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  • Santarém - Roteiros Repúblicanos

    Santarém – Roteiros Repúblicanos

    Jorge Custódio

    6,00 

    Santarém – Roteiros Repúblicanos de Jorge Custódio.
    Quidnovi. Matosinhos, 2010, 128 págs. B. Il.

    Santarém, urbe de memórias milenares, amiúde bastião de liberdades, não soube (ou não põde) preservar os seus mais importantes vestígios do periodo republicano, cujas reminiscências parecem ter-se ocultado sobre os ouropéis do Estado Novo ou do curso vigente da sociedade do consumo pós-contemporânea. (…) Efectivamente, não deixa de constituir uma surpresa para quem aborda a cidade na perspectiva da história do republicanismo a quase inexistência de memórias dos lugares, eventos ou personalidades que estiveram ligados à génese, implantação e afirmação da República, no fundo a instância histórica do actual regime. E isto é tanto mais surpreendente quanto Santarém foi palco e matriz de alguns dos principais acontecimentos que marcaram o período republicano, espaço de resistência republicana no tempo de Salazar, lugar de perseguição no tempo do Movimento de Unidade Democrática (MUD), apoiante de Humberto Delgado nas eleições de 1958 e ainda “ponta de lança” da agenda do 25 de Abril de 1974 (que na sua história tem como militar de relevo Salgueiro Maia

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  • Ribatejo - Os Nossos Vinhos e Azeites de Joana Gonçalves

    Ribatejo – Os Nossos Vinhos e Azeites

    Joana Gonçalves

    40,00 

    A produzir vinho e azeite desde tempos imemoriais, a vinha e o olival são culturas profundamente enraizadas no Ribatejo e ocupam extensas áreas do seu território. Com zonas famosas como a do Cartaxo e a de Almeirim, toda a região, de Alcanhões a Coruche, está pontilhada de adegas, de lagares, de quintas, de grandes e…

  • Para uma Leitura de O Judeu de Bernardo Santareno

    Para uma Leitura de O Judeu de Bernardo Santareno

    José Oliveira Barata

    6,00 

    Para uma Leitura de O Judeu de Bernardo Santareno de José Oliveira Barata.
    Contraponto. Porto, 1983, 124 págs. B.

    A produção dramática de Bernardo Santareno ultrapassa de longe o significado do seu posicionamento na história do nosso mais recente teatro. Assume a força de documento social expresso através do vigor da sua dramaturgia. Iniciada em 1957 e chegando até 1980, a obra de Santareno reflecte a coerência do escritor de teatro, em Portugal, lutando contra todos os condicionalismos que se avolumavam em torno dos criadores artísticos. Desde obras integralmente proibidas, outras inicialmente toleradas e logo mandadas retirar de cena, até à desilusão e desespero da auto-censura», a obra deixada por Santareno reflecte, nas suas grandezas e debilidades, as vicissitudes por que passou o teatro português nos últimos vinte e cinco anos. Reflecte, por outro lado, a pesquisa de uma temática intrinsecamente portuguesa, mergulhando as suas raízes nos ricos terrenos das realidades populares, nos seus costumes, hábitos, grandezas e misérias.

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  • Obra Poética

    Obra Poética

    Guilherme de Azevedo

    10,00 

    Esta antologia da obra poética de Guilherme de Azevedo é constituída fundamentalmente pelos poemas dos três livros: Aparições, Radiações da Noite e A Alma Nova, publicados em 1867, 1871 e 1874, respectivamente. São estas as três etapas fundamentais do seu percurso poético, a que se poderão acres-centar algumas poesias dispersas que vão em apêndice, no…

  • Marvila Monografia

    Marvila Monografia

    Bertino Coelho Martins

    10,00 

    Aludir aos panoramas, aos monumentos, igrejas, ermidas, lugares ou simbolos dum passado longinquo: heróis, intelectuais, artistas, beneméritos, ao Povo (presente e ausente), às lendas, às antigas tradições, às associações recreativas e culturais, às memórias e episódios demonstrativos da coragem daqueles que nas recônditas profundezas dos séculos ajudaram a construir e a consolidar Santarém tendo como…

  • Lusíadas Sublimação do Género Épico

    Lusíadas Sublimação do Género Épico

    Reis Brasil

    8,00 

    Os Lusíadas: Sublimação do Género Épico de Reis Brasil.
    Hugin Editores. Lisboa, 2001, 380 págs. B.

    Esta obra de cariz enciclopédico tem como titulo “Os Lusíadas: Comentários e Estudo Crítico”: Atrevo-me a considerá-lo um poema em que está sublimada a antiguidade o presente e o futuro. É um exame de todas as fontes camonianas, em perfeito equilíbrio com a singular metodologia de que se serve o Vate luso em cada um dos cantos do seu poema; direi mais ainda em cada um dos seus versos, ou até em cada um dos vocábulos nele contido.

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  • IIº Congresso Ribatejano

    IIº Congresso Ribatejano

    Luís da Costa Santos

    50,00 

    IIº Congresso Ribatejano: Regulamento, Actas das Sessões, Teses, Congressistas, Entrevistas na Imprensa e na Rádio, etc de Luís da Costa Santos.
    Casa do Ribatejo. Lisboa, 1948, 750 págs. E. Il.

    A ideia da realização do II Congresso Ribatejano, com a colaboração do Conselho Regional, surgiu em Março do ano findo, numa das reuniões dos elementos aos quais haviam sido confiados os destinos da Casa do Ribatejo.

    Um lamentável incidente posterior impediu que, tanto essa ideia como outras, igualmente valiosas e oportunas, praticamente se levassem a efeito condicionadas à ocasião e circunstâncias concorrentes.

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  • Esquemas de Lições sobre «Os Lusíadas»

    Esquemas de Lições sobre «Os Lusíadas»

    Hennio Morgan Birchal.

    7,50 

    Esquemas de Lições sobre «Os Lusíadas» de Hennio Morgan Birchal.
    Comissão Executiva do IV Centenário da Publicação de «Os Lusíadas». Lisboa, 1972, 48 págs. B.

    Afirmam geralmente os tratadistas que Os Lusíadas foram compostos à imagem da Eneida, de Virgilio. Tal assertiva merece ser estudada mais de perto, porque não é toda a verdade.

     

    A verdade é que o poema de Camões se insere na linha épica greco-romana, da Iliada, da Odisseia e da Eneida. E, embora se entenda e diga que esta imita, em globo, os dois poemas homéricos, há alguma coisa n’Os Lusíadas que, afastando-se do poema latino, aproxima-se das obras gregas, especialmente da Odisseia.

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  • Épica, Épicas, Épica Camoniana

    Épica, Épicas, Épica Camoniana

    Maria Isabel Rebelo Gonçalves

    7,00 

    Épica, Épicas, Épica Camoniana de Maria Isabel Rebelo Gonçalves [et al.].
    Edições Cosmos. Constância, 2017, 88 págs. B.

    Épica grega de Maria Isabel Rebelo Gonçalves

    Os Lusíadas e o exotismo literário de Maria Leonor Carvalhão Buescu

    Os Lusíadas e a épica latina de Justino Mendes de Almeida

    Que farei eu com este poema? de de Maria Vitalina Leal de Matos

    Como evolui o projecto da epopeia ao longo d’Os Lusíadas de de Maria Vitalina Leal de Matos

    Camões e o Renascimento de José V. de Pina Martins

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  • Encontro Santarém-Brasil

    Encontro Santarém-Brasil

    Joaquim Romero Magalhães

    5,00 

    Encontro Santarém-Brasil de Joaquim Romero Magalhães.
    Comemorações dos 500 dos Descobrimento do Brasil. Santarém, 2000, 15 págs. B.

    500 anos depois da chegada à Terra de Vera Cruz, séculos depois de iniciada a construção do Brasil, preparamo-nos para celebrar o nosso mútuo “achamento” de hoje. De um imenso país americano com um pequeno país europeu. De um Portugal que se quer moderno com o moderno Brasil. Em que o respeito por sensibilidades e por formações diferentes abra para o enriquecimento mútuo.

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  • Contribuição para um Inventário do Arquivo Municipal de Santarém

    Contribuição para um Inventário do Arquivo Municipal de Santarém

    António Maria Pedro

    25,00 

    Contribuição para um Inventário do Arquivo Municipal de Santarém de António Maria Pedro.
    Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 1980, 188 págs. E.

    A publicação deste “Roteiro” constitui, pois, um bom serviço que o Autor presta ao conhecimento da história municipal de Santarém, que o mesmo é dizer, da integração de una notável localidade na vida politica, religiosa, económica e social do nosso Pais. Merece o Dr. António Mario Pedro uma palavra de louvor pela excelente ferramenta de trabalho que assim oferece aos historiadores portugueses e a quantos mais se interessam pelo passado da velha Scalabis, terra bem digna de ser me morada pela valiosa contribuição que ofereceu para a formação de Portugal.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Calma Declinava, A

    Calma Declinava, A

    Mário Rui Silvestre

    5,00 

    Calma Declinava de Mário Rui Silvestre.
    Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 2000, 216 págs. B.

    Vá lá o que tem este banco de especial? Está a ver acolá o nosso Ibn Irrick, fero e armado, a desancar nos mouros junto da porta de Atamarma?, Estou e não julgue que tenho pena deles que mantinham aqui reféns muitos dos sobreviventes de Soure, Não é isso, a história diz que o Mem Moniz de Canderei rachou os portões à machadada para o rei entrar com a cavalaria, e este portão é do tipo de subir e descer, todo em ripas de ferro cruzadas, Melhor! só teve de puxar a corda para o içar e pronto, se no século dezanove tivessem seguido os conselhos do Garrett e não deitassem abaixo essa porta íamos lá ver, assim contente-se com a imaginação deste artista que não é mau de todo, só isto?, Não, agora dê a volta ao banco…

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  • XXIV Feira Nacional de Agricultura

    XXIV Feira Nacional de Agricultura

    Conceição Maria Coelho da Cruz

    7,50 

    XXIV Feira Nacional de Agricultura de Conceição Maria Coelho da Cruz. Feira Nacional de Agricultura. Santarém, 1987. B.

    Programa da XXIV Feira Nacional de Agricultura e XXIV Feira do Ribatejo, certame que ocorreu entre os dias 5 a 14 de Junho de 1987.

    À edição de 1987 da Feira Nacional de Agricultura / Feira do Ribatejo foi feita a justiça de ser o cenário da Cerimónia Oficial do início da Campanha Europeia para o Mundo Rural.

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  • XXIII Feira Nacional de Agricultura

    XXIII Feira Nacional de Agricultura

    Conceição Maria Coelho da Cruz

    10,00 

    XXIII Feira Nacional de Agricultura de Conceição Maria Coelho da Cruz. Feira Nacional de Agricultura. Santarém, 1986. 2 vols. B.

    Programa da XXIII Feira Nacional de Agricultura e XXII Feira do Ribatejo, certame que ocorreu entre os dias 6 a 15 de Junho de 1986, acompanha o volume Departamento Técnico Regulamentos e Programa.

    Exigências maiores este ano, primeiro da nossa entrada na C.E.E., o que determina mais aprofundada discussão, mais participação virada para o estudo das questões que agora se nos põem com mais acuidade.

    Entrar na C.E.E. foi um desafio à nossa economia, mas também, e muito especialmente à capacidade da nossa agricultura, o que é o mesmo que dizer dos nossos agricultores.

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  • XXII Feira Nacional de Agricultura

    XXII Feira Nacional de Agricultura

    Conceição Maria Coelho da Cruz

    10,00 

    XXII Feira Nacional de Agricultura de Conceição Maria Coelho da Cruz. Feira Nacional de Agricultura. Santarém, 1985. Mole. 2 vols.

    Programa da XXII Feira Nacional de Agricultura e XXII Feira do Ribatejo, certame que ocorreu entre os dias 6 a 16 de Junho de 1985, acompanha o volume Departamento Técnico Regulamentos e Programa.

    A valorização da Agricultura é um objectivo de interesse nacional para o qual a Feira Nacional de Agricultura tem vindo a prestar ao longo de muitos anos uma inestimável contribuição que justifica o respeito, o estímulo e o agradecimento público do Ministro da Agricultura.

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  • XXI Feira Nacional de Agricultura

    XXI Feira Nacional de Agricultura

    Ladislau Teles Botas

    7,50 

    XXI Feira Nacional de Agricultura de Ladislau Teles Botas.
    Feira Nacional de Agricultura. Santarém, 1984. B.

    Programa da XXI Feira Nacional de Agricultura e XXXI Feira do Ribatejo, certame que ocorreu entre os dias 1 a 10 de Junho de 1984.

    Ao elaborar-se o presente catálogo oficial, celebra-se a trigésima primeira edição da FEIRA DO RIBATEJO e, simultaneamente, a vigésima primeira realização da FEIRA NACIONAL DE AGRICULTURA.

    Simbiose apetecida e tão ambicionada que espelha o desenvolvimento ascendente nos sectores especificos Agro-Pecuário, Industrial e Comercial, com reflexos altamente positivos na vida económica de Portugal!…

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