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  • Serranos Campinos e Bairrões

    Serranos Campinos e Bairrões

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Serranos Campinos e Bairrões: Etnografia e Falares do Ribatejo de Luís Duarte Melo [et al.].
    Ed. Autor. Alcanede, 2023, 649 págs. B.

    Uma visita ao quotidiano da alma ribatejana, por intermédio da língua portuguesa na boca do povo – um poderoso meio de mundividêncía e coesão social, que Frazão promove a precioso reduto de vocábulos e modos de dizer, próximos dos clássicos, por vezes crus, mas propositados e entendidos por toda a gente, que urgia fixar antes que passassem ao rol dos esquecidos.

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  • Santarém! Santarém!

    Santarém! Santarém!

    Virgílio Arruda

    10,00 

    De Santarém viria a falar, mais tarde, como nenhum outro cronista, esse que tem sido apelidado de príncipe perfeito da prosa portuguesa e viria a ser o cronista da Ordem de S. Domingos. De todo o cabimento me parece a inserção do que os frades viram nesta vila que foi sua paragem dilecta, essa Santarém…

  • Santa Misericórdia de Alcanede

    Santa Misericórdia de Alcanede

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Santa Misericórdia de Alcanede: Memória e Identidade de Luís Duarte Melo.
    Ed. Autor. Alcanede, 2020, 167 págs. B.

    A leitura deste livro permite revisitar o que foi a vida humana na vila e em terras de Alcanede, fornecendo abundantes pormenores relevantes acerca do percurso, funcionamento, êxitos e dificuldades da sua Santa Casa da Misericórdia, em contexto nacional e distrital, particularmente nos séculos XIX e XX. Em duzentos anos, muito foi feito, desfeito e refeito em Alcanede, conduzindo-nos este livro até à atualidade, valorizando as outras confrarias e irmandades existentes e o património religioso com especial significado

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  • Nova Monografia de Alcanede de Luís Duarte Melo

    Nova Monografia de Alcanede

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Nova Monografia de Alcanede de Luís Duarte Melo.
    Ed. Autor. Alcanede, 2005, 205 págs. B.

    Há muitos anos que os autores da presente monografia tiveram acesso à Notícia Histórica e Topográfica da Vila de Alcanede, composta em 1726 pelo fidalgo Simão Froes de Lemos. Já a mesma servira de base ao Senhor Armando da Silva Duarte para a Monografia de Alcanede, que o avô materno dos dois autores lançara ao prelo no ano de 1936. Pode-se considerar esse texto a primeira fonte escrita sobre as antiguidades da Vila, como o fez o Senhor Joaquim Vale Cruz na sua excelente pesquisa sobre a Vila de Alcanede, publicada em Santarém no ano de 1993. Todas as noticias sobre o passado da Vila beberam nesta fonte primeva acerca da qual e do seu autor quase tudo se ignorava

  • Liceu de Santarém

    Liceu de Santarém

    Clara Freire da Cruz

    7,50 

    Liceu de Santarém: Uma Escola com 160 Anos Vida de Clara Freire da Cruz.
    Escola Secundária de Sá da Bandeira. Santarém, 2003, 129 págs. B.

    A comemoração dos 160 anos do Liceu transpõe para a comunidade a “alma” da escola, procurando divulgar o pulsar, o sentir de todos os indivíduos que, em diferentes momentos históricos, souberam perpetuar a memória desta casa. Neste contexto festivo, integra-se este livro que, para além de recuperar uma parte substancial das memórias escritas e orais da instituição, procura construir a sua história. Este contributo representa uma leitura possível, do muito que nos foi dado a conhecer, não só do acervo do Liceu, mas também do clima relacional envolvente, das empatias que se foram construindo ao longo dos anos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Itinerário de Luiza Andaluz

    Itinerário de Luiza Andaluz

    Maria Fernanda Tavares

    8,00 

    Itinerário de Luiza Andaluz de Maria Fernanda Tavares.
    Servas de Nossa Senhora de Fátima. Lisboa, 1997, 263 págs. B.

    Coragem e Confiança!

    Coragem para enfrentar com calma e sem desânimos os deveres e as dificuldades de cada dia;

    Confiança para trilhar sem receio o caminho traçado, certos de que Deus é bom, ama-nos, tudo pode e nunca falta a quem n’Ele confia!

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Feira, a Preto e Branco, A

    Feira, a Preto e Branco, A

    José Niza

    20,00 

    A Feira, a Preto e Branco de José Niza.
    Prime Books. Lisboa,  2008, 196 págs. E. Il.
    👨🏻‍🎨Fotografia Diniz Ferreira

    Este livro conta a história de uma Feira que já não existe tal qual ela era. Ou que existe apenas nas memórias antigas daqueles que a viveram. São memórias reveladas pelas centenas de imagens da câmara de Diniz Ferreira, o repórter do quotidiano de Santarém ao longo de décadas. E também de José Niza e da sua vida vivida na Santarém dos anos 50. Fusão de imagens com palavras. Fusão de linguagens de uma máquina fotográfica com as de uma caneta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónica da Igreja de Alcanede

    Crónica da Igreja de Alcanede

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Crónica da Igreja de Alcanede de Luís Duarte Melo.
    Ed. Autor. Alcanede, 2022, 406 págs. B. Il.

    Na génese desta obra esteve a ideia de inventariar e valorizar o património artístico-religioso da freguesia de Alcanede e o desejo do autor em contribuir para os trabalhos de reabilitação da sua igreja-mãe, numa altura em que a paróquia promovia a campanha Eu Sou Matriz para os financiar.

     

    Da igreja, na sua aceção de edifício, a investigação alargou-se ao seu significado mais amplo de conjunto de moradores de uma circunscrição territorial, ligados pelo cristianismo e reunidos em torno de um templo sob liderança de um presbítero local.

     

    A informação agora publicada evidencia a centralidade da igreja matriz e das ermidas dos lugares da freguesia de Alcanede como agregadores históricos das respetivas comunidades, aproximando-nos do melhor conhecimento das vivências das populações na sua permanente busca de sentido e nos respetivos contextos temporais.

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  • Camoniana da Biblioteca Municipal de Santarém

    Camoniana da Biblioteca Municipal de Santarém

    Bertino Coelho Martins

    7,50 

    Camoniana da Biblioteca Municipal de Santarém de Bertino Coelho Martins.
    Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 1980. B.

    Apresentamos ao público a “Camoniana” da Biblioteca Municipal de Santarém, participando assim nas Comemorações do IV Centenário da Morte de Luiz Vaz de Camões. Simultâneamente, comemora-se o I Século de vida da Biblioteca “Camões” a primeira biblioteca pública da cidade inaugurada com grande pompa no primeiro dia das festividades do tricentenário da morte do épico, celebrado com grande relevo, como se pode verificar na “Acta da Sessão Extraordinária da Câmara Municipal de Santarém, de 13 de Junho de 1880”.

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  • Sinais e os Sentidos: Literatura Portuguesa do Século XX

    Sinais e os Sentidos: Literatura Portuguesa do Século XX

    Óscar Lopes

    8,00 

    Estudos sobre: Jaime Cortesão; Fernando Pessoa; Carlos Selvagem; Ferreira de Castro; Vitorino Nemésio; Alves Redol; Manuel Tiago; Vergílio Ferreira; Fernando Namora; Sophia de Mello Breyner Andresen; Jorge de Sena; Maria Judite de Carvalho; Egito Gonçalves; Agustina Bessa Luís; José Saramago; Urbano Tavares Rodrigues; António Ramos Rosa; Bernardo Santareno; José Cardoso Pires; Augusto Abelaira e Almeida…

  • Garrett às Portas do Milénio

    Garrett às Portas do Milénio

    Fernando Mão de Ferro

    7,50 

    Garrett às Portas do Milénio de Fernando Mão de Ferro [Dir.].
    Edições Colibri. Lisboa, 2002, 239 págs. B.

    Estas minhas interessantes viagens hão-de ser uma obra–prima, erudita, brilhante de pensamentos novos, uma coisa digna do século. Preciso de o dizer ao leitor, para que ele esteja prevenido; não cuide que são quaisquer dessas rabiscaduras da moda que, com o título de Impressões de Viagem, ou outro que tal, fatigam as imprensas da Europa sem nenhum proveito da ciência e do adiantamento da espécie.
    (…)
    Hoje o mundo é uma vasta barataria, em que domina el-rei Sancho.

    Depois há-de vir D. Quixote.

    O senso comum virá para o milénio: reinado dos filhos de Deus! Está prometido nas divinas promessas…

    Almeida Garrett, Viagens na minha Terra, Capítulo II

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  • Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra

    Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra

    Victor. J. Mendes

    7,00 

    Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra de Victor. J. Mendes.
    Cosmos. Lisboa, 185 págs. B.

    Será magra consolação que o modelo das Viagens na Minha Terra, mais que o Tristram Shandy, fossem os escritos de Xavier de Maistre.

    O maior motivo de interesse do livro de Victor J. Mendes é sugerir uma descrição alternativa das Viagens na Minha Terra que, se for verdadeira, as torna precursoras de O Sentimento dum Ocidental, de Cesário Verde, mais do que epigonais em relação ao Voyage autour de ma chambre.

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  • O Inferno de Bernardo Santareno

    Inferno, O

    Bernardo Santareno

    15,00 

    CHESTER, 6-5-66 — Ian Brady e Myra Hindley, os amantes diabólicos, foram condenados a prisão perpétua, findo o seu julgamento, iniciado a 19 de Abril, no tribunal de Chester. Acusados de terem assassinado Edward Evans, de 17 anos, Lesley Ann Downey, de 10 e John Kilbride, de 12, sempre negaram a sua culpabilidade. O júri reconheceu Brady culpado dos três crimes e Myra Hindley culpada dos dois primeiros e cúmplice do terceiro… O Juiz, ao ler a sentença, acentuou ter sido este um dos processos mais atrozes da história e que os dois acusados tinham sido reconhecidos como culpados das mortes cruéis executadas a sangue frio… Diário de Notícias 7-5-66 Foi com base nesta notícia de um dos mais terríveis casos de assassínios em série da história do Reino Unido que Bernardo Santareno criou um dos mais brilhantes e violentos textos da sua carreira. Passado integralmente numa sala de tribunal onde decorre o julgamento de um casal de assassinos, cujos actos assumem contornos diabólicos, que o autor transmuta em figuras da mitologia, esta é, porventura, a mais acutilante obra de Santareno, na qual tudo é posto em causa: ética, moral, justiça, a própria essência do bem e do mal… Publicado em 1967, O Inferno marcou a transição da produção literária de Santareno a caminho de um cada vez mais activo intervencionismo social.

  • Toda a Terra de Ruy Belo

    Toda a Terra

    Ruy Belo

    30,00 

    Toda a Terra (1976) pode ser lido como uma síntese magistral do percurso de Ruy Belo na poesia portuguesa: aqui, estão manifestos os seus motivos recorrentes – o sentimento de exílio, o mar, a experiência religiosa – impressos em poemas longos, de grande fôlego, que percorrem uma biografia entre as geografias que organizam tematicamente o…

  • Pomar Ribatejano

    Pomar Ribatejano

    J. Vieira Natividade

    10,00 

    Pomar Ribatejano: Anseios, Realidades, Possibilidades de J. Vieira Natividade.
    Ministério da Economia. Lisboa, 1966, 35 págs. B.

    “No auto da Barca do Purgatório, de mestre Gil Vicente, o Lavrador, certo de haver ganho por seus trabalhos e suores, sua humildade e virtude, a celeste bem-aventurança, espera confiado, junto à margem da ribeira, a merecida glória de entrar na barca do Paraíso; porém, o Anjo, arrais do Céu, desconfiado e matreiro, e talvez entendido em política agrária, condena-o a ficar no Purgatório a fim de remir pecados que o pobre lavrador julga não ter cometido (…). Quinhentos anos passaram, e a voz do lavrador tornou-se hoje mais amarga e triste. Em vez do Paraíso com que sempre sonhou, ou do Purgatório a que o arrais do Céu o condenara, o lavrador desconfia que veio a pôr os pés, por artes do Demónio, na própria barca do Inferno!

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Traição e Pátria de José Barata

    Traição e Pátria

    José Barata

    7,50 

    Discurso proferido pelo Exmo. Sr. Dr. José Barata, na sessão solene de 14 de Março de 1936, no Liceu de Sá da Bandeira, em comemoração da tomada de Santarém aos Muçulmanos.