Catálogo

  • Fúria de Salman Rushdie.

    Fúria

    Salman Rushdie.

    7,50 

    Fúria de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2002, 280 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 283

    “O futuro era um casino e toda a gente jogava, e toda a gente esperava ganhar.”, diz-se a determinada altura em “Fúria”, o novo romance de Salman Rushdie. Mas num casino perde-se mais do que se ganha. E é o que aqui acontece, neste romance que prenuncia o declínio e queda de uma civilização que, as passos largos, caminha para o abismo. Uma civilização desumanizada, onde as pessoas parecem brinquedos ou autómatos. Onde os brinquedos propriamente ditos ganham autonomia através da publicidade e da fama, como acontece com as bonecas de Malik Solanka, personagem principal do romance, um indiano que troca Londres por Nova Iorque e se torna famoso, ele e as suas bonecas, pela televisão. Bonecas sobre as quais ele próprio perderá o controle. A criatura escapa ao criador.

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  • Foi Assim de Zita Seabra

    Foi Assim

    Zita Seabra

    7,50 

    Foi Assim de Zita Seabra
    Aletheia Editores. Lisboa, 2007, 443 págs. B. Il.

    A história de vida de Zita Seabra, da infância à juventude e clandestinidade e à vida adulta, no PCP até à rutura com os ideais comunistas. Sem se justificar, sempre cândida e às vezes comovedora, Zita Seabra fala naturalmente de um mundo fantástico e brutal, que nunca foi descrito com tanta intimidade e tanta exactidão.

    Foi Assim é «o livro que faltava para perceber a grande tragédia do comunismo português» – tal como observa tão bem Pulido Valente.

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  • Filhos da Meia-Noite de Salman Rushdie

    Filhos da Meia-Noite, Os

    Salman Rushdie

    8,00 

    Os Filhos da Meia-Noite de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2013, 628 págs. B.

    Nascido precisamente ao bater da meia-noite, no exato momento em que a Índia se tornava independente, Saleem Sinai é uma criança especial. No entanto, esta simultaneidade de nascimento tem consequências para as quais ele não está preparado: poderes telepáticos ligam-no a outros 1000 «filhos da meia-noite», todos eles dotados de dons extraordinários. Indissociavelmente ligada à sua nação, a história de Saleem é um turbilhão de desastres e triunfos que espelha o percurso da Índia moderna na sua forma mais impossível e gloriosa. Publicado em 1981, Os Filhos da Meia-Noite, segundo romance de Rushdie, não só deu notoriedade ao seu autor como se tornou num fenómeno de êxito literário.
    A sua adaptação ao cinema é o resultado da colaboração da realizadora Deepa Mehta com o próprio Salman Rushdie, que não só escreveu o argumento como dá também voz ao narrador.

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  • Feiticeiros do Céu de Christian Bernadac

    Feiticeiros do Céu, Os

    Christian Bernadac

    7,50 

    Os Feiticeiros do Céu de Christian Bernadac
    Editorial Inova. Porto, s.d., 478 págs. B.
    Colecção: Ofício de Viver | 9

    Dos sete mil padres e religiosos católicos encarcerados nos campos de concentração nazis, apenas dois mil sobreviveram. Assassinados nos fornos crematórios ou simplesmente mortos pelas condições de vida infra–humanas a que foram submetidos. Mas nem por isso a sua vontade de resistência cedeu. Antes pelo contrário. Tratados pelos nazis por -Feiticeiros do Céu, Cães do Céu, -Palhaços do Céu, souberam conquistar um lugar relevante entre os heróis da resistência. Com um esforço heroico asseguraram a assistência religiosa aos moribundos, organizaram redes clandestinas de distribuição de alimentos, planearam evasões. Em suma, lutaram contra a morte organizando a vida nas condições de uma clandestinidade mais que nenhuma outra difícil. A força da sua vontade está bem patente na ordenação clandestina do seminarista Karl Leisner no campo de Dachau. Os Feiticeiros do Céu é uma obra que responde à necessidade de tornar conhecida a luta travada pelos padres e religiosos católicos e simultaneamente uma homenagem àqueles que, lado a lado com os comunistas, os resistentes, os médicos, abalaram o sistema concentracionário nazi. O seu autor, Christian Bernadac, autor de Os Médicos Malditos-e de Os Médicos do Impossível- obras já publicadas nesta colecção escreve assim um capítulo ainda desconhecido da história do III Reich.

    📝 Assinatura de posse.

  • Feiticeira de Florença de Salman Rushdie

    Feiticeira de Florença, A

    Salman Rushdie

    10,00 

    A Feiticeira de Florença de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2008, 343 págs. B.

    A Feiticeira de Florença é a história de uma mulher que procura ser senhora do seu próprio destino num mundo de homens. Irmana duas cidades que quase não se conhecem: a hedonista capital mogol, onde o inteligente imperador se debate diariamente com questões de crenças, desejos e a traição dos filhos, e o mundo florentino, igualmente sensual, de poderosos cortesãos, filosofia humanista e desumana tortura.
    Estes dois mundos, tão distantes, acabam por se revelar estranhamente semelhantes, e ambos são dominados pelos encantamentos das mulheres.

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  • Fado da Severa de Maria João Lopo de Carvalho

    Fado da Severa, O

    Maria João Lopo de Carvalho

    7,50 

    O Fado da Severa de Maria João Lopo de Carvalho
    Oficina do Livro. Lisboa, 2018, 390 págs. B.

    Na Mouraria, cruzam-se dois mundos quando a noite cai. O dos marujos, dos rufiões, das mulheres de má vida, as tabernas enchem-se com os filhos enjeitados da cidade. À procura de consolo, de um regaço pago, de vinho e de fadistagem. Vão eles e os nobres, embuçados, em busca do fruto proibido.

    Longe do São Carlos, onde as damas e as joias são legítimas, dos palácios nas Laranjeiras, mergulham no mundo sórdido e apaixonante onde se canta e bate o fado. E ninguém o faz melhor do que Severa, filha de cigano e de meretriz. Do pai herda o tom de pele, o sangue quente; da mãe a profissão e as artes de prender os homens.

    São muitos os que a visitam, mas só um lhe deixa marca, o conde de Vimioso. É dele e da Severa esta história, nascida entre corridas de toiros, casas de má fama, recitais privados. É esse o amor proibido que Maria João Lopo de Carvalho tão bem evoca, num tom que nos remete para uma Lisboa feroz e verdadeira.

    Uma história onde brilham sempre a luz e as sombras dessa Lisboa e o indomável espírito de Severa: a cigana que inventou o fado, a mulher que vendeu o corpo – mas que nunca vendeu a alma.

    📕 1ª Edição.
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  • Faca de Salman Rushdie

    Faca

    Salman Rushdie

    8,00 

    Faca de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2024, 269 págs. B.

    A 12 de agosto de 2022, trinta e três anos depois da fatwa contra ele decretada pelo aiatola Khomeini, assim que subiu ao palco do anfiteatro de Chautauqua, Nova Iorque, para falar sobre a importância de manter os escritores fora de perigo, Salman Rushdie foi atacado, e quase morto, por um jovem com uma faca.

    Falando pela primeira vez, e com memorável pormenor, dos traumáticos acontecimentos desse dia, Salman Rushdie responde à violência com a arte e relembra-nos o poder que as palavras possuem de racionalizar o que é impensável.

    Ao fazê-lo, oferece-nos não só o relato pungente e profundamente pessoal da experiência – e superação – desse atentado, mas também uma revigorante meditação sobre a vida, a perda, o amor e a arte – e sobre a descoberta da força que permite a alguém voltar a erguer-se.

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  • A Evidência da Possibilidade de Husserl de Nuno Nabais

    Evidência da Possibilidade, A

    Nuno Nabais

    8,00 

    A Evidência da Possibilidade: a questão modal na fenomologia de Husserl de Nuno Nabais
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 1998, 336 págs. B.

    A teoria fenomenológica da evidência depende da explicação recíproca da possibilidade do fenómeno e do fenómeno da possibilidade. Segundo Husserl, descrever aquilo que aparece à consciência como um fenómeno evidente, isto é, um aparecer completo não apenas daquilo que aparece mas do critério de verdade do aparecer, implica também descrever a condição de possibilidade do aparecer. Só há evidência, só há uma verdade sem resto, se na actualidade do fenómeno se manifestar a própria possibilidade da sua manifestação. Esta tese é profundamente paradoxal. Ela faz da possibilidade do fenómeno algo que também é fenómeno, algo que aparece enquanto possibilidade do aparecer. Mas, apesar de paradoxal, esse é o mais importante corolário da condição descritiva da fenomenologia. A verdade só se deixa pensar no esclarecimento do vínculo entre os conceitos de evidência e de possibilidade.

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  • Evangelizar os Pobres de Mário de Oliveira

    Evangelizar os Pobres

    Mário de Oliveira

    7,50 

    Evangelizar os Pobres de Mário de Oliveira
    Livraria Figueirinhas. Porto, s.d., 240 págs. B.

    Este livro representa o esforço feito, com honestidade e durante 14 meses, para dar o Evangelho a um Povo, tendo em conta a sua situação concreta. Não estará perfeito, até porque foi trabalho de um só. E por isso, mais do que criticá-lo, prece que deveremos, antes, interrogarmo-nos  sobre o que, como Igreja, temos, eficazmente, feito pela libertação e salvação dos oprimidos e pela evangelização doa Pobres. (Padre Mário de Oliveira)

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  • A Ética Protestante e o Espírito e o Capitalismo de Max Weber

    Ética Protestante e o Espírito e o Capitalismo, A

    Max Weber

    7,00 

    A Ética Protestante e o Espírito e o Capitalismo de Max Weber
    Editora Universidade de Brasília. Brasil, 1981, 233 págs. B.  

    A obra mais conhecida de Max Weber, A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, cuja publicação original remonta a 1904 causando grande polémica, é ainda hoje uma leitura poderosa, fascinante e indispensável que estabelece os parâmetros para o debate sobre as origens do capitalismo moderno. O estilo acessível de Max Weber é justamente uma das muitas razões para a notoriedade deste livro, um clássico incontornável que examina a profunda influência da ética protestante no surgimento de uma nova mentalidade económica-uma nova forma de economia que tornou possível e encorajou o desenvolvimento do capitalismo no Ocidente. É apontada por uma vasta maioria como a obra mais eloquente até agora escrita sobre os efeitos sociais do capitalismo e um dos livros mais importantes do século XX.

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  • Esteiros de Soeiro Pereira Gomes

    Esteiros

    Soeiro Pereira Gomes

    5,00 

    Esteiros de Soeiro Pereira Gomes
    Edições Avante. Lisboa, 1981, 184 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Álvaro Cunhal
    𓂃🖊 Prefácio Isabel Pires de Lima

    «Esteiros resiste até mesmo a esta vontade de apagar da literatura o empenhamento político-social; é precisamente essa a frescura da escrita, essa autenticidade das personagens nas suas condutas e nas suas frases, essa poeticidade flagrante.»
    Urbano Tavares Rodrigues

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  • A Escultura do Eu: a moral estética de Michel Onfray

    Escultura do Eu: a moral estética, A

    Michel Onfray

    7,50 

    A Escultura do Eu: a moral estética de Michel Onfray
    Quarteto Editora. Coimbra, 2003, 201 págs. B.

    As virtudes da renúncia conheceram já o seu tempo: a estas devemos a melancolia intratável à custa da qual a nossa época subsiste. Aspiro a uma menor complacência para com o reino das trevas e da mortificação. Uma moral estética impele-nos a transfigurar a nossa vida através do esculpir de si próprio: ela supõe a vitalidade capaz de transbordar, a restauração da virtù em vias de renascimento por oposição à virtude cristă, o talento para o heroísmo que permite o aparecimento da individualidade forte, o consentimento com a abundância, a capacidade da magnificência. Numa perspectiva hedonista, tal ética confere todo o seu potencial à delicadeza, à elegância, à palavra dada, à amizade e às afinidades electivas. É este o preço a pagar para que uma moral de júbilo e totalmente contemporânea possa surgir. (Μ.Ο.)

     

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Erotismo de Georges Bataille

    Erotismo, O

    Georges Bataille

    7,00 

    O Erotismo de Georges Bataille
    Moraes Editores. Lisboa, 1968, 248 págs. B.
    Colecção: Temas e Problemas

    «Compreende-se por que razão as páginas de O Erotismo são tão fortes e tão decisivas.
    Elas provêm de um homem cuja experiência íntima não fez concessões. Este livro sucede-se a La Part Maudite, tratado de economia geral, cujo tema principal era, não a produção das riquezas, mas a sua despesa (o seu “consumo”). O erotismo era por ele designado como “a parte problemática”, uma vez que constitui para toda a gente “o problema dos problemas”. O mérito de Bataille foi o de encarar a sexualidade humana no seu quadro sociológico, em relação à história do trabalho e à das religiões. Toda a
    sua interpretação assenta numa dialéctica do interdito e da  transgressão.» [Alexandrian, Os Libertadores do Amor]

    📝 Assinatura de posse.

  • O Equivoco do 25 de Abril de Sanches Osório

    Equivoco do 25 de Abril, O

    Sanches Osório

    10,00 

    O Equivoco do 25 de Abril de Sanches Osório
    Editorial Intervenção. Lisboa, 1975, 156 págs. B.

    “No dia 25 de Abril de 1974 aconteceu em Portugal uma Revolução de Flores. Sem um tiro, um governo podre caiu. A cidade, o País inteiro, encheu-se inesperadamente de flores. Milhões de cravos vermelhos, brancos, cor de rosa.

    “No dia 26 de Abril um grupo de oficiais começou a trair a pureza da Revolução. As flores começaram a ser espezinhadas sem ninguém se aperceber. Apenas o Partido Comunista sabia o que estava acontecendo.

    “É a isto que o Autor chama o equívoco do 25 de Abril.

    📝 Assinatura de posse.

  • Ensaio do Homem de Ernst Cassirer

    Ensaio do Homem

    Ernst Cassirer

    7,00 

    Ensaio do Homem de Ernst Cassirer
    Guimarães Editores. Lisboa, 1960, 380 págs. B.

    I PARTE – QUE É O HOMEM?

    1. A Crise do Auto conhecimento do Homem
    2. Uma chave para a Natureza do Homem:
    o Símbolo
    3. Das reações Animais às Respostas Humanas
    4. O Mundo Humano do Espaço e do Tempo
    5. Factos e Ideais

    II PARTE – O HOMEM E A CULTURA

    6. A Definição do homem em Termos de Cul-
    tura Humana
    7. O Mito e a Religião
    8. A Linguagem
    9. A Arte
    10. A História
    11. A Ciência
    12. Resumo e Conclusão

    📝 Assinatura de posse.

  • Eça de Queirós de João Gaspar Simões

    Eça de Queirós

    João Gaspar Simões

    5,00 

    Eça de Queirós de João Gaspar Simões
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1978, 150 págs. E.
    Colecção: Conhecer

    Eça de Queirós (1845-1900) foi um dos maiores romancistas portugueses e principal representante do Realismo. Nascido na Póvoa de Varzim, destacou-se pela crítica à sociedade, à burguesia e ao clero. Diplomata de carreira, escreveu obras marcantes como O Crime do Padre Amaro, O Primo Basílio e Os Maias, renovando profundamente a literatura portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.