Porto de Mós na História e na Lenda de Luís Duarte Melo [Org.]
Ed. Autor. S.L., 2025, 454 págs. B.
Serra Frazão sistematizou informações importantes sobre a história geral da vila e do município, avançando dados acerca dos monumentos históricos de Porto de Mós e das suas realidades económicas e sociais, sendo, todavia, particularmente relevante pelo espaço que concedeu às questões etnográficas do antigo concelho. A sensibilidade de Serra Frazão para os temas da cultura popular, as festividades religiosas e profanas e as demais realidades culturais populares, talvez apuradas pela sua experiência de vida na África de colonização portuguesa, fica bem patente nesta monografia. Esta dimensão histórico-etnográfica das páginas da sua obra confere-lhe originalidade e explica grandemente a boa aceitação que recolheu junto dos investigadores que se interessaram pela vida cultural e histórica de Porto de Mós sensivelmente no último meio século.
Instituições Famílias e Figuras na História Alcanede & Pernes de Luís Duarte Melo
Ed. Autor. S.L., 2026, 727 págs. B.
Ao lançar o olhar sobre instituições e seus dirigentes, genealogias familiares e trajetórias individuais, melhor apetrechados estarão aqueles que se interessem pela evolução do tecido social de um território, em múltiplas escalas e em articulação com eventos históricos de natureza mais ampla.
Cartas de Longe de Luís Duarte Melo [Org.]
Ed. Autor. S.L., 2025, 415 págs. B.
Uma das formas de aceder a um passado distante passa por ler a escrita da época. As mais de 4 dezenas de cartas que Francisco Serra Frazão (1881-1948) enviou durante a sua viagem e longa estadia em Angola (1914-1919), para publicação no semanário O Riomaiorense (f. 1893), são uma fonte cujo acesso, recuperado de forma agregada nesta edição, oferece um leque de reflexões sobre uma micro-história colonial.
Templários Profundamente! Go Deeper! de Eduardo Mendes
Região de Turismo dos Templários, Floresta Central e Albufeiras. Tomar, 2004, 105 págs. E. Il. 📸 Carlos Garcia
Interesse guia histórico-artístico da região dos Templários, apresentado numa muito esmerada edição estampada a cores sobre bom papel.
“A história da humanidade está presente na excelência dos monumentos Templários. Surge a cada passo, ilumina a passagem pela ruas e lugares…
O texto de Eduardo Mendes, em harmonioso entendimento com as fotografias de Carlos Garcia, dão a conhecer a região, as gentes e os monumentos. A intenção é estimular o olhar do leitor levando-o a descobrir pessoalmente a região dos Templários”. Cartonagem editorial.
Santarém, Misteriosamente Festiva de Pedro Canavarro Elo Publicidade e Artes Gráficas.2001, 132 págs. E. Il 📸 Fotografia de Francisco de Almeida Dias
De Santarém poderá dizer-se, como poucas cidades portuguesas, que é sobretudo uma cidade paisagem, ou seja, onde há uma relação directa entre a visão do construído e a do campo, não obrigando assim o cidadão a subir às muralhas para descortinar o além-Tejo.
A capital do Ribatejo é conhecida como Capital do Gótico, mas é bem mais do que tudo isso! É num olhar de águia que devemos ler. Finalmente, a morfologia escalabitana, quais dedos premonitórios como em S. Bento, na Alcáçova, nos Capuchos, no Outeiro da Forca e no Sacapeito, todos eles separados entre si por belos vales que formam esta mão santarena cuja palma se estende do grande planalto, procurando através dos seus interstícios, rever-se languidamente no vasto Tejo.
Caminhos de Fátima: o Caminho do Tejo de Alexandre Manuel
Editorial Notícias. Lisboa, 2004, 143 págs. E. Il. 📸Fotografia de Alexandre Homem Cardoso
Diz-se que muitos caminhos levam à fé. O Caminho do Tejo, percurso pedonal que liga Lisboa ao Santuário de Fátima, parece ser um deles. Ao longo de cinco jornadas, este álbum conduz-nos, pela pena de Alexandre Manuel e câmara de António Homem Cardoso, pelo principal roteiro da fé lusitana, mostrando-nos um vastíssimo património cultural e natural desconhecido da maioria dos portugueses, até chegar a esse «imenso cais» que é Fátima, onde «se refugia a parte mais misteriosa e sofrida, crente e inocente da alma portuguesa».
Gastronomia das Gentes do Campo em Riachos de Joaquim Santana
Ed. Autor. Torres Novas, 2000, 159 págs. B. Il.
Uma obra que explora as tradições culinárias da freguesia de Riachos, no concelho de Torres Novas.
As primeiras 40 págs. apresentam-se como uma excelente introdução à gastronomia de Riachos; as restantes compilam um importante conjunto de receitas, que refletem o modo de vida das populações camponesas da freguesia e da região.
Carta Gastronómica da Lezíria do Tejo de Armando Fernandes [Org.]
Confraria da Gastronomia do Ribatejo. Santarém, 2019, 496 B. Il.
A Carta Gastronómica da Lezíria do Tejo que ora se apresenta não é uma carta gastronómica – corrido ou corrupio – de receitas culinárias. Não é. É, isso sim, uma história da alimentação das populações, especialmente rurais, das terras da Lezíria, concelhos de Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Chamusca, Cartaxo, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém.
Santarém entre as Guerras Liberais (1820-1935) de Luís Eugénio Ferreira. Junta Distrital de Santarém. Santarém, 1977, 181 págs. B. Il.
Não é nosso intuito desenvolver sistematicamente os acontecimentos históricos durante o conturbado período das Guerras Liberais […] Atentamos única e exclusivamente nos reflexos de alguns desses factos, ocorridos durante o período de 1820 a 1835, sobre a administração da Câmara de Santarém.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. 📌 Carimbo: Oferta da Assembleia Distrital de Santarém.
Ribatejo Terra de Campeões (1892-2008) de Carlos Arsénio Edições Cosmos. Chamusca, 2008, 825 págs. B.
Na presente obra é-nos dada a conhecer a grande maioria dos nomes (e não só…), daqueles que, nascidos no Ribatejo, terra de gente forte, trabalhadora e dedicada, mais se distinguiram na área do desporto.
Vem recordar – e homenagear – todos aqueles que, no decurso de várias décadas, tanto pugnaram pelo desenvolvimento do desporto da nossa terra e, nomes como os do doutor António Martins, o primeiro português a participar numa edição dos Jogos Olímpicos, em duas modalidades bem distintas (tiro e atletismo) e até de outros que, mesmo não tendo nascido no Ribatejo, mantiveram fortes ligações com as terras de seus pais, aí passando largos dias da sua infância, justificando figurar neste lote, casos, por exemplo, de Jesus Correia, o Necas, que foi campeão, em futebol pelo Sporting e um Grande campeão da Europa e do Mundo, em hóquei em patins e de Belarmino Fragoso, um pugilista excelente de punhos mas a quem a vida nunca sorriu.
Ribatejo na Vida de Camões e na Obra de Fialho de Virgílio Arruda Junta Distrital de Santarém. Santarém, 1973, 243 págs. B. Il.
Existe, portanto, uma ligação familiar do Poeta com o Ribatejo e no sangue que lhe corria nas veias haveria possivelmente, transmitido pelas gerações, qualquer coisa que o levaria nas horas amarguradas do exilio em Constância, a compor com inteira com preensão aquelas éclogas, elegias e sonetos, onde a região transparece em alusões à terra e ao Tejo que nessas horas de tristeza e desalento, levaria nas suas águas as saudades e os sonhos a perderem-se na imensidade do Oceano que Camões cantou geniais. (…)
Virgilio Arruda teve, no presente trabalho, o condão de saber realçar o encanto dos quadros que o autor de Os Gatos tirou da paisagem e da gente, desde a aguarela policromada do canal por onde a barca deslizava com o barqueiro hercúleo, de cabelo fulvo, onde o sol reverberava, à água-forte dos toiros, na sua expressão mais bela.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. 📌 Carimbo: Oferta da Assembleia Distrital de Santarém.
Presença de Cabral nas Rotas do Futuro de Virgílio Arruda Junta Distrital de Santarém. Santarém, 1972, 345 págs. B. Il.
A Junta Distrital de Santarém pretendeu assinalar o início destas publicações histórico-culturais de sua iniciativa com obra que, servindo o propósito enunciado, testemunhasse, ao mesmo tempo, a intenção de participar no ciclo das comemorações luso-brasileiras do ano de 1972, tais as efemérides que o fazem avultar como período áureo para 1939 a Comunidade.
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Participação da Escola Prática de Cavalaria no 25 de Abril de Joaquim Manuel Correia Bernardo Ed. Autor. S. L., 2002, 140 págs. B. Il.
“(…) O reencontro passados tantos anos provocou, como não podia deixar de ser, a oportunidade para longas conversas que serviram, não só para recordar tão precioso e belo momento vivido numa idade em que ‘o sonho comanda a vida’ mas, também, para actualizar registos de memória, preenchendo lacunas que o tempo trouxera e corrigindo alguns factos que a traiçoeira fantasia do esquecimento fizera modelar.
Por outro lado, sentimos em todos aqueles que nos acompanharam naquela celebração, nomeadamente nos jovens militares da Escola Prática de Cavalaria a quem o 25 de Abril apanhara ainda em idade escolar ou porventura nascidos já depois daquela data, um enorme querer saber como tinha sido o envolvimento e a participação da Escola Prática naquele feito.
De facto na EPC não existe nenhum documento que dê testemunho dessa época, para além do Relatório da Operação ‘FIM DE REGIME’ que o capitão Salgueiro Maia elaborou logo após o 25 de Abril e que abrange, no que diz respeito apenas à parte operacional, aquele dia e os dois seguintes. (…)”
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. ✍🏻 Edição autografada pelo autor.
Inéditos da Crónica da Ordem de Cristo de Fr. Bernardo da Costa de Manuel da Silva Castelo Branco
Obra com o fac-simile do frontispício da “História da Ordem Militar Ordem de Nosso Senhor Jesus Christo” de 1771.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. 📌 Carimbo: Oferta da Assembleia Distrital de Santarém. 🔴 Contra-capa com um pequeno rasgão e protegida com fita-cola.
História Viva de uma Grande Orquestra: Orquestra Típica Scalabitana de Armando Paulo. Âncora Editora. Lisboa, 2017, 335 págs. B. Il.
Ribatejo meu País, versos que eu não fiz, rimas por cantar! Tejo e toiro: dois destinos, cavalos, campinos, telas por pintar.. Tens no sol o calor, a força e a cor dos vinhos que já serão no lagar! Nobairro tens mais, um mar de olivais, trigais de pão.. Tens a Lezíria sem fim, valentia que deu a coragem de ti! Riso de um rir que é só teu, tens a graça do céu num luar de jardim. Pampilho erguido no ar, rumor de chocalhos além… Um povo são, terra mãe, voz de flauta a trinar as saudades de um bem…
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. ✍🏻 Edição autografada pelo autor.
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