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  • Síntese da História Romana de Marcel Bordet.

    Síntese da História Romana

    Marcel Bordet

    7,50 

    Síntese da História Romana de Marcel Bordet.
    Edições ASA. Porto, 1995, 382 págs. B.

    O autor traça as linhas essenciais dos acontecimentos, desprezando o anedótico em favor de desenvolvimentos claros, que não visam acumular informações mas sim explicar os factos e discutir por vezes certas interpretações. O ênfase é posto na evolução das instituições que, nascidas na Cidade, souberam adaptar-se à governação do mundo, e no seu contexto económico, social e cultural.
    A limpidez do estilo, libertado de expressões excessivamente técnicas, a concisão, os anexos (cronologia, tábuas genealógicas, orientação bibliográfica) fazem desta obra uma introdução indispensável aos estudos sobre a Antiguidade Romana.

    📝 Assinatura de posse.

  • Síntese da História Grega de Claude Mossé

    Síntese da História Grega

    Claude Mossé

    7,50 

    Síntese da História Grega de Claude Mossé [et al.]
    Edições ASA. Porto, 1994, 508 págs. B. Il.

    Entre os principais temas abordados, destaquemos: a estruturação dos sistemas políticos num mundo grego alargado às dimensões da bacia mediterrânica; o confronto com o império persa, de onde nasce a hegemonia de Atenas, e a natureza dessa hegemonia ligada à experiência original que constitui a invenção da democracia; a longa guerra do Peloponeso, que põe fim ao equilíbrio conseguido no século V; e a difícil reorganização do mundo grego no século IV, antes da luta contra a Macedónia de Filipe II. Completam esta síntese um estudo das fontes, a análise dos diferentes aspectos da civilização da cidade clássica, a evolução do mundo grego após a aventura de Alexandre e as formas que adquire a civilização grega nos reinos helénicos, quando o tempo dos reis sucede ao das cidades.

    ✏️ Sublinhados a lápis

  • Os Primitivos Cristãos de Michael Gough

    Primitivos Cristãos, Os

    Michael Gough

    7,00 

    Os Primitivos Cristãos de Michael Gough.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 260 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 17

    Índice Geral
    Introdução: o Pano de Fundo
    Os Três Primeiros Séculos do Cristianismo: Sumário Histórico
    A Arquitectura Cristã antes de Constantino
    De Constantino a Justiniano
    O Panorama Religioso
    A Basílica Cristã
    A Arquitectura Cristã Centralizada e Culpada
    A Arte de um Império Cristão
    Justiniano, Teodora e a Idade de Ouro

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  • Meta Secreta dos Templários

    Meta Secreta dos Templários

    Juan G. Atienza

    10,00 

    Meta Secreta dos Templários de Juan G. Atienza.
    Litexa. Lisboa, 1981, 257 págs. B.. Il.

    Quem eram, realmente, os Templários? Que procuravam ao escolherem com tanto rigor a localização dos seus castelos? Muito se escreveu sobre a ordem do Templo, mas quase não se sabe nada dela. Porque preferiam determinados lugares? Quais eram os saberes secretos que lhes conferiam poderes secretos?
    Os Templários foram verdadeiros motores da evolução espiritual da Idade Média e vislumbram-se neles os antecedentes ocultos de uma arquitectura mágica: o gótico. Elo fundamental de um processo misterioso que principia na Noite dos Tempos e chega até aos nossos dias, foram os conservadores secretos de uma tradição remota cujos vestígios materiais se perdem, mas cuja recordação permanece latente na memória dos povos.

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  • Jerusalém de Simon Sebag Montefiore

    Jerusalém

    Simon Sebag Montefiore

    8,00 

    Jerusalém de Simon Sebag Montefiore.
    Aletheia Editores. Lisboa, 2015, 657 págs. B. Il.

    Jerusalém é capital de dois povos, lugar santo para três religiões, é o cenário destinado ao dia do Juízo Final, o campo de batalha do atual choque de civilizações.
    Como foi que esta pequena e longínqua cidade veio a ser a Cidade Santa, o «centro do mundo», e é hoje um elemento essencial da paz no Médio Oriente?
    Recorrendo a novos arquivos, a publicações recentes, aos documentos da sua família e à investigação de toda uma vida, Simon Sebag Montefiore revela-nos, nesta edição revista e aumentada, as muitas encarnações desta cidade em permanente mutação.

    Através das suas guerras, dos casos amorosos e das revelações dos homens e das mulheres reis, imperatrizes, profetas, poetas, santos, conquistadores e prostitutas que criaram e destruíram Jerusalém, que se dedicaram à cidade e dela fizeram as crónicas. Para além das muitas pessoas comuns, encontramos no elenco desta história nomes como Salomão, Saladino e Suleimão, o Magnífico, Cleópatra, Calígula e Winston Churchill; Abraão, Jesus e Maomé; Mark Twain, Rasputine ou Lawrence da Arábia.

    Desde o rei David até Donald Trump, desde o nascimento do judaísmo, do cristianismo e do islão até ao conflito israelo-palestiniano, este livro é uma narrativa épica e apaixonante de 3000 anos de fé, de matanças, de fanatismo e de coexistência. A história de como Jerusalém se tornou Jerusalém, a única cidade que existe duas vezes: no céu e na terra.

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  • Arménios, Os

    Arménios, Os

    Sirapie der Nersessian.

    7,00 

    Os Arménios de Sirapie der Nersessian.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1973, 215 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 36

    Índice Geral
    A Região e os seus Primeiro Habitantes
    A História da Arménia
    O Reino da Cílicia
    A Sociedade e a Economia
    Religião
    Literatura e Ensino
    Arquitectura
    Escultura
    Pintura

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  • Historical & Archaeological Sketch of the City of Goa, AnWhatsApp Image 2026 02 12 at 13.02.01

    Historical & Archaeological Sketch of the City of Goa, An

    J N. da Fonseca

    30,00 

    An Historical & Archaeological Sketch of the City of Goa de J N. da Fonseca.
    Thacker & Co. Bombay, 1878, 332 págs. E. Il.

    “Tue history of the Portuguese in India would point the moral and adorn the tale of a philosophical historian who should write of the de. eline and fall of the empires. It (the city of Gos) is a place an Englishuman ought to visit. It is a place which an English Prince especially may visit with great profit. If we are proud of our deeds and of our history in Indin, and if we are elated by the greatness of the doings of our race, we may be led by the aspect of the ruins, such as those which the Prince of Wales has been gazing upon, to turn our thoughts to the investigation of the causes which sap the foundation of mighty states, and lay the work of statesmen and soldiers in the dust.” Dr. Russell.

    ❗Com marcas de bibliófago

  • Roma de los Cesares de Leonardo B. Dal MasoWhatsApp Image 2026 02 12 at 16.08.34 (1)

    Roma de los Cesares

    Leonardo B. Dal Maso

    6,00 

    Roma de los Cesares de Leonardo B. Dal Maso.
    Bonechi-Edizioni «Il Turismo». Itália, s.d., 126 págs. B. Il.

    Este belíssimo volume é um dos mais interessantes trabalhos de reconstituição de Roma na época áurea do Império, utilizando para o efeito a fotografia, o desenho, e maquetas tridimensionais e, naturalmente, grande trabalho de pesquisa assente nos dados revelados pela mais moderna arqueologia.

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  • Warriors of Rome de Michael SimkinsWhatsApp Image 2026 02 16 at 22.44.31

    Warriors of Rome

    Michael Simkins

    7,50 

    Warriors of Rome: An Illustrated Military History of the Roman Legions de Michael Simkins.
    Blandford. Nova Iorque, 1988, 160 págs. E. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de James Field.

    Places the reader in the thick of the merciless and invincible Roman hordes, masters of the crossbow, lance, and pickaxe, and describes their fighting technique, weapons, and armor

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  • Paris au Temps de la Revolutions de Georges PoissonWhatsApp Image 2026 02 12 at 16.04.46

    Paris au Temps de la Revolutions

    Georges Poisson

    7,00 

    Paris au Temps de la Revolutions de Georges Poisson.
    Bonechi. Itália, 1989, 128 págs. B. Il.

    La Révolution française est sans doute la période histori-que qui soulève à la fois le plus d’enthousiasme et de ré-probation. Pendant longtemps, elle fut célébrée ou con-damnée en bloc, selon les tempéraments et opinions. Puis, un effort d’impartialité dans le jugement imposa à certains l’idée d’une première et bonne Révolution, suivie d’une mauvaise, la ligne de partage évoluant, selon les es-prits, de la date du premier crime à celle du paroxysme de l’arbitraire meurtrier.

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  • História da Expansão Portuguesa de Francisco BethencourtWhatsApp Image 2026 02 16 at 22.48.30

    História da Expansão Portuguesa

    Francisco Bethencourt

    60,00 

    História da Expansão Portuguesa de Francisco Bethencourt.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1997, 558 págs. E. Il.

    Uma das mais recentes e importantes sínteses sobre a expansão portuguesa. Com colaboração dos mais importantes investigadores portugueses e estrangeiros sobre a matéria, entre os quais José Mattoso, Diogo Ramada Curto, Romero Magalhães para além dos directores da publicação.

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  • Demanda do Preste João, EmWhatsApp Image 2026 02 16 at 22.35.53

    Demanda do Preste João, Em

    Elaine Sanceau

    15,00 

    Em Demanda do Preste João de Elaine Sanceau.
    Livraria Civilização. Porto, s.d., 384 págs. B. Il.

    As jornadas de Afonso de Paiva e de Pêro da Covilhã; a «Odisseia de Mateus», emhaixador que da Abissínia enviou a Portugal a rainha Helena; as aventuras prodigiosas de João Gomes e João Sanches – desaparecidos «na imensidade para
    fora do mapa»; todas as tentativas de D. João II, de D. Manuel I e de D. João III para estabelecer relações amigáveis e eficientes com os governantes dos imaginários defensores da Cristandade no oriente africano, narra-as Elaine Sanceau dentro do mais rigoroso critério de investigação e crítica. Monumentos de pedra ficaram testemunhando a demora desses pioneiros; mensagem gloriosa de um passado que nos honra, presença indestrutível onde palpita e freme e sempre nos entusiasma, a imorredoira lição do idealismo, incapaz de abdicar da bravura severa, do heroísmo isento de vaidades pueris e da sede de recompensa.

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  • Continente das Trevas de Mark Mazower

    Continente das Trevas

    Mark Mazower

    15,00 

    Continente das Trevas de Mark Mazower.
    Edições 70. Lisboa, 2014, 561 págs. B.

    No fim da Primeira Guerra Mundial, assistiu-se ao desaparecimento dos velhos impérios e à oportunidade de construção de uma sociedade melhor a partir das ruínas que o conflito deixou. No entanto, o resultado foi a divisão política e ideológica e banhos de sangue numa escala sem precedentes.
    Esta obra de Mark Mazower conta-nos a história de um século de divisão, descrevendo as lutas de três ideologias rivais – a democracia liberal, o comunismo e o fascismo – para criarem uma nova ordem mundial para a humanidade. O Continente das Trevas derruba radicalmente o mito da Europa como refúgio da democracia e reformula drasticamente a nossa visão do século XX.

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  • Chegada das Trevas de Catherine NixeyWhatsApp Image 2026 02 16 at 22.34.19

    Chegada das Trevas, A

    Catherine Nixey

    8,00 

    A Chegada das Trevas: Como os Cristãos Destruíram o Mundo Clássico de Catherine Nixey.
    Saída de Emergência. Porto Salvo, 2018, 329 págs. B.

    A Chegada das Trevas é a história largamente desconhecida – e profundamente chocante – de como uma religião militante pôs deliberadamente fim aos ensinamentos do mundo clássico, abrindo caminho a séculos de adesão inquestionável à “única e verdadeira fé”.

    O Império Romano foi generoso na aceitação e assimilação de novas crenças. Mas com a chegada do Cristianismo tudo mudou. Esta nova fé, apesar de pregar a paz, era violenta e intolerante. Assim que se tornou a religião do império, os zelosos cristãos deram início ao extermínio dos deuses antigos – os altares foram destruídos, os templos demolidos, as estátuas despedaçadas e os sacerdotes assassinados. Os livros, incluindo grandes obras de Filosofia e de Ciência, foram queimados na pira. Foi a aniquilação.

    Levando os leitores ao longo do Mediterrâneo – de Roma a Alexandria, da Bitínia, no norte da Turquia, a Alexandria, e pelos desertos da Síria até Atenas -, A Chegada das Trevas é um relato vívido e profundamente detalhado de séculos de destruição.

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  • Oito Séculos de História Luso-Alemã de E. A. StrasenWhatsApp Image 2026 02 05 at 12.17.42

    Oito Séculos de História Luso-Alemã

    E. A. Strasen

    50,00 

    Oito Séculos de História Luso-Alemã de E. A. Strasen. Instituto Ibero-Americano de Berlim. Lisboa, 1944, 553 págs. E.

    A amizade luso-alemã – sem dúvida a mais desinteressada, tranquila e persistente que regista a história das relações entre os povos – firmou-se logo no alvorecer de Portugal como Nação. Mas já antes ela era um facto: os povos do ocidente peninsular mantiveram sempre estreitas comunicações com os do Setentrião. Êste comércio remonta às civilizações líticas e às idades dos metais e acentuou-se nos tempos proto-históricos.

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  • Grécia: Berço do Ocidente de Peter Levi

    Grécia: Berço do Ocidente

    Peter Levi

    7,50 

    Grécia: Berço do Ocidente DE Peter Levi.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 231 págs. E. Il.

    Entre as homéricas viagens de Ulisses de- pois da guerra de Tróia, na semilendária Idade do Bronze, e as viagens de São Paulo com que se conclui este volume, a Grécia passou de forma dramática de um obscuro período pré-histórico a apogeus de civilização dificilmente superados, nos séculos seguintes, para se afundar de novo na irrelevância de uma das províncias menos notáveis do Império Romano. No entanto, por mais ínfima que tenha sido a sua importância política posterior, a Grécia conservou a sua superioridade cultural como capital académica do mundo romano e, a partir do Renascimento, recuperou o seu papel como modelo supremo de sociedade civilizada no mundo ocidental.

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