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  • Pintura de Maria Helena Soares Costa

    Pintura

    Maria Helena Soares Costa

    25,00 

    Entre estes dois pólos dispõem-se em articulação orgânica e harmoniosa os núcleos do Egipto e da Antiguidade Clássica, este com importante acervo de Numismática, presenças de uma cultura mediterrânica, os da China e do Japão, complemento lógico do gosto pelo Oriente, o da Escultura Europeia como marcação paralela à Pintura e o notável conjunto de Artes Decorativas francesas do século XVIII, que se actualiza na Colecção Lalique, repositório e síntese do seu fascínio pelo esplendor do objecto como obra de arte. O núcleo da Pintura Europeia desenha um percurso cronológico a partir do século XV, momento em que esta arte se afirma com autonomia de objecto, libertando-se da funcionalidade narrativa, inscrita em frescos nas arquitecturas, ou em livros iluminados de uso pessoal que também interessaram Calouste Gulbenkian, tendo adquirido belíssimos exemplares.

  • Arte Antiga: Abre-se a Terra em Sons e Cores

    Arte Antiga: Abre-se a Terra em Sons e Cores

    Rosalina Branca da Silva Cunha

    30,00 

    Arte Antiga: Abre-se a Terra em Sons e Cores de Rosalina Branca da Silva Cunha [Coord.].
    Presidência do Conselho de Ministros. Lisboa, 1983, 2 vols. B.

    Estas exposições do Conselho da Europa tornam-se uma ocasião única para reunir obras de arte e documentos históricos oriundos das mais diversas instituições, o que põe em prática a capacidade organizadora do país responsável. Além disso, levam a uma reflexão exigente e à sensibilização do grande público no sentido das interdependên cias dos dados culturais europeus, alicerçados nas variadas regiões que compõem a Europa. É assim que ela se define como civilização e cultura, pois os gérmenes do seu espírito universalista espalham -se por tantas quantas as áreas que constituem essa mesma Europa.

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  • Jerónimos - Cumpriu-se o Mar

    Jerónimos – Cumpriu-se o Mar

    Rosalina Branca da Silva Cunha

    15,00 

    Jerónimos I: Cumpriu-se o Mar: as Navegações Portuguesas e as suas consequências no Renascimento de Rosalina Branca da Silva Cunha [Coord.].  Presidência do Conselho de Ministros. Lisboa, 1983, 352 págs. B. Il.

    Sob os auspícios do Conselho da Europa, o Estado Português leva a efeito na Primavera-Verão de 1983, em Lisboa, a XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura intitulada «Os Descobrimentos Portugueses e a Europa do Renascimento.

    Estas exposições iniciadas em 1954 têm sido como objectivo essencial incrementar a cooperação entre instituições e agentes culturais dos países membros do Conselho da Europa no aprofundamento e na divulgação pedagógica dos esquemas tratados, temas significativos porque bem específicos na História da Cultura Europeia, como tais, fonte e suporte de um património histórico-cultural comum.

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  • Itinerários de Ernesto de Sousa

    Itinerários

    Ernesto de Sousa

    20,00 

    A Secretaria de Estado da Cultura homenageia Ernesto de Sousa com uma exposição que explora a sua multifacetada atividade como animador cultural e investigador de estética e história da arte. O evento destaca a unidade da sua obra e abre caminho para futuras iniciativas.

  • Arte + Mulleres. Creadoras Galegas

    Arte + Mulleres. Creadoras Galegas

    Maria Luísa Sobrino Manzanares

    7,00 

    Arte + Mulleres. Creadoras Galegas de Maria Luísa Sobrino Manzanares (Ed.).
    Consello de Cultura Galega. Espanha, 2015, 146 págs. B.

    Este texto “Arte + mulleres”. Creadoras galegas examina por primeira vez as cifras reais deste desfasamento, num marco temporal que abrangue desde 1990 a 2013, elaborando un documento sobre a presenza de creadoras galegas respecto á dos artistas homes. Nel revísanse unha serie de acontecimentos artísticos que nos permiten comprovar as evidentes diferenzas numéricas existentes entre ambos os dous sexos.

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  • Antonio Dias: Anywhere is My Land

    Antonio Dias: Anywhere is My Land

    Hans-Michel Herzog

    20,00 

    Antonio Dias: Anywhere is My Land de Hans-Michel Herzog.
    Daros. 2010, 187 págs. B

    O Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria de Estado da Cultura, a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Santander Cultural realizam a exposição Anywhere Is My Land, de Antonio Dias, um dos mais renomados artistas brasileiros de sua geração. A mostra, iorganizada pela Daros Latinamerica e idealizada a partir de trabalhos do artista que integram a Coleção Daros Latinamérica – notadamente do período entre 1960 e 1970, apresenta, ainda, obras da coleção Geneviève e Jean Boghici (Rio de Janeiro), da coleção particular de Antonio Dias e do acervo da Pinacoteca do Estado.

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  • História Mundial da Arte

    História Mundial da Arte

    Everard M. Upjohn

    30,00 

    A arte corresponde a uma necessidade fundamental do homem. O seu primeiro objectivo é uma interpretação mais completa da vida em toda a sua plenitude. Acontece-lhe, é verdade, servir outros fins: religiosos, políticos, sociais, simbólicos, mas estes fins, louváveis ou não, são alheios à função primeira da arte e podem até constituir um obstáculo à…

  • Herb Ritts Work

    Herb Ritts Work

    Trevor Fairbrother

    45,00 

    Herb Ritts Work de Trevor Fairbrother.
    Boston. 1996. Dura.

    This landmark retrospective presents the full range of Ritts’ work for the first time: 235 signature images in all, including many that have never before been published. In these pages one finds the most unforgettable portraits, from Ritts’ images of celebrated world leaders (Reagan, Mandela, Gorbachev) to visual artists (David Hockney, Keith Haring, Agnes Martin), musicians (Bruce Springsteen, Dizzy Gillespie, Aretha Franklin), and sports figures (Jackie Joyner-Kersee, Magic Johnson, Michael Jordan). And of course there are Hollywood’s brightest stars—Michelle Pfeiffer, Tom Cruise, Sophia Loren, Glenn Close, Madonna—captured in moments of startling candor and whimsy. In addition to portraiture, there is a brilliant array of fashion shots, erotic nudes, and gorgeous images from Africa which together affirm Ritts’ place in photography’s pantheon of greats. From Bulfinch Press

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  • Pós-Impressionismo

    Pós-Impressionismo

    Thomas Parson

    50,00 

    Pós-Impressionismo de Thomas Parson.
    Livraria Civilização Editora. Porto, 1993, 424 págs. E.

    Edição de grande luxo e formato, em papel de alta qualidade, com mais de quatro centenas de excelentes reproduções a cores com as mais representativas obras de todos os grandes pintores pós-impressionistas. Com os seguintes capítulos: «O Baptismo de um Movimento»; «Ciência e Simbolismo»; «Três Solitários»; «As Feras»; «Novas Geometrias»; «A Situação na Alemanha»; «A Caminho da Abstracção»; «Luzes do Norte»; «O Mundo de Língua Inglesa»; «Carnificina Civilizada»; «Cronologia»; «Bibliografia».

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  • Impressionismo de Bernard Denvir

    Impressionismo

    Bernard Denvir

    60,00 

    Impressionismo de Bernard Denvir.
    Livraria Civilização Editora. Porto, 1992, 424 págs. E.

    Monumental e muito luxuosa edição de uma das maiores obras até agora dedicadas à pintura impressionista em Portugal, impressa sobre papel da melhor qualidade, com 393 reproduções a cores, algumas das quais em folha dupla e os seguintes capítulos: «Nascimento de uma Revolução»; «Os primeiros tempos»; «Um novo Realismo»; «Debates e Discussões»; «A Guerra e as suas sequelas»; «Uma frente unida7»; «A Cidade contra o Campo»; «O Mundo do prazer»; «Dúvidas e dissenções»; «O fim de uma época»; «Cronologia»;Bibliografia».

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  • Esperanças Plásticas Portuguesas

    Esperanças Plásticas Portuguesas

    Manuela O. Synek

    15,00 

    Selecionar entre centenas de jovens artistas plásticos portugueses (pintores, escultores, desenhadores, criadores de objectos) não foi tarefa fácil e certamente também não seria para outras pessoas. Escolhemos 51 jovens esperanças de várias tendências. Arriscámos. Outros teriam igual mérito para aqui figurarem foi esta a nossa opção. O grande número de artistas consagrados em diversas escolas e tendências assinalados pelas jovens esperanças portuguesas nas áreas da pintura e escultura é um importante indicativo da sua cultura e um sinal revelador de que um grande do universo pictural os tocou. E ainda bem porque se dão a um esforço maior para criar o seu próprio mundo plástico, construir o seu próprio caminho impor o seu estilo – na ânsia do objecto singular pleno de criatividade.

  • Arte Su Arte

    Arte Su Arte

    Franco Sottani

    5,00 

    Arte Su Arte de Franco Sottani.
    Istituto Per L’Arte e Il Restauro “Palazzo Spinelli”. 1996. B.

    Durante séculos foram os pintores e escultores, logo os “artistas” a ocupar-se da restauração das obras de seus predecessores e se para alguns deles esta actividade tornou-se preponderante manteve-se, entretanto no âmbito de um acto interpretativo da obra antiga.  Assim até o início do nosso século restaurar foi encarado, na sua maioria dos casos como uma atividade suspensa entre a dimensão da arte e aquela do artesanato sem que lhe fosse reconhecida uma dignidade e sobretudo uma bagagem específica de conhecimentos que apenas em parte conheciam com aqueles dos próprios dos artistas

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  • Duas: 2 Conferências e 1 Palestra Radiofónica no Brasil

    Duas: 2 Conferências e 1 Palestra Radiofónica no Brasil

    Santos Guerra

    6,00 

    Duas Conferências e 1 Palestra Radiofónica no Brasil de Santos Guerra.
    Ed. Autor. Lisboa, 1951, 72 págs. Mole.

    Cada povo tem as suas tradições de família, vivendo no culturo dos costumes antigos que são a força e o seu encanto, embora acompanhando a evolução do progresso. É sempre oportuno evocar a excelência das nossas tradições familiares que, desde o começo da nacionalidade, uniram o passado ao futuro na eternidade da raça.

    🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Almada

    Almada

    João Sommer Ribeiro

    20,00 

    Almada de João Sommer Ribeiro [Org.].
    Câmara Municipal de Aveiro. Aveiro, 2001, 202 págs. E.

    Este Almada vai ser particularmente nosso, nesta exposição que estará em Aveiro até ao dia 13 e da de Janeiro de 2002. Almada é lembrado pelas gentes de Aveiro pelos dois frescos que realizou em 1940 para a estação dos C.T.T e que, durante precisamente 19 anos, foram vistos com admiração por milhares de pessoas.

    Foram infelizmente destruídos em 1959 para a realização de obras de gosto duvidoso ordenadas pela Administração dos Correios de então. Pena que os Aveirenses não tivessem levantado a voz contra este assassinato Artístico. Mas eram tempos difíceis e a alma e as vozes estavam ainda silenciadas.

    ❗ Capa danificada.

  • A Cidade Probida de Fundação Oriente

    Cidade Proíbida

    Pedro Avelar

    20,00 

    A Cidade Probida de Pedro Avelar [Com.]
    Fundação Oriente. Lisboa, 1992, 250 págs. E. Il.

    […]a Fundação Oriente apresenta em Lisboa a exposição

    A Cidade Proibida – A Cultura na Corte dos Imperadores Chineses (1644-1911) que a República Popular da China, por intermédio do Museu do Palácio de Pequim, teve a gentileza de nos ceder.

    As cerimónias imperiais, os preceitos e rituais, as viagens de inspecção e caçadas, os inte resses artísticos, o estilo de vida na corte, a cultura e os passatempos no Palácio Imperial são dados a conhecer através de um conjunto de cem peças de vestuário, de acessórios e ornamentos, de mobiliário, de armaduras e de pinturas dos legados da Dinastia Qing que constituem as raras e magníficas colecções do Museu do Palácio de Pequim.

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  • After the Barbarians II

    After the Barbarians II

    Teresa Canepa

    80,00 

    After the Barbarians II de Teresa Canepa.
    Jorge Welsh Books. Lisboa, 2008, 354 págs. E.

    Exhibition catalogue, introduction and entries by Teresa Canepa, articles by Alexandra Curvelo, Christian J.A.Jörg, Pedro Cancela de Abreu, Miho Kitagawa; This impressive catalogue explores 48 exceptional pieces of namban art made for Western markets. Many of the namban objects discussed are of important historical relevance. They illustrate the short, but eventfull period of the Western presence in Japan. Several are previously unrecorded. This catalogue won the ArtWorldDealers 2008 Award in the category of ‘Antiques & Works of Art’ at the European Fine Art Fair (TEFAF) Maastricht in 2008.

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