Catálogo

  • Riso o Sorriso e a Paródia na Literatura Portuguesa de Quatrocentos de Mário Martins

    Riso o Sorriso e a Paródia na Literatura Portuguesa de Quatrocentos

    Mário Martins

    6,00 

    Riso o Sorriso e a Paródia na Literatura Portuguesa de Quatrocentos de Mário Martins.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1978, 117 págs. B.

    A sátira na literatura portuguesa do século XV, através das formas múltiplas em que se representa e que vão desde o amor risonho à invectiva obscena, é ainda um reflexo da Idade Média católica, heróica e de língua muitas vezes desbragada.

    Mas nela se exprime também, de certa maneira, a tensão dum povo que se lançava então em força numa acção de ampla envergadura histórica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • No Regresso Venham Todos: Relato da Companhia nº 2549 de Vasco Lourenço

    No Regresso Venham Todos: Relato da Companhia nº 2549

    Vasco Lourenço

    7,00 

    No Regresso Venham Todos: Relato da Companhia nº 2549 de Vasco Lourenço.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1994, 103 págs. B.

    Vasco Correia Lourenço nasceu em 19 de junho de 1942, em Lousa, Castelo Branco. Integrando desde o início o Movimento dos Capitães, coordenou a organização da sua primeira reunião em 9 de setembro de 1973, vindo a pertencer à sua Comissão Coordenadora e à sua Direção. Único oficial que pertenceu sempre aos órgãos de cúpula do Movimento dos Capitães (CC e Dir.) e do MFA (CCPMFA, CE, C20 e CR).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Regra da Instabilidade, A

    Regra da Instabilidade, A

    Mário Mesquita

    7,50 

    A Regra da Instabilidade de Mário Mesquita.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 336 págs. B.

    Este livro reflecte o panorama da vida política portuguesa nos últimos anos (1974-1986). O autor dividiu-o em três partes – e acerca desta triologia se poderá dizer o que se diz da trindade divina, que é uma só verdadeira -, sob a desgignação de «País», «Regime» e «Jornais».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Reflexões Sôbre o Racismo de Jean-Paul Sartre

    Reflexões Sôbre o Racismo

    Jean-Paul Sartre

    10,00 

    Reflexões Sôbre o Racismo de Jean-Paul Sartre.
    Difusão Europeia do Livro. Brasil, 1960, 149 págs. B.

    I – Reflexões sôbre a questão judaica
    II – Orfeu Negro
    Tradução de J. Guinsburg
    No momento em que o anti-semitismo de novo tenta alastrar-se pelo mundo ocidental; em que se travam violentos conflitos raciais na Africa do Sul e jovens Estados surgem no Continente Negro, não poderia ser mais oportuno o lançamento dêstes dois ensaios de J.-P. Sartre (Reflexões Sobre a Questão Judaica e Orfeu Negro) enfeixados sob o título geral Reflexões Sobre o Racismo.
    A problemática do bastardo sempre obsedou Sartre, porque típica de nossa atual civilização. Dois bastardos, o judeu e o negro, e a sociedade que a ambos gerou e rejeitou, são lucidamente desmontados e analisados nas páginas que se seguem.
    Um dêles, o judeu, é um bastardo amaldiçoado e por isso mesmo sagrado, já que necessário em momentos de crise à sociedade hierarquizada que o forjou. Amaldiçoado porque indiciado matador de Cristo-Deus, duplamente amaldiçoado pela Idade Média que lhe impôs a pecaminosa mas indispensável atividade de “comércio de dinheiros”, a imagem que dêle subsiste em nós é a do avarento, do homem que vive à parte; nós, que o tornamos agiota e estrangeiro em nossa pátria. Assim abastardado, contra êle será sempre possível provocar o ódio irracional de uma pseudoconsciência nacional que independa das hierarquias de classe, a fim de que o empregado se esqueça de que é mal pago, para sentir-se irmanado com o patrão ante, por exemplo, um caso Dreyfus.
    O outro bastardo, o negro, vítima do colonialismo, tem que viver sob o signo da autenticidade. Um judeu, branco entre brancos, pode negar-se judeu, declarar-se homem entre homens. O negro jamais poderá negar sua côr, signo indelével de sua situação. Não tem subterfúgio possível, sua luta pela liberdade será forçosamente a oposição da sua raça à do opressor, a descoberta mágicada sua interioridade, a afirmação de sua negritude, a violentação da lógica e da língua que o colonizador lhe impôs. E êste racismo anti-racista é afinal o único caminho capaz de levar à abolição das diferenças de raça.

    📝 Assinatura de posse.

  • Romance da Família Chuzzlewit de Charles Dickens

    Romance da Família Chuzzlewit

    Charles Dickens

    6,00 

    Romance da Família Chuzzlewit de Charles Dickens. Edição Romano Torres. Lisboa, 1956, 659 págs. B.

    Nenhuma outra obra de Dickens se compara a esta, no perfume da linguagem e na riqueza de estilo. «Martin Chuzzlewit» – ou melhor dizendo, «O Romance da Família Chuzzlewit» representa, por assim dizer, o mostruário completo das faculdades criadoras de Dickens. Nele se aprende intensamente (como se fosse laboratório prático de psicologia humana) a misturar a verdade e a fantasia em doses convenientes e necessárias para não causar o mínimo dano e, sim, pelo contrário, para estimular, no espírito de cada um de nós, a confiança num mundo melhor e numa vida mais bela!

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Razões do Coração de Jane Austen

    Razões do Coração

    Jane Austen

    5,00 

    Razões do Coração de Jane Austen.
    Romano Torres. Lisboa, 1961, 310 págs. B.

    Este romance narra a história de duas irmãs de temperamentos diferentes, as quais, em razão do falecimento do pai, têm de se adaptar a um estilo de vida mais modesto, em meio a uma sociedade inteiramente dirigida pelo status social.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Retorno do Trágico de Jean-Marie Domenach

    Retorno do Trágico

    Jean-Marie Domenach

    8,00 

    Retorno do Trágico de Jean-Marie Domenach.
    Moraes Editores. Lisboa, 1968, 377 págs. B.

    Este caminho tem certamente os seus perigos. O trágico que põe em cena atracções irresistíveis, quedas irremediáveis, traz consigo uma fascinação própria: e não é só a noite, a fúria, esse gosto de sangue e de morte, como invadiu a Europa ao tempo do fascismo triunfante… É ainda, subtilmente, essa calma que se estende por sobre os cadáveres, essa serenidade que envolve a derrota, a sabedoria ambigua de Albert Camus, o seu céu lavado de depois da catástrofe. Produção selvagem do espírito, apesar de cantado, engalanado por séculos de classicismo, o trágico não está domesticado e nada garante a quem com ele se mete que não tombará também vítima dos seus enganos. Mas é um belo risco a correr.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados

  • Respiração e a Saúde ou Arte de Respirar de Yochi Ramaciaraca

    Respiração e a Saúde ou Arte de Respirar

    Yochi Ramaciaraca

    7,00 

    Respiração e a Saúde ou Arte de Respirar de Yochi Ramaciaraca.
    Livraria Clássica Editora. Lisboa, 1923, 162 págs. B.

    E sendo o ar um elemento indispensavel á vida (aer pabulum vitae), sendo o ar o alimento indeclinavel, essencial aos pulmões, muitos fogem do ar, com cuidados meticulosos, com medo dêle e receando fazer demasiado consumo, poupam-no até para a respiração. Porisso, estudam precauções especiais para se prevenirem contra a luz, contra o sol e contra o ar, em vez de se habituarem a mergulhar deliberadamente nestes elementos puros de vitalidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Radiografia Militar

    Radiografia Militar

    Manuel Barão da Cunha

    6,00 

    Radiografia Militar de Manuel Barão da Cunha.
    Editorial O Século. Lisboa, 1975, 574 págs. B.

    Manuel Barão da Cunha nasceu em Lisboa, em 1938. Licenciou-se em Ciências Militares (Cavalaria, 1.º classificado) e em Ciências Sociais e Políticas (distinção), tirou o curso geral do Estado-Maior do Exército e chegou a 1.º dan de Judo Kodokan. Comandou um pelotão de reconhecimento do Grupo de Dragões de Angola, como guarda avançada da 3.ª coluna na operação Viriato, em 1961; foi instrutor do 1.º curso de Rangers, no Centro de Instrução de Operações Especiais; e comandou uma companhia de Cavalaria na Guiné, que recebeu 11 cruzes de guerra e cinco prémios Governador da Guiné. Tendo sido considerado deficiente das Forças Armadas com 46% de incapacidade, passou a trabalhar na Função Pública e em autarquias, tendo recebido duas medalhas de ouro de mérito, por parte da Câmara Municipal de Oeiras (CMO), por onde se reformou, como assessor principal. Coordena, em regime de voluntariado, desde 2009, o programa Fim do Império, que envolve a CMO, a Liga dos Combatentes e a Comissão Portuguesa de História Militar (CPHM) e integra três tertúlias mensais (Oeiras, Lisboa e Porto), tendo já realizado 123 encontros, e uma coleção literária, com 21 títulos e alguns no prelo. Tem vários livros publicados sobre essa e outras temáticas, como autor e organizador.

    📝 Assinatura de posse.

  • Oito Séculos de História Luso-Alemã de E. A. Strasen

    Oito Séculos de História Luso-Alemã

    E. A. Strasen

    50,00 

    Oito Séculos de História Luso-Alemã de E. A. Strasen. Instituto Ibero-Americano de Berlim. Lisboa, 1944, 553 págs. E.

    A amizade luso-alemã – sem dúvida a mais desinteressada, tranquila e persistente que regista a história das relações entre os povos – firmou-se logo no alvorecer de Portugal como Nação. Mas já antes ela era um facto: os povos do ocidente peninsular mantiveram sempre estreitas comunicações com os do Setentrião. Êste comércio remonta às civilizações líticas e às idades dos metais e acentuou-se nos tempos proto-históricos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Grécia: Berço do Ocidente de Peter Levi

    Grécia: Berço do Ocidente

    Peter Levi

    7,50 

    Grécia: Berço do Ocidente DE Peter Levi.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 231 págs. E. Il.

    Entre as homéricas viagens de Ulisses de- pois da guerra de Tróia, na semilendária Idade do Bronze, e as viagens de São Paulo com que se conclui este volume, a Grécia passou de forma dramática de um obscuro período pré-histórico a apogeus de civilização dificilmente superados, nos séculos seguintes, para se afundar de novo na irrelevância de uma das províncias menos notáveis do Império Romano. No entanto, por mais ínfima que tenha sido a sua importância política posterior, a Grécia conservou a sua superioridade cultural como capital académica do mundo romano e, a partir do Renascimento, recuperou o seu papel como modelo supremo de sociedade civilizada no mundo ocidental.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Recordações de uma Ex de Jean-Luc Benoziglio

    Recordações de uma Ex

    Jean-Luc Benoziglio

    6,00 

    Recordações de uma Ex de Jean-Luc Benoziglio. Editorial Estampa. Lisboa, 1992, 299 págs. B.

    Em algumas “pinceladas” um homem tenta fazer o retrato da mulher que ele amou e de quem se separou e do casal que eles formavam. Um relacionamento onde os sinais de degradação se multiplicaram ao longo dos meses até uma viagem à Grécia a qual teve traços de uma epopeia burlesca, uma última tentativa antes do falhanço total.

    Mas o estranho amante revela também, o seu mau carater, pulando entre o papel de um companheiro divertido e terno e um companheiro mais difícil de conviver.

    Jean luc, mestre da comédia revela-nos uma tragicomédia com enfâse na autoironia e no humor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Romance de uma Sereia de Eduardo Jorge Brum

    Romance de uma Sereia

    Eduardo Jorge Brum

    6,00 

    Romance de uma Sereia: A Claridade da Terra de Eduardo Jorge Brum.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 165 págs. B.

    Numa casa à beira-mar, Olíria fecha-se no quarto, onde passa a viver na solidão dos seus sonhos um amor desejado e uma realidade diferente. Num clima de crise profunda, de catástrofe latente, Olíria e as personagens que a rodeiam expressam as suas memórias, anseios e frustrações em in- cursões pelos domínios do erotismo, do fantástico e do absurdo.

    ROMANCE DE UMA SEREIA – uma história em que as mulheres surgem como pólos de atracção, insinuantes e esquivas, tal como sereias que seduzem e que prometem o amor e a felicidade, mas também a perdição e a morte.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Queirosiana nº 7/8 de Carlos Reis

    Queirosiana nº 7/8

    Carlos Reis

    6,00 

    Queirosiana nº 7/8 de Carlos Reis [Dir.]
    Associação dos Amigos de Eça de Queirós. Baião, 1995, 226 págs. B.

    Álvaro Manuel Machado –  Eça, Proust e o imaginário finissecular;

    Amina Di Munno – A fortuna de Eça de Queirós em Itália;

    Ana Nascimento Piedade – Carlos Fradique Mendes e a múmia de Ramsés II;

    Carlos Reis – Eça de Queirós e o discurso da História;

    Cristina Mello – Perspectivas da leitura de Eça de Queirós;

    Elena Losada Soler – Os anos dourados de E. de Queirós em Espanha;

    Henriqueta Gonçalves – De Santa Olávia a Tormes;

    Lucette Petit – Le mythe diabolique;

    Manuel Santos Alves – Eça de Queirós: intertexto e memória colectiva;

    Maria Aparecida Ribeiro – O brasileiro na obra de Eça;

    Maria Helena Santana – Um projecto patriótico: a Revista de Portugal;

    Maria João Simões – O “exemplo” em Eça;

    Maria Lúcia Lepecki – Num hotel de Charing Cross;

    Marie-Hélène Piwnik – Lecture de José Matias;

    Micaela Ghitescu – Traduções romenas de Eça de Queirós;

    Urbano Tavares Rodrigues – Análise libidinal de um texto romântico de Eça.

    📝 Assinatura de posse.

  • O Que é a Energia Nuclear? de Domingos Moura

    O Que é a Energia Nuclear?

    Domingos Moura

    7,00 

    O Que é a Energia Nuclear? Oportunidade em Portugal? de Domingos Moura [et al.]. Moraes Editores. Lisboa, 277 págs. B.

    Índice

    Cap. 1 – O Panorama Mundial da Energia de Domingos Moura

    Cap. 2 – O Que é a Energia Nuclear de Frederico de Carvalho

    Cap. 3 – O Combustível Nuclear de Rui Namorado Rosa

    Cap. 4 – As Radiações Ionizantes e a Segurança das Centrais Nucleares de A. Fernandes Forte

    Cap. 5 – Como a Energia Nuclear foi Introduzida e Fomentada em Portugal de João M. G. Caraça

    Cap. 6 – O Panorama Energético Nacional. Alternativa Nuclear ou Alternativa Convenciona de António Mota Redol

    Cap. 7 – A Alternativa Carvão de António Mota Redol

    Cap. 8 – A Alternativa Fuelóleo de João Barreto

    Cap. 9 – Comparação Económica das Alternativas Nuclear e Fuelóleo de João F. Martins e M. Rodrigues

    Cap. 10 – Relações sobre a Situação Mundial de Energia Nuclear

    📝 Assinatura de posse.

  • Que os Homens Dizem, O Que as Mulheres Ouvem

    Que os Homens Dizem, O Que as Mulheres Ouvem

    Linda Papadopoulos

    6,00 

    Que os Homens Dizem, O Que as Mulheres Ouvem de Linda Papadopoulos.
    Guerra e Paz. Lisboa, 2009, 237 págs. B.

    Responsável pelo recente e polémico estudo Sexualisation of Children (“Sexualização das Crianças”), encomendado pelo governo britânico, a Dr.ª Linda Papadopoulos é uma das mais reconhecidas especialistas mundiais em Terapia Comportamental e Cognitiva. Neste livro ensina as leitoras a ultrapassarem os problemas do dia-a-dia, acabando com a ansiedade nas suas relações amorosas e de amizade, encarando-as de uma forma mais positiva e realista. Aqui ficam algumas dicas:

    Faça uma pausa antes de concluir que sabe o que ele está a dizer. Ele quer mesmo dizer aquilo, ou você está apenas a interpretar as palavras dele baseada nas suas experiências passadas?
    Diga o que pensa. Não se iniba com medo de que ele se afaste se você disser que gostava de o ver outra vez.
    Não analise demais. Aprenda a aceitar que às vezes o seu parceiro diz mesmo e apenas aquilo que quer significar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.