• Estilo e as Suas Técnicas de Marcel Cressot

    Estilo e as Suas Técnicas

    Marcel Cressot

    7,50 

    Estilo e as Suas Técnicas de Marcel Cressot
    Edições 70. Lisboa, 1980, 329 págs. B.
    Colecção: Signos 27

    A interpretação e o estudo de qualquer mensagem oral ou escrita remete-nos para a relação existente entre um pensamento e a sua expressão.

    Aí intervém a estilística como instrumento privilegiado de análise, em cuja metodologia convergem não só os factores linguísticos mas também os psicológicos e os sociais.

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  • Este Rei Que Eu Escolhi

    Este Rei Que Eu Escolhi

    Alice Vieira

    5,00 

    Este Rei Que Eu Escolhi de Alice Vieira
    Editorial Caminho. Lisboa, 1984, 174 págs. B.

    Em Este Rei que Eu Escolhi os mesmos protagonistas de A Espada do Rei Afonso e a sua tia idosa vão participar na escolha do Mestre de Avis (D. João I) para iniciar a segunda dinastia. Mordazmente caracterizado, o futuro rei, um indeciso, beneficiará da iniciativa dos jovens e, em especial, dos conselhos da tia Leocádia. De novo, o humor, resultante dos sucessivos equívocos, percorre cada página deste livro.

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  • A Era do Vazio de Gilles Lipovetsky

    Era do Vazio, A

    Gilles Lipovetsky

    7,50 

    A Era do Vazio: ensaio sobre o individualismo contemporâneo de Gilles Lipovetsky
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 1989, 204 págs. B.
    Colecção: Antropos

    Em A Era do Vazio. Ensaios sobre o Individualismo Contemporâneo, obra publicada inicialmente em 1983 e que ganhou contornos de clássico, Gilles Lipovetsky analisa a sociedade dita pós-moderna e disserta sobre as novas atitudes do indivíduo que se manifestam no mundo ocidental, atitudes essas que, segundo ele, traduzem uma perda de importância da esfera pública, bem como das suas instituições colectivas (sociais e políticas), que vai cedendo perante a emergência do individualismo de tipo narcísico e hedonista, naquilo que seria uma «segunda revolução individualista». Este texto seria o ponto de partida para um corpus, fecundo, que se tem vindo a debruçar sobre temas como a hipermodernidade, o individualismo, o consumo, a globalização e o indivíduo, a estética capitalista. Esta nova edição integra o Posfácio escrito pelo autor para a edição francesa, em 1993, bem como um Prefácio de Manuel Maria Carrilho, que há três décadas estuda e acompanha a obra de Lipovetsky.

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  • Ensaios VIII

    Ensaios VIII

    António Sérgio

    6,00 

    Ensaios VIII de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1974, 249 págs. B.

    Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País.

     

    Do presente volume fazem parte, entre outros, os ensaios: Em torno da História Trágico-Marítima, Sobre o socialismo de Oliveira Martins,

    Nótula preambular à «Teoria do Socialismo de Oliveira Martins.

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  • Ensaios V

    Ensaios V

    António Sérgio

    6,00 

    Ensaios V de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1973, 278 págs. B.

    Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País.

    Do presente volume fazem parte, entre outros, um ensaio sobre o significado político da obra de Oliveira Martins; e Salada de conjecturas a propósito de dois jesuítas, Em torno da «ilusão revolucionária» de Antero, Nótula sobre Nicolau Tolentino.

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  • Ensaios IV

    Ensaios IV

    António Sérgio

    6,00 

    Ensaios IV de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1973, 278 págs. B.

    Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País.

    Do presente volume fazem parte os ensaios O Reino Cadaveroso, As duas políticas nacionais, Divagações pedagógicas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ensaios III

    Ensaios III

    António Sérgio

    6,00 

    Ensaios III de António Sérgio
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1972, 315 págs. B.

    Do presente volume consta, além de Notas de literatura portuguesa e Notas de Política (“Democracia e ditadura”; “O espírito dos partidos políticos”; “Sobre a aplicação política da Ideia de Igualdade”, etc.), a famosa conferência: Considerações sobre o problema da Cultura.

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  • Ensaios II de António Sérgio

    Ensaios II

    António Sérgio

    6,00 

    Ensaios II de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1977, 295 págs. B.

    Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País.

    Do presente volume fazem parte os ensaios O Reino Cadaveroso, As duas políticas nacionais, Divagações pedagógicas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ensaios I de António Sérgio

    Ensaios I

    António Sérgio

    6,00 

    Ensaios I de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1976, 409 págs. B.

    Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País. Do presente volume fazem parte, entre outros, os ensaios Ciência e Educação: Educação e Filosofia; Espectros; Da opinião pública è da competência em Democracia; Interpretação não romântica do Sebastianismo; A conquista de Ceuta.

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  • Emigrantes

    Emigrantes

    Ferreira de Castro

    6,00 

    Emigrantes de Ferreira de Castro
    Livraria Editora Guimarães. Lisboa, 1940, 325 págs. E.

    Uma obra prima do realismo social, Ferreira de Castro narra a desventura de um emigrante português, analfabeto de Oliveira de Azeméis, que se endivida para partir para o Brasil. As promessas brasileiras nunca se concretizam, é explorado e chega a envolver-se vagamente em movimentos políticos.

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    Encadernação amadora.

  • Douta Ignorância de Nicolas de Cosa de Nicolau de Cusa

    Douta Ignorância

    Nicolas de Cosa

    10,00 

    Douta Ignorância de Nicolas de Cosa
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2003, 191 págs. B.

    A 12 de Fevereiro de 1440 o Cardeal alemão Nicolau Krebs concluía em Cusa, sua terra natal e que lhe daria o nome com que posteriormente viria a ser conhecido, a redação da obra que mais o notabilizaria nos séculos seguintes e cujo título, A douta ignorância, se tornaria emblemático como resposta tanto aos dogmatismos quanto aos ceticismos que frequentemente ameaçam a aventura humana do saber. […]

    A obra que agora se apresenta em tradução portuguesa constitui uma autêntica contração, para utilizar uma categoria central do discurso filosófico do autor, na qual se concentram os principais motivos do seu filosofar que, posteriormente, outros textos virão a “explicar” em diversas direções, ora devido a diferentes solicitações, ora motivado por novas leituras, ora impelido por outros e mais originais aprofundamentos. Divide-se em três livros, internamente articulados na sua unidade e na convergência dos conceitos em que se exprime a tripla realidade que abordam. O primeiro pretende aprofundar o estudo do Máximo absoluto, em si inominável, mas venerado como Deus na religião de todos os povos. O segundo volta o olhar para o universo, de que o Máximo absoluto é a causa e o princípio e que, existindo assim fora da unidade desse Máximo de que provém, não pode subsistir sem a pluralidade em que se apresenta, razão pela qual não recebe, como o primeiro, a designação de Máximo absoluto, mas sim de máximo contraído. Finalmente o terceiro livro procura encontrar o mediador entre o primeiro máximo e o segundo máximo, e que, para isso, tem de participar simultaneamente da natureza absoluta do primeiro e da natureza contraída do segundo: Jesus, sendo Deus, é, por isso, absoluto, e, sendo homem, é por isso contraído, estabelecendo-se, pois, como unidade e unificação de todas as coisas.

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  • Einstein - Uma Leitura de Galileu e Newton

    Einstein – Uma Leitura de Galileu e Newton

    Françoise Balibar

    6,00 

    Einstein – Uma Leitura de Galileu e Newton de Françoise Balibar
    Edições 70. Lisboa, 1988, 126 págs. B.
    Colecção: O Saber da Filosofia | 24

    Que relações pode haver entre Galileu, Newton e Einstein? Múltiplas, e não insignificantes. Nesta obra, salientam-se sobretudo dois aspectos a eles comuns: a relatividade do movimento e a prática da experiência mental.

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  • Domingo à Tarde de Fernando Namora

    Domingo à Tarde

    Fernando Namora

    5,00 

    Domingo à Tarde de Fernando Namora
    Livraria Bertrand. Amadora, 1978, 255 págs. B.

    Jorge é um médico irascível, cínico e desagradável até surgir Clarisse, uma leucémica. A partir daí, tudo se modifica. Uma história exemplar de amor e de morte, que nos mostra como somos forçados a reprimir impulsos vorazes. Um grande escritor e um grande romance.

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  • Dissidência e Nova Filosofia

    Dissidência e Nova Filosofia

    André Glucksmann

    6,00 

    Dissidência e Nova Filosofia de André Glucksmann [et al]
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1979, 166 págs. B.
    Coleccção: Cadernos Peninsulares | Ensaios Especial 3
    𓂃🖊 Organização de Manuel Maria Carrilho

    «Com a organização deste volume procura-se, longe dos habituais panegíricos aos «novos gurus», mas também longe das puras recusas de opinião, pensar-se de facto a «nova filosofia». Assim, apresentam-se inicialmente as «posições» mais características da «nova filosofia» através de entrevistas com B.-H. Lévy e A. Glucksmann, que são acompanhadas por um texto de Denis Bourgeois que, além de apresentar uma perspectiva de conjunto sobre os novos filósofos, os situa no seu mundanismo parisiense; seguem-se-lhes significativos depoimentos dos novos filósofos ao Le Monde sobre as suas relações com a política. Procura-se depois, em «contra-posições», dar a conhecer ao leitor português alguns dos textos mais importantes que se definem claramente contra a «nova filosofia». Dos muitos que surgiram escolhemos (prescindindo de alguns importantes, nomeadamente os de C. Castoriadis, E. Morin e de J. F. Lyotard) os que nos pareceram mais significativos não só pelas questões que realmente põem à «nova filosofia» mas também, através dela, ao actual pensamento europeu de esquerda. É, em particular, o caso de textos tão diferentes mas singularmente certeiros e inteligentes como os de J. Ranciére e de G. Deleuze.» Manuel Maria Carrilho

    Inclui textos de André Glucksmann, António Marques, Bernard-Henri Lévy, David Cooper, Denis Bourgeois, Eduardo Prado Coelho, Eduardo Lourenço, François Aubral, Jacques Ranciére, Jean Pierre Faye, Gilles Deleuze, José Manuel Sobral, Manuel Maria Carrilho, Marine Zecca, Michel Foucault, Nicos Poulantzas e Xavier Delcourt

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  • Despedida (1895-1899) de António Nobre

    Despedida (1895-1899)

    António Nobre

    6,00 

    Despedida (1895-1899) de António Nobre.
    Lello & Irmão Editores. Porto, 1985, 218 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Iniciação Literária | 71
    𓂃🖊Prefácio: José Ferreira de Sampaio (Bruno)

    Destas linhas que acima ficam se depreende que jamais lograram os versos que saem agora a lume o ser corrigidos por seu autor. Se imperfeições aqui ou ali acaso os maculem, acate-se o legítimo escrúpulo que não se atreveu a sujeitar o texto a alheia revisão minuciosa. Ele foi recebido como uma herança de coração; com inquieto sobressalto, julgou-se sacrílego que ela não fosse assaz respeitada

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  • Democracia

    Democracia

    António Sérgio

    7,50 

    Democracia de António Sérgio
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1974, 391 págs. B.

    DEMOCRACIA é o primeiro volume das Obras Completas de António Sérgio dedicado aos escritos políticos do Autor. O título, sugerido por uma das obras agora reunidas, é aliás indicativo de um dos temas chaves do pensamento sergista.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.