Art Antique : Orient, Greece, Rome de Louis Hourticq. Hachette. França, 1957, 63 págs. B.
A MESURE que l’histoire remonte le cours des temps, les témoignages des arts ples tiques prennent plus d’autorité. Aux époques modernes, les textes écrits santa nombreux qu’ils suffisent à notre curiosité. Mais ils se font plus rares et moins explicites, quand on s’éloigne du présent. Enfin ils disparaissent, et nous n’avons plus que des pierres taillées, sculptées ou gravées pour jalonner notre marche vers les origines.
Como Mirar la Pintura de Jean Guichard-Meili. Editorial Labor. Espanha, 1965 [?], 221 págs. B.
Esta obra de Jean Guichard-Meili, reputado crítico y especialista de arte, como ya nos indica su título, constituye un ensayo destinado a provocar la comprensión del pú-blico hacia las obras artísticas que enriquecen el patrimonio humano. Hacer ver y sentir la pintura, tal es el propósito y el logro de esta obra.
El autor hace desfilar por estas pá-ginas, ante nuestros ojos, el pres-tigioso y subyugador mundo de la pintura, estableciendo a menudo un motivado paralelo entre las obras que constituyen sus cimas y aquellas otras, más recientes, que informan nuestra sensibilidad contemporánea.
Lisboa Manuelina (1495-1521) de Simonetta Luz Afonso [Coord.]. Instituto Português dos Museus. Lisboa, s.d., 72 págs. B.
Partindo da esplèndida Custódia de Belém, onde em apurada iconografia deixou D. Manuel bem vincadas as ressonâncias bíblicas do seu reinado, este guia propõe um percurso singular pelos vestígios da Lisboa de quinhentos. É antes de tudo a cidade da expansão, onde se acumulavam porém os sinais de uma ocupação muito anterior, cidade marcada então pela empresa régia e pelo magnificiente gosto de um monarca.
Nos Jerónimos sobretudo, uma fábrica triunfal paradoxalmente tão próxima da arquitectura mínima da Custódia, ficou plasmada a riqueza das Índias e fixado o providencialismo da ideologia real, depois continuados nos rendilhados da Misericórdia, nas inovações defensivas da Torre de Belém ou no luxuriante exotismo do Paço de Sintra. São trajectos que transcedem assim os limites estritos de Lisboa, reencontrando o sentido de itinerância da côrte manuelina, e que revelam as acções sistemáticas de um mecenato esclarecido, tão apto na escolha dos grandes partidos arquitectónicos, na encomenda dos retábulos que adornavam as igrejas ou das preciosas alfaias que davam o tom ao espectáculo incessante da piedade da época.
Arquitectura Paisagista: Morfologia e Complexidade de Manuela Raposo Magalhães.
Editorial Estampa. Lisboa, 2001, 525 págs. B.
A intervenção do Arquitecto Paisagista está directamente relacionada com a Forma, considerando-a numa base ecológica e cultural. Este livro analisa como essa abordagem foi encarada no período moderno e as tendências observadas desde que a contestação pós-moderna teve início. Manuela Raposo Magalhães, Arquitecta Paisagista, Professora no ISA e no Instituto Superior de Agronomia, revela a complexidade e as profundas implicações de um desenho ambiental que traz em si um universo fortemente transdisciplinar.
Justino Alves: o Pintor e a sua Filosofia de Yvette K. Centeno. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 79 págs. B.
O pintor sabe, por experiência própria, que a realidade é uma constante invenção, que o criador participa nela, ajuda a perfazer o seu acabamento. Mas sabe também que a obra nunca é total, nunca é definitiva, hoje predomina o que amanhã se apaga, num ciclo de renovada abertura. – in Introdução
A obra de Paula Rego desafia continuamente o olhar do observador, com narrativas que se transformam em novos contextos. Prolífica e sempre ativa, a artista cria ciclos inéditos, onde as personagens dos quadros assumem o protagonismo, moldadas pela interpretação de quem observa.
“A Empresa Nacional de Publicidade (…) tem a imensa satisfação de anunciar hoje um verdadeiro acontecimento literário duma nova e grandiosa obra do eminente escritor Ferreira de Castro. Falamos dum grande acontecimento literário, que o é sem nenhuma espécie de exagero, pela categoria mundial do seu autor, pela vastidão e enorme interesse do seu tema…
Esta obra (…) constitui um projeto científico de evidente qualidade, que nos vem revelar um acervo artístico ainda maioritariamente desconhecido e, através dele, chamar a atenção para algumas esquecidas mais-valias patrimoniais da cidade de Tavira, contribuindo para a sua salvaguarda, em termos de conservação, e para o seu reconhecimento, em termos de análise histórico-artística. A linha metodológica seguida, que se alargou às pesquisas de arquivo e a obras entretanto desaparecidas, é coerente e pluridisciplinar, o que permitiu revelar algumas peças de alto merecimento artístico, assim comprovando que Tavira – cidade desde 1520 e, em vários momentos históricos, o mais importante centro urbano do Algarve – foi um mercado empreendedor em largas fases da sua existência (Vítor Serrão).
A Colecção Presença Portuguesa na Ásia é constituída por mais de 2.000 objectos artísticos e documentais de diferentes tipologias, tais como mobiliário, marfins, têxteis, arte sacra, porcelana, pintura, escultura e documentos gráficos. Fruto de aquisições e doações, integra peças de valor excepcional, dispostas ao longo do piso 1 em núcleos organizados por países (Índia, Sri…
O Exército Português, dado o seu papel de protagonista, político e institucional ao longo da História, foi sendo depositário de um importante património, monumental e edificado, em parte construído pelas suas infraestruturas, mas também outro, advindo do enquadramento histórico e económico das várias épocas. Mercê da especificidade da Instituição Militar, tem esse património sido objecto de especial preservação e cuidado, estando muito dele, não só classificado hoje como Património Nacional, mas também reconhecido como Património da Humanidade e classificado pela UNESCO.
Ilustrado em extratexto sobre papel couché com fotogravuras a preto e branco. PASSARAM 350 anos sobre o nascimento de Rembrandt, e a Obra, que tem três séculos, ganha cada vez mais força. chamando a atenção para uma pintura, um desenho e uma gravura que poderiam ter existido independentes, tal a grandeza atingida em cada uma…
Pablo Picasso (1881-1973) es el nombre más destacado del arte del siglo XX, siempre mostrando una empresa inventiva y una audacia innovadora que lo distinguieron. Las obras seleccionadas en esta entrada en español, ricamente ilustrada de la serie Basic Art, abarcan toda la producción de Picasso, desde obras menos conocidas hasta obras maestras clave como Guernica, desde los Periodos Azul y Rosa al comienzo de su carrera hasta sus fases cubista, clasicista y política.
“ist, de Augusto Alves da Silva, é o mais admirável livro de fotografia publicado em Portugal desde que, em 1959, Victor Palla e Costa Martins fizeram Lisboa, Cidade Triste e Alegre.”
Alexandre Pomar
D. Carlos de Bragança de Dulce Reis. Marinha Portuguesa. Lisboa, 1996, 169. E.
Livro publicado no âmbito das comemorações do centenário das primeiras campanhas oceanográficas realizadas pelo rei D. Carlos, que constituíram a base desta nova ciência em Portugal. As comemorações incluíram uma exposição na antiga Escola Politécnica, onde o rei revelou os resultados da sua campanha em 1907.
Contém: A Vida de um Homem de António Mega Ferreira; D. Carlos e o Mar de João José de Freitas Ribeiro Pacheco; Apresentação de Margarida Magalhães Ribeiro; Um Rei em Claro-Escuro por José Sarmento de Matos; Explorações Submarinas por Luiz Saldanha; D. Carlos, do retrato à caricatura por José-Augusto França; D. Carlos, Rei por Rui Ramos; Oceanografia física em Portugal (Cruzeiros e métodos) por J. L. Seabra de Melo e A. M. Silva Ribeiro.
Bienal de Arte de Macau de Gabriela Pombas Cabelo [Com.]. Fundação Oriente. Lisboa, 1993. B.
Nesta sua primeira edição e partilhando a Administração de Macau, através do Instituto Cultural de Macau e da Missão de Macau em Lisboa, com a Fundação Oriente as responsabilidades da sua organização, foi adoptada a fórmula de convite individual a todos os artistas residentes que mais se têm distinguido nos últimos anos. Nem todas as modalidades artísticas estão representadas, mas é certo que nem todas terão o mesmo nível de propósitos, ou colhem significativo número de praticantes.
Arte de Cister em Portugal e Galiza de Jorge Rodrigues. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1998, 470 págs. B.
Até ao presente, nove séculos passaram desde que Robert de Molesmes fundou no lugarejo de Citeaux uma comunidade religiosa emanada da Ordem de S. Bento, na qual S. Bernardo viria a professar e donde, sob o seu impulso, partiria um grande movimento de reforma do monaquismo ocidental: o dos monges bernardos, ou de Cister. Como é sabido, tal movimento não se limitou ao campo estritamente religioso (no qual, mais ou menos um século depois, outros ventos de renovação viriam a soprar com o aparecimento das ordens mendicantes) – antes teve repercussões incalculáveis na vida social e cultural da Europa, repercussões que perduram na prática, até aos fins do século passado.
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