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  • Columbano de Maria de Lourdes BartoloColumbano (1)

    Columbano

    Maria de Lourdes Bartolo

    15,00 

    Columbano: Catálogo da Exposição de Maria de Lourdes Bartolo.
    Museu Nacional de Arte Contemporânea. Lisboa, 1985 [?], 169 págs. B.

    Falar de Columbano como pintor é das tarefas mais difíceis e ingratas pois que a sua originalidade só pode ser descoberta depois de uma análise pormenorizada das suas obras, análise essa que nos mos- trará o que existe de comum e de particular entre elas e nos permitirá compreender a evolução de sua própria maneira no decurso da sua vida de pintor.

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  • PMO II: Calvanas de Dimas Macedo

    PMO II: Calvanas

    Dimas Macedo

    7,00 

    PMO II: Calvanas de Dimas Macedo.
    Metropolitano de Lisboa. Lisboa, 1995, 32 págs. B.

    Dimas Macedo, escultor português radicado em Paris, é, simultaneamente, um Homem modesto e um grande Artista.

    Como tantos outros, que optaram por se realizar profissionalmente fora do nosso País, Dimas Macedo é naturalmente pouco conhecido em Portugal, o que, de alguma forma, despertou a nossa apetência para uma sua intervenção plástica na nossa rede, concretamente no «Parque de Material e Oficinas>> de Calvanas.

    Quem percorrer a segunda circular de Lisboa, na proximidade do Aeroporto, terá a oportunidade de observar uma linha estética <diferente», seguramente de qualidade e, acima de tudo, da autoria de quem, longe do País, se sente profundamente ligado à nossa terra.

    O Metropolitano de Lisboa sente-se honrado em abrir as suas oportunidades a todos os nossos Artistas, independentemente do seu percurso e do local da sua fixação no mundo – cada vez mais uma aldeia global.

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  • Dez Pintores Célebres de Américo Faria

    Dez Pintores Célebres

    Américo Faria

    3,00 

    Giotto – Discípulo da Natureza e primeiro pintor moderno. Ticiano – Deus da Arte, da intimidade de papas e reis. Rafael – «Ajoelha-te diante deste, porque é o Mestre de todos nós Rubens – O artista feliz e que mais quadros pintou. Franz Hals – Morreu indigente e os seus qua- dros valem fortunas. Velásquez…

  • Georgia O' Keefee de Britta Banke

    Georgia O’Keeffe

    Britta Banke

    5,00 

    Volume integrado na série Arte básica de TASCHEN que apresenta: um resumo cronológico detalhado da vida e obra do artista, cobrindo a sua importância cultural e histórica, uma biografia concisa e aproximadamente 100 ilustrações com legendas explicativas.

  • Paula Rego de Emília Ferreira

    Paula Rego

    Emília Ferreira

    5,00 

    “Entre 1952 e 1956 viveu em Londres, onde estudou na Slade School of Fine Art. Entre 1957 e 1963 viveu em Portugal, passando a deslocar-se regularmente a Londres até 1976, ano em que se fixou definitivamente na capital britânica, cidade onde reside até hoje. Numa primeira fase, o seu trabalho caracterizou-se pela pintura semi-abstracta, com…

  • Mário Eloy de Lígia Afonso

    Mário Eloy

    Lígia Afonso

    5,00 

    Mário Eloy de Lígia Afonso.
    Quidnovi. Matosinho, 2010, 95 págs. B.

    “Desde as primeiras obras que revela um entendimento profundamente moderno da pintura. Inconstante e insatisfeito, estudou primeiro em Lisboa, prosseguiu os seus estudos em Paris e aperfeiçoou a sua arte em Berlim, onde fixou residência e encontrou inúmeros admiradores de seu trabalho. O regresso indesejado a Portugal dá seguimento a um contínuo processo pessoal penoso, em que traços de perturbação mental não são já racionalizáveis pela actividade artística, degrada-o e afasta-o do convívio social onde sempre foi admirado. Os notáveis desenhos que realiza nos finais da década de 30, princípios da de 40 revelam uma irracionalidade cuja radicalidade ultrapassa os pressupostos teóricos do Surrealismo.”

    📘Plastificado de origem

  • Mobiliário do Século XVIIIMobiliário do Século XVIII: França

    Mobiliário do Século XVIII: França

    Alessandra Ponte

    10,00 

    Mobiliário do Século XVIII: França de Alessandra Ponte. Editorial Presença. Lisboa, 1990, 81 págs. B.

    Colecção Artes e Estilos nº 7.

    Ao dedicar esta obra ao estudo do mobiliário francês no século XVIII, Alessandra Ponte faz um percurso notável, dando um enquadramento histórico-social desde o início do século XVII. Época em que o fausto podia representar nobreza ou uma materialização da realeza (de que o palácio de Versalhes é emblemático), enquanto no século XVIII o objecto de luxo representa essencialmente um símbolo do poder económico. Onde antes estava o brasão ou a divisa encontra-se agora um espaço vazio; o emblema é simples elemento decorativo. É esta diferença que bem caracteriza a transição de uma sociedade seiscentista para uma sociedade setecentista. Assim, este livro estuda o estilo Luís XIV, o estilo Regência, o estilo Luís XV, o estilo de transição: início do gosto Neoclássico e o estilo Luís XVI. E são explicadas as técnicas de trabalho dos diversos materiais. Tudo isto apoiado por mais de noventa fotos de móveis e dos pormenores exemplares. Ainda neste livro encontramos um dicionário dos nomes mais conhecidos de «ebanistas» e marceneiros e das suas características. E ainda um pequeno glossário de vocábulos técnicos.

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  • Victoria & Albert, Londres de Caterina Bucelli

    Victoria & Albert, Londres

    Caterina Bucelli

    3,00 

    O Museu Victoria & Albert é o maior museu do mundo de design e artes aplicadas. Os seus onze quilómetros de galerías de exposição, distribuídas por quatro andares, albergam obras que cobrem um arco cronológico de 5000 anos.

  • Artes Decorativas do Século XX

    Artes Decorativas do Século XX

    Carla Cerutti

    10,00 

    Artes Decorativas do Século XX de Carla Cerutti.
    Editorial Presença. Lisboa, 1990, 81 págs. B.

    “Esta é uma obra sobre o movimento Art Déco nas suas várias formas artísticas em vários pontos da Europa. (…) Ainda neste livro encontramos um glossário extremamente útil para a compreensão do vocabulário técnico aqui empregue (…)”.— retirado do texto da badana.

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  • Peter Paul Rubens de Gilles Néret

    Peter Paul Rubens

    Gilles Néret

    5,00 

    Volume integrado na série Arte básica de TASCHEN que apresenta: um resumo cronológico detalhado da vida e obra do artista, cobrindo a sua importância cultural e histórica, uma biografia concisa e aproximadamente 100 ilustrações com legendas explicativas.

  • Arte Primitiva

    Arte Primitiva

    L. Adam

    5,00 

    Arte Primitiva de L. Adam.
    Cosmos. Lisboa, 1943, 189 págs. B.

    Arte utilitária e arte pela arte; Arte e religião, arte e psicanálise, arte das crianças; Aspectos sociais; A arte dos povos primitivos antigos e modernos; A arte primitiva e o artista europeu.

    📖Exemplar por abrir

  • Lisboa, um passeio a Oriente

    Lisboa, um passeio a Oriente

    José Sarmento de Matos

    10,00 

    MATOS, José Saramento; SACCHETTI, António, LISBOA, UM PASSEIO A ORIENTE. Parque Expo’98. Lisboa, 1993, 160 págs. E.

    A escolha da zona oriental de Lisboa para implantação da Expo’98 constituí uma excelente oportunidade para olhar com novos olhos para essa parte da cidade. Fruto de um desenvolvimento caótico, que sobrepôs um tecido industriasl a uma malha essencialmente agrícola, essa vastga área foi ficando como que esquecida da consciència lisboeta, sempre destinada a todos os projectos menos nobres impostos pelo crescimento da cidade. […] Por isso, a Expo’98 se propõe desde já levantar o património antigo, através de textos que os estudam e das fotografias que chamam a atenção para a sua beleza quantas vezes escondida.

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    📷 Ilustrado
    ❗Capa danificada

  • Ancient Egypt de Stephen Quirke e Jeffrey Spencer

    Ancient Egypt

    Stephen Quirke

    7,50 

    Ancient Egypt de Stephen Quirke e Jeffrey Spencer.
    British Museum Press. London, 1997, 240 págs. B.

    This new visual and textual guide to the civilisation ruled by the Pharaohs has been written by the staff of the Egyptian department at the British Museum. Their authoritative account again covers every aspect of the culture from prehistoric times through the three millennia of Pharaonic history to the years of late Roman antiquity when Christianity replaced the ancient religion, script and art. Taking account of recent discoveries and research, the authors draw on the extensive Egyptian collections of the British Museum to illustrate the many faces of one of the most magnificent of ancient kingdoms. Individual sections are devoted to the natural setting of the Nile valley; the social and economic life of its inhabitants, with an historical outline; the religious beliefs presented in ancient art and texts; the funerary practices of the ancient Egyptians; their distinctive and harmonious art and architecture; technical achievements in working local and imported materials; and the world around the ancient Egyptians, in particular the less well known but equally brilliant history of Nubia, the southern neighbour of the Pharaohs.

    Written by the Keeper and staff of the Department of Egyptian Antiquities at the British Museum.

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  • Arquitectura Legal de José Ortega García

    Arquitectura Legal

    José Ortega García

    6,00 

    Arquitectura Legal de José Ortega García.
    Ediciones CEAC. Espanha, 1971, 213 págs. E.

    I – Personas que intervienen en la construccion sus atribuciones
    II – Responsabilidad en la construccion
    III – Organismo que reglamentan la construccion
    IV – Legislacion vigente en la construccion
    V – Casos Especiales
    VI – Servidumbres generales
    VII – Servidumbres particulares
    VIII – Servidumbres varias
    IX – Derecho foral
    X – Supuesto practicos resueltos
    XI – Ejecucion de las obras. Diversos sistemas.

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  • Art de L' Orient Islamique

    Art de L’ Orient Islamique

    Fernando Azevedo

    20,00 

    Art de L’ Orient Islamique de Fernando Azevedo.
    Fundação Calouste Gulbenkian.  Porto, 1963, 154 págs. B.

    L’unité culturelle et artistique qui régnait autrefois dans les terres de l’Islam ne peut être comprise qu’à la lumière de l’histoire. La conquête par les arabes d’une grande partie du monde ancien entre 634 et 644 après J. C. constitue une victoire, non seulement de la foi islamique, mais aussi du peuple arabe. L’Irak, la Syrie, l’Égypte et la Perse ont été submergés et gouvernés par des chefs arabes, appuyés par les armées arabes. Encore plus remarquable fut la victoire, pendant les cent années qui suivirent, de la langue arabe, qui devint le langage de la science, du gouvernement,, de la religion, de la théo logie et de la loi. Mais les arabes n’étaient pas nombreux dans les terres con quises, et ils se montraient tolérants envers les minorités religieuses et cultu relles; beaucoup de penseurs et d’écrivains de premier ordre étaient persans ou originaires d’autres pays non arabes. On avait besoin d’eux pour l’admi nistration et le développement de cet empire, qui reconnaissait maintenant l’autorité du Calife. Jusqu’en 750 la capitale était Damas, sous les Califes Umayyad, mais, en 762, les Abbasides fondèrent une nouvelle capitale à Bagdad, ville plus cosmopolite où l’influence persane était forte.

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  • The Pin-Up: A Modest HistoryPin Up

    The Pin-Up: A Modest History

    Mark Gabor

    20,00 

    The long-awaited reprint of this classic New York Times bestseller. The Pin-up: A Modest History is the original, definitive history of seductive poses, revealing all from the 15th Century to today.