• Povos da Idade da Pedra de Goran Burenhult

    Povos da Idade da Pedra

    Goran Burenhult

    5,00 

    Povos da Idade da Pedra: Ocêania, Ásia e América de Goran Burenhult.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1995, 128 págs. E. Il.
    Enciclopédia Ilustrada da Humanidade | 4

    A Enciclopédia Ilustrada da Humanidade apresenta as últimas descobertas de duzentos académicos e cientistas espalhados por todo o mundo. Cada volume contém mais de meia centena de fotografias a cores e dezenas de ilustrações, diagramas e reconstruções.

     

    O resultado é uma história épica da evolução humana ao longo de quatro milhões de anos, desde a origem da espécie até um estudo sobre a vida dos povos tradicionais do mundo moderno.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Imperadores e Caciques de Goran Burenhult

    Imperadores e Caciques

    Goran Burenhult

    5,00 

    Imperadores e Caciques: Pacífico, Ásia e o Choque das Culturas de Goran Burenhult.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1995, 128 págs. E. Il.
    Enciclopédia Ilustrada da Humanidade | 9

    A Enciclopédia Ilustrada da Humanidade apresenta as últimas descobertas de duzentos académicos e cientistas espalhados por todo o mundo. Cada volume contém mais de meia centena de fotografias a cores e dezenas de ilustrações, diagramas e reconstruções.

     

    O resultado é uma história épica da evolução humana ao longo de quatro milhões de anos, desde a origem da espécie até um estudo sobre a vida dos povos tradicionais do mundo moderno.

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  • Naufrágio da La Méduse de Alexandre Corréard

    Naufrágio da La Méduse

    Alexandre Corréard

    6,00 

    Naufrágio da La Méduse de Alexandre Corréard.
    Amigos do Livro Editores. Lisboa, 1971, 346 págs. E. Il.

    A 17 de junho de 1816, parte da ilha de Aix, na costa francesa, a fragata La Méduse, que, juntamente com duas corvetas e um bergantim, faz parte da flotilha que se dirige ao Senegal, território que regressava às mãos francesas após um período sob domínio…

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  • Mitologia Clássica de Pierre Grimal

    Mitologia Clássica

    Pierre Grimal

    6,00 

    Mitologia Clássica: Mitos, Deuses e Heróis de Pierre Grimal.
    Edições Texto & Grafia. Lisboa, 2015, 191 págs. B.
    Colecção Bolso | 10

    Zeus, Hera, Apolo, Ártemis, Hermes, Afrodite, Dioniso… Héracles, Teseu, Jasão, Medeia, Aquiles, Heitor, Ulisses… A Eneida, A Ilíada e A Odisseia – quem nunca ouviu falar destes deuses e deusas, destes heróis, destas personagens e narrativas lendárias? Nestas páginas são-nos narrados os amores, as intrigas e os castigos destas figuras que, sempre presentes, continuam a alimentar o nosso imaginário com as suas aventuras.

    A mitologia clássica ainda consegue emocionar pela força evocadora das narrativas que nos legou; é esse o objectivo alcançado por este texto, exemplar, de Pierre Grimal.

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  • O Milhão de Marco Polo de Michel Redon

    Milhão de Marco Polo, O

    Michel Redon

    6,00 

    O Milhão de Marco Polo de Michel Redon.
    Amigos do Livro Editores. Lisboa, 1971, 292 págs. E. Il.

    Estas Viagens nasceram da colaboração de dois homens, Marco Polo, pertencente a uma família de mercadores venezianos, espírito prático, atento às realidades da vida, mas também destemido e aventureiro; e Rustichello da Pisa, autor de romances de cavalaria, cortesão, amante do fantástico, e que escrevia em francês, a língua mais corrente no mundo nobiliário e dos mercadores europeus. Um foi o viajante, outro, o cronista, no seu tempo, fim do século XIII, da mais espantosa viagem até então efetuada.

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  • Os Infiltrados de Norman Ohler

    Infiltrados, Os

    Norman Ohler

    10,00 

    Os Infiltrados de Norman Ohler.
    Vogais. Amadora, 2021, 431 págs. B.

    Eram jovens e bonitos, oriundos de famílias alemãs abastadas e favoráveis ao regime nazi. Contudo, decidiram escolher a oposição. Juntos, no coração do Terceiro Reich — ele enquanto oficial no Ministério da Aviação e ela enquanto funcionária da delegação local da Metro-Goldwyn-Mayer —, fizeram o inimaginável: criaram um movimento de resistência alemã que ganharia contornos de mito, durante e após a guerra, e que despertaria a fúria de Hitler. Desmascarados, foram condenados por alta traição e executados pouco antes do Natal de 1942.

    Chamavam-se Harro Schulze-Boysen e Libertas Haas-Heye. Tinham 33 e 29 anos. Todos os vestígios dos seus nomes e as suas memórias foram apagados pelo regime. Norman Ohler reconstrói a história de Harro e Libertas, que é também o retrato da Berlim das décadas de 1930 e 1940 e da passagem da República de Weimar para o Terceiro Reich.

    Uma narrativa fascinante e ritmada, escrita com base em diários não publicados, cartas e arquivos da Gestapo, que nos prende do princípio ao fim e nos faz recuperar a fé na humanidade.

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  • O Império do Petróleo de Harvey O'Connor

    Império do Petróleo, O

    Harvey O'Connor

    6,00 

    O Império do Petróleo de Harvey O’Connor.
    Ulisseia Editora. Lisboa, s.d., 293 págs. B.
    Documentos do Tempo Presente | 19

    Neste livro, Harvey O’Connor dá-nos uma panorâmica viva e profunda da maior e mais importante indústria dos Estados Unidos, alargando a sua análise desde

    a maneira como se procura e realiza a exploração do petróleo, suas formas

    de utilização e venda, até às manobras financeiras e políticas

    das grandes sociedades petrolíferas do mundo inteiro.

    Servido por uma completa e significativa documentação, O IMPERIO DO PETRÓLEO mostra-nos ainda os conflitos internacionais (Suez, a revolta árabe, o Saará, etc.) que tal indústria tem produzido ao longo da sua história.

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  • O Homem e o Livro de M. Milne

    Homem e o Livro, O

    M. Milne

    5,00 

    O Homem e o Livro de M. Milne.
    Edições Cosmos. Lisboa, 1941, 121 págs. B.
    6ª Secção – Epopeias Humanas – Nº1

    O livro falado; A linguagem dos nós e das imagens; O aparecimento do alfabeto; Dos livros de cera e de couro ao livro de papel; O destino dos livros.

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  • Histórias Secretas de Casamentos e Alianças Reais

    Histórias Secretas de Casamentos e Alianças Reais

    Catherine Radziwill

    10,00 

    Histórias Secretas de Casamentos e Alianças Reais de Catherine Radziwill.
    Alma dos Livros. S.L., 2021, 263 págs. B. Il.

    Em tempos não muito distantes, os casamentos reais eram considerados dos eventos mais importantes do mundo político. A sua negociação era geralmente confiada aos diplomatas mais competentes, e os soberanos procuravam assumir alianças matrimoniais vantajosas para os países que governavam.
    A política estava na base dos casamentos entre as diferentes dinastias da Europa, sobrepondo-se aos sentimentos pessoais, e as relações entre os vários impérios e reinos dependiam consideravelmente da direção segundo a qual estas alianças eram contraídas. Exceções notáveis foram os enlaces estabelecidos por Luís XVI e, mais tarde, por Napoleão, quando pediu a mão da arquiduquesa Maria Luísa.

    Posteriormente, as coisas começaram a mudar, e tornou-se evidente que os sentimentos, as relações e os afetos pessoais também deveriam ser levados em conta. Assim, os soberanos e as respetivas famílias tiveram maior liberdade para escolher consortes sem interferência nem considerações políticas. Tal como os comuns dos mortais, podiam, afinal, casar-se e ser felizes de acordo com as suas paixões.

    Este livro é essencial para entender a política de bastidores e os matrimónios das famílias reais europeias ao longo do tempo. Escrito no primeiro quartel do século XX, procura dar vislumbres das ligações dinásticas das gerações vindouras, o que o torna, ao mesmo tempo, trágico e fascinante, pois, como sabemos, a maioria destas dinastias reais não sobreviveria à Grande Guerra.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História das Mitologias do Mundo

    História das Mitologias do Mundo

    Nanon Gardin

    6,00 

    História das Mitologias do Mundo de Nanon Gardin.
    Edições Texto e Gráfia. Lisboa, 2015, 367 págs. B.

    A vida, a morte e a criação são mistérios insondáveis, tal como o risco do desconhecido, ligado às atividades humanas: porque se mostra a natureza alternadamente boa e cruel, avara e generosa? Porquê a chuva e a seca, o lobo e o cordeiro, a doença e a velhice? E para onde transitamos após a morte?

    Na explicação mitológica da Terra e do Universo visível estamos perante uma das primeiras expressões da grandeza da criatividade humana; os homens, fracos e impotentes face ao seu destino, criaram deuses à sua imagem, infinitamente mais poderosos do que eles, mas igualmente tributários de um sistema paralelo de hierarquias, deveres e valores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A História Começa na Suméria de Samuel Noah Kramer

    História Começa na Suméria, A

    Samuel Noah Kramer

    6,00 

    A História Começa na Suméria de Samuel Noah Kramer.
    Círculo de Leitores. Lisboa, s.d., 286 págs. E. Il.

    Com este livro Kramer pretende mostra-nos, que a raiz da nossa civilização, tão endeusada e presumida, se encontra em terras da Suméria; foi lá precisamente que pela primeira vez, o homem organizou a Sociedade e se preocupou com problemas que estiveram na base do pensamento em todos os tempos: problemas filosóficos, cosmogónicos, éticos. Tudo o que os semita e pré-semitas da Palestina, da Síria e do Norte da Mesopotâmia realizaram no campo cultural durante os milénios IV e V a.C., teve a sua mais perfeita consecução nas cidades sumerianas que nos milénios IV e III a.C. nos dão a conhecer as suas dinastias e os seus conflitos que parecem o primeiro exemplo das que rechearam a posterior história da humanidade.

    📝 Assinatura de posse.

  • A Enciclopédia dos Serial Killers de Harold Schechter

    Enciclopédia dos Serial Killers, A

    Harold Schechter

    7,50 

    A Enciclopédia dos Serial Killers de Harold Schechter.
    Guerra e Paz Editores. Lisboa, 2010, 351 págs. B. Il.

    Por todo o horror e repulsa genuínos que despertam em nós, não faz sentido negar que os serial killers exercem uma atracção macabra. Apelam não só ao nosso interesse mórbido, mas também à nossa necessidade de compreender um mistério fundamental do ser humano: como é que pessoas que parecem tão vulgares, tão iguais às outras, podem ter corações e mentes tão monstruosos. Escrito por dois especialistas, este livro junta num só volume os mais aterrorizadores e, ao mesmo tempo, fascinantes nomes da história moderna do crime.

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  • O Diabo de Georges Minois

    Diabo, O

    Georges Minois

    7,50 

    O Diabo: Origem e Evolução Histórica de Georges Minois
    Editorial Terramar. Lisboa, 2003, 180 págs. B. Il.
    Pequena História | 16

    Durante séculos e séculos (e mais intensamente ao longo da Idade Média), a Igreja Católica delineou os contornos de uma entidade que disputava com Deus a omnipresença – o Diabo. Umas vezes mais vagos, outras vezes mais definidos, tais contornos serviram sempre para dar corpo ao Mal, entendido na sua totalidade absoluta.

    Neste seu livro de síntese, Goeorges Minois propõe-nos o estudo da origem e da evolução histórica da noção de diabo, tomando em conta as principais implicações sociais, religiosas e culturais de tal conceito, através da análise da feitiçaria e dos exorcismos ao longo da história.

    Faz também o ponto da situação relativamente ao satanismo, apresentando as principais interpretações psicológicas e sociológicas do fenómeno.

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  • Os Amotinados do Bounty de Marcel Thomas

    Amotinados do Bounty, Os

    Marcel Thomas

    6,00 

    A Extraordinária Aventura Os Amotinados do Bounty de Marcel Thomas
    Amigos do Livro Editores. Lisboa, 1971, 292 págs. E. Il.

    Os Amotinados do Bounty relata o famoso motim ocorrido em 1789 a bordo do HMS Bounty. Liderados por Fletcher Christian, os marinheiros rebelam-se contra o capitão William Bligh após uma estadia no Taiti. Bligh é abandonado no mar e protagoniza uma viagem épica de sobrevivência, enquanto os amotinados se escondem na ilha de Pitcairn, onde a colónia acaba marcada por violência e tragédia.

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  • Agente Sonya

    Agente Sonya

    Ben Macintyre

    10,00 

    Agente Sonya de Ben Macintyre.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2023, 437 págs. B. Il.

    Em 1942, numa pacata aldeia da região verdejante de Cotswolds, no centro de Inglaterra, uma mulher magra e elegante vivia numa pequena casa de campo com os três filhos e o marido, que trabalhava nas imediações como maquinista. Ursula Burton era afetuosa, mas reservada, e falava inglês com um ligeiro sotaque forasteiro. Parecia viver uma vida simples, humilde. Os vizinhos de aldeia sabiam pouco sobre ela.

    Não sabiam que, na verdade, era uma oficial de alta patente da espionagem soviética. Não sabiam que o marido também era espião, nem que ela comandava uma poderosa rede de agentes a operar na Europa. Por detrás da fachada da sua vida pitoresca, Burton era uma comunista convicta, uma coronel soviética, uma agente experiente que recolhia segredos científicos que permitiriam à União Soviética construir a bomba atómica.

    Esta história verdadeira, de espionagem, é uma obra-prima sobre a mulher com nome de código «Sonya». Ao longo da sua carreira foi perseguida pelos chineses, japoneses e nazis, pelo MI5, MI6 e o FBI, sem nunca ter sido apanhada. A sua história reflete o grande confronto ideológico do século XX entre o comunismo, o fascismo e a democracia ocidental, e lança uma nova luz sobre as lutas e as lealdades instáveis dos espiões no nosso tempo.

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  • As Egípcias de Christian Jacq

    Egípcias, As

    Christian Jacq

    7,50 

    As Egípcias: Retratos de Mulheres do Egipto Faraónico de Christian Jacq.
    Edições ASA. Porto, 1998, 315 págs. B.

    A civilização faraónica conferiu à mulher do Antigo Egipto um estatuto excepcional, que as sociedades modernas nem sempre conseguiram igualar. Em todos os domínios, do espiritual ao material, a mulher era considerada igual ao homem. Tinha a liberdade de casar com o homem que escolhesse, de se divorciar com direito a uma pensão, de legar e de herdar. Podia ser chefe de empresa, especialista em finanças, proprietária de terras, administradora de bens, ou consagrar-se aos mistérios divinos nos templos e santuários.

    Christian Jacq, o mais reputado e popular dos egiptólogos modernos, convida-nos neste seu livro a ir ao encontro dessas mulheres – sejam elas personagens célebres, como a rainha Ísis ou Cleópatra, ou cidadãs anónimas, amantes, esposas, mães, trabalhadoras ou sacerdotisas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.