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  • Raúl Brandão e Vitorino Nemésio de A. M. B. Machado Pires

    Raúl Brandão e Vitorino Nemésio

    A. M. B. Machado Pires

    7,00 

    Raul Brandão e Vitorino Nemésio de A. M. B. Machado Pires.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1988, 75 págs. B.

    Raul Brandão e Vitorino Nemésio são, por circunstâncias de enquadramento de geração, escritores que se situam numa época charneira. Ambos se inserem numa crise fim de século que se recorta e projecta pelo início do novo século. Ora o fim do século XIX está longe de ser o ano de 1900, ou mesmo os anos mais próximos. Toda a crise antinaturalista e espiritualista que marcou a geração de 90 projectou-se pelos anos de 1900, com as suas agónicas perplexidades do espírito e da arte perante um mundo, porém, definitivamente conquistado para a técnica. Brandão- «no limiar de um mundo», disse Vergílio Ferreira ‘, de um mundo a que Nemésio já francamente pertence, em termos etários e de geração.

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  • Literatura e Sociedade na Obra de Frei Lucas de Santa Catarina (1660-1740)

    Literatura e Sociedade na Obra de Frei Lucas de Santa Catarina (1660-1740)

    Graça Almeida Rodrigues

    10,00 

    Literatura e Sociedade na Obra de Frei Lucas de Santa Catarina (1660-1740) de Graça Almeida Rodrigues.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1983, 283 págs. B.

    No estudo da obra de Frei Lucas de Santa Catarina, pela sua diversidade, deparamo-nos não com um, mas com vários autores. Frade dominicano e cronista da sua ordem, sucessor de Frei Luís de Sousa, Frei Lucas de Santa Catarina é – e como tal tem sido conhecido primordialmente – um cronista religioso. Membro fundador da Academia Real da História Portuguesa, Frei Lucas está integrado na elite cultural que viria a renovar a mentalidade da época. (…) Sob diversos pseudónimos como entre eles, cirurgião da experiência, licenciado nada lhe escapa, doutor tudo espreita, taralhão mor de Lisboa, é um autor satírico, burlesco, iconoclasta. É autor ainda de cartas freiráticas.

    Este livro procura debruçar-se especialmente sobre as últimas formas de literatura aqui mencionadas. Na verdade, nem toda a literatura barroca foi, como frequentemente se pensa, uma cultura de idealização formal e conceptual. Bem pelo contrário, existiu entre nós – como no resto da Europa – uma literatura realista, caricaturalmente realista que, com métodos próprios, questionou a cultura hegemónica vigente.

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  • Auto da Alma de Gil Vicente

    Auto da Alma de Gil Vicente

    Reis Brasil

    10,00 

    Auto da Alma de Gil Vicente de Reis Brasil
    Liceu Nacional de Santarém. Santarém, 1956 [?], 70 págs. B.

    Estudo, Comentário e Notas de Reis Brasil

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Mário Claúdio: Ficção e Ideário de Joaquim Matos

    Mário Claúdio: Ficção e Ideário

    Joaquim Matos

    7,00 

    Mário Claúdio: Ficção e Ideário de Joaquim Matos.
    Caixotim Edições. Porto, 2004, 188 págs. B.

    A razão do presente volume decorre da importância de Mário Cláudio nas nossas letras e da perspectiva semiótica e semiósica que se procurou para a leitura das suas obras. Se há caminhos abertos na nossa modernidade literária, que a justificam sem reservas com a marca da portugalidade, Mário Cláudio é, sem dúvida, o exemplo insofismável da insatisfação, da pesquisa inesgotável e da criação, removendo estruturas ivas e trabalhando a língua das raízes até aos frutos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.