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  • Folhas Caídas de Almeida Garrett

    Folhas Caídas

    Almeida Garrett

    3,50 

    Mas sei que as presentes Folhas Caidas representam o estado de alma do poeta nas variadas, incertas e vacilantes oscilações do espirito que, tendendo ao seu fim único, a posse do Ideal, ora pensa tê-lo alcançado, ora estar a ponto de chegar a ele – ora ri amargamente porque reconhece o seu engano ora se…

  • Itinerários Sentimentais

    Itinerários Sentimentais

    Virgílio Arruda

    25,00 

    Itinerários Sentimentais de Virgílio Arruda.
    Gráfica Almondina. Santarém, 1974, 617 págs. B. Il.

    I – Pela Costa Azul
    II – Itália Mater
    III – Serenata Andaluza
    IV – Os Milénios de Toledo
    V – Madrid
    VI – Nos Algarves d’Além-Mar
    VII – Na Terra-Mãe da Saudade
    VIII – Nas Astúrias
    IX – Nas Baleares
    X – Em Paris
    XI – Na Escandinávia
    XII – O Regresso ao Lar

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Antero Vate da Humanidade

    Antero Vate da Humanidade

    Reis Brasil

    7,00 

    Antero Vate da Humanidade de Reis Brasil.
    Tipografia Escolar. Santarém, 1956, 74 págs. B.

    O presente trabalho não é mais do que uma Conferência pronunciada na Associação Aca- démica de Santarém. Em face disto enferma dos vícios inerentes a qualquer conferência. A necessidade de sintetizar obriga a muitas lacunas, que brevemente o autor pensa preencher, publicando um livro em que se note a personalidade anteriana nas suas variadas e múltiplas facetas. Para uma melhor compreensão do conteúdo da conferência fazemo-la preceder da célebre carta de tipo autobiográfico com que foi publicada a tradução alemã dos sonetos de Antero de Quental. A carta é dirigida a Guilherme Storck.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Alma Nova, A

    Alma Nova, A

    Guilherme D' Azevedo

    7,50 

    A Alma Nova de Guilherme D’ Azevedo.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1981, 122 págs. B.

    Guilherme de Azevedo (1839-1882), jornalista e poeta de Santarém, destacou-se pela ligação à “geração de 70”, pelo combate polémico nas “Conferências do Casino” e pela colaboração em jornais e no Álbum das Glórias com Bordalo Pinheiro. A sua obra A Alma Nova (1874) marcou uma viragem modernista, aproximando-o de Cesário Verde e conquistando elogios de Antero e Camilo. Teófilo Braga chegou a vê-lo como o verdadeiro representante da poesia moderna.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Madame Renan de Caiel

    Madame Renan

    Caiel

    40,00 

    Madame Renan de Caiel.
    Imprensa Nacional. Lisboa, 1896, 696 págs. B.

    Alice Evelina Pestana Coelho foi uma escritora, jornalista, pedagoga, feminista e pacifista de grande cultura, dominando vários idiomas e escrevendo em inglês, francês, espanhol e português. Colaborou em diversas publicações sob pseudónimos como Célia Elevani e Caïel. Em 1888, viajou para a Europa em missão governamental para estudar o ensino secundário feminino, e em 1892 defendeu a educação das mulheres como essencial para uma sociedade democrática. Fundou a Liga Portuguesa da Paz em 1899 e representou-a na Conferência da Paz de Haia. Mudou-se para Madrid em 1901, onde lecionou e colaborou com grandes intelectuais da época.

    📕 1ª Edição.
    📖  Exemplar por abrir
    Caiel é o pseudónimo de Alice Evelina Pestana Coelho.

  • Poesia da Terra de B. Gonçalves Neto

    Poesia da Terra

    B. Gonçalves Neto

    10,00 

    Conferência proferida na Escola de Regentes Agrícolas de Santarém. Ensaio sobre as cantigas de amigo “pastorelas”, “barcarolas”, “serranilhas”

  • Viagens na Minha Terra

    Viagens na Minha Terra

    Almeida Garrett

    10,00 

    Viagens na Minha Terra de Almeida Garrett.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1983, 255 págs. E. Il.
    📷 Ilustrado Lima de Freitas

    Esta é a odisseia que Almeida Garrett fez pelas terras do seu país. Aí visitou as ruas e os cafés, as igrejas e os túmulos, ouvindo pelo caminho uma história de amor em tempos de guerra, vivida por Carlos, que luta pelos liberais, e sua prima, Joaninha, a menina dos rouxinóis. Neste impressionante relato sem igual na história da literatura portuguesa, o autor não deixa dúvida sobre os seus intentos: «protesto que de quanto vir e ouvir, de quanto eu pensar e sentir se há-de fazer crónica». Quanto tempo permeia então uma ida de Lisboa a Santarém? Quanto tempo baste para se percorrer uma e outra vez as Viagens na Minha Terra. Publicado em volume em 1846, com este texto Almeida Garrett desenhou não só uma deambulação entre as duas cidades portuguesas, mas pelo Portugal dos homens e das ideias do século XIX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.