A mostrar 977–992 de 1458 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Auto-RetratoAuto-Retrato de João de Melo

    Auto-Retrato

    João de Melo

    2,50 

    Auto-Retrato de João de Melo.
    Editorial Caminho. Alfragide, 2009. B.

    Todos os materiais servem ao poeta:
    o som de um tambor,
    a angústia de uma mulher nua,
    a lembrança de uma utopia.

    A vida deposita, diariamente,
    no altar profano da poesia,
    a sua dádiva generosa:
    estrelas e detritos.
    E tudo a poesia sacrifica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jardins das Paixões Extintas de Álvaro Guerra

    Jardins das Paixões Extintas, No

    Álvaro Guerra

    4,00 

    A Vida como projecto só me fascinou até ao subLimar do imprevisíveL. Não se juLgue que desprezo o futuro, sentimento impossível (até por não ser verdadeiramente um sentimento) e porque ao futuro entregarei sempre o melhor do meu passado. E do meu presente.
    Grande parte deste livro ilustra esta ilusão…

    Última obra do escritor e diplomata, publicada pouco depois da sua morte, “No Jardim das Paixões Extintas” é um romance onde Álvaro Guerra faz uma espécie de balanço de um século que termina, o séc. XX, em que ele viveu, e o século XXI, que está a começar. Um jornalista na casa dos sessenta, que “viveu” o Maio de 68 e a guerra do Vietname, e as mais recentes, pós queda do muro de Berlim (Jugoslávia, Kosovo), encontra-se com as memórias do pai, que participou nas Brigadas Internacionais da Guerra Civil espanhola. Uma geração que lia Hemingway e Malraux, que travou inúmeros combates pela liberdade, num século de ditadores e caudilhos, de guerras mais sangrentas que nunca, que viveu sonhos e desilusões.

  • Bom Crioulo de Adolfo CaminhoBom Crioulo

    Bom Crioulo

    Adolfo Caminho

    6,00 

    Bom Crioulo de Adolfo Caminho.
    Palimpsesto Editora. Lisboa, 2007, 138 págs. B

    Lançado em 1895 no Brasil, e nunca antes publicado em Portugal, é o primeiro romance que, em língua portuguesa, tratou a homossexualidade masculina de maneira literariamente memorável. Narra a paixão de um marinheiro negro, um escravo fugido, por um grumete adolescente e loiro. Recebido com escândalo, na época, é um romance admirável e um clássico absoluto da literatura homoerótica universal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vínculos Eternos de Manuel Ribeiro

    Vínculos Eternos

    Manuel Ribeiro

    10,00 

    Com o seu percurso de anarquista, fundador do Partido Comunista Português e católico democrata, o bejense Manuel Ribeiro foi um dos escritores mais lidos e discutidos em Portugal nos anos 1920. Aborda-se aqui o último romance que ele publicou nessa década, Vínculos Eternos (1929). Conta a história de um revolucionário perseguido e desiludido, que se…

  • Tereza Batista Cansada da Guerra

    Tereza Batista Cansada da Guerra

    Jorge Amado

    3,50 

    Tereza Batista Cansada da Guerra de Jorge Amado.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1975, 475 págs. B.

    Publicado em 1972, Tereza Batista Cansada de Guerra é a história da luta de uma mulher num ambiente quase sempre áspero e hostil, poderosamente hostil. Mundo de sofrimento, miséria e violência que Tereza começa a conhecer muito cedo – primeiro, com a orfandade; segundo, quando é vendida pela tia, ainda menina, a um certo capitão Justo. Sob o açoite do seu dono, ela vai experimentar, à flor da pele e ao fundo de si mesma, o sentido da palavra «servidão». No entanto, apesar de viver desde a infância a privação da liberdade e a crueldade de não ter controlo sobre a própria vida, para Tereza Batista só a alegria é importante. Fortalecida pela consciência do seu valor como mulher, irá usar todo o seu poder de sedução como forma de marcar a sua presença na sociedade, de afirmar a sua força, de dar resposta ao mundo que a oprime.

    A luta de Tereza Batista é a metáfora da luta de milhões de mulheres em todo o mundo, e brota com grande riqueza da narrativa de Jorge Amado, que de novo nos presenteia com uma personagem fascinante: uma mulher cuja personalidade indomável e muitas vezes imprevisível choca com as convenções e se rebela contra o destino que lhe tentam impor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dia dos Prodígios de Lídia JorgeDia dos Prodígios

    Dia dos Prodígios

    Lídia Jorge

    3,50 

    Dia dos Prodígios de Lídia Jorge.
    TV Guia Editora. Lisboa, 1997, 213 págs. B.

    O Dia dos Prodígios (1980), o primeiro romance de Lídia Jorge, foi um importante acontecimento literário, inaugurando uma nova fase, de grande qualidade, na literatura portuguesa. Ocupando um lugar especial na ficção do pós 25 de Abril, este livro único conta-nos a história da coincidência da misteriosa morte de uma cobra numa pequena localidade com a revolução – a comunidade, incapaz de reconhecer a realidade política, adapta a chegada de soldados com cravos nos canos das armas ao seu mundo imaginário mágico-mítico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Príncipe do Mar e o Descobrimento do Mundo de Adolfo Simões Muller

    Príncipe do Mar e o Descobrimento do Mundo

    Adolfo Simões Muller

    6,00 

    Príncipe do Mar e o Descobrimento do Mundo de Adolfo Simões Muller.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1971, 265 págs. B.

    O Príncipe do Mar (que têm agora nas vossa mãos), eu aprendi a ter orgulho do povo a que pertenço – que se meteu à aventura sobre águas desconhecidas, rumo a terras desconhecidas, ouvindo as vozes de então garantir que a linha do horizonte era o fim do mundo, e que para lá do fim do mundo havia só dragões. Mas o infante D. Henrique sabia que nada disso era verdade, que havia muitas terras para lá daquela linha que a nossa vista alcançava, e descobri-las foi o sonho e o trabalho de toda a sua vida.» Alice Vieira

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Solidão de Júpiter de José Maria França Machado

    Solidão de Júpiter

    José Maria França Machado

    6,00 

    “Ó Maria Tabaqueira, onde escondes os cigarros?”, gritavam os rapazes da aldeia respondendo com despeito à certeza que tinham de que aquela jamais lhes passaria pelas mãos. Corriam os mais insidiosos boatos sobre o contrabando de tabaco para fora da fábrica. Só que, da Maria, ninguém vira cigarros. [Excerto]

  • Meu Mundo Não é Deste Reino de João de Melo

    Meu Mundo Não é Deste Reino

    João de Melo

    10,00 

    Meu Mundo Não é Deste Reino de João de Melo.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1983 págs. B.

    Esta narrativa de João de Melo é uma crónica dos prodígios que fazem a história de uma comunidade rural perdida algures nos Açores. Narrativa mítica, sem cronologia, que começa in illo tempore (em português arcaizante) e prossegue seguindo o fio das ocorrências fantásticas (a chuva dos noventa e nove dias, o dia em que os animais choraram, o dia em que se viu a outra face do sol, a morte e ressurreição de João Lázaro) e das vidas de personagens excessivos e arquetípicos (um padre venal, um regedor hercúleo e despótico, um curandeiro e um santo) que povoam um lugar perdido nas brumas do tempo, no outro lado da ilha, progressivamente devolvido à comunicação com o mundo.

    📕 1ª Edição.
    📌 Carimbo

  • Confraria dos Espadas de Rubem FonsecaConfraria dos Espadas

    Confraria dos Espadas

    Rubem Fonseca

    7,00 

    Confraria dos Espadas de Rubem Fonseca.
    Campo das Letras. Porto, 1998, 129 págs. B.

    e um dos maiores escritores brasileiros contemporâneos, Rubem Fonseca (n. 1925, Minas Gerais), chega-nos o volume “A Confraria dos Espadas”, sete contos e uma espécie de peça de teatro, intitulada “À espera de Godard”. A maioria destes contos aborda o tema da morte, quer como uma decisão que pode ser nossa (na história de abertura um homem ajuda mulheres a morrer, com o conhecimento pleno e conscientes do que estão a fazer) ou como coisa imprevista (no conto “A festa” há um convidado que morrer e a senhora da casa decide continuar a festa que tanto trabalho lhe tinha dado a preparar). No conto que dá o título ao livro, “A confraria dos espadas”, um grupo de homens procura o controlo do corpo.

    Uma linguagem afiada, um humor cáustico, agri-doce e certeiro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Angústia para o JantarAngústia para o Jantar

    Angústia para o Jantar

    Luis de Sttau Monteiro

    7,00 

    Angústia para o Jantar de Luis de Sttau Monteiro.
    Edições Ática. Lisboa, 1987, 239 págs. Mole.

    O que levará Gonçalo, um empresário rico e burguês, a encontrar-se para jantar com António, empregado de escritório e pobre, sempre ao dia 15 de cada mês, se nada têm em comum senão terem sido, há mais de 30 anos, colegas no liceu?

    Nunca vi nada que não fosse lógico. Tudo tem uma lógica, muito embora esteja por vezes escondido. É a isso que chamamos o segredo das coisas. O que distingue os homens lúcidos dos inconscientes é que os primeiros procuram descobrir a lógica das coisas, ao passo que os segundos julgam que as coisas surgem por si próprias e procuram, não a sua lógica, mas a sua rima.

    Num texto de grande intensidade dramática, que haveria de revelá-lo como um dos maiores vultos da literatura portuguesa Pós-Guerra, Luís de Sttau Monteiro denuncia, com uma ironia por vezes contundente, o quadro social e político português resultante das condições, e das contradições, impostas pelo Estado Novo.

    📕 9ª Edição.

    Num texto de grande intensidade dramática, que haveria de revelá-lo como um dos maiores vultos da literatura portuguesa Pós-Guerra, Luís de Sttau Monteiro denuncia, com uma ironia por vezes contundente, o quadro social e político português resultante das condições, e das contradições, impostas pelo Estado Novo.

  • Tragédia da Rua das Flores

    Tragédia da Rua das Flores

    Eça de Queiroz

    7,50 

    Tragédia da Rua das Flores de Eça de Queiroz.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 468 págs. E.

    «Era no Teatro da Trindade, representava-se o Barba Azul.»

     

    Este é o cenário em que se inicia a acção de A Tragédia da Rua das Flores, romance de Eça de Queiroz que ele mesmo qualificou como «livro cruel» e que permaneceu inédito durante mais de um século. Escrita entre 1877 e 1878 e apenas publicada em 1980, esta é a história da paixão fatal de Vítor e Genoveva, que Eça acabaria por deixar por corrigir e editar, mas que serviu de ponto de partida para que em 1888 os leitores recebessem aquela que é a sua obra-prima, Os Maias.

    A presente edição de A Tragédia da Rua das Flores recupera e corrige o texto da primeira edição, com fixação e notas de João Medina e A. Campos Matos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Primeiros Poemas

    Primeiros Poemas

    Eugénio de Andrade

    10,00 

    PRIMEIROS POEMAS DE EUGÉNIO DE ANDRADE
    Fundação Eugénio de Andrade. Porto, 1993. 104 págs. B.

    Obra que reúne a produção poética inicial de Eugénio de Andrade, permitindo acompanhar os primeiros passos e a génese da voz lírica de um dos maiores poetas portugueses do século XX. Esta edição da Fundação Eugénio de Andrade resgata os textos inaugurais do autor, marcados pela busca da depuração da palavra, pela musicalidade e pela exaltação dos sentidos e da natureza que viriam a definir toda a sua criação literária. Um volume essencial para compreender a evolução e a maturidade de uma das obras mais marcantes da poesia contemporânea.

    ──────────────────
    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 300g
    ──────────────────

  • Polícias Sem História de Francisco Moita Flores

    Polícias Sem História

    Francisco Moita Flores

    6,00 

    Polícias Sem História de Francisco Moita Flores.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1996, 166 págs. B.

    Um olhar irónico sobre a vida do ponto de vista dos polícias e não só…

     

    Teve o direito a votar e votou. O direito de comprar o carro a prestações e comprou. A adquirir casa com o juro bonificado e adquiriu. A ir ao médico e escolher se queria consulta com recibo verde e escolheu. Mas, sublimidade de todas as coisas sublimes, teve direito ao protesto e não protestou. A fazer greve e não fez. A revoltar-se contra a arrogância e preferiu o silêncio. A reagir à injustiça e quedou-se atormentado. A indignar-se contra a hipocrisia e morder a raiva até espirrar sangue. Foi solidário. Todos os domingos dava esmola a um mendigo e, ainda que por medo, nunca deixou sem gorjeta um arrumador de carros. Deus deu-lhe o nome de Ernesto. O Diabo fez dele polícia.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nikalai! Nikalai! de José Rodrigues MiguéisNikalai! Nikalai!

    Nikalai! Nikalai!

    José Rodrigues Miguéis

    6,00 

    Nikalai! Nikalai! de José Rodrigues Miguéis.
    Editorial Estampa. Lisboa, 1982, 203 págs. B.

    Entreabriu um olho com dificuldade e tentou ver no escuro. Tinha adormecido havia horas, ou assim supunha, embalado no monótono ping-pang da água que se infiltrava do telhado para cair no balde de zinco, e no plic-ploc inconfundível e mais espaçado das gotas que, escorrendo do rebaixo, ficavam um instante a tremer suspensas da aresta do alizar e depois tombavam desamparadas na bacia do lavatório, ali posta, como o balde além, expressamente para as recolher.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Virada do Avesso de Maria João Lopo de CarvalhoVirada do Avesso

    Virada do Avesso

    Maria João Lopo de Carvalho

    4,00 

    Vidas tecidas de pequenos instantes que nada têm de pequenos nem nada de instantes. Uma história de hoje, na Lisboa de hoje. Teresa, Diogo, Eduardo, Luísa, caminhos desencontrados ou talvez paralelos, onde todos partilham com a mesma intensidade o amor ou o desamor, a alegria transbordante ou a dor verdadeira. Virada do Avesso, uma história…