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  • Floresta em Bremerhaven, A

    Floresta em Bremerhaven, A

    Olga Gonçalves

    7,50 

    A Floresta em Bremerhaven de Olga Gonçalves
    Seara Nova. Lisboa, 1975, 163 págs. B.

    Quando este livro ia a imprimir alguém me disse: Há nele um excesso que reflete bem o tempo em que se vive. Isto não pode ser lido entre quatro paredes, com um tecto em cima, com luz eléctrica.
    Esta leitura deve ser feita ao ar livre, no meio da rua. Então, desejei contá-lo ao leitor solitário. O.G.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Farinha Órfã

    Farinha Órfã

    José Mauro de Vasconcelos.

    5,00 

    Farinha Órfã de José Mauro de Vasconcelos
    Melhoramentos. Brasil, 1973, 130 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Jayme Cortez

    Estes “contos goianos” caracterizados por uma literatura regionalista de grande força expressiva, são flagrantes líricos ou violentos da realidade dos sertões do Araguaia, onde convivem, de maneira por vezes harmoniosa, por vezes conflitante, a população branca e a indígena. A unidade da coletânea é estabelecida pela metáfora da “farinha branca”, que simboliza a solidão dos desgarrados num mundo selvagem e rude.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Estar vivo Aleija

    Estar vivo Aleija

    Ricardo Araújo Pereira

    7,50 

    Estar vivo Aleija de Ricardo Araújo Pereira.
    Tinta da China. Lisboa, 2018, 150 págs. B.

    Da crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais ao elogio do silêncio, passando pela acérrima defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado, estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard ou do Candy Crush.

    Pelo caminho, desmonta-se o mito da auto-ajuda, discutem-se eternos problemas de linguagem que só a RAP apoquentam, questionam-se intolerâncias alimentares e o complexo de Édipo, e levantam-se questões prementes para os casais da sociedade actual, como a escolha entre ter filhos ou ser feliz para sempre.

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  • As Crónicas da Margarida de Margarida Rebelo Pinto

    Crónicas da Margarida, As

    Margarida Rebelo Pinto

    5,00 

    As Crónicas da Margarida de Margarida Rebelo Pinto
    Oficina do Livro. Lisboa, 2005, 237 págs. B.

    Do humor desconcertante e certeiro às confissões intimistas, cuja sinceridade comove e nos faz viajar pelas palavras, este livro reúne uma selecção de crónicas escolhidas pela autora dos best-sellers «Sei Lá» e «Não Há Coincidências». Um relato tocante de uma forma única de ver o mundo, para saborear, linha a linha.

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  • Como dei com o meu Psiquiatra em Louco de Isabel Stilwell

    Como dei com o meu Psiquiatra em Louco

    Isabel Stilwell

    5,00 

    Como dei com o meu Psiquiatra em Louco de Isabel Stilwell
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 117 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Fernanda Fragateiro

    Homicídios com queijo, duelos de faca e garfo, juízes que colocam os móveis em guarda conjunta, meias que fogem para a Terra das Meias, meninas cujo cérebro se alojou no cotovelo e mulheres que dão alvissaras a quem lhes encontrar a alma perdida. Respire fundo e mergulhe sem medo. Vai ver que estas histórias falam de si.

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  • Casa na Duna de Carlos de Oliveira

    Casa na Duna

    Carlos de Oliveira

    6,00 

    Casa na Duna de Carlos de Oliveira
    Portugália Editora. Lisboa, 1964, 211 págs. B.
    Colecção: Contemporânea | 57

    A fazenda dos Paulos definha a olhos vistos entre o pinhal ermo e a lagoa de Corrocovo. O gado, o vinho e o milho mal chegam para encher os armazéns locais, quando Mariano se vê hesitante em mecanizar a lavoura. Se ao menos Hilário, seu filho, desse provas do seu interesse pela manutenção da casa, a antiga premonição de ruína da família avistar-se-ia longe. A fome e a miséria grassam assim na terra estéril da aldeia, mas nada travará o avanço da lógica de mercado e concorrência, que tudo arrasta.

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  • Brida de Paulo Coelho

    Brida

    Paulo Coelho

    6,00 

    Brida de Paulo Coelho.
    Pergaminho. Cascais, 2003, 286 págs. B.

    Esta é a história de Brida, uma bela jovem irlandesa em busca da sabedoria. Na sua jornada, conhece um sábio que lhe ensina a ultrapassar os seus medos e uma mulher que lhe ensina a escutar a música oculta do mundo. Ambos percebem que ela possui um dom, mas deixam-na fazer a sua própria viagem de descoberta. Enquanto tenta encontrar o seu destino, Brida luta para equilibrar as suas relações e o desejo de se transformar. Brida é uma história comovente de amor, mistério e coragem, que revela o lado espiritual do amor – e o lado erótico da espiritualidade.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Biografia Involuntária dos Amantes de João Tordo

    Biografia Involuntária dos Amantes

    João Tordo

    7,50 

    Biografia Involuntária dos Amantes de João Tordo
    Alfaguara. Carnaxide, 2014, 415 págs. B.

    Uma viagem de descoberta de um amor antigo que começa com a leitura de um manuscrito. O narrador não poderia adivinhar (porque nunca podemos saber as verdadeiras consequências dos nossos actos) que a leitura desse manuscrito teria o mesmo efeito sobre a sua vida.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Voz dos Deuses

    Voz dos Deuses

    João Aguiar

    6,00 

    A Voz dos Deuses: Memórias de um Companheiro de Armas de Viriato de João Aguiar.
    Perspectivas & Realidades. Lisboa, 1985, 291 págs. B.

    A Voz dos Deuses é já um clássico do romance histórico português contemporâneo. Uma leitura apaixonante que nos dá a conhecer a história de Viriato, um dos construtores da realidade ibérica.

    Em 147 a.C., alguns milhares de guerrilheiros lusitanos encontram-se cercados pelas tropas do pretor Caio Vetílio. Em princípio, trata-se apenas de mais um episódio da guerra que a República Romana trava há longos anos para se apoderar da Península Ibérica. Mas os Lusitanos, acossados pelo inimigo, elegem um dos seus e entregam-lhe o comando supremo. Esse homem, que durante sete anos vai ser o pesadelo de Roma, chama-se Viriato.

    Entre 147 e 139, ano em que foi assassinado, Viriato derrotou sucessivos exércitos romanos, levou à revolta grande parte dos povos ibéricos e foi o responsável pelo início da célebre Guerra de Numância.

    Viriato foi um verdadeiro génio militar, político e diplomático. Mas, sobretudo, Viriato foi o defensor de um mundo que morria asfixiado pelo poderio romano: o mundo em que mergulham as raízes mais profundas de Portugal e de Espanha. É esse mundo, já então em declínio, que este livro tenta evocar.

    Aquando do seu aparecimento, em 1984, Fernando Assis Pacheco escreveu serem raras as estreias com tanta qualidade. Depois disso, A Voz dos Deuses, ao longo de sucessivas edições, tornou-se um “clássico” do romance histórico português contemporâneo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Viva o Povo Brasileiro de João Ubaldo Ribeiro

    Viva o Povo Brasileiro

    João Ubaldo Ribeiro

    7,00 

    Viva o Povo Brasileiro de João Ubaldo Ribeiro.
    Editora Nova Fronteira. Brasil, 1987, 673 págs. B.

    Ao contrário da impressão que o título deste romance pode causar a uma primeira leitura, Viva o Povo Brasileiro não é uma saga da nação brasileira, nem uma tentativa de construir uma “história secreta” como contraponto da “história oficial”. Este extraordinário romance (Prémio Jabuti e Prémio Golfinho de Ouro em 1985), que deixou uma forte marca na literatura brasileira e em toda a literatura latinoamericana, é principalmente a história exuberante e encantada da busca de identidade e da consciência do povo brasileiro, tão agredido na diversidade das suas raízes culturais. E também, de certo modo, a história do surgimento dessa consciência e da luta pela sua afirmação.

    Mais de três séculos de história do povo brasileiro resumem-se neste livro, na sua escrita encantatória, na sua arquitectura exuberante, transformando João Ubaldo Ribeiro (Prémio Camões, 2008) num dos escritores mais importantes da literatura brasileira e mundial.

    📝 Assinatura de posse.

  • Vingança de Camilo Castelo Branco

    Vingança

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Vingança de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1907, 238 págs. E.

    O “romance original” Vingança, de Camilo Castelo Branco, publicado em 1858, é um bom exemplo de como a forma romanesca se constitui nos países periféricos. A inserção de um narrador intrometido, que, em vários momentos, intervém na narrativa, esboça opiniões sobre o conteúdo e o modo de se escrever romances em Portugal, além da temática da vingança ligada ao fluxo e distribuição de capital, parecem forçar a construção de uma narrativa não linear. Neste caso, estes dois elementos são de grande importância para a análise aqui proposta, pois busca-se entender qual a relação entre a economia liberal portuguesa e a forma adquirida pelo romance dentro desse ambiente. Através deste recorte pretende-se constituir uma leitura da forma romanesca e sua adaptação ao ambiente periférico português.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Viagem no Meu Jardim de Augusto de Castro

    Viagem no Meu Jardim

    Augusto de Castro

    10,00 

    Viagem no Meu Jardim de Augusto de Castro.
    Livraria Clássica Editora. 1943, 261 págs. B.

    Augusto de Castro, diplomata, jornalista, cronista, dramaturgo e ficcionista, foi, durante algumas décadas, sobretudo como director do Diário de Notícias, uma figura influente no nosso meio intelectual e social. Concluiu o curso de Direito em Coimbra, em 1903, dirigindo, aos 20 anos, no Porto, o diário A Província, de que fora colaborador influente Oliveira Martins

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Último Verão na Ria Formosa de José António Saraiva

    Último Verão na Ria Formosa

    José António Saraiva

    5,00 

    Último Verão na Ria Formosa de José António Saraiva. Dom Quixote. 2001, 260 págs. B.

    Primeira incursão na ficção de José António Saraiva (n. 1948), arquitecto de formação e director do jornal “Expresso” desde 1983, “O Último Verão na Ria Formosa” passa-se em plena época marcelista, na zona de Tavira, com as salinas e pântanos da Ria Formosa, e é a narração de uma paixão. Jacinto é um médico que se apaixona por uma mulher que viu numa esplanada, Mariana Mendes. Esta perdeu um filho e vive um processo de destruição interior..

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Segredo de Fátima de Luís de Castro

    Último Segredo de Fátima, O

    Luís de Castro

    5,00 

    O Último Segredo de Fátima de Luís de Castro.
    Má Criação. 2003, 189 págs. B.

    -Um dos rapazes procurou na Internet. Fugaz, um pequeno cintilar de orgulho acendeu as pupilas do polícia. – Parece que é uma frase da Virgem Maria, quando apareceu aos pastorinhos pela primeira vez. Que quererá isso dizer? Será coisa de fanáticos religiosos? Alguma seita?”

    E se, sem motivo aparente, as aparições regressassem a Fátima? E se estas tivessem todos os sinais de provirem não de Deus, mas sim do seu Adversário?

    Em 1917, tudo teve o seu início. Agora, é chegada a hora do fim.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Navegador de Virgílio Castelo

    Último Navegador, O

    Virgílio Castelo

    5,00 

    O Último Navegador de Virgílio Castelo.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2008, 324 págs. B.

    Um novo Portugal onde, depois de uma guerra civil sangrenta que vitimou milhares de portugueses, nasce uma monarquia moderna. Um país de prosperidade e crescimento, onde não há atrasos nas consultas médicas, onde a Justiça funciona, uma nação com uma nova e fascinante capital chamada Lusitânia, situada entre a Beira Baixa e o Ribatejo. É este o país de Benjamim, o último navegador. Benjamim é um homem amargurado e sem esperança. Sofreu toda a vida pelo amor de Mariana, assistiu impotente ao suicídio do seu irmão e foi acusado de um crime que não cometeu. É em Rosa, uma jovem psiquiatra, que procura um porto de abrigo para contar a sua terrível história. Rosa, a viver uma crise conjugal, vê o seu mundo virado do avesso. Este homem provoca-lhe sentimentos estranhos, fá-la duvidar da sua ciência e da razão. Leva-a a conhecer novos mundos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Vida num Sopro de José Rodrigues dos Santos

    Vida num Sopro, A

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    A Vida num Sopro de José Rodrigues dos Santos.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2008, 611 págs. B.

    Portugal, anos 30.

    Salazar acabou de ascender ao poder e, com mão de ferro, vai impondo a ordem no país. Portugal muda de vida. As contas públicas são equilibradas, Beatriz Costa anima o Parque Mayer, a PVDE cala a oposição.

    Luís é um estudante idealista que se cruza no liceu de Bragança com os olhos cor de mel de Amélia. O amor entre os dois vai, porém, ser duramente posto à prova por três acontecimentos que os ultrapassam: a oposição da mãe da rapariga, um assassinato inesperado e a guerra civil de Espanha.

    Através da história de uma paixão que desafia os valores tradicionais do Portugal conservador, este fascinante romance transporta-nos ao fogo dos anos em que se forjou o Estado Novo.

    Com A vida num sopro, José Rodrigues dos Santos traz o grande romance de volta às letras portuguesas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.