As Maravilhas Artísticas do Mundo de Ferreira de Castro. Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1958, 475 págs. E. Il.
“A Empresa Nacional de Publicidade (…) tem a imensa satisfação de anunciar hoje um verdadeiro acontecimento literário duma nova e grandiosa obra do eminente escritor Ferreira de Castro. Falamos dum grande acontecimento literário, que o é sem nenhuma espécie de exagero, pela categoria mundial do seu autor, pela vastidão e enorme interesse do seu tema e pelo excepcional esplendor gráfico, jamais atingido entre nós, com que, para corresponder ao assunto, a obra será apresentada(…)”.
Obra monumental, com encadernações de pele, finamente gravada a seco e a ouro com aplicações de estampas coloridas nas pastas e nas lombadas, profusamente ilustrada com gravuras a negro e cores intercaladas no texto e em extra-texto, reproduzindo as mais belas obras de arte de todas as épocas e povos.
Espaço de Sara Antónia Matos. Ed. Autor. Lisboa, 2009, 213 págs. B
Os quatros painéis da conferência foram subordinados aos subtítulos: Experimentar, Herdar, Ligar Prospectivar. Procurou-se questionar um espaço de tensões sem o qual o próprio conflito civilizacional não pode existir. Este reside precisamente nisso, na Construção do seu espaço, no seu projecto, vivência e representação.
Com o intuito de problematizar a operatividade de tais tensões, os diversos painéis versaram a dilatação e a permeabilidade do espaço das disciplinas artisticas, direcções possíveis para a estética e para o discurso sobre a arte, e ainda a relação da arte contemporânea com as heranças culturais e o património histórico. Acima de tudo, colocou-se em discussão como é que a prática artística contribui para a construção de um “lugar habitado”.
Delfim Maria de Sousa Maya, conhecido como Delfim Maya (Porto, 21 de dezembro de 1886 – Lisboa, 13 de março de 1978) foi um escultor português.
Autodidata, pertence à primeira geração de artistas modernistas portugueses. Escultor animalista, de observação aguda e estilo vibrante, o movimento é a característica marcante, inconfundível das suas obras. Experimentalista, Delfim Maya foi o primeiro artista português a construir esculturas em ferro e noutros metais.
Vieira da Silva de Jacques Lassaigne. Publicações Europa-América. Mem Martins, 1992, 365 págs. E. Il.
“No panorama da pintura contemporânea, Vieira da Silva é o nome português que mais ressonância desperta em todo o mundo. A sua obra encontra-se disseminada pelos mais famosos museus da Europa e das Américas, para regalo de quantos os visitam ávidos de beleza. “ (…) A arte de Vieira da Silva recusa em absoluto as etiquetas. Mas constrói um mundo em que toda e qualquer pessoa pode entrar, em que todos podem circular sem riscos de se perder”. Edição de muito cuidada execução gráfica, em papel encorpado de excelente qualidade, profusamente ilustrada a cores e a negro de uma parte considerável das suas magníficas obras. Encadernação editorial de capa dura, revestida a tela com sobrecapa de protecção ilustrada a cores, reprodução de uma das pinturas de Vieira da Silva.
Tesouros da Humanidade e da Natureza de Bertelsmann Lexicon Verlag. Publico Comunicação Social. Porto, 2000, 415 págs. E.
Desde 1978, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) já classificou como património da humanidade 630 cidades, lugares, monumentos ou parques naturais em 118 países. Feitas regularmente pelo Comité do Património Mundial da UNESCO, fundado em 1972 a partir de um tratado internacional que envolve mais de 150 países, nestas classificações coexistem lugares míticos, obras incontornáveis e recantos do Globo onde a natureza ou a mão humana geraram paisagens e obras que fazem parte da nossa herança colectiva. Da lista disponível em Janeiro de 2000, com actualização prevista para Dezembro do mesmo ano, a editora alemã Chronik Verlag publicou em quatro livros cerca de 400 fichas respeitantes a outras tantas classificações. Foi dessas fichas que o PÚBLICO, em exclusivo para Portugal, seleccionou 200 neste “Tesouros da Humanidade e da Natureza”, procurando assegurar o maior equilíbrio possível entre geografia e culturas, entre conhecido e desconhecido, entre o surpreendente e o óbvio. Não descurando a proximidade (daí a maior representação de classificações em Portugal e Espanha), mas indo até ao mais longínquo dos santuários desta nossa herança comum.
Sequeira: na arte do seu tempo de Armando Lucena. Academia Nacional de Belsa-Artes. Lisboa, 1966, 66 págs. E. Il
Um estudo essencial para compreender Domingos Sequeira no contexto artístico europeu do final do século XVIII e início do XIX. Publicado no segundo centenário do pintor, este livro mostra como Sequeira, profundamente ligado à tradição académica portuguesa, dialogou com as grandes correntes estéticas internacionais — com especial destaque para o desenho, área onde foi absolutamente excepcional.
Ilustrado com mais de cinquenta estampas extra-texto.
Tiragem de 1.000 exemplares.
Painéis de S. Vicente de Fora de Paula Freitas. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 151 págs. B.
Estamos perante um estudo da historiografia que é, forçosamente, um estudo da mentalidade historiográfica nacional dos últimos 100 anos, análise afinal útil de uma questão a tantos nível inútil, quando não parcialmente ridícula. Este trabalho (…) vai mais além do que muitos outros pelo simples facto de não se pronunciar sobre os «Painéis», evitando assim o pecado maior de tantos escritos que apresenta, e contribuindo (…) para uma renovada limpeza do olhar na nossa relação de público com essa pintura”, segundo palavras de José Luís Porfírio recortadas do seu prefácio. Com uma estampa desdobrável, a cores, reproduzindo as quatro tábuas do polémico e belíssimo políptico, além de outras estampas a negro, também em separado.
David Almeida: Fécit de Luiz Fagundes Duarte. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1986, 109 págs. B.
Nascido em 1945, em São Pedro do Sul, David de Almeida frequentou a Escola António Arroio, onde fez o Curso de Gravador Litógrafo e a Gravura – Cooperativa de Gravadores Portugueses, onde estudou sob a orientação de Maria Gabriel.
Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian estagiou nos Moinhos do Vale de Lagat, em França, e também com Stanley Hayter no Atelier 17, em Paris, começando a expor individualmente em 1976.
Está representado em coleções nacionais (Biblioteca Nacional e Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian) e internacionais: na Bélgica (Museu do Pequeno Formato de Couvin), Brasil (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro), Espanha (Calcografia Nacional de Madrid), Estados Unidos, Macedónia, Marrocos, Iraque e Suécia.
Emília Nadal de Manuel Rio-Carvalho. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1986, 168 págs. B.
Emília Nadal Baptista da Silva é uma artista plástica multimedia portuguesa que dedica-se à pintura, desenho, gravura, video-performance e objectualismo. Ela é vencedora dos Prémios Anunciação e Prêmio Lupi de Pintura pela Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa, e do XVIº Prémio de Desenho Joan Miró.
PORTUGAL, ARQUITECTURA E SOCIEDADE DE CARLOS DE ALMEIDA Terra Livre. Lisboa, 1978. 116 págs. B. Il.
Ensaio de pendor sociológico e histórico que analisa a evolução das estruturas urbanas e habitacionais portuguesas à luz das transformações sociais do País. Dividida de forma clara, a obra debruça-se sobre as origens e as expressões da arquitectura, desde as manifestações mais populares e tradicionais, como dólmenes e palafitas, até às construções mais eruditas. O autor desenvolve uma reflexão crítica sobre a organização do espaço urbano, o urbanismo e o impacto que o desenvolvimento socioeconómico exerce na fisionomia das vilas e cidades contemporâneas nacionais.
────────────────────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 170g
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A Revolução da Arte Moderna de Hans Sedlmayr. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 241 págs. B.
“A obra de Verlust der Mitte tratou daquilo que a ate de estes últimos séculos torna evidente acerca do destino do espírito humano nesta época e, apenas de passagem, daquilo que é. O presente trabalho trata do que esta arte — cujos extremos se colocam entre 1905 e 1925 — é no fundo, o que com ela aconteceu e, igualmente só de passagem, como surgiu. Só quando estas respostas forem devidamente respondidas se poderá intentar escrever uma história da arte da nossa época. As poucas ilustrações deste livro não mostram obras-primas da arte moderna mas sim obras em que se pode afirmar que aparecem ampliadas as suas tendências típicas.”
Jeu de Paume de Carlo Munari. Editorial Verbo. Lisboa, 1973, 156 págs. E. Il.
A Galeria Nacional do Jeu de Paume é um centro de arte dedicada à imagem dos séculos XX e XXI. Com uma área de 1 200 m2, ela é localizada no Jardim das Tulherias, na extremidade ocidental do terraço dos Feuillants, Praça da Concórdia, em Paris.
Arte nos Séculos de Victor Civita. Victor Civita. 1969, 8 vols. E.
A arte nasceu com o homem. E deu-lhe a consciência de sua capacidade criadora, da possibilidade de interpretar, de ima ginar. Graças à arte, o homem elevou-se, compreendeu-se. Criar arte e amá-la não foi privilégio de um povo, de uma época, de um meridiano, de uma cultura. Universal e eterna, nada contribuiu tanto, por cima de fronteiras, de cores de epi derme e de crenças, para demonstrar que o homem é um só, igual nos anseios e sonhos, na necessidade de criar, na procura do belo e do bom. O tempo e o talento compuseram um tesouro artístico de significado espiritual e de importância incalculá veis. Tôdas as épocas e raças contribuíram para tal acervo, agora disseminado pelo mundo inteiro. Mas, se o amor à arte, o impulso de criá-la e de procurá-la não conhecem limites, o acesso ao conhecimento e à apreciação das grandes obras sofre as limitações de distâncias, tempo, custos. <hr />
Anjos Caídos e Outras Histórias de Anabela Canas. Fundação Oriente. Lisboa, 1985 B.
O tema evidente de Anabela Canas nesta série é a Solidão, uma solidão que se sugere ainda mais solitária porque solidão da Mulher. Passiva, ou adjectiva, mais naturalmente apela a Mulher, dize-mos o princípio feminino, a outra presença ou companhia substantivas. Logo aqui, essa lunaridade aproxima a mulher do simbolismo aquoso, argênteo dos espelhos. O universo da pintura de Anabela Canas é nocturno, passivo e lunar – eminentemente feminino ou Yin, portanto.
Auguste Renoir (1841-1919): Um Sonho de Harmonia de Peter H. Feist.
Benedikt Taschen. Alemanha, s.d., 95. B.
Pierre-Auguste Renoir foi um artista francês que foi um dos principais pintores no desenvolvimento do estilo impressionista. Como celebrante da beleza e especialmente da sensualidade feminina, já se disse que “Renoir é o representante final de uma tradição que vai diretamente de Rubens a Watteau”
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