aquino afirma aqui a identidade do intelecto e da alma, a qual deve ser compreendida, em conformidade com o que indica Aristóteles, como acto e forma do corpo. Assim, o intelecto é próprio de cada um e, mesmo se está intimamente ligado ao corpo, sobrevive-lhe eternamente, devido à sua natureza supracorporal.

    Este tratado, de carácter nitidamente político, teve a sua importância no largo debate sobre a definição da alma e das suas relações com o corpo, que agitaria a segunda metade do século XIII.

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  • Texto à Acção: Ensaios de Hermenêutica de Paul Ricoeur

    Texto à Acção: Ensaios de Hermenêutica

    Paul Ricoeur

    7,50 

    Texto à Acção: Ensaios de Hermenêutica de Paul Ricoeur
    Rés Editora. Porto, s.d., 407 págs. B.

    Fenomenologia hermenêutica. Crítica hermenêutica do idealismo husserliano. No rasto de Schleiermacher e de Dilthey. Da epistemologia à ontologia – Heidegger e Gadamer. A função hermenêutica da distanciação. Hermenêutica filosófica e bíblica. Da hermenêutica dos textos à hermenêutica da acção. Hegel. Habermas. Para uma hermenêutica crítica.

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  • Sobre a Terceira Crítica de Dominique Janicaud

    Sobre a Terceira Crítica

    Dominique Janicaud

    7,00 

    Sobre a Terceira Crítica de Dominique Janicaud [Dir.]
    Instituto Piaget. Lisboa, 2007, 95 págs. B.
    Colecção: Pensamento e Filosofia | 119

    Durante muito tempo subavaliada pela tradição exegética, a Crítica da Faculdade de Julgar (1790) ressurge hoje por aquilo que é na verdade: o coroamento do criticismo, ao mesmo tempo que uma das obras mais profundas que a reflexão filosófica fez nascer. Organizando a sua reflexão em torno de três eixos (a finalidade da natureza, a experiência estética. as individualidades biológicas). Kant afrontava o problema do irracional que, através do desafio lançado por Jacobi às Luzes, fazia vacilar a todo-poderosa razão. Recolhidos e apresentados por Dominique Janicaud, três excelentes textos, «Reflexões sobre a estética», «O paradoxo da ideia estética» e «Ciência e opinião em A Faculdade de Julgar, escritos respectivamente por Frank Manfred, Jean-Paul Larthomas e Alexis Philonenko. magníficos filósofos contemporâneos, convidam-nos a uma leitura da Terceira Crítica e conduzem-nos a compreender que, para Kant, consolidar a racionalidade era. também, salvar a unidade da filosofia pelo evidenciar da articulação entre razão teórica e razão prática. A Terceira Crítica constituiu, sobretudo, a resposta mais subtil da modernidade ao anti-racionalismo nascente.

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  • Religião História e Razão da Aufklarung ao Romantismo de Manuel J. Carmo Ferreira

    Religião História e Razão da Aufklarung ao Romantismo

    Manuel J. Carmo Ferreira

    8,00 

    Religião História e Razão da Aufklarung ao Romantismo de Manuel J. Carmo Ferreira [Coord.]
    Edições Colibri. Lisboa, 1994, 332 págs. B.

    Colóquio comemorativo dos 200 anos da publicação de A Religião dos limites da simples Razão de Immanuel Kant.

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  • Pascal de Alban Krailsheimer

    Pascal

    Alban Krailsheimer

    5,00 

    Pascal de Alban Krailsheimer
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1983, 145 págs. B.
    Colecção: Mestres do Passado | 7

    Figura dominante do pensamento científico e filosófico da sua época, Blaise Pascal (1623-1662) foi também o primeiro grande prosador da Literatura Francesa. As suas obras mais famosas, as Lettres Provinciales e Les Pensées, causaram na altura profundas polémicas religiosas. Mas igualmente como físico e matemático nos deixou um legado de excepcional interesse.

     

    O presente livro de Alban Krailsheimer, conceituado especialista inglês de Pascal, sintetiza os aspectos essenciais da vida e da obra do grande filósofo, revestindo-se assim de indiscutível utilidade para todos aqueles (nomeadamente o público escolar) que pretendem uma introdução acessível e rigorosa às grandes linhas do seu pensamento.

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  • Nova Instauratio Philosophiae

    Nova Instauratio Philosophiae: Introdução Geral (Vol. I)

    Délio Nobre Santos

    10,00 

    Nova Instauratio Philosophiae: Introdução Geral (Vol. I) de Délio Nobre Santos.
    Universidade de Lisboa. Lisboa, 1970, 189 págs. B.

    Índice Geral

    Capítulo I: Antelóquio
    Capítulo II: Atrium
    Capítulo III:  Ludicidade  Criadora
    Capítulo IV: ‘Notanda’ acerca da Simbólica Algorítmica
    Capítulo V:  Nótulas aos ‘Notanda’ anteriores
    Capítulo VI:  Dos Números e das Cousas
    Capítulo VII: Da Dianoética-Noemática
    Capítulo VIII: ‘Memorandum’
    Capítulo IX: De um Caminhar Aporético e Diaporético
    Capítulo X: – Tendência Assintótica  «’est’ & ‘non’»


    Características do Exemplar

    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse

  • Nietzsche de António Marques

    Nietzsche

    António Marques

    7,00 

    Nietzsche – Os vinte anos fundamentais a partir das suas cartas xx de António Marques
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1996, 136 págs. B.

    Esta obra pretendeu dar a conhecer melhor o Nietzsche nos 20 anos que mediaram entre 1869, altura em que aos 24 anos foi nomeado para a cadeira de Filologia Clássica na Universidade de Basileia, sendo a pessoa mais jovem a ter alcançado esta posição e 1889, altura em que sofreu um colapso e uma perda completa das suas faculdades mentais. O autor António Marques, Professor Catedrático do Departamento de Filosofia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com diversas obras publicadas no âmbito da Filosofia em Portugal e no Estrangeiro, analisou estes 20 anos decisivos na vida de Nietzsche através de algumas das suas cartas, não porque apresentem melhor o homem do que a sua obra filosófica, mas porque “marcam melhor o ritmo das mudanças do espírito, da intensidade dos envolvimentos com aquelas personagens que entram e abandonam a cena em que ele foi evoluindo,” (tirado da página 5) – deu a conhecer material das cartas do Nietzsche a que o leitor teria dificuldade em aceder

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  • A Natureza de Ralph Waldo Emerson

    Natureza, A

    Ralph Waldo Emerson

    6,00 

    A Natureza de Ralph Waldo Emerson.
    Sinais de Fogo. Cascais, 2001, 104 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio de Clara Pinto Correia

    A Natureza (1836), o primeiro trabalho publicado de Emerson, é a pedra angular do Transcendentalismo, uma das mais importantes expressões do pensamento americano do séc. XIX.

    Inclui reflexões sobre a beleza, a linguagem, a disciplina, o idealismo e o espírito, que nos liga ao Eterno, abraçando uma visão viva e luminosa das possibilidades do mundo humano, radiosa de esperança.

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  • Marx e Hegel de Vasco de Magalhães Viena (76)

    Marx e Hegel

    Vasco de Magalhães Viena

    7,00 

    Marx e Hegel (Marx e o Caso Hegel) de Vasco de Magalhães Viena.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1985, 230 págs. B.
    Colecção: Dialéctica | 7

    Cremos ser esta a primeira vez que se publica em língua portuguesa uma colectânea de estudos de especialistas de renome internacional (incluindo um investigador português), sobre Marx e Hegel. Mais precisamente sobre a posição crítica de Marx em relação a Hegel. Não se trata do desenvolvimento do pensamento de Hegel a Marx, mas de estudar alguns dos aspectos mais salientes da crítica de Marx e de Engels à filosofia de Hegel.

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  • Locke

    Locke

    André-Louis Leroy

    5,00 

    Locke de André-Louis Leroy.
    Edições 70. Lisboa, 1985, 102 págs. B.

    Colecção: Biblioteca Básica de Filosofia | 27

    Com Locke, o problema do conhecimento põe-se com um acento decisivo, quer ao nível do método e da análise, quer dos resultados: ganha relevo o problema crítico e aprofunda-se o tema dos limites do entendimento.

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  • História e Política no Pensamento de Kant

    História e Política no Pensamento de Kant

    Viriato Soromenho Marques

    7,50 

    História e Política no Pensamento de Kant de Viriato Soromenho Marques.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1995, 165 págs. B.

    Colecção: Biblioteca Universitária | 72

    Na passagem do segundo século sobre uma das mais importantes obras de Kant – Para a Paz Perpétua (1795) -, Viriato Soromenho-Marques apresenta-nos, neste estudo, um vasto fresco temático em torno de alguns dos temas mais cruciais do pensamento histórico e político do grande filósofo germânico.

    A defesa de um estado de direito à escola internacional como única garantia para a paz entre Estados, o primado dos direitos humanos e da tolerância mútua como gramática comum dos povos e dos indivíduos, a aposta numa concepção crítica e responsável do progresso histórico são ideias-força actuais que conservam um inconfundível acento kantiano.

    Interessado, preferencialmente, a um público académico de professores e estudantes, esta obra poderá ser útil, igualmente, a todos aqueles que neste final de milénio procuram – também na meditação dos grandes pensadores – alargamento dos horizontes políticos da liberdade – numa história que, em vez de se dobrar crepuscularmente sobre si própria, permita a abertura a novas possibilidades.

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  • Heidegger (1889-1976) de Lúcio Craveiro da Silva

    Heidegger (1889-1976)

    Lúcio Craveiro da Silva

    6,00 

    Heidegger (1889-1976) de Lúcio Craveiro da Silva.
    Revista Portuguesa de Filosofia. Braga, 1977, Out-Dez. Tomo XXXIII. Fasc. 4. B.

    HEIDEGGER: BUSCA DO CARÁCTER FILOSÓFICO DA «ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA»
    Gerd Haeffner.

    A DIFERENÇA ONTOLÓGICA EM KANT, HEGEL, HEIDEGGER E TOMÁS DE AQUINO
    J. B. Lotz.

    SER. ESPÍRITO, DEUS
    Hans-Georg Gadamer.

    O MESMO E A SUA INDIFERENÇA TEMPORAL
    O Parmenidianismo de Heidegger perspectivado a partir de «Zeit und Sein» Carlos Henrique do Carmo Silva.

    NOTA BIBLIOGRÁFICA: Martin Heidegger
    C. H. Carmo Silva.

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  • Hegel (Textos Escolhidos)

    Hegel (Textos Escolhidos)

    Roland Corbisier

    6,00 

    Hegel (Textos Escolhidos) de Roland Corbisier.
    Civilização Brasileira. Brasil, 1981, 159 págs. B.

    Retomando, a partir de 1974, sua atividade docente, Roland Corbisier tem ministrado, de maneira sistemática, inúmeros cursos livres de filosofia, aos quais imprime uma orientação hegeliano-marxista, contribuindo, desse modo, para a criação de uma consciência crítica da totalidade. Transcrevendo pensamentos basilares do magistral filósofo alemão, Roland Corbisier, com HEGEL Textos Escolhidos, pretende que o estudo da filosofia abandone a academicista tendência a ruminá-lo de problemas insolúveis e passe, pela dialética, a se preocupar com a efetiva transformação do mundo em que vivemos. Esta obra apresenta somente os textos, sem comentários.

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  • Ensaio Acerca do Entendimento Humano

    Ensaio Acerca do Entendimento Humano

    John Locke

    7,00 

    Ensaio Acerca do Entendimento Humano de John Locke
    Nova Cultural. Brasil, 1991, 313 págs. B.

    Ensaio sobre o Entendimento Humano é fruto de uma longa meditação sobre os problemas do conhecimento. Neste livro predomina a análise psicológica da gēnese das idéias que, segundo Locke, proviriam todas do contato sensível com a realidade. Além da profunda repercussão que teve em sua época, o Ensaio influenciou as tendências contemporâneas do Empirismo Lógico.

     

    O Segundo Tratado sobre o Governo expõe uma das teorias políticas que estão na base do Liberalismo. Locke admite que a liberdade e os direitos à propriedade e a vida são prerrogativas naturais que cabe ao Estado preservar e assegurar que todos delas desfrutem.

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