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  • Paris au Temps de la Revolutions de Georges Poisson

    Paris au Temps de la Revolutions

    Georges Poisson

    7,00 

    Paris au Temps de la Revolutions de Georges Poisson.
    Bonechi. Itália, 1989, 128 págs. B. Il.

    La Révolution française est sans doute la période histori-que qui soulève à la fois le plus d’enthousiasme et de ré-probation. Pendant longtemps, elle fut célébrée ou con-damnée en bloc, selon les tempéraments et opinions. Puis, un effort d’impartialité dans le jugement imposa à certains l’idée d’une première et bonne Révolution, suivie d’une mauvaise, la ligne de partage évoluant, selon les es-prits, de la date du premier crime à celle du paroxysme de l’arbitraire meurtrier.

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  • História da Expansão Portuguesa de Francisco Bethencourt

    História da Expansão Portuguesa

    Francisco Bethencourt

    60,00 

    História da Expansão Portuguesa de Francisco Bethencourt.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1997, 558 págs. E. Il.

    Uma das mais recentes e importantes sínteses sobre a expansão portuguesa. Com colaboração dos mais importantes investigadores portugueses e estrangeiros sobre a matéria, entre os quais José Mattoso, Diogo Ramada Curto, Romero Magalhães para além dos directores da publicação.

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  • Demanda do Preste João, Em

    Demanda do Preste João, Em

    Elaine Sanceau

    15,00 

    Em Demanda do Preste João de Elaine Sanceau.
    Livraria Civilização. Porto, s.d., 384 págs. B. Il.

    As jornadas de Afonso de Paiva e de Pêro da Covilhã; a «Odisseia de Mateus», emhaixador que da Abissínia enviou a Portugal a rainha Helena; as aventuras prodigiosas de João Gomes e João Sanches – desaparecidos «na imensidade para
    fora do mapa»; todas as tentativas de D. João II, de D. Manuel I e de D. João III para estabelecer relações amigáveis e eficientes com os governantes dos imaginários defensores da Cristandade no oriente africano, narra-as Elaine Sanceau dentro do mais rigoroso critério de investigação e crítica. Monumentos de pedra ficaram testemunhando a demora desses pioneiros; mensagem gloriosa de um passado que nos honra, presença indestrutível onde palpita e freme e sempre nos entusiasma, a imorredoira lição do idealismo, incapaz de abdicar da bravura severa, do heroísmo isento de vaidades pueris e da sede de recompensa.

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  • Continente das Trevas de Mark Mazower

    Continente das Trevas

    Mark Mazower

    15,00 

    Continente das Trevas de Mark Mazower.
    Edições 70. Lisboa, 2014, 561 págs. B.

    No fim da Primeira Guerra Mundial, assistiu-se ao desaparecimento dos velhos impérios e à oportunidade de construção de uma sociedade melhor a partir das ruínas que o conflito deixou. No entanto, o resultado foi a divisão política e ideológica e banhos de sangue numa escala sem precedentes.
    Esta obra de Mark Mazower conta-nos a história de um século de divisão, descrevendo as lutas de três ideologias rivais – a democracia liberal, o comunismo e o fascismo – para criarem uma nova ordem mundial para a humanidade. O Continente das Trevas derruba radicalmente o mito da Europa como refúgio da democracia e reformula drasticamente a nossa visão do século XX.

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  • Chegada das Trevas de Catherine Nixey

    Chegada das Trevas, A

    Catherine Nixey

    8,00 

    A Chegada das Trevas: Como os Cristãos Destruíram o Mundo Clássico de Catherine Nixey.
    Saída de Emergência. Porto Salvo, 2018, 329 págs. B.

    A Chegada das Trevas é a história largamente desconhecida – e profundamente chocante – de como uma religião militante pôs deliberadamente fim aos ensinamentos do mundo clássico, abrindo caminho a séculos de adesão inquestionável à “única e verdadeira fé”.

    O Império Romano foi generoso na aceitação e assimilação de novas crenças. Mas com a chegada do Cristianismo tudo mudou. Esta nova fé, apesar de pregar a paz, era violenta e intolerante. Assim que se tornou a religião do império, os zelosos cristãos deram início ao extermínio dos deuses antigos – os altares foram destruídos, os templos demolidos, as estátuas despedaçadas e os sacerdotes assassinados. Os livros, incluindo grandes obras de Filosofia e de Ciência, foram queimados na pira. Foi a aniquilação.

    Levando os leitores ao longo do Mediterrâneo – de Roma a Alexandria, da Bitínia, no norte da Turquia, a Alexandria, e pelos desertos da Síria até Atenas -, A Chegada das Trevas é um relato vívido e profundamente detalhado de séculos de destruição.

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  • Oito Séculos de História Luso-Alemã de E. A. Strasen

    Oito Séculos de História Luso-Alemã

    E. A. Strasen

    50,00 

    Oito Séculos de História Luso-Alemã de E. A. Strasen. Instituto Ibero-Americano de Berlim. Lisboa, 1944, 553 págs. E.

    A amizade luso-alemã – sem dúvida a mais desinteressada, tranquila e persistente que regista a história das relações entre os povos – firmou-se logo no alvorecer de Portugal como Nação. Mas já antes ela era um facto: os povos do ocidente peninsular mantiveram sempre estreitas comunicações com os do Setentrião. Êste comércio remonta às civilizações líticas e às idades dos metais e acentuou-se nos tempos proto-históricos.

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  • Grécia: Berço do Ocidente de Peter Levi

    Grécia: Berço do Ocidente

    Peter Levi

    7,50 

    Grécia: Berço do Ocidente DE Peter Levi.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 231 págs. E. Il.

    Entre as homéricas viagens de Ulisses de- pois da guerra de Tróia, na semilendária Idade do Bronze, e as viagens de São Paulo com que se conclui este volume, a Grécia passou de forma dramática de um obscuro período pré-histórico a apogeus de civilização dificilmente superados, nos séculos seguintes, para se afundar de novo na irrelevância de uma das províncias menos notáveis do Império Romano. No entanto, por mais ínfima que tenha sido a sua importância política posterior, a Grécia conservou a sua superioridade cultural como capital académica do mundo romano e, a partir do Renascimento, recuperou o seu papel como modelo supremo de sociedade civilizada no mundo ocidental.

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  • Portugal Depois da Revolução dos Capitães de Wilfred Burchett

    Portugal Depois da Revolução dos Capitães

    Wilfred Burchett

    7,50 

    Portugal Depois da Revolução dos Capitães de Wilfred Burchett.
    Seara Nova. Lisboa, 1975, 317 págs. B.

    O avião em que viajei de Paris para Lisboa no dia 28 de Abril de 1974, levava a bordo um sortido pouco habitual de passageiros: meia dúzia de intelectuais, duas os três pessoas que tanto podiam ser comerciantes como funcionários públicos e um grupo de gente humilde visivelmente contraída e preocupada.

    Portugueses, sem a menor dúvida mas, para além disso, o quê? Exilados? Emigrantes? Re-fractários?

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  • Vietname nas duas margens do inferno

    Vietname nas duas margens do inferno

    Michele Ray

    6,00 

    Vietname nas duas margens do inferno de Michele Ray.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1968, 306 págs. B. Il.
    Estudos e Documentos | 44

    Em 1 de Abril de 1966, Michèle chega ao Vietname do Sul, na qualidade de jornalista. Até Janeiro do ano seguinte acompanha as forças americanas em operações e em 17 desse mesmo mês é capturada pelos Vietcongues e só libertada a 6 de Fevereiro. Nesse dia, precisamente às 6 horas da madrugada, um soldado vietcongue largou da sua bicicleta, na praça abandonada de determinada aldeia, uma mulher jovem, de pijama preto, com a cabeça protegida por um típico e amplo chapéu de palha dos camponeses…

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  • Os Ratos da Inquisição de António Serrão de Crasto

    Ratos da Inquisição, Os

    António Serrão de Crasto

    7,50 

    Os Ratos da Inquisição de António Serrão de Crasto.
    Frenesi. Lisboa, 2004, 175 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio de Camilo Castelo Branco.

    Escrito no coração das prisões da Santo Ofício, Os Ratos da Inquisição é um testemunho literário de coragem e engenho. António Serrão de Crasto, poeta cristão-novo e figura incómoda do seu tempo, transformou a experiência brutal do cativeiro numa sátira surpreendentemente viva, onde o riso e a ironia se tornam armas contra o medo.

    Estas décimas, compostas ao longo de dez anos de clausura, revelam uma voz ousada que não se deixou silenciar. Entre crítica, humor e resistência, Serrão de Crasto oferece-nos um retrato único da vida sob o Santo Ofício. Prefaciada por Camilo Castelo Branco, esta edição moderniza a ortografia, preserva o ritmo e devolve ao público uma obra rara que fala tanto ao passado como ao presente.

    Uma obra rara, provocadora e surpreendentemente atual – para quem procura literatura com história, força e coragem.

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  • Preste João das Índias de Metzner Leone

    Preste João das Índias

    Metzner Leone

    6,00 

    Preste João das Índias de Metzner Leone.
    Amigos do Livro. Lisboa, 1971., 340 págs. E. Il.

    A lenda de um rei cristão que reinaria num populoso império do Oriente, sobre um povo igualmente cristão mas isolado do Ocidente por distâncias imensas e altíssimas montanhas, data de plena Idade Média e pode atribuir-se às primeiras tentativas de evangelização da India.

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  • História do Pecado de Oliver Thomson

    História do Pecado

    Oliver Thomson

    7,50 

    História do Pecado de Oliver Thomson.
    Guerra e Paz Editores. Lisboa, 2010, 375 págs. B.

    A tese provocadora de Oliver Thomson é um olhar sobre a complexa relação entre aquilo em que uma sociedade acredita e o modo como se comporta. Alimentada por inveja, idolatria, ganância, racismo, megalomania ou luxúria, a criatividade dos pecadores não tem fim.
    Acessível e repleto de pormenores sobre tendências éticas e os catalisadores que as moldam, História do Pecado abrange um espantoso leque de informação, recolhendo exemplos em praticamente todas as culturas e ao longo de todas as eras da História.

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  • História das Lágrimas

    História das Lágrimas

    Anne Vicent-Buffault

    7,50 

    História das Lágrimas de Anne Vicent-Buffault.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1997, 267 págs. E.

    «Entender em termos de história, uma das nossas atitudes mais secretas e demonstrativas permite-nos reflectir sobre as maneiras subtis ou construtivas de, conforme a época e a sociedade, utilizar essas formas de emoções. A História das Lágrimas constitui uma forma original e nova de reler o nosso passado e de interrogar o nosso século.»

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  • História da Inquisição Portuguesa (1536-1821) de Giuseppe Marcocci

    História da Inquisição Portuguesa (1536-1821)

    Giuseppe Marcocci

    10,00 

    História da Inquisição Portuguesa (1536-1821) de Giuseppe Marcocci.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2013, 607 págs. B. Il.

    Em 1536 começava a funcionar, em Évora, onde a corte residia, a Inquisição. O seu objetivo principal era defender a fé e a Igreja. A bula papal da fundação explicitava a natureza dos crimes sob a sua alçada. Apelava-se a todos que denunciassem qualquer pessoa suspeita de ter aderido às crenças luteranas, observado cerimónias e costumes judaicos ou islâmicos, negado a existência da vida eterna, acreditado na transmigração das almas até ao dia do Juízo, contestado a virgindade de Nossa Senhora ou que Cristo fosse o Messias prometido no Antigo Testamento, praticado a bigamia, bruxaria ou feitiçaria, possuído livros para celebrar sabats noturnos ou outros defesos pela Igreja, incluindo bíblias escritas em línguas vernáculas. Iniciava-se uma perseguição que levou milhares de vítimas, homens e mulheres, pelas suas ideias e comportamentos a serem presas, acusadas e, no limite, mortas nas fogueiras por condenação do Santo Ofício.

    Nascia, deste modo, no coração do Renascimento, a Inquisição, que marcou de forma vincada a História de Portugal e do seu império durante 285 anos. A sua infuência continua a sentir-se ainda hoje, em certas dimensões da vida institucional e até nos costumes e modos de ser e pensar. Numa pesquisa rigorosa e baseada em consulta exaustiva de arquivos e documentação, Giuseppe Marcocci e José Pedro Paiva apresentam a primeira história da Inquisição portuguesa, desde a sua fundação à extinção, em 1821.

    Uma obra única e original que permite perceber a história, a vida institucional e judiciária do Tribunal da Fé, a sua evolução, com os seus períodos de crise e de maior perseguição. Sem nunca esquecer as histórias dos homens que formavam este órgão e as suas vítimas – cristãos-novos, feiticeiros, bruxas e outros hereges – que questionavam os dogmas ou a ordem social instituída e, por isso, sofreram duras perseguições e torturas, tendo muitos comparecido em autos da fé celebrados em praças públicas.

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  • Cuba: segredo de uma traição

    Cuba: segredo de uma traição

    Nathaniel Weyl

    6,00 

    Cuba: segredo de uma traição de Nathaniel Weyl.
    Tipografia Gomes & Rodrigues. Lisboa, 1966, 400 págs. B.

    Em síntese, foi assim que nasceu este livro Cuba, segredo duma traição que enfileira entre as melhores publicações sobre a História de Cuba, e que serviu, também, para inscrever o nome do seu notável Autor entre os amigos dos «Cubanos Amantes da Liberdade» (CAL).

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  • Antigas Américas de Michael Coe

    Antigas Américas

    Michael Coe

    6,00 

    Antigas Américas: Mosaico de Culturas de Michael Coe [et al.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 230 págs. E. Il.
    Grandes Culturas e Civilizações

    O livro descreve a geografia e o meio ambiente das Antigas Américas, traça o destino das populações nativas sob o impacte da chegada dos Europeus, narra o início da história dos americanos nativos, percorre as principais culturas locais que floresceram quando os grupos paleoíndios se adaptaram à nova ecologia local, e oferece alguns exemplos da dupla vertente seguida pela herança que ainda sobrevive das Américas.

    Esta obra incorpora mapas baseados em investigações originais, reconstruções artísticas de localizações individuais e mais de duas centenas de fotografias, juntamente com um extenso texto, numerosas reportagens sobre diversos locais de interesse.

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