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  • História de Portugal XIV de Joaquim Veríssimo Serrão

    1ª Legislatura à Visita Presidencial aos Açores (1935-1941), Da

    Joaquim Veríssimo Serrão

    10,00 

    Da 1ª Legislatura à Visita Presidencial aos Açores (1935-1941) de Joaquim Veríssimo Serrão.
    Editorial Verbo. Lisboa, 2000, 692 págs. E. Il.
    Colecção: História de Portugal XIV

    Volume XIV da monumental História de Portugal de Veríssimo Serrão, cobrindo a consolidação do Estado Novo entre 1935 e 1941.

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  • História da Língua Portuguesa de José Pereira Tavares

    História da Língua Portuguesa

    José Pereira Tavares

    7,00 

    História da Língua Portuguesa de José Pereira Tavares
    Livraria Universal. Lisboa, 1923, 106 págs. B.

    Conferência realizada na Sala da Biblioteca do Liceu de Aveiro do Liceu de Aveiro, na noite de 14 de Abril de 1923.

    📝 Assinatura de posse
    🟡 Lombada desgastada.

  • Histoire de la Philosophie de Alfred Weber

    Histoire de la Philosophie

    Alfred Weber

    10,00 

    Histoire de la Philosophie de Alfred Weber
    Librarie Fischbacher. França, 1925, 975 págs. B.

    História da Filosofia Europeia, de Alfred Weber, é uma síntese clássica do pensamento ocidental. Publicada em 1892, a obra traça a evolução da filosofia desde a Antiguidade grega até ao final do século XIX, analisando os principais sistemas metafísicos, correntes de pensamento e filósofos que moldaram a cultura intelectual europeia. Com uma abordagem clara e abrangente, constitui uma valiosa introdução à história das ideias e ao desenvolvimento da reflexão filosófica no Ocidente.

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  • Gregos de J. M. Cook

    Gregos, Os

    J. M. Cook

    7,00 

    Os Gregos: na Jónia e no Oriente de J. M. Cook.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 269 págs. B. Il.
    Colecção: História Mundi | 25

    “Está ainda por escrever a história dos gregos do Oriente. Este simples livro será, quando muito, um esboço pioneiro de tal história, matizado, como não podia deixar de ser, pelos preconceitos e predileções do autor. Demonstra no entanto que, embora os nossos conheci mentos acerca dos acontecimentos políticos e militares sejam demasiado escassos para permitir uma narrativa com sequência, não faltam provas relativamente à história cultural e social dos gregos do Oriente.
    O leitor que tiver a paciência de chegar ao fim há-de notar que é na verdade duplo o objectivo desta obra. A primeira parte trata dos diferentes ramos do povo grego que, finda a Idade do Bronze, emigraram rumo a leste, para o litoral da Asia Menor, e a que hoje chamamos gregos do Oriente. Acompanhá-los-emos no desenvolvimento da sua civilização e notaremos o aparecimento de determinadas qualidades de carácter e inteligência que os distinguiram uns dos outros. Devemos ter presente que nunca estiveram isolados dos gregos da Grécia europeia; o Egeu constituiu sempre o foco da civilização grega; e, ao contrário dos seus compatriotas da Itália Meridional e da Sicilia, estes gregos do Oriente nunca se tornaram colonos, seja em que sentido for.
    No século IV a. C. o centro de gravidade do mundo grego começou a deslocar-se para leste; muitos gregos emigraram para os novos reinos de Alexandre no Oriente, e-no que respeita à história da Grécia – o que se passava na metade oriental do mundo grego era muito mais importante do que o que sucedia no Ocidente. Por isso, nos últimos capítulos, em que nos debruçaremos sobre os gregos do Oriente, poderemos, já integrados no assunto, ser testemunhas do apogeu grego e da consolidação final da vida civilizada.” in Prefácio

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  • Gosto a Cinzas Elizabeth George

    Gosto a Cinzas, Um

    Elizabeth George

    6,00 

    Um Gosto a Cinzas Elizabeth George
    Planeta Editora. Lisboa, 1999, 624 págs. B.

    Após o sucesso de Na Presença do Inimigo e Decepção Fatal, a consagrada dupla de detectives Barbara Havers e Thomas Lynley regressa para investigar um novo caso. Tudo começa com um incêndio trágico que resulta na morte de um jogador. O que à primeira vista parece ser um acidente revela-se um crime complexo, repleto de segredos, suspeitos e motivações ocultas. Cabe aos dois investigadores seguir as pistas e desvendar a verdade por detrás de um mistério que desafia todas as aparências.

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  • Gato em Tóquio de Nick Bradley

    Gato em Tóquio, Um

    Nick Bradley

    8,00 

    Um Gato em Tóquio de Nick Bradley
    Editorial Presença. Barcarena, 2022, 309 págs. B.

    Ah, Tóquio: uma das cidades onde o futuro mais brilha no Japão. Novas estradas, guindastes que levam as torres até ao céu, um ritmo frenético que invade toda a metrópole. No entanto, no bairro de Asakusa, ao lado do templo mais antigo da cidade, há uma loja pequenina que permanece intacta desde tempos imemoriais. É nela que, certo dia, entra uma rapariga com um pedido especial: quer que o tatuador use as tintas mais vivas para desenhar Tóquio nas suas costas – quer um retrato da cidade mas… sem presença de humanos.

    O tatuador aceita o desafio, que demorará meses a concluir; porém, não resiste a desenhar um gato mesmo em frente à estátua de Hachiko. Na sessão seguinte, incrédulo, não encontra o gato nas costas da rapariga. Procura, procura e acaba por ver que mudou de lugar, estando agora escondido atrás de um prédio. O mesmo voltará a acontecer, e o felino reaparece num telhado de uma estação. O que o tatuador não sabe é que desde o dia em que desenhou aquele ser, há um gato que vagueia por Tóquio, encontrando pessoas com histórias de vida muito diferentes: um sem-abrigo que vive num hotel abandonado, um motorista de táxi que enviuvou, um menino tímido que precisa desesperadamente de um amigo, um funcionário de uma loja de conveniência que procura o seu grande amor… o gato aparece-lhes fugazmente, e nenhum deles parece notar que aquele felino é uma espécie de força que os impele a procurar o verdadeiro sentido das escolhas, da vida… Um ser que os une, de forma inesperada e mágica.

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  • Filosofia de Martin Heidegger de A. de Waehlens

    Filosofia de Martin Heidegger, La

    A. de Waehlens

    10,00 

    Filosofia de Martin Heidegger de A. de Waehlens
    Instituto Luis Vives de Filosofia. Madrid, 1945, 384 págs. B.

    Um dos primeiros e mais influentes estudos de conjunto sobre o pensamento de Heidegger, pelo filósofo belga Alphonse de Waelhens. Edição espanhola de 1945.

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  • Filosofia da Religião de Fulton J. Sheen

    Filosofia da Religião

    Fulton J. Sheen

    10,00 

    Filosofia da Religião de Fulton J. Sheen
    Livraria Agir Editora. Brasil, 1960, 351 págs. B.

    A Filosofia da Religião do Arcebispo Fulton J. Sheen é uma síntese profunda entre a filosofia tomista clássica, a razão e a cultura moderna. Sheen argumenta que a religião não é irracional, mas sim a expressão máxima da inteligência humana, defendendo que o homem moderno só encontra sentido para a sua existência ao reconhecer a sua relação com o Transcendente

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  • Fernão Lopes de João Falcato

    Fernão Lopes

    João Falcato

    6,00 

    Fernão Lopes de João Falcato
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1973, 130 págs. B.

    Ensaio biográfico sobre o primeiro grande cronista português e a sua visão do povo como protagonista da história.

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  • Férias em Paris de Somerset Maugham

    Férias em Paris

    Somerset Maugham

    7,00 

    Férias em Paris de Somerset Maugham
    Edições ASA. Porto, 2020, 254 págs. B.

    Charley Mason tem vinte e três anos e um futuro promissor. Vem de uma família abastada, é atraente, refinado e acaba de completar os estudos em Cambridge. Espera-o uma carreira de prestígio seguindo as pisadas do pai. Mas para já, Charley tenciona gozar umas férias de Natal em Paris, ansioso por desfrutar de alguma liberdade na primeira viagem que faz sozinho à cidade das luzes.

    Logo à chegada, porém, o jovem percebe que as suas expectativas não se vão concretizar. O seu melhor amigo, Simon Fenimore, jornalista correspondente na capital francesa, transformou-se num homem agressivo e vive agora em abstinência física e emocional. Numa ida a um bordel, Simon apresenta Charley a Lydia, uma jovem russa, vítima da revolução do seu país e em acelerado processo de autodestruição. A sombra da II Guerra Mundial agiganta-se sobre a Europa e os dias em Paris estão já tingidos com as cores da melancolia.

    Quando regressa a Inglaterra, Charley já não é um jovem alegre e despreocupado. Ganhou a experiência de vida das ruas e do submundo. Perdeu a inocência. Pouco depois, o mundo perdê-la-ia também.

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  • Fábrica de Oficiais de Hans Hellmut Kirst

    Fábrica de Oficiais

    Hans Hellmut Kirst

    Fábrica de Oficiais de Hans Hellmut Kirst
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1972, 641 págs. B.
    Colecção: Século XX | 52

    Hans Hellmut Kirst, que Publicações Europa-América revelou ao público de lingua portuguesa, é porventura o escritor alemão mais atento aos problemas sociais e humanos criados no seu país pelo nazismo e pela derrota de 1945. Fábrica de Oficiais foca justamente um desses problemas. A acção desenrola-se numa escola militar criada quando a Alemanha nazi começava já a desagregar-se. Um jovem oficial instrutor morre em condições que levam o comandante da escola a suspeitar que não se tratara de um mero acidente. Com base neste acontecimento construiu Kirst um romance de forte den-sidade dramática, recheado de episódios impressionantes.

    Fábrica de Oficiais tem ainda o mérito notável de contribuir para o esclarecimento das condições ideológicas e morais que levaram à derrota e à capitulação da Ale-manha de Hitler.

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  • Exclusão e Intolerância de Miriam Halpern Pereira

    Exclusão e Intolerância

    Miriam Halpern Pereira

    6,00 

    Exclusão e Intolerância de Miriam Halpern Pereira [Dir.]
    ISCTE. Lisboa, 1997, 180 págs. B.
    Colecção: História | 33

    Revista académica dedicada à “Exclusão e Intolerância”.

    Do índice

    HETERODOXIA E EXCLUSÃO

    Robert Rowland
    Inquisição, intolerância e exclusão

    Henry Kamen
    Exclusão e intolerância na Espanha do inicio da Época Moderna

    Humberto Baquero Moreno
    Exclusão e marginalidade social no Portugal quatrocentista

    José Pedro Paiva
    O Inferno e o Paraíso em duas visões marginais de origem popular

    Fernanda Olival
    Acesso de uma família de cristãos-noνος à Ordem de Cristo

    Críticas e Debates

    Nuria Sales
    Quinto centenário da “La” expulsión de los judíos

    INTOLERANCIA E LIBERALISMO

    Maria de Fátima Sá e Melo Ferreira
    Liberalismo, religião e política

    Fernando Catroga
    Heterodoxias e resistências no último rito de passagem

    Benedicta Duque Vieira
    Tolerância religiosa e educação Portugal anos 90

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  • Excertos da Nova Floresta de Manuel Bernardes

    Excerptos da «Nova Floresta»

    Manuel Bernardes

    7,00 

    Excerptos da «Nova Floresta» de Manuel Bernardes
    Editora Educação Nacional. Porto, 1942, 308 págs. B.
    𓂃🖊 Ensaio bibliográfico, histórico-crítico por Mário Gonçalves Viana

    Obra marcante da literatura barroca, Nova Floresta reúne uma vasta colecção de apólogos, máximas e reflexões de carácter moral, espiritual e edificante. Através de histórias exemplares, o autor apresenta situações e episódios destinados a transmitir ensinamentos sobre a conduta humana. Cada narrativa é acompanhada de comentários e reflexões que aprofundam o seu significado, extraindo lições morais e doutrinárias. Combinando erudição religiosa e conhecimentos profanos, a obra procura instruir e orientar o leitor, conciliando o prazer da leitura com a transmissão de valores e ensinamentos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Essência da Filosofia de Wilhelm Dilthey

    Essência da Filosofia, A

    Wilhelm Dilthey

    7,50 

    A Essência da Filosofia de Wilhelm Dilthey.
    Editorial Presença. Lisboa, s.d., 156 págs.
    Colecção: Divulgação e Ensaio | 22

    Em A Essência da Filosofia, obra de (1907), Dilthey chega a afirmar a falência da filosofia como metafísica. Dilthey propõe uma filosofia histórica e relativa que analise os comportamentos humanos e esclareça as estruturas do mundo no qual vive o homem contrapondo-se a uma metafísica que se pretende colocar como imagem compreensiva da realidade e a reduzir todos os aspetos da realidade a um único princípio absoluto.

    📝 Assinatura de posse.

  • Ensaios de Francisco Bacon

    Ensaios

    Francisco Bacon

    7,00 

    Ensaios de Francisco Bacon
    Guimarães & Cª Editores. Lisboa, 1972, 251 págs. B.
    Colecção: Filosofia e Ensaios

    Todas as obras de Francis Bacon são dignas de estudo pelos pensadores portugueses, porque contém alta doutrina de valor perene como as obras de Aristóteles; e para evitar que recorram a traduções estrangeiras os estudiosos impossibilitados de ler correctamente os textos ingleses do século XVII, se dá hoje começo à tradução portuguesa de uma obra, certamente famosa, autenticamente valiosa, se bem que mais admirada do que estudada. Os “Ensaios” foram pela primeira vez publicados em 1597, em livro de dez capítulos. Duas outras edições, respectivamente de 1612 e 1625, continham já a refundição dos primeiros dez textos e a inclusão de novos títulos, o que perfaz o total de cinquenta e oito ensaios completos. É útil ler, para apreciar os progressos de um espírito inquieto e de um escritor operoso como Francisco Bacon, os primeiros ensaios imperfeitos de 1597.

    📝 Assinatura de posse.

  • Eneida de Públio Virgílio Marão

    Eneida, A

    Públio Virgílio Marão

    7,50 

    A Eneida de Públio Virgílio Marão
    Académia de D. Felipa. Lisboa, 1969, 379 págs. E. Il.

    A obra de Públio Virgílio Marão, que ficaria conhecido como Virgílio, foi o modelo de toda a poesia que se escreveu no Ocidente até o século XVII. Os gêneros cultivados por Virgílio foram tomados de empréstimo da literatura grega, mas ele imprimiu á sua poesia uma marca pessoal e inconfundível, derivada de sua sensibilidade artística e da maestria com que trabalhou seus versos. Camões, Tasso, Milton e todos os grandes poetas épicos dos séculos XVI e XVII são virgilianos. Sua maior obra, a epopéia Eneida, foi projetada durante os anos 29 e 27 a.C. e é considerada o maior poema da romanidade.

    📝 Assinatura de posse.