• Enciclopédia das Medicinas Complementares

    Enciclopédia das Medicinas Complementares

    Sheila Lavery

    5,00 

    As terapias complementares estão sem dúvida alguma a tornar-se mais populares. De facto, numa recente pesquisa levada a cabo no Reino Unido, descobriu-se que 8 em 10 pessoas tentaram um tratamento e que três quartos delas informaram que foram ajudadas ou curadas. Os médicos estão também a tomar cada vez mais consciência dos benefícios das…

  • Mundo Proibido de Daniel V.

    Mundo Proibido de Daniel V.

    Maria Luísa Castro

    6,00 

    O Mundo Proibido de Daniel V. de Maria Luísa Castro.
    Prima-Donna Edições. Lisboa, 2012, 306 págs. B.

    Verónica é uma jornalista recém-divorciada na casa dos 30 anos. Para trás deixa um casamento, uma promessa de felicidade que nunca foi concretizada e um marido que nunca foi um amante ou companheiro. Tudo muda quando a fragilizada Verónica conhece o enigmático e sensual Daniel Vasconcelos. Bonito e dono de um olhar penetrante, Daniel envolve-se com ela levando-a ao limite do prazer, a uma vertigem de sentimentos que se julgava incapaz de sentir. A vida de Verónica nunca mais será a mesma: prazer, desejo, sexo e luxúria passarão a fazer parte do seu dia-a-dia. Mas estes não serão os únicos sentimentos que experimentará ao lado de Daniel: a insegurança e a dor serão também uma constante, levando-a a questionar se valerá a pena tentar entrar num mundo tão intenso e proibido no qual chega a correr perigo de vida. Será Verónica capaz de mudar este homem para quem o prazer pessoal não tem limites, que se diz incapaz de amar mas que, ao mesmo tempo, não consegue estar longe de si? Serão eles capazes de viver uma história de amor com final feliz?

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  • Como Planificar a Publicidade

    Como Planificar a Publicidade

    Don Cowley

    5,00 

    Fala-se muito do impacto da publicidade, dos investimentos astronómicos nesta área em todo o mundo, a capacidade de influenciar multidões. a hegemonizado dos conceitos, etc. Pouco ou nada se sabe do funcionamento interno dos diferentes departamentos das agências de publicidade, muitas delas ramificações locais de poderosas multinacionais. Pouco se escreveu sobre como na realidade executar…

  • Media Culture

    Media Culture

    Douglas Kellner

    20,00 

    Media Culture: Cultural Studies, Identity and Politics Between The Modern and the Postmodern de Douglas Kellner.
    Routeledge. Londres, 1995, 357 págs. B.

    Media Culture develops methods and analyses of contemporary film, television, music, and other artifacts to discern their nature and effects. The book argues that media culture is now the dominant form of culture which socializes us and provides materials for identity in terms of both social reproduction and change. Through studies of Reagan and Rambo, horror films and youth films, rap music and African-American culture, Madonna, fashion, television news and entertainment, MTV, Beavis and Butt-Head, the Gulf War as cultural text, cyberpunk fiction and postmodern theory, Kellner provides a scries of lively studies that both illuminate contemporary culture and provide methods of analysis and critique.

    Many people today talk about cultural studies, but Kellner actually does it, carrying through a unique mixture of theoretical analysis and concrete discussions of some of the most popular and influential forms of contemporary media culture. Criticizing social context, political struggle, and the system of cultural production, Kellner develops a multidimensional approach to cultural studies that broadens the field and opens it to a variety of disciplines. He also provides new approaches to the vexed question of the effects of culture and offers new perspectives for cultural studies.

    Anyone interested in the nature and effects of contemporary society and culture should read this book. Kellner argues that we are in a state of transition between the modern era and a new postmodern era and dial media culture offers a privileged field of study and one that is vital if we are to grasp the full import of the changes currently shaking us.

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  • História Mundial da Arte

    História Mundial da Arte

    Everard M. Upjohn

    30,00 

    A arte corresponde a uma necessidade fundamental do homem. O seu primeiro objectivo é uma interpretação mais completa da vida em toda a sua plenitude. Acontece-lhe, é verdade, servir outros fins: religiosos, políticos, sociais, simbólicos, mas estes fins, louváveis ou não, são alheios à função primeira da arte e podem até constituir um obstáculo à…

  • Herb Ritts Work

    Herb Ritts Work

    Trevor Fairbrother

    45,00 

    Herb Ritts Work de Trevor Fairbrother.
    Boston. 1996. Dura.

    This landmark retrospective presents the full range of Ritts’ work for the first time: 235 signature images in all, including many that have never before been published. In these pages one finds the most unforgettable portraits, from Ritts’ images of celebrated world leaders (Reagan, Mandela, Gorbachev) to visual artists (David Hockney, Keith Haring, Agnes Martin), musicians (Bruce Springsteen, Dizzy Gillespie, Aretha Franklin), and sports figures (Jackie Joyner-Kersee, Magic Johnson, Michael Jordan). And of course there are Hollywood’s brightest stars—Michelle Pfeiffer, Tom Cruise, Sophia Loren, Glenn Close, Madonna—captured in moments of startling candor and whimsy. In addition to portraiture, there is a brilliant array of fashion shots, erotic nudes, and gorgeous images from Africa which together affirm Ritts’ place in photography’s pantheon of greats. From Bulfinch Press

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  • Gestão da Informação

    Gestão da Informação

    Carlos Zorrinho

    6,00 

     

  • Hemingway, por ele próprio

    Hemingway, por ele próprio

    G. A. Astre

    5,00 

    “A coisa mais difícil do mundo é escrever com exactidão, numa prosa honesta, a respeito de seres humanos. Em primeiro lugar é preciso conhecer o assunto, depois saber como escrever. Para aprender uma coisa e outra uma vida inteira não basta, e seja quem for que, para o conseguir, escolha a politica, faz batota.”

  • Histórias Castelhanas

    Histórias Castelhanas

    Domingos Monteiro

    10,00 

    História Castelhanas de Domingos Monteiro.
    Sociedade de Expansão Cultural. Lisboa, 1955, 179 págs. B.

    O dom natural de contar histórias, a noção do ritmo, a sábia preparação do clímax, a possibilidade de criar um espaço imaginário em que o real se apresenta, simultaneamente, mo mais patente e no mais simbólico, são porventura, as características que definem, imediatamente a arte de Domingos Monteiro. António Quadros As Histórias Castelhanas constituem uma obra ímpar na história literária do seu autor e, também, na história da novelística portuguesa

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Países, Povos e Continentes

    Países, Povos e Continentes

    Raquel Soeiro de Brito

    15,00 

    Países, Povos e Continentes de Raquel Soeiro de Brito.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1988, 3 vols. E. Il

    Colecção inspirada na obra alemã Länder, Völker, Kontinente, apresenta uma visão acessível do mundo contemporâneo, abordando geografia, história e evolução das sociedades. Ilustrado e informativo, destaca a influência do meio físico e dos acontecimentos históricos.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempos a Tempos, De

    Tempos a Tempos, De

    Júlio Conrado

    10,00 

    Conjunto de ensaios, críticas, entrevistas, antologia e inéditos que permite uma invulgar panorâmica sobre a obra de Júlio Conrado – escritor, ficicionista, ensaísta, poeta, dramaturgo, cronista e tradutor, autor de vinte e dois livros, entre os quais nove romances, a par de um trabalho crítico disperso por jornais e revistas –, graças ao olhar atento…

  • Grande Crónica da Segunda Guerra Mundial

    Grande Crónica da Segunda Guerra Mundial

    William L. Shirer

    20,00 

    Há mais de trinta anos a Humanidade recuperou a paz, depois de setenta meses de guerra – a guerra mais mortífera da História., mais encarniçada e abrangendo mais extensas regiões do Mundo. Cinquenta e cinco milhões de mortos – número cerca de sete vezes superior ao da população portuguesa do continente -, tal foi o…

  • Divina Arte Negra e O Livro Português

    Divina Arte Negra e O Livro Português

    José Pacheco

    25,00 

    “(…) De facto, as questões que envolvem a tipografia contemporânea portuguesa, na sua passagem do século XIX para o século XX, têm nitidamente as suas raízes na forma e no processo como, no século XV, se deu a sua introdução e, no século XVI, a sua divulgação e implementação em Portugal. Questões como o analfabetismo, a aprendizagem, a interdisciplinaridade, a dependência do estrangeiro, etc., são, em suma, problemas com que sempre se debateu a arte que em tempos foi chamada divina e em tempos foi considerada também a arte das artes. (…)”. Ilustrado com inúmeras reproduções de portadas, gravuras, frontispícios, etc.

  • Risk Management in Banking de Joel BessisRisk Management in Banking de Joel Bessis

    Risk Management in Banking

    Joel Bessis

    25,00 

    Never before has risk management been so important.Now in its third edition, this seminal work by Joël Bessis has been comprehensively revised and updated to take into account the changing face of risk management.Fully restructured, featuring new material and discussions on new financial products, derivatives, Basel II, credit models based on time intensity models, implementing…

  • Leçons de Philosophie

    Leçons de Philosophie

    Élie Rabier

    20,00 

    Leçons de Philosophie de Élie Rabier.
    Hachette. Paris, 1884, E.

    Nature de la science en général: recherche des raisons – L’étonnement, a dit Aristote, est le commencement de la science. En d’autres termes, la science naît du besoin de comprendre et d’expliquer. L’expérience vulgaire se contente de savoir le fait; la science veut connaître la raison, le pourquoi du fait. C’est pourquoi le savant peut enseigner, ce qui est le caractère de la science. C’est pourquoi aussi aucune de nos sensations n’est la science, bien que les sensations soient l’unique moyen de connaître les chose particulières; en effect, elles ne disent jamais le pourquoi de rien. Par example, la sensation ne dit pas pourquoi le feu est chaud, mais seulement qu’il est chaud. C’est la même idée que Bacon exprime en disant que le savant est l’interprète de la nature. Le monde est comme un livre ouvert sous nos yeux. Le vulgaire se contente de lire les mots sans les comprendre. Le savant découvre les sens caché et nous en donne la traduction.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Comércios de Antigamente, Os

    Comércios de Antigamente, Os

    Ana Paula Assunção

    10,00 

    Os Comércios de Antigamente de Ana Paula Assunção [et al.]
    Museu Municipal de Loures. Loures, 2002, 74 págs. B.

    Vamos procurar estabelecer nesta exposição e nesta edição um itinerário da relação entre uma sociedade com os seus bens, na perspectiva de uma análise de mediação: o comércio. Não é a história dos objectos. Nem apenas a dos sujeitos. Mas antes uma reflexão sobre uma época. Há um colectivo de perspectivas que, embora específicas, apresentarão, cada uma com o seu objectivo, um traço comum: a alteração progressiva de “um tipo de vida”, centrada em novas relações sociais, culturais, políticas e económicas.

    📝 Assinatura de posse.