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  • XXII Feira Nacional de Agricultura

    XXII Feira Nacional de Agricultura

    Conceição Maria Coelho da Cruz

    10,00 

    XXII Feira Nacional de Agricultura de Conceição Maria Coelho da Cruz. Feira Nacional de Agricultura. Santarém, 1985. Mole. 2 vols.

    Programa da XXII Feira Nacional de Agricultura e XXII Feira do Ribatejo, certame que ocorreu entre os dias 6 a 16 de Junho de 1985, acompanha o volume Departamento Técnico Regulamentos e Programa.

    A valorização da Agricultura é um objectivo de interesse nacional para o qual a Feira Nacional de Agricultura tem vindo a prestar ao longo de muitos anos uma inestimável contribuição que justifica o respeito, o estímulo e o agradecimento público do Ministro da Agricultura.

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  • XXI Feira Nacional de Agricultura

    XXI Feira Nacional de Agricultura

    Ladislau Teles Botas

    7,50 

    XXI Feira Nacional de Agricultura de Ladislau Teles Botas.
    Feira Nacional de Agricultura. Santarém, 1984. B.

    Programa da XXI Feira Nacional de Agricultura e XXXI Feira do Ribatejo, certame que ocorreu entre os dias 1 a 10 de Junho de 1984.

    Ao elaborar-se o presente catálogo oficial, celebra-se a trigésima primeira edição da FEIRA DO RIBATEJO e, simultaneamente, a vigésima primeira realização da FEIRA NACIONAL DE AGRICULTURA.

    Simbiose apetecida e tão ambicionada que espelha o desenvolvimento ascendente nos sectores especificos Agro-Pecuário, Industrial e Comercial, com reflexos altamente positivos na vida económica de Portugal!…

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  • X Feira Nacional de Agricultura

    X Feira Nacional de Agricultura

    Celestino da Graça

    10,00 

    X Feira Nacional de Agricultura de Celestino da Graça.
    Feira Nacional de Agricultura. Santarém, 1973. B.

    Programa da X Feira Nacional de Agricultura e XX Feira do Ribatejo, certame que ocorreu entre os dias 3 a 17 de Junho de 1973.

     

    Marco indesmentível da validade de uma região que a todos traz, em cada ano, uma consoladora oportunidade de se apreciarem e louvarem os frutos de um trabalho probo, ordenado e consciente, em cântico de exaltação ao progresso de toda a grei.

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  • Relatório do Presidente da Direcção das Actividades da Associação das Famílias dos Alunos do Liceu de Tomar

    Relatório do Presidente da Direcção das Actividades da Associação das Famílias dos Alunos do Liceu de Tomar

    Mário Marques de Andrade.

    7,50 

    Deus queira que a Associação através da sua Direcção tenha conseguido interessar os alunos e as suas fanílias no labor educativo que no liceu se realiza, pois, a Direcção colaborou o melhor que lhe foi possível com todos e en especial com o Snr Vice-Reitor e Corpo Docente a quem mais uma vez apresentamos os…

  • Portugal Património: Santarém - Setúbal de Álvaro Duarte de Almeida

    Portugal Património: Santarém – Setúbal

    Álvaro Duarte de Almeida

    10,00 

    Esta obra organiza-se em 10 volumes. A divisão do território em zonas não adoptou a tradicional divisão administrativa (em concelhos e distritos) ou a das «regiões naturais», também frequentemente seguida. Essas divi sões do território têm sido objecto de constantes varia ções, pelo que se revelam instáveis. Nos diferentes vo lumes, e, dentro de cada…

  • Poesias Castelhanhas de Camões (86) (1)

    Poesias Castelhanhas de Camões

    Vasco Graça Moura

    7,00 

    Poesias Castelhanhas de Camões de Vasco Graça Moura [trad.].
    Babel. Lisboa, 2010, 71 págs. B.

    O volume reúne a produção poética de Luís de Camões escrita na língua castelhana. A publicação disponibiliza estas composições em edição autónoma. O trabalho de tradução e o texto introdutório pertencem a Vasco Graça Moura. O livro apresenta o diálogo entre a lírica camoniana e a tradição literária peninsular do Renascimento

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  • Mestres e Escolares de Santarém e seu Termo nas Universidades Europeias do Renascimento

    Mestres e Escolares de Santarém e seu Termo nas Universidades Europeias do Renascimento

    Virgílio Arruda

    7,00 

    Mestres e Escolares de Santarém e seu Termo nas Universidades Europeias do Renascimento de  Virgílio Arruda.
    Academia Portuguesa de História. Lisboa, 1982. B.

    Não se compadece a modéstica deste trabalho, – no seu acanhado âmbito provincial, – das pretensões daquela panorâmica, aliás bem tentadora, quanto à nossa propensão para ir além-fronteiras em demanda do Graal, ou seja dos frutos da árvore da Ciência. Temos efectivamente de reconhecer que, desde bem cedo, as tendências e preocupações do saber humano ultrapassaram as nossas lides fronteiriças.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Lusíadas de Luís de Camões

    Lusíadas de Luís de Camões

    Manuel dos Santos Alves

    7,00 

    Os Lusíadas de Luís de Camões: Dicionário, Síntese, Comentários de Manuel dos Santos Alves.
    Ed. Autor. Viseu, 1973, 307 págs. B.

    As estâncias dos Lusíadas constituem pretexto de análise, desde que se atribua ao conceito estudante o sentido lato.

    A fundamentação dos comentários gramaticais, que porventura não pareçam evidentes, cabe ao professor e depois ao aluno que, pela reflexão dos seus ensinamentos e pelo estudo da «Gramática», poderá adquirir certo domínio da língua.

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  • Lírica de Camões 2 - Sonetos (Tomo I) de Leodegário A de Azevedo Filho

    Lírica de Camões 2 – Sonetos (Tomo I)

    Leodegário A de Azevedo Filho

    7,00 

    A lingua portuguesa é parte grande da herança cultu ral que os portugueses e luso-descendentes nos transmitiram ao longo de três séculos. Difundiu-se e criou raizes em todas as latitudes de nosso território, generalizou-se verticalmente, tornando-se o instrumento de comunicação entre as camadas sociais dos mais variados niveis. De tal maneira se arraigou na alma…

  • Flor do Lotus, A

    Flor do Lotus, A

    Virgílio Arruda

    7,50 

    A Flor do Lotus de  Virgílio Arruda.
    Ed. Autor. 1980, 54, B.

    Não são mais estas páginas que um capítulo desgarrado daqueles «Itinerários Sentimentais» que um dia per corremos juntos, todos eles, de certa maneira, capítulos da nossa vida comum, no que ela sempre teve de preocupação construtiva. Alinhadas depois do que até então ficou escrito, coloco hoje nas tuas mãos estas divagações sobre aquela. civilização milenária que então nos foi dado conhecer. É como se tivesse presente aqueles obeliscos que por esse Vale do Nilo encontramos aos pares, e se conservam diante dos templos, exprimindo sentimentos perduráveis, resumindo nas suas inscrições o que, porventura, alguém tivesse feito em prol do comum.

  • Fertilidade e Labor na Lezíria Ribatejana

    Fertilidade e Labor na Lezíria Ribatejana

    Aurélio Lopes

    7,50 

    Fertilidade e Labor na Lezíria Ribatejana de Aurélio Lopes.
    Ed. Autor. Alpiarça, 2001, 87 págs. B.

    Há a meio do país uma larga faixa de terra que tem o Tejo por referência, tanto física como cultural, cujas gentes se habituaram, pelos séculos adiante, a organizar a sua vida e o seu universo simbólico essencialmente em função dele, do seu curso, do seu regime de cheias, do que dá e do que leva.

    Chamam a essa terra Ribatejo e o nome, por força dos elementos que o compõem e das imagens que dele fomos construindo, lembra de imediato o campo da Borda d’Agua, os terrenos de aluvião, a vastidão da lezíria, homens, cavalos e toiros. Esse é o Ribatejo mais rico, falando de agricultura, e é dele que trata o livro que agora temos em mãos. É bom, contudo, ter presente que Ribatejo é mais que campo, é também bairro e charneca, de um lado e doutro do rio, o ondulado dos vinhedos e olivais, salpicado de povoações dispersas, a norte, e a terra pedregosa e pobre, a sul, caminho do Alentejo, floresta a perder de vista, entrecortada pelas ribeiras, onde vivem e trabalham ribatejanos.

    Mas fixemo-nos na lezíria, terra plana e generosa, das mais férteis da Europa, uma dádiva do Tejo que os homens afeiçoaram. Toda a vida ela foi um espaço de atracção e, ao mesmo tempo, de passagem, por ter muito para dar e ser fácil de percorrer. E assim este Ribatejo se foi transformando numa das regiões portuguesas que mais gente acolheu das outras, cadinho onde se fundiram sentires de diversos lados, gaibéus, barrões, serranos, bimbos, avieiros, tudo nomes de gente muito precisada de pão, que aqui veio em busca dele, tirando-o da terra e do rio, vindo e voltando e às vezes por cá ficando.

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  • Dois Excursos Camonianos

    Dois Excursos Camonianos

    Carlos Eduardo de Soveral

    7,00 

    Dois Excursos Camonianos e Duas Notas Lusíadas de Carlos Eduardo de Soveral.
    Hugin Editores. Lisboa, 2002, 103 págs. B.

    A todos aqueles que nesta hora de suprema provação para o espírito lusíada buscam em Camões e na prodigiosa Fidelidade camoniana os alento, inteligência e norte indispensáveis à enérgica continuação da viagem portuguesa.

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  • Comentarios a Camões Vol.1 e 2: Sonetos

    Comentarios a Camões Vol.1 e 2: Sonetos

    Rita Marnoto

    15,00 

    Comentarios a Camões Vol.1 e 2: Sonetos. Rita Marnoto [Coord.].
    Cotovia. Lisboa, 2012, 254 págs. B.

    A Cotovia e o Centro Interuniversitários de Estudos Camonianos lançam os primeiros dois volumes com comentários aos sonetos de Camões:

    “Eu cantarei de amor tão docemente” Maurizio Perugi – “Tanto de mau estado me acho incerto” Rita Marnoto – “Amor é um fogo que arde sem se ver” Rita Marnoto – “Se as penas com que amor tão mal me trata” Roberto Gigliucci – “Transforma-se o amador na cousa amada” Barbara Spiaggiari. Coordenação de Rita Marnoto.

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  • Camões, Poeta pelo Mundo em Pedaços Repartido de Aníbal Pinto Castro

    Camões, Poeta pelo Mundo em Pedaços Repartido

    Aníbal Pinto Castro

    6,00 

    É por estes caminhos que, dando lugar a um permanente fenómeno de recepção crítica e recriativa, mas também a um ininterrupto movimento de hermenêutica cívica, ideológica e até política, ainda quando degenerada em fonte de desvios e interpretações manifestamente erradas, que Camões (e com ele a sua obra!) assume o seu pleno significado na cultura…

  • Camões: Comemoração do Centenário de «Os Lusíadas» de José Filgueira Valderde

    Camões: Comemoração do Centenário de «Os Lusíadas»

    José Filgueira Valderde

    8,00 

    Foi para resgatá-lo do ficheiro morto da Literatura Universal, e trazê-lo ao doce convívio das nossas letras que se escreveu este livro, mero guia para novos leitores de Camões. Ninguém espere encontrar revelações ou novidades nestas páginas. Não é obra de investigação directa nem tem, como hoje se diz, a preocupação de ser exaustiva. Se…

  • Boletim da Junta Geral do Distrito de Santarém de Abel da Silva

    Boletim da Junta Geral do Distrito de Santarém

    Abel da Silva

    20,00 

    Embora, já, sôbre a cabeça das Juntas Gerais dos Distritos. relusa o gládio do futuro Código Administrativo, a Comissão Administrativa da Junta Geral do Distrito de Santarém, na observância do dever a que se obrigou da publicação dos seus Boletins, faz reaparecer um novo número, talvez o último, onde além da parte pròpriamente administrativa sobressae…