• Imagem-Sensação: Deleuze e Pintura de Nuno Carvalho

    Imagem-Sensação: Deleuze e Pintura, A

    Nuno Carvalho

    6,00 

    A Imagem-Sensação: Deleuze e Pintura de Nuno Carvalho.
    Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa. Lisboa, 2009, 99 págs. B.
    Colecção: Thesis | 2

    Se o conceito de imagem é transversal na obra de Gilles Deleuze, dificilmente os seus avatares poderão ser encerrados sob a homogeneidade de um único conceito. Uma análise da sua obra faz sobressair três campos principais, embora interrelacionados, que recorrem à utilização de um conceito de imagem, mas que no mesmo movimento fazem surgir as suas diferentes e por vezes irredutíveis configurações: a imagem enquanto imagem do pensamento, as imagens picturais e as imagens cinematográficas. A que se deve acrescentar o que Deleuze diz sobre a imaginação, enquanto faculdade produtora de imagens, tanto em mote próprio quanto como comentador da história da filosofia; e sobre o imaginário, enquanto lugar onde se intersectam a faculdade de produzir imagens e o desejo. Por fim, deverão ainda ser tomadas em consideração a teoria da imagem como simulacro, a teoria da imagem fotográfica apresentada no livro sobre Kafka e as aproximações ao conceito de imagem contidas no estudo sobre Beckett.
    Da Introdução

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  • Iludidos pelo Acaso de Nassim Nicholas Taleb

    Iludidos pelo Acaso

    Nassim Nicholas Taleb

    7,50 

    Iludidos pelo Acaso de Nassim Nicholas Taleb
    Temas e Debates. Lisboa, 2018, 351 págs. B.

    O papel oculto do acaso na vida e nos mercados Este é o livro que muda a forma como encaramos o mundo dos negócios. Fala-nos da sorte ou, mais precisamente, do papel que atribuímos à sorte na nossa experiência pessoal e profissional. Tendo como cenário o fórum de maior visibilidade em que a sorte é confundida com perícia – os mercados – esta obra explica de maneira irreverente, iconoclasta, surpreendente e divertida uma das forças menos compreendidas da nossa vida.

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  • Husserl de Arion L. Kelkel.

    Husserl

    Arion L. Kelkel

    5,00 

    Husserl de Arion L. Kelkel
    Edições 70. Lisboa, 1982, 119 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Básica de Filosofia | 18

    Dar à filosofia uma nova e radical fundamentação como rigorosa ciência apriorística, mediante a superação do empirismo e do psicologismo, foi a tarefa e o empenho de Husserl, bem como o seu mais notável contributo: o método fenomenológico

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  • A Humanidade Perdida de Alain Finkielkraut

    Humanidade Perdida, A

    Alain Finkielkraut

    7,00 

    A Humanidade Perdida: ensaio sobre o século XX de Alain Finkielkraut
    Edições ASA. Porto, 1997, 133 págs. E.

    Este livro é, de uma ponta a outra, dominado pelos acontecimentos que fizeram do século XX o mais terrível período da história dos homens. Ele não se pretende um panorama, nem um balanço, mas antes uma meditação obstinada e uma narração inédita daquilo que, depois de 1914, aconteceu à Humanidade que os Tempos Modernos tão dificilmente conquistaram.
    Ele procura compreender por que razão essa que foi a afirmação mais radical da unidade do género humano pôde, ironicamente, produzir um universo concentracionário – e tornar a história do não-humano a vertiginosa originalidade do nosso século.

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  • Herança e Futuro da Europa de Hans-Georg Gadamer

    Herança e Futuro da Europa

    Hans-Georg Gadamer

    7,00 

    Herança e Futuro da Europa de Hans-Georg Gadamer
    Edições 70. Lisboa, 1998, 135 págs. B.
    Colecção: Nova Biblioteca 70 | 7

    Hans-Georg Gadamer, considerado um dos grandes filósofos do século XX, parte do princípio de que só poderemos saber o que será a Europa no futuro desde que saibamos o que ela foi no passado. Daí ser importante conhecer a nossa herança – o que produzimos no campo da arte, das ciências, do espírito, e qual foi e deverá ser a tarefa da filosofia e de outras disciplinas na definição da diversidade europeia. Escrito no final da década de 8O, para um ciclo de conferências, a obra mantém toda a sua actualidade, quando assistimos à gradual inclusão de mais países no espaço da União Europeia e aos desafios colocados pelo multiculturalismo do continente europeu.

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  • Helade: Antologia da Cultura Grega de Maria Helena da Rocha Pereira

    Helade: Antologia da Cultura Grega

    Maria Helena da Rocha Pereira

    10,00 

    Helade: Antologia da Cultura Grega de Maria Helena da Rocha Pereira
    Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Coimbra, 1990, 538 págs. B.

    Hélade é a mais importante antologia da cultura grega publicada em Portugal.
    Obra de enorme amplitude cronológica e temática, permite ao leitor que lê por paixão ou gosto – ou, mais particularmente, ao estudante – aceder, através de traduções altamente respeitadas, aos nomes fundadores da cultura ocidental, da Ilíada e Odisseia a Plutarco e Díofanto, passando, entre outros, por Hesíodo, Safo, Heraclito, Ésquilo, Sófocles e Eurípides.

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  • Harry Potter e a Pedra Filosofal de J. K. Rowling

    Harry Potter e a Pedra Filosofal

    J. K. Rowling

    6,00 

    Harry Potter e a Pedra Filosofal de J. K. Rowling
    Editorial Presença. Lisboa, 1999, 317 págs. B.

    Harry Potter é antes de mais o fenómeno editorial de 1999. É-o porque demove crianças de jogos de computador e de infindáveis horas frente ao televisor. É-o porque está traduzido em cerca de 30 idiomas. É-o porque tem angariado os mais importantes prémios de literatura infanto-juvenil. É-o, por fim e entre outras inúmeras razões, porque ocupa há meses consecutivos os primeiros lugares das mais importantes listas de vendas mundiais. Mas Harry Potter, o personagem dos livros de J. K. Rowling, não é um herói habitual. É apenas um miúdo magricela, míope e desajeitado com uma estranha cicatriz na testa.

    Estranha, de facto, porque afinal encerra misteriosos poderes que o distinguem do cinzento mundo dos muggles (os complicados humanos) e que irá fazer dele uma criança especialmente dotada para o universo da magia. Admitido na escola Howgarts onde se formam os mais famosos feiticeiros do mundo, Harry Potter irá viver todas as aventuras que a sua imaginação lhe irá propocionar. Um grande sucesso editorial que os mais jovens adoram e que apetece também aos adultos.

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  • Garanhão das Praias

    Garanhão das Praias

    José Mauro de Vasconcelos

    5,00 

    Garanhão das Praias de José Mauro de Vasconcelos.
    Edições Melhoramentos. Brasil, 1972, 242 págs. B.

    Forte carga dramática e erótica perpassa O garanhão das praias. No cenário da natureza pujante e indomável do Araguaia se defrontam diferentes destinos, credos, raças e culturas — o branco, o negro e o indígena. No vai e vem de suas viagens conduzindo o gado pelo sertão, Canário — belo e sedutor vaqueiro, de passado e identidade enigmáticos —, desperta várias paixões no aldeamento tutelado pelo Serviço de Proteção ao Índio. Após uma temporada de chuvas intensas, uma misteriosa epidemia assola a aldeia, dizimando indígenas. Canário sobrevive graças à força de seu vigor físico e segue sua vida pelos sertões, agora fisicamente abatido e angustiado pela consciência da finitude da vida.

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  • Fragmentos de um Discurso Amoroso

    Fragmentos de um Discurso Amoroso

    Roland Barthes

    7,50 

    Fragmentos de um Discurso Amoroso de Roland Barthes
    Edições 70. Lisboa, 1987, 260 págs. B.
    Colecção: Signos | 17

    A afirmação, aceitação e estudo aprofundado do Discurso Amoroso é o assunto deste livro, cuja necessidade, segundo o próprio autor: “está contida na seguinte consideração: o discurso amoroso é hoje em dia de uma extrema solidão. Este discurso é talvez falado por milhares de pessoas (quem o sabe?), mas não é defendido por ninguém. Está completamente banido das linguagens circundantes: ignorado, desacreditado ou ridicularizado por elas, cortado não somente do poder, mas também dos seus mecanicismos (ciências, conhecimentos, artes.” Para este estudo, Barthes serve-se de exemplos de vários textos, como o Werther, de Goethe, O Banquete, de Platão, e de autores como Nietzsche, entre outros.

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  • Foucault como o Imagino

    Foucault como o Imagino

    Maurice Blanchot

    6,00 

    Foucault como o Imagino de Maurice Blanchot.
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, s.d., 72 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio Eduardo Lourenço

    «O leitor que avançar desprevenidamente nas primeiras linhas deste curto texto de Maurice Blanchot poderá muito depressa aperceber-se do essencial. E o essencial é: que há um mistério (não diria tanto: uma prega, uma dobra, uma ruga, um estremecimento, uma convulsão) nesta escrita. (…) Ο mistério vem do modo como se desenrola – demasiado claro, quase inocente, para ser verdade. Tão claro, tão dócil, tão neutro, tão distraído de si mesmo, que por vezes nos assusta. Não há drama nesta escrita. Ela é serena, de uma estranha serenidade, porque parece dizer que atravesou a morte.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Formação Económica do Pensamento de Marx

    Formação Económica do Pensamento de Marx

    Ernest Mandel

    5,00 

    Formação Económica do Pensamento de Marx de Ernest Mandel
    Centelha. Coimbra, 1978, 302 págs. B.
    Colecção: Temas / Nosso Tempo Economia | 5

    “A Formação do Pensamento Económico de Karl Marx” (1967) de Ernest Mandel analisa a evolução de Marx da filosofia para a economia política. Destaca a importância dos Grundrisse, introduz uma versão não dogmática do marxismo e examina a transição do pensamento de Marx, focando no tempo de trabalho e na crítica ao capitalismo

    📝 Assinatura de posse.

  • Filosofia de Paul Ricouer de Lewis Edwin Hahn

    Filosofia de Paul Ricouer

    Lewis Edwin Hahn

    7,00 

    Filosofia de Paul Ricouer de Lewis Edwin Hahn
    Instituto Piaget. Lisboa, 1999, 250 págs. B.
    Colecção: Pensamento e Filosofia | 46

    Paul Ricoeur é considerado, mundialmente, como um dos maiores fenomenologistas contemporâneos. Com o seu precioso trabalho, Paul Ricoeur ajudou a fazer do termo hermenêutica um dos mais acessíveis ao pensamento. A sua obra cobre um vasto leque de temas: história da filosofia, crítica literária, estética e metafísica, ética, religião, semiótica, estruturalismo linguístico, ciências humanísticas, psicanálise, culpa e mal, conflitos de interpretação, etc. Em A Filosofia de Paul Ricoeur, obra de diálogo entre os seus vários críticos e o próprio autor, todo o trabalho de Paul Ricoeur é abordado por forma a mostrar aos leitores, com leves frescos, o desenvolvimento e o clima intelectual do nosso tempo.

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  • Filho de Mil Homens, O

    Filho de Mil Homens, O

    Valter Hugo Mãe

    8,00 

    O Filho de Mil Homens de Valter Hugo Mãe
    Alfaguara. Carnaxide, 2011, 258 págs. B.

    Raramente a literatura universal produziu um texto tão sensível e humano quanto este. O filho de mil homens é uma obra da ourivesaria literária de Valter Hugo Mãe. Uma experiência de amor pela humanidade que explica como, afinal, o sonho muda a vida.

    Crisóstomo, um pescador solitário, ao chegar aos quarenta anos de idade, decide fazer o seu próprio destino. Inventa uma família, como se o amor fosse sobretudo a vontade de amar.

    Sempre com a magnífica capacidade poética de Valter Hugo Mãe, esta história é um elogio a todos quantos resistem para além do óbvio.

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  • Filha do Capitão, A

    Filha do Capitão, A

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    A Filha do Capitão de José Rodrigues dos Santos
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2008, 634 págs. B.

    O capitão Afonso Brandão mudou a sua vida quase sem o saber, numa fria noite de boleto, ao prender o seu olhar numa bela francesa de olhos verdes e voz de mel. O oficial comandava uma companhia da Brigada do Minho e estava havia apenas dois meses nas trincheiras da Flandres quando, durante o período de descanso, decidiu ir pernoitar a um castelo perto de Armentières. Conheceu aí uma deslumbrante baronesa e entre eles nasceu uma atracção irresistível.

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  • O Fantasma de Hanna Mendes de Naomi Ragen

    Fantasma de Hanna Mendes, O

    Naomi Ragen

    10,00 

    O Fantasma de Hanna Mendes de Naomi Ragen.
    Editora Replicação. Lisboa, 2005, 367 págs. B.

    Romance histórico baseado na vida de Hanna Mendes, uma “Señora”, (ver Dona Gracia de Cecil Roth).

    Com contornos modernos; Uma avó de Manahattan, Catherine Da Costa, matriarca de uma abastecida família Sefardita, é uma empresa de busca da sua identidade.

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  • A Família de Pascoal Duarte de Camilo José Cela

    Família de Pascoal Duarte, A

    Camilo José Cela

    6,00 

    A Família de Pascoal Duarte de Camilo José Cela.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1958, 206 págs. B.

    A 15 de fevereiro de 1937, Pascual Duarte, condenado à morte por matricídio, envia um manuscrito a um conhecido, relatando a sua vida e os seus feitos criminosos. Trata-se de uma confissão pública, mas, acima de tudo, uma tentativa de justificar tanta crueldade.

    As violências de Pascual Duarte foram, por ordem cronológica, o ter ferido Zacarias numa disputa, morto à navalhada a égua que arreou na sua própria mulher, morto a tiro a cadela Chispa porque incomodava a sua vista, morto «El Estirao» a golpes, morto a sua mãe à navalhada e assassinado o Conde de Torremejía. Pascual apenas se diz verdadeiramente culpado de dois destes crimes – porque o que o enfurece verdadeiramente, diz, são as vicissitudes da vida e os infortúnios absurdos.

    Procura alguém a quem culpar, alguém em quem se possa vingar das injustiças do destino. Atormentado pelas mulheres que o rodeiam, Pascual não só demonstra intolerância quando a má sorte se revela de uma crueza extrema – ao tirar-lhe os dois filhos, a primeira mulher e o irmão -, como vê nos seus crimes uma forma de repor a ordem na vida.

    📝 Assinatura de posse.