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  • Problemas Morais da Existência Humana de Rafael Gomez Perez

    Problemas Morais da Existência Humana

    Rafael Gomez Perez

    6,00 

    Problemas Morais da Existência Humana de Rafael Gomez Perez
    Edições CAS. Lisboa, s.d., 235 págs. B.

    Este livro, Problemas morais da existência humana de Rafael Gómez Pérez, aborda as questões éticas fundamentais que enfrenta o ser humano. Através de uma análise profunda e reflexiva, o autor explora os princípios éticos, o valor moral da pessoa, a vida humana, a sexualidade, a convivência e a justiça. Esta edição, publicada pela Magistério Espanhol, oferece uma perspectiva valiosa para compreender os desafios morais da nossa sociedade.

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  • História da Retórica de Michel Meyer

    História da Retórica

    Michel Meyer

    8,00 

    História da Retórica de Michel Meyer [et al.]
    Temas e Debates. Lisboa, 2002, 327 págs. B.

    A retórica trata o modo como os homens comunicam e se opõem uns aos outros, discutem e procuram seduzir-se e convencer-se. Ora caracterizada por uns como arte de intriga cortesă, ora elevada por outros ao estatuto de método filosófico essencial ao debate público, a retórica tornou-se um campo teórico fundamental das preocupações contemporâneas. Eis a primeira história da retórica, da Antiguidade aos nossos dias, publicada em Portugal. Quer se trate da retórica literária, da argumentação, da propaganda, da publicidade, do direito ou da religião, nada é deixado de lado neste vasto fresco. De Cícero à hermenêutica, de Platão à Nova Retórica de Perelman, de Quintiliano a Port-Royal, de Aristóteles à problematologia, todas as abordagens que deixaram uma marca indelével na retórica actual são aqui expostas de forma articulada e sistemática.

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  • Condição Humana, A

    Condição Humana, A

    Hanna Arendt

    10,00 

    A Condição Humana de Hanna Arendt
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2001, 406 págs. B.

    « “A Condição Humana”, livro central do seu pensamento, afirma-se, nos primeiros capítulos, como uma crítica da modernidade, a partir da reflexão sobre ‘o que andamos a fazer’, e da discussão sistemática ‘do labor, do trabalho e da acção’, actividades que constituem traços essenciais da perenidade da condição humana. Arendt aponta para a recuperação de um mundo comum, a ágora, como espaço público do debate e do confronto entre iguais, pela reabilitação da política, a única resistência possível contra a alienação do mundo moderno, e, por inerência, do discurso, ‘pois é o discurso que faz do homem um ser político’.

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  • Génese de um Pensamento: Cartas 1914-1919 de Teilhard de Chardin

    Génese de um Pensamento: Cartas 1914-1919

    Teilhard de Chardin

    7,00 

    Génese de um Pensamento: Cartas 1914-1919 de Teilhard de Chardin
    Livraria Morais Editora. Lisboa, 1966, 357 págs. B.

    A rapidez e a força com que a obra do Padre Teilhard de Chardin se difundiu pelo mundo, logo a seguir à sua morte, foi um fenómeno que surpreendeu mesmo aqueles que conheciam a originalidade do seu pensamento.

     

    Nestas cartas que escreveu, durante a guerra de 1914-1918, a sua prima Marguerite Teillard-Chambon (Claude Aragonnès) encontraremos as razões dessa audiência. O seu pensamento enraíza-se nas mais autênticas aspirações do espírito e do coração humanos, aspirações que são, de facto, comuns a todos os homens.

     

    A guerra de 1914-1918 prefigurava o drama planetário actual, com o seu afrontamento de duas civilizações e com a entrada na luta de todas as raças da terra. É isso que confere um carácter de poderosa actualidade a esta correspondência.

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  • Modos de Fazer Mundos de Nelson Goodman

    Modos de Fazer Mundos

    Nelson Goodman

    7,00 

    Modos de Fazer Mundos de Nelson Goodman
    Edições ASA. Porto, 1995, 207 págs. E.

    Pensa-se muitas vezes que o artista dispõe de mais recursos do que o cientista. Isso decorre de se desconhecer o modo como a ciência usa processos como a analogia ou a metáfora na exploração de novos domínios. O que Goodman que é, com Quine, um dos mais indiscutíveis clássicos da filosofia americana do século XX mostra em Modos de Fazer Mundos é que a ciência e a arte, ao contrário do que em geral se pensa, procedem de modos muito afins, quando não idênticos.

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  • Nietzche de Christope Baroni

    Nietzche

    Christope Baroni

    5,00 

    Nietzche de Christope Baroni
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1977, 176 págs. E.

    Friedrich Nietzsche foi um filósofo alemão do século XIX que criticou profundamente a cultura e a moral ocidentais. Defendeu que o declínio do Ocidente resulta da perda de vitalidade e da imposição de valores ilusórios, como a moral cristã, que enfraquecem o indivíduo.

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  • A Última Palavra de Thomas Nagel

    Última Palavra, A

    Thomas Nagel

    6,00 

    A Última Palavra de Thomas Nagel
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 182 págs. B.
    Colecção: Filosofia Aberta | 8

    Uma das tendências culturais deste fim de século é o relativismo pós-moderno, que tem assumido várias formas, em diversos domínios, invadindo a sociologia, a antropologia, a crítica literária, a filosofia e até os meios políticos, a cultura de massas e o jornalismo. Esta posição tem sido igualmente uma tentação constante ao longo do pensamento ocidental, estando presente de uma forma ou outra em filósofos tão distintos quanto Hume, Kant e, numa certa interpretação, Wittgenstein. Hoje em dia os seus representantes mais notáveis são W. V.Quine, Nelson Goodman, Hilary Putman, Bernard Williams e Richard Rorty, entre outros. Nesta obra, admirável pela sua clareza, seriedade e subtileza, Thomas Nagel leva a sério as propostas relativistas e mostra porque razão elas não podem ser verdadeiras nos seus domínios principais; a filosofia da linguagem, a lógica e a aritmética, as ciências empíricas e a ética e filosofia política.

    “A Última Palavra” é uma leitura obrigatória não apenas para estudantes e professores de Filosofia, Sociologia, Direito, Comunicação e Antropologia, mas também para todos aqueles que se preocupam com a perigosa ausência de valores em alguns sectores da cultura contemporânea.

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  • Totalidade e Contradição de José Barata-Moura

    Totalidade e Contradição

    José Barata-Moura

    7,00 

    Totalidade e Contradição: Acerca da Dialéctica de José Barata-Moura
    Livros Horizonte. Lisboa, 1977, 196 págs. B.
    Colecção: Razão e Diálogo | 5

    Tomaremos, portanto, neste trabalho como objecto predominante de consideração duas das categorias que, porventura, melhor nos habilitam e ajudam a compreender e a determinar, nos seus diferentes níveis e instâncias, a dialéctica. Procuraremos debruçar-nos, nomeada e sucintamente, sobre a “totalidade” e sobre a “contradição”. Importa desde já que fique bem claro, todavia, que estas não são as únicas categorias da dialéctica. Importa, igualmente, que se não perca de vista que as questões e as perspectivas que a propósito de cada uma delas levantaremos e tocaremos não esgotam a problemática das referidas categorias. Trata-se, por conseguinte, tão-só de uma consideração indicativa — que procuraremos, dentro das nossas muitas limitações, que seja precisa e rigorosa — de duas categorias fundamentais da dialéctica.»

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  • Teoria da Paródia de Linda Hutchson

    Teoria da Paródia

    Linda Hutchson

    6,00 

    Teoria da Paródia de Linda Hutchson
    Edições 70. Lisboa, 1989, 165 págs. B.
    Colecção: Arte e Comunicação | 46

    O conceito de paródia é hoje fundamental para a plena compreensão da Arte da literatura à arquitectura, passando pelo vídeo, pelo cinema ou pela performance. Mas trata-se de um conceito sobre o qual o consenso entre escolas e teorizadores tem sido difícil, porque escapa a todas as tentativas de integração num modelo genérico até a sua etimologia ambígua contribui para a discórdia quanto às suas características elementares.

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  • Soren Kierkegaard

    Soren Kierkegaard

    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    6,00 

    Soren Kierkegaard de Joaquim Cerqueira Gonçalves
    Edições Colibri. Lisboa, 2010, 243 págs. B.
    Revista Philosophica, nº 35, 2010.

    ASPECTOS FUNDAMENTAIS DA RECEPÇÃO DE KIERKEGAARD EM PORTUGAL
    Elisabete M. de Sousa

    MUNDANIDADE E SECULARIZAÇÃO: UM DIÁLOGO ENTRE KIERKEGAARD E AGOSTINHO
    Márcio Gimenes de Paula

    KIERKEGAARD E O IDEALISMO ALEMÃO. O PROBLEMA DA SUBJETIVIDADE
    Deyve Redyson dos Santos

    KIERKEGAARD: ENTRE LOS PRIMEROS ROMÁNTICOS Y HEGEL
    María J. Binetti

    ALBERT CAMUS, LEITOR DE SØREN KIERKEGAARD
    José Luis Pérez

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  • Razão e Transmisão da Filosofia de Manuel Maria Carrilho

    Razão e Transmisão da Filosofia

    Manuel Maria Carrilho

    10,00 

    Razão e Transmisão da Filosofia de Manuel Maria Carrilho
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 380 págs. B.

    Razão e Transmissão da Filosofia teve a sua origem na tese de doutoramento de Manuel Maria Carrilho, apresentado na Universidade Nova de Lisboa em 1985.O seu objectivo central consiste na análise das relações entre o desenvolvimento do pensamento filosófico e as exigências da sua transmissão, nomeadamente desde a institucionalização do ensino da filosofia no séc. XVIII.A ideia nuclear que inspira toda a obra é a de uma estreita articulação entre o pensamento filosófico e as exigências da sua ensinabilidade, cujas metamorfoses o Autor analisa de um modo tão detalhado como inspirador.

    Índice:

    Introdução – Elementos Introdutórios A Uma Problemática Da Transmissibilidade Filosófica
    Capítulo I – Aprendizagem Da Razão, Razão Da Aprendizagem
    Apêndice ao capítulo I – A Filosofia E A Organização Dos Saberes No Ambito Do Idealismo Alemão
    Capítulo II – Análise, Nova Metafísica E Novo Ensino
    Apêndice ao capítulo II – A «Ideologia» E O Ensinável
    Capítulo III – A Estratégia Ecléctica

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  • Para uma Moral da Ambiguidade de Simone de Beauvoir

    Para uma Moral da Ambiguidade

    Simone de Beauvoir

    7,50 

    Para uma Moral da Ambiguidade de Simone de Beauvoir
    Edições 70. Lisboa, 2003, 136 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Filosofia Contemporânea | 66

    Os adversários do existencialismo afirmam que uma filosofia da liberdade é, a priori, incapaz de propor uma moral. na medida em que somos livres, dizem eles, somos livres de desejar o que bem entendermos.

    Simone de Beauvoir propôs-se, por isso, avançar alguns princípios teóricos que validassem a possibilidade de uma moral existencialista, tarefa que Jean-Paul Sartre deixou por realizar.

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  • Notas para uma Definição de Cultura de T. S. Eliot

    Notas para uma Definição de Cultura

    T. S. Eliot

    7,00 

    Notas para uma Definição de Cultura de T. S. Eliot
    Edições Século XXI. Lisboa, 1996, 145 págs. B.
    Colecção: Fundamentos | 2

    Notas para uma Definição de Cultura é, de toda a numerosa ensaística de Eliot, o escrito mais pertinente saído da sua pena. Trata-se de uma obra em que expõe as suas ideias, como modernista e mestre de modernos, reivindicando para si o estatuto de «anglo-católico em religião, classista em literatura e monárquico em política.» Daí, por consequência, o interesse multiforme deste seu título, no qual Eliot disseca os diferentes sentidos atribuídos à noção de Cultura, pondo em discussão as condições sociais, regionais e religiosas da civilização em que nos encontramos inseridos. Um ensaio que aborda múltiplos aspectos (alguns até polémicos) da maneira de sermos Ocidentais. Principais obras poéticas:

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  • História do Lince

    História do Lince

    Claude Levi-Strauss

    7,50 

    História do Lince de Claude Levi-Strauss
    Edições ASA. Porto, 1992, 302 págs. B.
    Colecção: Sinais | 2

    A comparação entre mitos, uns provenientes da América do Norte, outros recolhidos desde o século XVI no sul do Brasil e no Peru, faz aparecer através dos tempos e dos lugares o que poderíamos chamar uma constante do pensamento ameríndio: a sua própria existência implicava também a dos não-índios. Bem antes da descoberta do Novo Mundo, o lugar dos brancos estava já em aberto no seu sistema. Eles estavam pois prontos a acolhê-los. Somos assim conduzidos até às raízes filosóficas e éticas do dualismo ameríndio, o qual tira a sua inspiração de uma abertura ao outro que se manifestou desde os primeiros contactos com os brancos, apesar de estes estarem animados de disposições bem diferentes.

    Reconhecê-lo quando celebramos o Quinto Centenário daquilo que, mais que descoberta, foi invasão do Novo Mundo, destruição dos seus povos e valores, é cumprir um acto de contrição obrigatório e doloroso.

    História do Lince fica como a obra-prima e o testamento filosófico do maior antropólogo do nosso tempo.

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  • Hermenêutica Contemporânea de Josef Bleicher

    Hermenêutica Contemporânea

    Josef Bleicher

    7,50 

    Hermenêutica Contemporânea de Josef Bleicher
    Edições 70. Lisboa, 1992, 383 págs. B.
    Colecção: O Saber da Filosofia | 30

    A presente obra visa, dar uma panorâmica das principais tendências do Pensamento Hermenêutico contemporâneo. Como tal, não se debruça basicamente sobre a relevância da Hermenêutica em qualquer campo de estudo particular – apesar de alguns destes aspectos serem abordados, sobretudo em relação à sociologia. Inclui uma série de textos de Emílio Betti, Jürgen Habermas, Hans-Georg Gadamer e Paul Ricoeur, a fim de dar ao leitor um conhecimento em primeira mão do conteúdo da hermenêutica e dos debates do seu seio, apresentando as três principais correntes da hermenêutica contemporânea – hermenêutica como exegese textual, hermenêutica filosófica e hermenêutica crítica.

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  • Elogio da Filosofia

    Elogio da Filosofia

    Maurice Merleau-Ponty

    7,00 

    Elogio da Filosofia de Maurice Merleau-Ponty
    Guimarães Editores. Lisboa, 1979, 88 págs. B.

    Lição inaugural no Colégio de França, este ensaio é considerado uma súmula da sua obra. Em tradução de António Braz Teixeira. Merleau-Ponty, o pensador e companheiro de Sartre e de Simone de Beauvoir, apresenta-nos neste seu ensaio, pelo estilo e pela temática que versa, como que uma súmula da sua obra, de um modo especial da que se desenvolve desde 1953 até à sua morte prematura em 1960. Na verdade, os temas aqui sugeridos ou enunciados — a natureza ambígua da filosofia e as suas relações com a verdade, a religião, a história e a política, a meditação de Bergson, a consideração crítica da dialéctica de Hegel e Marx, a fenomenologia do sinal e da linguagem — foram retomados quer em Aventuras da Dialéctica (1955), quer nos vários escritos filosóficos e políticos reunidos sob o título geral de Sinais (1960). Da natureza do seu filosofar, talvez seja lícito descobrir marcas da lição cartesiana e da tradição moralista francesa, também pela sua perplexidade perante Bergson, perplexidade de quem pensa numa língua que, identificando o mesmo verbo ser e estar, levou a uma filosofia substancialista e estática, em face do pensamento de Bergson, o filósofo da evolução criadora, e do movimento no tempo e no espaço.

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