Impressionist Painters delves into the lives and art of 21 Impressionist pioneers, featuring vivid biographies and over 200 color images. It captures the artistic revolution of 19th-century France and the clash between tradition and the groundbreaking Impressionist movement
Jean Prouvé: A Dinâmica da Criação (1901-1984) de Nils Peters. Taschen. Alemanha, 2007, 96 págs. B.
Uma figura cuja obra diluiu a fronteira entre a matemática e a estética, o arquitecto, designer e engenheiro francês Jean Prouvé (8 de abril de 1901 – 23 de março de 1984) talvez seja mais lembrado pelos seus projetos de móveis sólidos e esbeltos e também pelo seu papel nos primórdios da pré-fabricação de habitações.
Autores do World Press Cartoon de Henrique Monteiro [Dir.] Expresso. Lisboa, 2007, 158 págs. B.
Criado em 2004 por António Antunes (caricaturista português) e por Rui Paulo da Cruz (jornalista e realizador), com o apoio de várias instituições, entre elas a Fundação Gulbenkian, o World Press Cartoon (WPC) é um dos mais importantes eventos de desenho de imprensa, e foi criado com o intuito de promover e divulgar o cartoon.
MoMa Highlights de Harriet Schoenholz Bee. Público Comunicação Social. Porto, 2004, 380 págs. B.
O Museu de Arte Moderna afirma-se por uma proposição relativamente simples, de que a arte do nosso tempo-a Arte Moderna- é tão importante e vital como a arte do pas- sado. O corolário desta proposição é que os interesses estéticos ou intelectuais que moldama arte moderna podem ser vistos em suportes tão diferentes como pintura e escultura, filme e media, fotografia, arquitectura e design, gravuras e livros ilustrados, e desenhos – os actuais departamentos curatoriais do Museu. – in Prefácio
Tronos de Santo António 2015 de Pedro Teotónio Pereira [Coord.]. EGEAC. Lisboa, 2015, 66 págs. B. Il.
Registo fotográfico dos 66 tronos que se espalharam pelas portas e janelas da cidade, construídos por lojistas, associações, escolas e grupos desportivos, durante as Festas de Lisboa’15, recuperando-se assim uma tradição e expressão popular tão singular que remonta ao séc. XVIII.
Martha Telles: O Castelo Onde Irás e Não Voltas de Agustina Bessa-Luís.
Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1986, 92 págs. B.
Sente um desejo de reaver a ilha? As flores pálidas das hidranjas, as lagartixas pré-históricas, as japoneiras em flor, o mar abraçado ao nevoeiro ?Então Martha começa a pintar aqueles grandes quadros genealógicos. O avô general, que presidia na tribuna em dia de festa; a mãe cantora, vocalizando Mozart; os lutos, os dias de anos, as cadeiras enfeitadas de flores. Não há maneira naïve, não no estilo do aduaneiro Rousseau? É doutra maneira. Como se voltasse à infância deliberadamente e fosse o médium da sua própria história, fecunda e copiosa como é a história da infância.
Marcos da Arte Portuguesa de António Martinho Baptista, [et al]. Publicações Alfa. Lisboa, 1986,154 págs. E.
Estes “Marcos da Arte Portuguesa” não pretendem mais do que assinalar um itinerário, um dos muitos que é possível traçar, através do fascinante território da arte portuguesa. Seguindo um percurso cronológico não demasiado rígido, este pequeno guia conduz o olhar por alguns dos momentos culminantes da nossa arte. Prosseguindo a metáfora que o título da obra sugere e quase impõe, diríamos que estes “Marcos” não nos guiam numa expedição ou viagem de estudo, mas tão-somente num despreocupado passeio. Despreocupado, mas agradável e útil esperamos. As imagens são sempre comentadas por textos de autores especializados. Por isso, a despretensiosidade que atrás manifestámos não se exerce em prejuízo do rigor científico, mas sim em proveito do objectivo didáctico a que nos propusemos. Pensamos que este olhar sobre um conjunto de obras, que constituem uma eloquente demonstração da pujança e da riqueza do nosso património artístico, possa captar o público de maior sensibilidade para um estudo mais aprofundado da história da arte.
Estudos Preliminares para a Estação de Sete Rios de Júlio Resende. Metropolitano de Lisboa. Lisboa, 1992. B.
Esta publicação é, na sua singela escala, um tributo de admiração por um grande Senhor das Artes Plásticas Portuguesas. É difícil escolher entre o Homem, tão só, e o Pintor por demais consagrado, sendo certo que o nosso afecto recai no Homem e a nossa admiração no talento do artista. A sua Obra fala por si, conferindo ao Homem e ao Artista uma modéstia que é o fascínio da sua personalidade. Ao convidá-lo para fazer uma intervenção plástica na renovada estação de Sete Rios do metropolitano, no âmbito da sua ligação à estação homónima da CP, não imaginámos a surpreendente qualidade estética do trabalho criativo entretanto desenvolvido pelo Mestre Júlio Resende. Sonho, poema, ritmo, são sensações que nos vieram ao espírito quando vimos, pela primeira vez, os magníficos de senhos de Júlio Resende que irão ser inscritos nos azulejos de revestimento da renovada estação de Sete Rios. Esta brochura, ilustrada por amável deferência do Artista, revela a linha estética que orientou a intervenção de Júlio Resende, deixando como que um perfume de “suspense” a quem, tendo folheado esta publicação, aguardará, por certo com expectativa, a abertura à exploração da “nova” estação Sete Rios.
Arte em Portugal de Flórido Vasconcelos. Verbo Juvenil. Lisboa, 1981, 2 vols. E.
Índice
Volume I – Da Pré-História ao Fim do Império Romano; A Arte Pré-Românica; A Arte Românica; A Arte Gótica; A Arte Manuelina
Volume II – Renascimento e Maneirismo; Barroco e Rococó; Do Neoclassicismo ao Século XX; A Primeira Metade do Século XX; Gloossário.
Collections of The British Museum de David M. Wilson.
British Museum Press. London, 2003, 304 págs. B.
The collections of the British Museum span all cultures and all ages, ranging from ancient Egyptian mummies to masterpieces of Greek and Roman art; from Celtic gold to Japanese paintings and traditional textiles from Africa. Today the Museum is bringing its collections up to date and this highly illustrated book also features many recent acquisitions from all over the world. In his introduction, former Director Dr Robert Anderson, outlines the historical background to the Museum’s recent redevelopment programme and offers an insight into the diverse range of its activities. A final chapter outlines the work of conservation and scientific research.
Vicent Van Gogh de Orlando Gouveia Pereira. INAPA. 1990, 233 págs. E. Il.
Esta original obra põe em confronto directo as palavras que Van Gogh escreveu com as imagens que pintou, desenhou e esboçou, numa cuidada selecção que retrata o artísta e o homem.
Vimos, na exposição anterior, que as obras/os artistas mais produtivos da década de 70 foram arriscando aproximações a sucessivos “vazios” expressivos e sucessivas rupturas de linguagem. Esta atitude foi expressão do estabelecimento de uma nova relação com as práticas pictóricas tradicionais, exemplo das últimas e mais radicais rupturas dos tempos modernos. Tendeu a autonomizar cada…
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