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Fernando Mão de Ferro
7,50 €
Garrett às Portas do Milénio de Fernando Mão de Ferro [Dir.].
Edições Colibri. Lisboa, 2002, 239 págs. B.
Estas minhas interessantes viagens hão-de ser uma obra–prima, erudita, brilhante de pensamentos novos, uma coisa digna do século. Preciso de o dizer ao leitor, para que ele esteja prevenido; não cuide que são quaisquer dessas rabiscaduras da moda que, com o título de Impressões de Viagem, ou outro que tal, fatigam as imprensas da Europa sem nenhum proveito da ciência e do adiantamento da espécie.
(…)
Hoje o mundo é uma vasta barataria, em que domina el-rei Sancho.
Depois há-de vir D. Quixote.
O senso comum virá para o milénio: reinado dos filhos de Deus! Está prometido nas divinas promessas…
Almeida Garrett, Viagens na minha Terra, Capítulo II
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Victor. J. Mendes
7,00 €
Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra de Victor. J. Mendes.
Cosmos. Lisboa, 185 págs. B.
Será magra consolação que o modelo das Viagens na Minha Terra, mais que o Tristram Shandy, fossem os escritos de Xavier de Maistre.
O maior motivo de interesse do livro de Victor J. Mendes é sugerir uma descrição alternativa das Viagens na Minha Terra que, se for verdadeira, as torna precursoras de O Sentimento dum Ocidental, de Cesário Verde, mais do que epigonais em relação ao Voyage autour de ma chambre.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Bernardo Santareno
15,00 €
CHESTER, 6-5-66 — Ian Brady e Myra Hindley, os amantes diabólicos, foram condenados a prisão perpétua, findo o seu julgamento, iniciado a 19 de Abril, no tribunal de Chester. Acusados de terem assassinado Edward Evans, de 17 anos, Lesley Ann Downey, de 10 e John Kilbride, de 12, sempre negaram a sua culpabilidade. O júri reconheceu Brady culpado dos três crimes e Myra Hindley culpada dos dois primeiros e cúmplice do terceiro… O Juiz, ao ler a sentença, acentuou ter sido este um dos processos mais atrozes da história e que os dois acusados tinham sido reconhecidos como culpados das mortes cruéis executadas a sangue frio… Diário de Notícias 7-5-66 Foi com base nesta notícia de um dos mais terríveis casos de assassínios em série da história do Reino Unido que Bernardo Santareno criou um dos mais brilhantes e violentos textos da sua carreira. Passado integralmente numa sala de tribunal onde decorre o julgamento de um casal de assassinos, cujos actos assumem contornos diabólicos, que o autor transmuta em figuras da mitologia, esta é, porventura, a mais acutilante obra de Santareno, na qual tudo é posto em causa: ética, moral, justiça, a própria essência do bem e do mal… Publicado em 1967, O Inferno marcou a transição da produção literária de Santareno a caminho de um cada vez mais activo intervencionismo social.
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Ruy Belo
30,00 €
Toda a Terra (1976) pode ser lido como uma síntese magistral do percurso de Ruy Belo na poesia portuguesa: aqui, estão manifestos os seus motivos recorrentes – o sentimento de exílio, o mar, a experiência religiosa – impressos em poemas longos, de grande fôlego, que percorrem uma biografia entre as geografias que organizam tematicamente o…
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J. Vieira Natividade
10,00 €
Pomar Ribatejano: Anseios, Realidades, Possibilidades de J. Vieira Natividade.
Ministério da Economia. Lisboa, 1966, 35 págs. B.
“No auto da Barca do Purgatório, de mestre Gil Vicente, o Lavrador, certo de haver ganho por seus trabalhos e suores, sua humildade e virtude, a celeste bem-aventurança, espera confiado, junto à margem da ribeira, a merecida glória de entrar na barca do Paraíso; porém, o Anjo, arrais do Céu, desconfiado e matreiro, e talvez entendido em política agrária, condena-o a ficar no Purgatório a fim de remir pecados que o pobre lavrador julga não ter cometido (…). Quinhentos anos passaram, e a voz do lavrador tornou-se hoje mais amarga e triste. Em vez do Paraíso com que sempre sonhou, ou do Purgatório a que o arrais do Céu o condenara, o lavrador desconfia que veio a pôr os pés, por artes do Demónio, na própria barca do Inferno!
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José Barata
7,50 €
Discurso proferido pelo Exmo. Sr. Dr. José Barata, na sessão solene de 14 de Março de 1936, no Liceu de Sá da Bandeira, em comemoração da tomada de Santarém aos Muçulmanos.
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Almeida Garrett
3,50 €
Mas sei que as presentes Folhas Caidas representam o estado de alma do poeta nas variadas, incertas e vacilantes oscilações do espirito que, tendendo ao seu fim único, a posse do Ideal, ora pensa tê-lo alcançado, ora estar a ponto de chegar a ele – ora ri amargamente porque reconhece o seu engano ora se…
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Octávio da Silva Paes Mendes
6,00 €
A Cidade e o Concelho; A História e o Património; A Cultura e o Turismo; O Comércio e a Indústria; A Educação e a Saúde; A Agricultura; Os Serviços; Diversos.
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Virgílio Arruda
25,00 €
Itinerários Sentimentais de Virgílio Arruda.
Gráfica Almondina. Santarém, 1974, 617 págs. B. Il.
I – Pela Costa Azul
II – Itália Mater
III – Serenata Andaluza
IV – Os Milénios de Toledo
V – Madrid
VI – Nos Algarves d’Além-Mar
VII – Na Terra-Mãe da Saudade
VIII – Nas Astúrias
IX – Nas Baleares
X – Em Paris
XI – Na Escandinávia
XII – O Regresso ao Lar
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Reis Brasil
7,00 €
Antero Vate da Humanidade de Reis Brasil.
Tipografia Escolar. Santarém, 1956, 74 págs. B.
O presente trabalho não é mais do que uma Conferência pronunciada na Associação Aca- démica de Santarém. Em face disto enferma dos vícios inerentes a qualquer conferência. A necessidade de sintetizar obriga a muitas lacunas, que brevemente o autor pensa preencher, publicando um livro em que se note a personalidade anteriana nas suas variadas e múltiplas facetas. Para uma melhor compreensão do conteúdo da conferência fazemo-la preceder da célebre carta de tipo autobiográfico com que foi publicada a tradução alemã dos sonetos de Antero de Quental. A carta é dirigida a Guilherme Storck.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.
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Guilherme D' Azevedo
7,50 €
A Alma Nova de Guilherme D’ Azevedo.
Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1981, 122 págs. B.
Guilherme de Azevedo (1839-1882), jornalista e poeta de Santarém, destacou-se pela ligação à “geração de 70”, pelo combate polémico nas “Conferências do Casino” e pela colaboração em jornais e no Álbum das Glórias com Bordalo Pinheiro. A sua obra A Alma Nova (1874) marcou uma viragem modernista, aproximando-o de Cesário Verde e conquistando elogios de Antero e Camilo. Teófilo Braga chegou a vê-lo como o verdadeiro representante da poesia moderna.
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Caiel
40,00 €
Madame Renan de Caiel.
Imprensa Nacional. Lisboa, 1896, 696 págs. B.
Alice Evelina Pestana Coelho foi uma escritora, jornalista, pedagoga, feminista e pacifista de grande cultura, dominando vários idiomas e escrevendo em inglês, francês, espanhol e português. Colaborou em diversas publicações sob pseudónimos como Célia Elevani e Caïel. Em 1888, viajou para a Europa em missão governamental para estudar o ensino secundário feminino, e em 1892 defendeu a educação das mulheres como essencial para uma sociedade democrática. Fundou a Liga Portuguesa da Paz em 1899 e representou-a na Conferência da Paz de Haia. Mudou-se para Madrid em 1901, onde lecionou e colaborou com grandes intelectuais da época.
📕 1ª Edição.
📖 Exemplar por abrir
❗ Caiel é o pseudónimo de Alice Evelina Pestana Coelho.
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B. Gonçalves Neto
10,00 €
Conferência proferida na Escola de Regentes Agrícolas de Santarém. Ensaio sobre as cantigas de amigo “pastorelas”, “barcarolas”, “serranilhas”
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Almeida Garrett
10,00 €
Viagens na Minha Terra de Almeida Garrett.
Editorial Verbo. Lisboa, 1983, 255 págs. E. Il.
📷 Ilustrado Lima de Freitas
Esta é a odisseia que Almeida Garrett fez pelas terras do seu país. Aí visitou as ruas e os cafés, as igrejas e os túmulos, ouvindo pelo caminho uma história de amor em tempos de guerra, vivida por Carlos, que luta pelos liberais, e sua prima, Joaninha, a menina dos rouxinóis. Neste impressionante relato sem igual na história da literatura portuguesa, o autor não deixa dúvida sobre os seus intentos: «protesto que de quanto vir e ouvir, de quanto eu pensar e sentir se há-de fazer crónica». Quanto tempo permeia então uma ida de Lisboa a Santarém? Quanto tempo baste para se percorrer uma e outra vez as Viagens na Minha Terra. Publicado em volume em 1846, com este texto Almeida Garrett desenhou não só uma deambulação entre as duas cidades portuguesas, mas pelo Portugal dos homens e das ideias do século XIX.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.