Alain Resnais de João Bénard da Costa [Dir.] Cinemateca Portugal. Lisboa, 1992, 189 págs. E. Il.
Alain Resnais (1922-2014) foi um cineasta independente e marcante, cujo estilo oscilou entre filmes intelectuais e adaptações teatrais. Colaborou com grandes argumentistas como Marguerite Duras e Alain Robbe-Grillet, e manteve atores recorrentes como Delphine Seyrig e Gérard Depardieu. Seu cinema valoriza memória, literatura, teatro e música, com traços surrealistas. A Cinemateca tem promovido retrospetivas que permitem redescobrir sua obra diversa e influente.
Peter Paul Rubens (1577-1640): O Homero da Pintura de Gilles Néret. Taschen. Lisboa, 1998, 96 págs. B. Il.
Peter Paul Rubens (1577-1640), mestre do barroco flamengo, revolucionou a arte do norte da Europa. Pintor dedicado, poliglota, diplomata e erudito, uniu o realismo flamengo a temas clássicos renascentistas, tornando Antuérpia um centro artístico europeu. A sua influente oficina, que integrou artistas como Van Dyck, produziu mais de 2000 obras sob a sua orientação, consolidando a sua fama continental.
Pierre-Auguste Renoir (1841-1919): Um Sonho de Armonia de Peter H. Feist. Taschen. Lisboa, 1998, 96 págs. B. Il.
«Quem, numa grande coleção de pintura francesa do século XIX, chegar aos quadros de Pierre-Auguste Renoir, facilmente terá a sensacão, de que está a ser recebido pelo que há de mais alegre e festivo na longa história da pintura. A pintura como doadora de alegria, como festa para a vista – assim pode circunscrever-se a grandeza e os limites da sua pintura.»
Rafael (1483-1520) de Chistof Thoenes. Taschen. Lisboa, 1998, 96 págs. B. Il.
Influenciado por Miguel Ângelo e Leonardo, Rafael Sanzio (1483-1520) tornou-se um dos grandes mestres do Alto Renascimento. Após obras marcantes em Florença, foi em Roma que atingiu plena maturidade, sobretudo na Stanza della Segnatura, com A Escola de Atenas. Em apenas duas décadas criou uma obra decisiva, que abriu caminho ao Maneirismo e ao Barroco.
Miguel Ângelo de Gilles Neret. Taschen. Lisboa, 1998, 96 págs. B. Il.
Durante o Renascimento, vários grandes artistas homossexuais, de Leonardo da Vinci, Botticelli e Michelangelo e Raphael, transformou a história da arte, buscando a imitação cada vez mais próxima da natureza ao mesmo tempo adaptá-lo a seu gosto. Em sua arte nasceram seres ambíguos, metade homem, metade mulher, seios femininos foram plantadas em bustos do sexo masculino e um olhar do jovem espreitou por baixo das pálpebras de Madonna.
Uma História Universal de Tudo e de Nada de Julie Mehretu. Fundação de Serralves. Porto, 2017, 273 págs. B. Il.
O catálogo foi publicado por ocasião da exposição Julie Mehretu: Uma História Universal de Tudo e de Nada, organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves, em 2017.
Malangatana de Júlio Navarro.
Editorial Caminho. Lisboa, 1998, 223 págs. E. Il.
Cuidada edição. profusamente ilustrada a negro e a cores com a reprodução de centenas de obras do artista plástico e poeta moçambicano. Textos de Amâncio d’Alpoim Guedes, Frederico Pereira, José Craveirinha, Ulli Beier, Dennis Williams, Julien Beinart, Betty Schneider, Francisco Bronze, Rui Mário Gomçalves, Eurico Gonçalves, Alvis Wottoun, Cusa, Júlio Navarro, Mia Couto, Margot Dias, Gin Angri, Meira Visser, Jorge Costa, Margarida Santos e Pablo Oyarzún Robles.
✍🏻 Edição autografada pelo autor. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. ❗Acompanhado de recortes de imprensa sobre o autor.
Arco’90: Feria Internacional de Arte Contemporáneo de Isabel Cajide Pérez-Moure.
IFEMA-ARCO. Espanha, 1990, 521 págs. B.
La internacionalidad de este Certamen es manifiesta. Contamos con 217 galerías expositoras, procedentes de 20 países, con 52 publicaciones artísticas de 11 países y con 40 entidades públicas y privadas dedicadas a las artes. Es una muestra de excepción, que ofrece al público un panorama global de la trayectoria del arte en el siglo XX: desde los «clásicos» de las vanguardias históricas y nuestros maestros contemporáneos, hasta las más recientes y desconocidas experiencias plásticas.
Treasures of the British Museum de Marjorie Caygill. The British Museum Press. Londres, 1992, 240 págs. E. Il
The BM is the greatest treasure house in the world and it could fill many books with pretty pictures … but this is more than that. A choice selection of topics, some well known and obvious (Sutton Hoo, the Royal Cemeteries at Ur, the Elgin Marbles), others less obvious (the Folkton Drums, the Lothar Crystal), fifty in all, serve as the basis for description and discussion of both objects and collectors and the way in which the BM has acquired them. This unusual and interesting approach makes for a magnificent book: superb pictures, highly readable descriptions and lots of human interest anecdotes. The 2009 edition is significantly expanded with twelve new objects discussed, representing a refocusing away from Europe and the Near East and also showcasing artefacts, such as the Ringlemere Cup, acquired over the last few decades. `About as good as a book of this sort can be. A magnificent present … if you can bear to part with it.’
J. M. W. Turner (1775-1851): O Mundo da Luz e da Cor de Michael Bockemuhl. Taschen. Alemanha, 1993, 96 págs. B.
Entre num mundo de luz e cor deslumbrantes. O romântico inglês J. M. W. Turner transformou a essência da pintura de paisagem, passando de cenas serenas e contemplativas para obras que pulsavam com vida, como se o próprio sol brilhasse a partir das suas telas. Descubra as obras cintilantes e o vasto repertório do “pai da luz”, que colocou a Revolução Industrial frente às forças abrasadoras da natureza.
Debate Sobre a Arte Contemporânea de Jean Cassou [et al.]. Publicações Europa-América. Lisboa, 1963, 437 págs. B.
Numa época em que a cultura corre o risco de se degradar num saber imediata mente produtivo, poderá recear-se que o homem – à excepção de uma ínfima minoria de iniciados e amadores, que em breve dificilmente será possível encontrar-se veja reduzido a não procurar no livro, na música, nas artes plásticas (ou no cinema), mais do que um mero divertimento, uma terapêutica útil ao serviço de uma ocupação dos lazeres ou de uma propaganda. È por isso que toda a visão da arte, das suas intenções e das suas formas ditas «novas» deve incluir um exame das relações entre o artista e a sociedade, da situação que à arte e ao artista é criada na civilização moderna.
Museu Calouste Gulbenkian de João Castel-Branco Pereira. Quidnovi.
O Museu Calouste Gulbenkian resultou da vontade, fortuna, intuição e gosto requintado de Calouste Sarkis Gulbenkian (1869-1955), que reuniu uma das mais importantes colecções de arte dos últimos dois séculos. Nascido na Turquia, de família arménia, o coleccionador cedo iniciou os seus estudos em Londres, estabelecendo-se em Paris na década de 1920, e em Lisboa desde 1942, onde faleceu.
Casa-Museu Anastácio Gonçalves de José Alberto Ribeiro e Ana Anjos Mântua. Quidnovi. B.
As casas-museu são por excelência espaços de memória onde se recriam ambientes. Às obras que se apresentam o visitante associa a vivência de um espaço ligado a uma determinada personagem ou personagens, o que possibilita uma experiência emocional-diferente do museu mais convencional. Esta tipologia de museu desperta cada vez mais interesse a nível internacional.
História da Arte de H. W. Janson.
Fundação Calouste Gulkbenkian. Lisboa, 1984, 766 págs. E. Il
O título deste livro tem dois sentidos: tanto se refere às realizações de que é urdida a história da arte como à ciência que as estuda. Quiçá haja vantagem em que a mera relação dos factos e a sua interpretação sejam designadas pelos mesmos termos. Porque não podem separar-se uma da outra por mais que tentemos fazê-lo. Na história da arte como na de qualquer outra matéria de estudo – factos assentes de uma vez para sempre mas, somente, graus de plausibilidade.
Histoire de L’Art de Germain Bazin. Editions Garamond. Paris, 1953, 460 págs. E. Il.
Considérer l’œuvre d’art d’un point de vue vraiment universel, planer au-dessus du temps comme de l’espace, tel est le but auquel s’est astreint l’auteur. Il ne se flatte point d’y être parvenu, trop heureux si du moins on veut bien reconnaître qu’il y a tendu de toutes ses forces. A moins d’être un déraciné, un homme peut-il s’évader de son temps, peut-il rester sourd aux instances de la civilisation qui l’a nourri?
Devir das Artes de Gillo Dorfles. Arcádia Editora. Lisboa, 1979, 273 págs. B. Il.
“O homem vive hoje sob o fogo cruzado das mais diversas e desconcertantes manifestações artísticas – da pintura abstracta à música electrónica – e das mais contrastantes teorizações estéticas. Este livro pretende responder a uma necessidade de actualização e orientação amplamente sentida e constitui um balanço da situação estética configurada na cultura mundial durante a última metade do século.”
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