Justice de la Révolution ou Les Révolutions de la Justice de Robert Schmelck. Ministre de la Justice. França, 1989, 67 págs. B.
La réforme de la Justice est, à la fin de l’Ancien Régime, avec l’égalité devant l’impôt, le vœu le plus ardent de l’opinion publique. La justice est dénoncée pour son inhumanité et son arbitraire, discréditée par les affaires, de Calas aux Trois Roués, de Lally Tollendal au Chevalier de la Barre. La Justice civile est critiquée pour ses lenteurs infinies et ses coûts élevés, l’obscurité de ses procédures et la complexité de ses recours. Les gens de Justice, parlementaires orgueilleux ou hommes de loi cupides nourrissent l’antipathie générale. Les cahiers de doléances en font foi: la France entière, tous ordres confondus, aspire passionnément à la Révolution judiciaire.
Aguarelhas e Desenhos de Isabel Sales Henriques. Museu do Hospital e das Caldas. Caldas da Rainha, 1996, 20 págs. B.
Esta exposição de Isabel Sales Henriques tem o sentido de múltiplos regressos: à paixão pela imagem, cultivada por abordagens teóricas sobre a sua função e eficácia; ao gosto pela pintura, principalmente a aguarela; e a um lugar referencial da sua vida, entre Caldas da Rainha, cidade de origem da família e os veraneios em S. Martinho do Porto.
ESTE volumen pone visualmente de manifiesto los cambios que sobrevienen en Italia al arte de la pintura durante el siglo XVI. Algún ejemplo español con que se cierra la colección da cuenta de lo que nuestros pintores realizaron a la zaga de lo italiano. También de lo que es el arte de El Greco, que…
Rodin: Esculturas e Desenhos de Gilles Néret. Taschen. Alemanha, 2004, 96 págs. B.
O grande mestre da forma humana: A doçura do pecado surgiu das raízes da dor. Auguste Rodin foi o grande mestre da forma humana, em argila, bronze e mármore. Ele cantou a Mulher, convocando todas as paixões, alegrias e vícios da vida. O poeta Rilke escreveu que “a doçura do pecado surgiu das raízes da dor” nas figuras de Rodin.
Volume integrado na série Arte básica de TASCHEN que apresenta: um resumo cronológico detalhado da vida e obra do artista, cobrindo a sua importância cultural e histórica, uma biografia concisa e aproximadamente 100 ilustrações com legendas explicativas.
Através de sus 285 páginas ilustra publicaciones de grabados antiguos que abarcan desde la segunda midad del S. XIX a los primeros años del S. XX. Estas eran realizadas por hábiles dibujantes que reproducían con fidelidad, delicadeza y habilidad las espectaculares panorámicas que se alzaban ante los ojos de los viajeros, mientras su compañero periodista las describía en sus libretas.
Catálogo da exposição realizada, ilustrado a negro e a cores, com textos de, entre outros, Manuel Rio Carvalho, Areal e Xavier da Costa. Colaboração dos artistas Armando Alves, Areal, Carlos Calvet. Espiga, Fátima Vaz, Flávia de Monsaraz, Gustavo Bastos, Helena Almeida, João Machado, José Rodrigues, Jorge Pinheiro, Lourdes Castro, Nikias Skapinakis, Rogério Ribeiro, Vespeira, etc….
O projecto Olhares de Pedra partiu de um levantamento efectuado em Lisboa sobre toda a estatuária pública figuarativa da cidade – a que está na rua e em locais de entrada livre, com excepção das igrejas e museus – e que representa alguém. […] A ele juntou-se, dentro dos mesmos pressupostos, idêntico levantamento feito na cidade do Porto e, depois, ainda que de forma bastante mais reduzida, nas restantes 16 capitais de distrito.” (excerto da apresentação)
Arquitectura Gótica em Portugal de Mário Tavares Chicó. Livros Horizonte. Lisboa, 1968, 237 págs. E.
A época da expansão da arquitectura gótica é uma das mais brilhantes da arte europeia. É a época em que em França e em Inglaterra, nos países escandinavos e na Península aparece um estilo que é novo sob os aspectos da estrutura e da decoração e que constitui uma das manifestações mais originais da civilização ocidental. A essa época pertencem em França as catedrais de Paris, Laon, Bourges, Chartres e Amiens e em Portugal os grandes conventos de Alcobaça, Batalha e Santa Maria de Belém, as catedrais de Évora, Viseu, Silves e Guarda e numerosos mosteiros e castelos edificados no centro e no sul do país. Depois de descrever os monumentos que representam a fase inicial da Arte Gótica no nosso país, o Professor Mário T. Chicó estuda as igrejas das ordens mendicantes e a sua influência no Mosteiro da Batalha e em numerosas igrejas manuelinas. Analisa ainda as construções renascentistas em que se mantêm vestígios estruturais e decorativos do novo estilo e a escultura que aparece nos princípios do século XIII e adquire considerável importância no fim da Idade Média e no reinado de D. Manuel.
Rubens de Pierre Cabanne. Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 275 págs. B.
«Se, por um lado, Rubens fez a sua obra às claras, a sua personalidade continua, em muitos aspectos, pouco conhecida. Este homem das cortes, cuja actividade de quase meio século se desenrolou à dimensão da Europa do seu tempo, guarda o seu mistério; muito jovem, compôs a sua própria máscara e fechou-se numa personagem que permanecerá impenetrável até ao fim. Nem os lutos, nem os reveses políticos, nem a doença, abalarão essa imagem. Sem dúvida existirá um dia uma ciência, que se chamará talvez «Ciência do Homem», que procurará penetrar mais além no homem através do homem-criador, diz Picasso algures. É este homem-criador que tentei mostrar através da sua obra e do seu tempo.»
Uma introdução acessível e lúcida não só à história da arte mas também aos temas e problemáticas que envolvem esta disciplina. O método de Dana Arnold consiste em desenvolver ideias a partir de exemplos concretos. Orientando o nosso olhar para determinadas obras de arte, ela ensina-nos a observá-las como historiadores de arte.»
Elaborada por uma equipa de historiadores de arte, esta é a melhor introdução às criações mais duradoiras da Humanidade: as suas obras de arte. Nenhuma linguagem é tão universal como a arte, e nenhuma outra obra ilustra de forma tão conseguida as semelhanças e os contrastes entre a arte das diferentes culturas. Um dos aspetos…
Do século XIII aos nossos dias, cem mestres da pintura europeia se acham incluídos nesta antologia, através da reprodução de uma das suas obras mais representativas, acompanhada de uma breve nota biográfica e de um curto comentário à sua actividade artística. Pequeno «museu imaginário» que a todos será grato percorrer, nele encontrará cada um de…
Museu Arpad Szenes / Vieira da Silva de Marina Bairrão Ruivo.
Quidnovi. Vila do Conde, 2011, 95 págs. B.
Livro dedicado ao Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva e à sua coleção, contextualizando a obra dos dois artistas ao longo do século XX. Através da pintura, acompanha-se o percurso biográfico, emocional e artístico do casal, bem como o seu papel nos movimentos culturais e políticos do seu tempo.
The History and Techiniques of the Great Masters: Degas de Linda Bolton. Tiger Books. Inglaterra, 1989, 64 págs. E. Il.
Edgar Degas (born July 19, 1834, Paris, France—died September 27, 1917, Paris) was a French painter, sculptor, and printmaker who was prominent in the Impressionist group and widely celebrated for his images of Parisian life. Degas’s principal subject was the human—especially the female—figure, which he explored in works ranging from the somber portraits of his early years to the studies of laundresses, cabaret singers, milliners, and prostitutes of his Impressionist period. Ballet dancers and women at their toilette would preoccupy him throughout his career.
Paula Rego é uma das grandes artistas realistas do nosso tempo seguindo a linha de Goya, Hogarth e Beckmann. As suas obras são figurativas mas não conservadoras, provocadoras mas não espectaculares, narrativas mas não unidimensionais, conhecidas mundialmente mas sempre um enigma. Nascida em Lisboa em 1935, Paula Rego vive em Londres desde a década de 60, sendo considerada por muitos uma das artistas portuguesas com mais reconhecimento internacional.
Ruth Rosengarten é uma das críticas mais influentes sobre o trabalho de Paula rego. Este livro publicado por ocasião da exposição de Paula Rego no Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves no Porto, inclui uma selecção de textos na sua maioria pouco conhecidos do público português cobrindo vários anos da carreira da artista e mais de 70 obras ilustradas.
Edição de muito cuidada execução gráfica, nitidamente estampada a cores sobre bom papel.
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