A mostrar 225–240 de 1458 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Uma Seta no Coração do Dia de João Barrento

    Seta no Coração do Dia, Uma

    João Barrento

    7,50 

    Uma Seta no Coração do Dia de João Barrento
    Edições Cotovia. Lisboa, 1998, 177 págs. B.

    A crónica é uma forma de escrita que, ou surge por algum impe-rativo de ordem subjectiva e sem motivação próxima aparente, ou então, o que vai mais com a natureza desta forma, nasce da força apelativa de acontecimentos que pedem que deles se fale.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Buddenbrook de Thomas Mann

    Buddenbrook

    Thomas Mann

    8,00 

    Buddenbrook: Decadência de uma Família de Thomas Mann
    Relógio d’Água Editores. Lisboa, 2020, 664 págs. B.

    Considerado um dos melhores primeiros romances da história da literatura, Os Buddenbrook foi publicado tinha Thomas Mann vinte e seis anos, em 1901, e marcaria indelevelmente as letras alemãs do século xx. Saga familiar que acompanha quatro gerações de uma família burguesa do norte da Alemanha no advento da modernidade, este é o retrato de um mundo em mudança, onde o respeito pelas ligações familiares e pelas tradições começa a ruir, a prosperidade dá lugar à decadência, a estabilidade moral se desfaz em perversão e loucura. Sucedem-se os nascimentos e os funerais, os casamentos e os divórcios, as festas e os investimentos cada vez mais questionáveis nesta história inspirada pelo ambiente em que o próprio Thomas Mann cresceu, aqui narrado com a musicalidade e a envolvência apenas ao alcance de um mestre da escrita.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Todos os Nomes de José Saramago

    Todos os Nomes

    José Saramago

    6,00 

    Todos os Nomes de José Saramago
    Planeta DeAgostini. Lisboa, 2000, 279 págs. E.

    O protagonista é um homem de meia-idade, funcionário inferior do Arquivo do Registo Civil. Este funcionário cultiva a pequena mania de colecionar notícias de jornais e revistas sobre gente célebre. Um dia reconhece a falta, nas suas coleções, de informações exatas sobre o nascimento (data, naturalidade, nome dos pais, etc.) dessas pessoas. Dedica-se portanto a copiar os respetivos dados das fichas que se encontram no arquivo. Casualmente, a ficha de uma pessoa comum (uma mulher) mistura-se com outras que está copiando. O súbito contraste entre o que é conhecido e o que é desconhecido faz surgir nele a necessidade de conhecer a vida dessa mulher. Começa assim uma busca, a procura do outro.

    📝 Assinatura de posse.

  • Tempo de Solidão de Manuel da Fonseca

    Tempo de Solidão

    Manuel da Fonseca

    6,00 

    Tempo de Solidão de Manuel da Fonseca
    Editorial Caminho. Lisboa, 1985, 159 págs. B.

    Ao analisarmos os contos de Tempo de Solidão, vamos encontrar um Manuel da Fonseca totalmente urbano, perdido no progresso rápido da tecnologia, inserido no dia a dia da cidade e nas latitudes suburbanas ao redor dos grandes centros. Devemos analisar com a visão da mudança dos tempos, pois o conto Tempo de Solidão foi editado pela primeira vez em 1969. Nele vamos encontrar a solidão de um casal, separado pelo dia a dia, pelo trabalho na cidade. Os despojos do dia, os acessórios do cotidiano, a casa no subúrbio, a creche do filho, o telefone, a secretária, os escritórios; enfim, um mundo de transição entre o fim do regime salazarista e das mudanças contidas pré-1974.

    📝 Assinatura de posse.

  • A Sibila de Agustina Bessa-Luís

    Sibila, A

    Agustina Bessa-Luís

    7,00 

    A Sibila de Agustina Bessa-Luís
    Babel. Lisboa, 2014, 291 págs. B.

    No norte de Portugal, em finais do século xix, na propriedade da Vessada, há já muito tempo que são as mulheres que, perante a indolência e os sonhos de evasão que os homens alimentam, asseguram como podem a gestão da propriedade. Quina era uma adolescente franzina e inculta, que desde cedo participava nos trabalhos do campo ao lado dos trabalhadores. Com a morte do pai, com a propriedade quase em abandono, Quina passa a ter que ter uma ainda maior responsabilidade na administração da mesma. Graças ao seu esforço a todos os níveis, começa a acumular de novo a riqueza que seu pai desperdiçara, o que lhe vale a admiração da sociedade. Quina era uma pessoa lúcida, astuta e sempre em demandas, o que faz com que esta se torne conhecida por Sibila…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Salto de Cavalo de Luís Cajão

    Salto de Cavalo, O

    Luís Cajão

    10,00 

    O Salto de Cavalo de Luís Cajão
    Edições Ágora. Lisboa, 1973, 259 págs. E.

    Tradutor de literatura policial, romancista, compositor e letrista, nascido em 1920, na Figueira da Foz, José Luís Cajão frequentou a Escola de Regentes Agrícolas de Coimbra, tendo exercido a função de engenheiro agrário em S. Tomé e Príncipe. Tendo-se dedicado também ao estudo da música, entrou para a RDP como assistente de programas musicais, tendo posteriormente exercido o cargo de diretor do setor de Língua Portuguesa no Departamento de Programas Internacionais. A sua ficção conjuga o realismo social com a perspetiva cinematográfica do romance de aventura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Revolta do Sangue de Francisco Costa

    Revolta do Sangue

    Francisco Costa

    7,50 

    Revolta do Sangue de Francisco Costa.
    União Gráfica. Lisboa, 1969, 497 págs. B.

    Fiel à grande lição do romance naturalista, que trouxe para a ficção o preceito da lealdade à verdade, o autor sentiu de seu dever mostrar as realidades interio- restão esquecidas pelos realistas e neo-realistas portu- gueses precisamente porque tem a lealdade de não es- conder as realidades exteriores, por vezes bem feias e torpes.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📖 Exemplar por abrir

  • Resposta a Matilde de Fernando Namora

    Resposta a Matilde

    Fernando Namora

    6,00 

    Resposta a Matilde de Fernando Namora
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1989, 214 págs. B.

    «Duas grandes linhas de força estruturaram o discurso ficcional da maior e mais importante das narrativas de Fernando Namora […] no seu novo livro: a abordagem dos eventos excepcionais, aqueles que só na vida se encontram, que não são típicos, logo postos de lado, pela selecção realista; e a quebra assumida da ilusão romanesca.» URBANO TAVARES RODRIGUES

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Que Não Pode Ser Salvo de Pedro Vieira

    Que Não Pode Ser Salvo, O

    Pedro Vieira

    7,50 

    O Que Não Pode Ser Salvo de Pedro Vieira.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2015, 286 págs. B.

    Um triângulo amoroso que liga França, o Norte rural português, Lisboa e a margem sul. Uma jovem francesa, filha de emigrantes portugueses, que vem viver para a terra a que não pertence; um rapaz que luta para sair do meio devorador em que nasceu; um miúdo burguês, canhestro, com uma família de fachada; e um quarto elemento que completa o elenco de uma tragédia contemporânea de ressonâncias clássicas: história de amor, racismo, ciúme, traição, vingança e inquietação, qual Otelo de Shakespeare e de fancaria na era do rap, do Facebook e do call center. O Que Não Pode Ser Salvo é também o retrato dos males sociais e culturais que afligem um país enfraquecido pela crise económica e a falência dos valores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Pão Incerto (86)

    Pão Incerto

    Assis Esperança

    10,00 

    PÃO INCERTO DE ASSIS ESPEÉRANÇA
    Portugália Editora. Lisboa, 1964. 364 págs. B.
    🗂️ Colecção: Contemporânea | 61

    Romance de Assis Esperança sobre a vida dura dos serranos das cercanias de Aljezur, nas terras áridas do barlavento algarvio. A obra combina testemunho social e arte narrativa num retrato das populações rurais do Algarve e das suas condições de existência, num registo que oscila entre o documento de cidadania e a prosa elaborada.

    ──────────────────
    Características do Exemplar
    📕 1ª Edição.
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 300g
    ──────────────────

  • Nómada do Oásis de Miguel Sousa Tavares

    Nómada no Oásis, Um

    Miguel Sousa Tavares

    7,50 

    Um Nómada no Oásis de Miguel Sousa Tavares
    Relógio d’ Água. Lisboa, 1994, 318 págs. B.

    «O que resta, como resultado palpável de oito anos de poder, são as estradas. E o que é mais impressionante é que atrás deste imenso vazio de projecto caminham todas as forças vivas da Nação e metade dos eleitores. Em direcção ao oásis prometido. Resta-me esperar, como dizia Francisco de Sousa Tavares, que “Deus queira, simplesmente, que eu me tenha enganado”.» – Do prefácio

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Menino do Engenho de José Lins do Rego

    Menino do Engenho

    José Lins do Rego

    3,00 

    Menino do Engenho de José Lins do Rego
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 154 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Básica Verbo | 47

    Primeiro romance de José Lins do Rego, Menino de Engenho traz uma narrativa cativante composta pelas aventuras e desventuras da meninice de Carlos, garoto nascido num engenho de açúcar. No livro, o leitor se envolverá com as alegrias, inquietações e angústias do garoto diante de sensações e situações por ele vivenciadas pela primeira vez.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Máscaras de Salazar de Fernando Dacosta

    Máscaras de Salazar

    Fernando Dacosta

    7,00 

    Máscaras de Salazar de Fernando Dacosta
    Casa das Letras. Cruz Quebrada, 2006, 371 págs. B.

    Uma obra decisiva para a compreensão do século XX português

    Máscaras de Salazar é a recriação de uma crónica pessoal a partir de testemunhos, de diálogos, de declarações, de confidências, de segredos que Fernando Dacosta teve com vários protagonistas (e opositores) do Estado Novo, inclusive Salazar. Para julgar é preciso compreender. Daí o contributo deste livro, memória de gerações de pessoas convictas de um desígnio que foi morrendo com elas. É urgente reter a palavra, o testemunho com que influenciaram para sempre o nosso presente e o nosso futuro.

    Através de dezenas de depoimentos inéditos, incluindo os do próprio Salazar e de D. Maria, a governanta-virgem, a revelação de dados até agora completamente desconhecidos:
    O ex-presidente do Conselho não caiu de nenhuma cadeira.
    Conservou, escondidas, duas cápsulas de cianeto fornecidas por Hitler.
    A Pide matou Delgado sem o seu conhecimento.
    Foi ele que sugeriu a fuga de Cunhal da prisão de Caxias.
    As razões que levaram a Santa Sé a considerá-lo a «encarnação viva do demónio

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um Homem de Brios de Camilo Castelo Branco

    Homem de Brios, Um

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Um Homem de Brios de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1967, 316 págs. B.
    Colecção: Obras Completas de Camilo Castelo Branco | 40

    Este romance cativante mergulha nas complexidades do amor e no seu impacto profundo na experiência humana. Ambientado num contexto de intensas transformações sociais em Portugal do século XIX, o livro explora o poder transformador do amor e as suas consequências. Através das vidas das suas personagens, o autor aborda temas como a desigualdade social, o desejo, o arrependimento e as consequências duradouras das escolhas. Provocador e perspicaz, este romance oferece uma reflexão intemporal sobre a natureza do amor e a sua capacidade de moldar os nossos destinos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Hoje Estarás Comigo no Paraíso

    Hoje Estarás Comigo no Paraíso

    Bruno Vieira Amaral.

    7,50 

    Hoje Estarás Comigo no Paraíso de Bruno Vieira Amaral
    Quetzal Editores. Lisboa, 2017, 363 págs. B.

    Em Hoje Estarás Comigo no Paraíso, Bruno Vieira Amaral, desenha uma investigação do assassínio do primo João Jorge – morto no bairro em que ambos viviam no início dos anos 80 – e usa essa investigação como estratégia de recuperação e construção da sua própria memória: a infância, a família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, e a figura (ausente) do pai.

    Na reconstituição da personalidade e do percurso da vítima, da noite em que tudo aconteceu, na apropriação que o narrador faz de uma ligação com João Jorge (mais ou menos forjada pelos mecanismo da memória) – e de que faz parte essa busca mais ampla das dobras do tempo e do esquecimento – são utilizados os mais diversos materiais: arquivos da imprensa da época, arquivos judiciais, testemunhos de amigos e familiares, e a literatura, propriamente dita – como uma possibilidade de verdade, sempre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Fogo de Santelmo

    Fogo de Santelmo

    Mariano Calado

    7,50 

    Fogo de Santelmo de Mariano Calado
    Ed. Autor. Cacilhas, 1973, 75 págs. B.

    Livro de poesia.

    Mariano Calado nasceu em 1928 e vive em Peniche desde os dois anos de idade. Reconhecido escritor, destacou-se nas áreas da historiografia local e poesia, contando com 19 livros publicados. Entre eles está “Peniche, na história e na lenda”, uma obra aclamada pela cidade. Além da escrita, Mariano Calado também tem tido um forte papel de intervenção cívica em Peniche, tanto em atividades profissionais como lúdicas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.