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  • Mon Album d’Art: Van Gogh de HermannWhatsApp Image 2026 02 16 at 22.42.21

    Mon Album d’Art: Van Gogh

    Hermann Jedding

    6,00 

    Mon Album d’Art: Van Gogh de Hermann Jedding.
    Gilbert Jeune. Itália, s.d., 26 págs. B. Il.

    Introduction et commentaire de Hermann Jedding.

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  • Ourives de Lisboa Através da sua Obra de António Firmo da CostaWhatsApp Image 2026 02 12 at 16.07.16

    Ourives de Lisboa Através da sua Obra, Um

    António Firmo da Costa

    40,00 

    Um Ourives de Lisboa Através da sua Obra de António Firmo da Costa.
    Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves. Lisboa, 2000, 199 págs. B. Il.

    António Firmo da Costa. Um Ourives de Lisboa através da sua Obra, constitui situação inédita em Portugal. Pela primeira vez, num país onde a ourivesaria atinge uma qualidade e originalidade inegáveis pela sua concepção e feitura, uma exposição é dedicada a um só ourives: António Firmo da Costa (1767-1824).

     

    As peças com a marca do seu punção, agora reunidas, ultrapassam largamente o número tradicionalmente apontado pela historiografia. A qualidade, quantidade e modernidade da sua obra contradizem o pressuposto de que as artes ligadas ao luxo e à ostentação decaem com as invasões francesas e as lutas internas até à Regeneração em 1852

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  • Intricate Others

    Intricate Others

    Nick Mauss

    10,00 

    Intricate Others de Nick Mauss
    Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Porto, 2017, 112 págs. B. Il.

    O livro, totalmente concebido por Nick Mauss, pode ser considerado uma das obras perduráveis que resultam da exposição do artista na Casa de Serralves, em 2017.

    A exposição, criada propositadamente para os espaços da Casa de Serralves, demonstra o interesse de Mauss por encenação, cenografia e a sua insistência em manter a natureza provisória do trabalho na sua relação com o desenho como um modo íntimo, direto e contudo irresolúvel.

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  • Musees du Vatican – RomeWhatsApp Image 2026 02 12 at 16.06.48

    Musees du Vatican – Rome

    Deoclécio Redig de Campos

    6,00 

    Musees du Vatican – Rome de Deoclécio Redig de Campos.
    Éditions des Deux Coqs D’Or. França, 1968. E.

    Le sixième volume de cette série vous permettra de découvrir les MUSÉES DU VATICAN. Regroupés sous cette dénomination, le musée grégorien, le musée Pio Clementino, le musée Chiaramonti, la bibliothèque, etc. abri-tent d’extraordinaires collections de mar-bres et fresques antiques, de manus-crits médiévaux, de peintures de la Haute Renaissance et du siècle baroque. A tant de trésors artistiques réunis par les Papes au cours des siècles, il faut encore ajouter les ensembles uniques au monde que sont la chapelle Pauline, les Loges de Raphaël et surtout le chef-d’œuvre de Michel-Ange, la chapelle Sixtine.

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  • Loiças e Azulejos de Iznik de Maria D’Orey Capucho Queiroz RibeiroWhatsApp Image 2026 02 16 at 22.44.50

    Loiças e Azulejos de Iznik

    Maria D’Orey Capucho Queiroz Ribeiro

    15,00 

    Loiças e Azulejos de Iznik na Coleção Calouste Gulbenkian de Maria D’Orey Capucho Queiroz Ribeiro.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2009, 136 págs. E. Il.

    O espectacular repertório decorativo, a grande diversidade, quantidade e qualidade da cerâmica otomana reunida por Calouste Sarkis Gulbenkian justificam esta publicação, passados que são mais de vinte anos sobre a edição do catálogo da loiça de Iznik.

    Esta publicação tem por base uma selecção de oitenta peças das mais representativas dos vários períodos de produção – desde o início do século XVI até ao declínio da indústria, já no século XVII. Depois de uma breve história da Colecção, apresenta-se, na primeira parte, as várias tipologias cerâmicas em função da decoração, tendo em conta critérios cronológicos. Na segunda parte, dedicada à azulejaria, são tratados os grandes painéis, frisos e cercaduras bem como alguns exemplares de azulejos soltos, cuja grande maioria se encontra em exposição permanente.

    Os primeiros contactos de Calouste Gulbenkian como coleccionador de cerâmica otomana, que coincidiram com o início da formação da sua imensa colecção, tiveram lugar em 1898 ao adquirir na Christie’s, em Londres, quatro pratos de faiança de Iznik, dois dos quais de grande qualidade, com decoração sobre fundo de escamas. Nos quarenta anos que se seguiram foi reunindo, a um ritmo constante, as restantes peças que formam este riquíssimo núcleo, de que também fazem parte os magníficos painéis de azulejos.

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  • História e Técnica dos Tapetes de Arroiolos de Fernando Baptista de OliveiraWhatsApp Image 2026 02 16 at 22.46.01

    História e Técnica dos Tapetes de Arroiolos

    Fernando Baptista de Oliveira

    25,00 

    História e Técnica dos Tapetes de Arroiolos de Fernando Baptista de Oliveira.
    Sociedade Astória. Lisboa, 1983, 417 págs. E. Il.

    O trabalho mais reeditado e um dos mais estimados sobre o tema, que aclara muitos pontos da história dos tapetes de Arraiolos que permaneciam obscuros, dando a conhecer a técnica deste artesanato, para além de elucidar sobre as decorações dos tapetes bordados.

    Dá também ao possuidor de qualquer tapete de Arraiolos os conhecimentos precisos para avaliar o grau mais ou menos elevado das qualidades estéticas do seu exemplar.

    O livro reproduz por fim através da fotografia cem tapetes de Arraiolos antigos, cada uma delas acompanhada do estudo que foi feito ao respetivo exemplar.

    Profusamente ilustrada a negro, com algumas estampas a cores.

    📕 4ª Edição.
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  • Galerias de Europa: Museos de los Países BajosWhatsApp Image 2026 02 12 at 13.04.56

    Galerias de Europa: Museos de los Países Bajos

    H. Voss

    20,00 

    Galerias de Europa: Museos de los Países Bajos de H. Voss.
    Editorial Labor. Barcelona, s.d.. E. Il.

    Este volume integra uma série dedicada às grandes coleções artísticas europeias e apresenta uma visita guiada pelos principais museus dos Países Baixos. H. Voss conduz o leitor através das galerias mais representativas, contextualizando obras e artistas — sobretudo da pintura flamenga e holandesa — e explicando a evolução histórica das coleções e instituições museológicas da região.

     

    Mais do que um catálogo ilustrado, o livro combina descrição visual com enquadramento cultural, oferecendo uma introdução acessível à arte exposta nesses museus e à sua importância para o património europeu. É particularmente interessante para leitores com curiosidade por história da arte, viagens culturais ou colecionismo editorial.

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  • Atlas Colorido de Anatomia de Superfície de Kenneth M. BackhouseWhatsApp Image 2026 02 12 at 16.08.02

    Atlas Colorido de Anatomia de Superfície

    Kenneth M. Backhouse

    10,00 

    Atlas Colorido de Anatomia de Superfície: Clínica e Aplicada de Kenneth M. Backhouse.
    Editora Manole. Brasil, 1989, 312 págs. E. Il.

    Para muitos estudantes de medicina e de odontologia, a anatomia representa um período de aprendizado de fatos baseado essencialmente em ossos macerados e dissecções cadavéricas não muito relacionados com o paciente vivo e nem mesmo com os exercícios de técnica cirúrgica. Torna-se assim uma disciplina tolerada, uma desincumbência para o objetivo de trabalhar com o vivente. O estudante de medicina goza pelo menos a vantagem de estudar as estruturas em três dimensões, no laboratório e no museu anatô-mico, privilégio nem sempre disponível para grupos discentes de outras profissões em que a anatomia do vivente é tão importante quanto para o futuro médico, caso dos terapeutas físicos e ocupacionais,

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  • Museu do Prado (Madrid) de João Quina

    Museu do Prado (Madrid)

    João Quina

    6,00 

    Museu do Prado (Madrid) de João Quina [Coord.]
    Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il.
    Museus do Mundo | 4

    A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.

    📘 Plastificado de origem

  • Pinacoteca de Brera (Mião) de João Quina

    Pinacoteca de Brera (Mião)

    João Quina

    6,00 

    Pinacoteca de Brera (Mião) de João Quina [Coord.]
    Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il.
    Museus do Mundo | 18

    A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.

    📘 Plastificado de origem

  • National Gallery of Art (Washington) de João Quina

    National Gallery of Art (Washington)

    João Quina

    6,00 

    National Gallery of Art (Washington) de João Quina [Coord.]
    Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il.
    Museus do Mundo | 11

    A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.

    📘 Plastificado de origem

  • Museu d'Orsay (Paris) de João Quina

    Museu d’Orsay (Paris)

    João Quina

    6,00 

    Museu d’Orsay (Paris) de João Quina [Coord.]
    Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il.
    Museus do Mundo | 9

    A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.

    📘 Plastificado de origem

  • Galeria da Academia (Veneza) de João Quina

    Galeria da Academia (Veneza)

    João Quina

    6,00 

    Galeria da Academia (Veneza) de João Quina [Coord.]
    Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il.
    Museus do Mundo | 19

    A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.

    📘 Plastificado de origem

  • Arquitecturas de Terra de Jean Dethier

    Arquitecturas de Terra

    Jean Dethier

    10,00 

    Arquitecturas de Terra ou o Futuro de uma Tradição Milenar de Jean Dethier.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1993, 223 págs. B. Il.

    O catálogo apresenta construções de arquitectura. Contém um texto de apresentação, advertência e prefácio. O catálogo está dividido em três partes gerais: Trunfos e Potencialidades, Tradições e Modernidades. Contém bibliografia cronológica, índice de filmes e vídeos e comentários de imprensa

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  • Da Pintura de Eduardo Lourenço

    Pintura, Da

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Da Pintura de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2017, 307 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço
    Transcrição, Organização e Prefácio de Barbara Aniello

    Um novo livro da colecção «Obras de Eduardo Lourenço» que a Gradiva tem vindo a editar e que desta vez entra pelo mundo da arte, com a pintura em destaque. O percurso de Eduardo Lourenço na descoberta da arte é uma viagem abrangente, em que apresenta uma multiplicidade de pontos de vista e de abordagens, numa obra organizada em três secções: Estética, Exposições, Pintores.

    Tendo a pintura como pano de fundo, o filósofo revela uma enorme sensibilidade, uma elevadíssima capacidade de observação e de reflexão, um imenso talento para estabelecer analogias.

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  • Espelho Imaginário

    Espelho Imaginário

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    O Espelho Imaginário: Pintura, Antipintura, Não-Pintura de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2023, 237 págs. B.

    Eduardo Lourenço aborda a temática da pintura de prismas diversos e analisa a obra de alguns pintores bem conhecidos, onde se incluem Klee, Velázquez, Picasso ou Vieira da Silva. Além de artistas internacionais, são objecto da sua atenção artistas nacionais de décadas relativamente recentes.

    Uma obra de elevada riqueza de análise, que ilustra bem porque é que Eduardo Lourenço é considerado um dos grandes pensadores portugueses.

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