Tate Galleries (Londres) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 15
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Museus Reais das Belas-Artes (Bruxelas) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 17
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Museu Nacional de Arte Antiga (Lisboa) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 381 págs. E. Il. Museus do Mundo | 1
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Museu Kunsthistorisches (Viena) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 14
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Arquitectura Contemporânea Portuguesa XXI de Gonçalo Byrthe [Coord.] Monstera Edições. Parede, 2006, 207 págs. E. Il.
As casas aqui publicadas, constituem por sua vez um possível arquipélago de obras que assumem uma temporalidade que não antagoniza memória e inovação, história e criatividade, identidade e universalidade considerando pelo contrário, que se tratam de duas faces da mesma moeda e nessa condição fundam as suas raízes.
Alte Pinakothek (Munique) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 12
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Contemporary European Architects (Vol. III) de Philip Jodido. Taschen. Alemanha, 1995, 176 págs. B. Il.
This volume includes the most recent work by each of the major architects in contemporary Europe, including Rem Koolhaas, Sir Norman Foster, Jean Nouvel, Mario Botta, Joe Coenen, Nicholas Grimshaw and Christian de Portzamparc. Contemporary European Architects: v. 3 Paperback edition by Philip Jodidio
Compreender a Arte de Waldermar Januszcazk e Jenny McCleery.
Editora Verbo. Lisboa, 1984, 77 págs. E. Il.
Este livro apresenta um panorama fascinante da arte europeia dos últimos 500 anos, de Giotto a Warhol, revelando o modo como esta tem vindo a evoluir. Porque é que a pintura a óleo se popularizou? O que era a pintura de género? Como teve início a arte abstracta? A resposta ser-lhe-á dada ao longo desta obra. São mais de 70 os artistas aqui representados e analisados, de nomes famosos como Miguel Ângelo e Picasso a outros menos conhecidos como David e Kandinsky. Através dos pormenores dados, podemos aperceber-nos da sua técnica, enquanto os diagramas nos explicam aspectos da composição, tais como a secção de oiro. Quer prefira o impressionismo ou o surrealismo, a arte abstracta ou o barroco, este é o livro que precisa de ler.
Francesco Guardi de Rodolfo Pallucchini [Intr.] Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1965,
Este álbum, dedicado a Francesco Guardi, um dos maiores e mais orginais artistas venezianos do séc. XVIII, é o primeiro de uma série que a Fundação Calouste Gulbenkian se propõe publicar, no intuito de dar a conhecer as principais obras de arte que constituem as diferentes secções da sua colecção. Trata-se de um importante e precioso conjunto de vinte pinturas que documenta a evolução da obra do artista de 1755/60 a 1791 e que Calouste Gulbenkian adquiriu, entre 1907 e 1921, nos mercados de Paris e Londres, principalmente neste último, onde no séc. XVIII se manifestou uma especial preferência pelos artistas venezianos. As obras que formam este extraordinário conjunto pertenceram antes a grandes coleccionadores como Rodolphe Kann, Ashley, Kaufmann, Conde de Camperdown e outros. Criteriosamente reunido, o núcleo de pinturas de Francesco Guardi reproduzidas no presente álbum é considerado único no mundo pela sua excepcional qualidade e revela o gosto apurado, a sensibilidade estética e a intuição rara de Calouste Gulbenkian.
Cinema: Year by Year (1894-2005) de Robyn Karney. Dorling Kindersley. Londres, 2005, 870 págs. E. Il.
From the earliest flickering pictures to the soaring triumph of The Aviator, this year-by-year guide to the films, the stars, and the innovations of movie-making brings the silver screen to life. With Oscar results from the first awards ceremony to the latest 2005 winners, this entertaining and detailed visual history of cinema reveals everything you need to know about what’s hot and who’s not.
Turner (1775-1851): Desenhos, Aguarelas e Óleos de Norman Reid. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1973, 207 págs. B.
O legado de Turner à nação inglesa, que porventura constitui a mais generosa dádiva de um artista ao seu país, está também representado por um excelente grupo de aguarelas pertencentes ao British Museum, mas é um facto particularmente apreciável que a exposição possa ser completada com obras pertencentes à própria Fundação Gulbenkian. Fora das Ilhas Britânicas e pondo de parte os EUA, os trabalhos autênticos de Turner são escassos e isolados; a colecção de Lisboa é excepcional. É, pois, particularmente adequado que o 600.º aniversário do que, essencialmente, constituiu uma união entre as duas principais nações marítimas de outrora, seja comemorado com uma exposição de obras de Turner.
Toulouse-Lautrec (1864-1901) de João Kohl [Coord.]. Globus. Madrid, 1995, 46 págs. E. Il. Colecção: A Era dos Impressionistas | 3
Henri de Toulouse-Lautrec (1864–1901) foi um pintor e litógrafo francês ligado à vida boémia de Montmartre. Conhecido pelos cartazes de cabarés como o Moulin Rouge, destacou-se pelo estilo expressivo, linhas marcadas e cores vibrantes. Apesar de problemas físicos e alcoolismo, produziu milhares de obras e tornou-se uma figura central da arte moderna.
Tentation de Saint Antoine de Antonio Tabbucchi. Quetzal Editores. Lisboa, 1989, 91 págs. E. Il.
Inépuisable, l’œuvre de Bosch nécessite une multiplicité de regards pour parvenir à en percer les mystères. Aux nombreux détails, dûment commentés, fait écho une nouvelle inédite d’Antonio Tabucchi, l’un des écrivain les plus remarqués de la nouvelle génération italienne. « Sans le péché, écrit-il, il n’y a même pas de pardon, et c’est en cela que consiste notre enfer moderne. »
Seurat (1859-1891) de João Kohl [Coord.] Globus. Madrid, 1994, 50 págs. E. Il.
Colecção: A Era dos Impressionistas | 8
Georges Seurat (1859–1891) foi um pintor francês, criador do Pontilhismo ou Neo‑Impressionismo. Formado na École des Beaux-Arts, aplicou teorias científicas da cor e da luz, usando pequenos pontos de cor pura que se fundem à distância. Sua obra mais famosa, Uma Tarde de Domingo na Ilha de Grande Jatte, tornou-se ícone do movimento. Apesar de carreira curta, influenciou profundamente a pintura moderna.
Renoir (1841-1919) de João Kohl [Coord.] Globus. Madrid, 1994, 55 págs. E. Il. Colecção: A Era dos Impressionistas | 1
Pierre-Auguste Renoir (1841–1919) foi um dos grandes mestres do Impressionismo. Começou a pintar em porcelanas antes de estudar arte em Paris, onde conheceu Monet. As suas obras destacam-se pela luz, cor e cenas do quotidiano. Mais tarde adotou um estilo mais clássico, dedicando-se sobretudo ao retrato e ao nu. Mesmo afetado por artrite, continuou a pintar até ao fim da vida.
Odilon Redon (1840-1916) de João Kohl [Coord.] Globus. Madrid, 1994, 48 págs. E. Il. Colecção: A Era dos Impressionistas | 10
Odilon Redon (1840–1916) foi um artista francês, conhecido pelas obras “negras” em carvão e litografia, de imaginação fantástica e onírica. A partir de 1890 adotou cores intensas em óleos e pastéis, criando flores, figuras míticas e visões interiores. A sua estética subjetiva e visionária influenciou o surrealismo e garantiu-lhe lugar central na arte moderna.
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