Gordon Matta-Clark – Splitting, Cutting, Writing, Drawing, eating… de João Ribas Fundação Serralves. Porto, 2017, 220 págs. B.
O catálogo foi publicado por ocasião da exposição Separar, Cortar, Escrever, Desenhar, Comer…Gordon Matta-Clark, organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e pela Culturgest, Lisboa, em colaboração com o Centre Canadien d´architecture, Montréal.
Gordon Matta-Clark (Nova Iorque, 1943-1978) foi um dos mais importantes artistas dos anos 1970, cuja obra tem continuado a influenciar arquitetos e artistas plásticos.
Esta publicação salienta o compromisso do artista com a arte e a arquitetura através de uma seleção de fotografias, cadernos, desenhos, correspondência e filmes provenientes do arquivo do artista no CCA e da Coleção de Serralves.
História da Arte: da Pré-História aos Nossos Dias de Pierre du Colombier. Livraria Tavares Martins. Porto, s.d., 482 págs. E.
MATÉRIA deste livro é a arte, quer dizer, o conjunto de obras que os homens do século XX, considerados competentes pelos seus semelhantes, se habituaram a considerar como belas no domínio plástico. Claro está que a estética teórica não é para aqui chamada. Não faltam, por certo, sistemas muito engenhosos para explicar as razões que tornam uma obra verdadeiramente bela. A sua própria diversidade produz a desconfiança e, com um pouco de malícia, haveria a observar que os seus autores, ao passarem aos domínios da aplicação, chegam a resultados por vezes muito singulares. A custo conseguiram eles arrancar ao mistério alguns princípios cujo valor não é de contestar, como, por exemplo, o princípio segundo o qual o sentimento da beleza se considera frequentemente inseparável de proporções determinadas. Mas quem não verá que as migalhas assim obtidas não bastam para resolver o problema?
Pouco sabemos de cronologias que nos permitam celebrar exactamente um quinto centenário relativo a Vasco Fernandes. E no entanto, a mestria da Adoração dos Magos do retábulo da Sé de Viseu e de outras obras que parecem datáveis do período que vai de cerca de 1501 a 1506 e anos seguintes, implica necessariamente que, por estes tempos mais próximos, tenha passado já, ou esteja em vias de passar, o quinto centenário de grandes cometimentos na pintura portuguesa.
Não se trata todavia de celebrá-lo, mas sim de apresentar a obra de Vasco Fernandes, que, afastando-me bastante do sentido de outras leituras, eu vejo mais como expressão, profundamente europeia e conservadora, de uma determinada mentalidade cultural nossa que é concomitante com um período em que os Portugueses já realizaram as suas viagens mais revolucionárias para a História do Mundo. Em qualquer caso, o fundamental é serem criadas as condições para confrontar essa obra com outra mais pintura do Renascimento. Dessas apresentações e desses confrontos resultará certamente a detecção de problemas e tensões sobre que importará reflectir.
Cabezas de Miguel Angel en el Techo de la Capilla Sixtina de Orbis. Editorial Orbis. Barcelona, 1940. E.
En esta serie de MONOGRAFÍAS DE ARTE, precederá siempre a los facsímiles de las obras un breve estudio biográfico-crítico en el cual se dará noticia del autor o autores de las obras reproducidas y se expondrán los puntos necesarios y concernientes a cada una de ellas, en breve exégesis. Todo habrá de contribuir, según el noble propósito editorial, a que el lector encuentre en estos volúmenes deleite contemplativo e ins-trucción que llene sus deseos de conocer cada vez con mayor justeza e intimidad las grandes obras de Arte de todos los tiempos.
Exposição Henriquina: Catálogo de José Caeiro da Matta [el al] Comissão Executiva das Comemorações do Quinto Centenário da Morte do Infante D. Henrique. Lisboa, 1960, 49 págs. B.
Catálogo da importante exposição comemorativa do quinto centenário da morte do Infante, profusamente ilustrado em folhas intercaladas no texto e desdobráveis.
O Presidente da Comissão Executiva foi o Professor Doutor Manuel Caeiro Matta e o Plano e Direcção da Exposição esteve a cargo de: Arquitecto chefe Frederico George, Adjunto — Pintor de Arte Daciano Costa, tendo como colaboradores: António Santos, Jorge Vieira, Lagoa Henriques, Augusto Gomes, Júlio Resende, Manuel Lapa, entre outros.
🖊️ Dedicatória de oferta ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Conversa um Guião com Philippe Parreno de Adam Thirwell.
Fundação de Serralves. Porto, 2007, 348 págs. B.
Concebida por Adam Thirlwell, em colaboração com Philippe Parreno, como o guião de um filme segundo um encontro na vida real, Conversa incorpora a transcrição de diálogos, escritos de Parreno, extratos de obras alheias e um índice de monstros.
O livro é publicado por ocasião da exposição A time coloured space (Um espaço da cor do tempo) criada por Parreno para o Museu de Arte Contemporânea de Serralves.
No Tempo das Feitorias: A Arte Portuguesa na Época dos Descobrimentos de Ana Maria Norton Brandão [Coord.]. Museu Nacional de Arte Antiga. Lisboa, 1992, 2 vols. B. Il.
Ao mesmo tempo que decorre a Presidência Portuguesa das Comunidades, e após o êxito obtido durante a Europália 91, a abertura da exposição No Tempo das Feitorias, no Museu Nacional de Arte Antiga, vem sublinhar não só o papel actuante de Portugal numa época de profunda redefinição da Europa, como foram os séculos XV e XVI, mas também a integração definitiva do país nos caminhos comuns da construção europeia.
Na certeza de que esta mostra virá ao encontro das expectativas do público português, é com o maior empenho e agrado que a Secretaria de Estado da Cultura promove uma iniciativa que confirma o significado do património cultural como um dos mais importantes fundamentos da identidade de um povo.
Nas paredes do CNC – que desde o início dos anos 50 se instalou na António Maria Cardoso – ressoa ainda a diatribe de Almada sobre o valor da Arte. No CNC Fernando Amado montou as primeiras peças da Casa da Comédia com figurinos de Almada. Ao CNC foi entregue pelo Banco Totta, seu proprietário, o espólio de José Pacheco, que inclui cartas de Almada com quem manteve íntima e longa relação.
Na passagem dos 100 anos de Almada – e que excelente companhia ele nos faria se tivesse ficado um pouco mais por cá, até aos 100! – não podia o CNC deixar de assinalar a data. Fá-lo com a publicação de um estudo que encomendou sobre o espólio que tem à sua guarda, completado por documentos cedidos por vários colecionadores e enriquecido por textos de especialistas convidados.
Islão de Ernst Dies. Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 188 págs. B.
As concepções artisticas do Islão encontraram-se, em cada um destes países, em face de um mundo diferente a que o Islão se acomodou. Nada de novo foi criado, pois nos complexos históricos da arte, que sempre se desenvolveram no terreno da religião, não existem invenções, mas apenas transformações e adaptações. Assim, a ornamentação em vigor nos países mediterrânicos oferecia ao Islão, que o adoptou e dele tirou os seus arabescos», o conjunto, já de modo geral espalhado, das suas folhagens e flores, sob a forma de rosáceas, de palmetas, de folhas de acanto e de vinha. Do templo antigo e da basílica cristă fez-se a mesquita; do campanário, do farol e da torre do fogo saiu o minarete; das rotundas cristãs e dos santuários do fogo fizeram-se os mausoléus, as cúpulas e as torres funerárias. Sob o impulso de um espirito novo, surgia um mundo de novas formas arquitectónicas e ornamentais.
Cartonné jaquette. 167 pages. le prix comprends l’expédition en suivi intégrité des textes ni surlignés ni signature ni commentaires en marges la jaquette a des petites traces d’usures du papier sur les bordures des coins et une pliure dans la pellicule transparente sans gravité
Texto ilustrativo daquilo que é o design, de como funciona a lógica criativa dos designers e do uso que estes fazem das técnicas e dos materiais, esta é uma das principais obras de Munari.
Uma introdução à arte de “saber projectar”, sobretudo coisas que estão ao alcance de qualquer pessoa. À arte de resolver problemas que atormentam muita gente: como decorar a casa? Como aproveitar o espaço? Que materiais utilizar?
Volume integrado na série Pintores Contemporâneos de TASCHEN que apresenta: um resumo cronológico detalhado da vida e obra do artista, cobrindo a sua importância cultural e histórica, uma biografia concisa e aproximadamente 100 ilustrações com legendas explicativas.
Volume integrado na série Pintores Contemporâneos de TASCHEN que apresenta: um resumo cronológico detalhado da vida e obra do artista, cobrindo a sua importância cultural e histórica, uma biografia concisa e aproximadamente 100 ilustrações com legendas explicativas.
Volume integrado na série Pintores Contemporâneos de TASCHEN que apresenta: um resumo cronológico detalhado da vida e obra do artista, cobrindo a sua importância cultural e histórica, uma biografia concisa e aproximadamente 100 ilustrações com legendas explicativas.
Volume integrado na série Pintores Contemporâneos de TASCHEN que apresenta: um resumo cronológico detalhado da vida e obra do artista, cobrindo a sua importância cultural e histórica, uma biografia concisa e aproximadamente 100 ilustrações com legendas explicativas.
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