• Abraço de Nemésis de Steven Saylor

    Abraço de Nemésis

    Steven Saylor

    7,50 

    Abraço de Nemésis: Um Mistério na Roma Antiga de Steven Saylor
    Livros Quetzal. Lisboa, 2000, 341 págs. B.

    No sul de Roma, fica situada a magnífica villa de Marco Lícinio Crasso, o mais rico cidadão romano. Quando o supervisor da propriedade é encontado morto, Marco conclui que terão sido dois escravos pertencentes ao Movimento de Libertação de Escravos. Mas quando Gordiano, o Descobridor, é chamado para investigar, a realidade revela-se muito diferente.

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  • Venâncio e Outros Histórias de Joaquim Paço d' Arcos

    Venâncio e Outros Histórias

    Joaquim Paço d' Arcos

    3,00 

    Venâncio e Outros Histórias de Joaquim Paço d’ Arcos.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 183 págs. B.

    Romancista e poeta de talento, Joaquim Paço d’Arcos, possuidor de uma grande experiência de viajante, aliada a uma notável bagagem de convívio humano, imprime à sua obra de novelista um tom cosmopolita, servido por um estilo claro, luminoso e sóbrio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Utopias de Michael Lowy

    Utopias

    Michael Lowy

    7,50 

    Utopias: Ensaios sobre Política, História e Religão de Michael Lowy.
    Ler Devagar. Lisboa, 2016, 200 págs. B.

    Neste livro encontram-se três tradições intelectuais: o judaísmo libertário de cultura alemã, o Romantismo de inspiração socialista de um grupo de historiadores e cientistas sociais britânicos e, last but not least,um marxismo especificadamente latino -americano ,forjado nas dinâmicas histórico-sociológicas da região que se estende de Buenos Aires a Havana.

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  • Toda e Qualquer Escrita de João de Melo

    Toda e Qualquer Escrita

    João de Melo

    6,00 

    Toda e Qualquer Escrita: Estudos, Ensaios e Críticas de Literatura de João de Melo.
    Vega. Lisboa, s.d., 224 págs. B.
    Universidade | 23

    TODA E QUALQUER ESCRITA (Estudos, ensaios e críticas de Literatura) é um livro que atravessa as cinco áreas fundamentais do trabalho ensaístico de João de Melo dos últimos anos: a Literatura Açoriana (Romanceiro e tradições orais, a produção literária insular 1960-1980, a novelística de Dias de Melo e a poesia de Nemésio); a análise estrutural da obra de consagrados escritores portugueses (José Cardoso Pires, Manuel da Fonseca, Augusto Abelaira); a questão sociolinguística da Língua como fenómeno social; a Literatura Francesa (do Barroco a Baudelaire) e, por fim, a Literatura Angolana (Castro Soromenho e Manuel dos Santos Lima). Na diversidade desta temática reside a intenção de suscitar o interesse dos leitores (estudantes, críticos, estudiosos em geral) para a relação da escrita do ensaio com a de criação literária. Com a especial novidade de retomar o estudo da cultura dos Açores, este livro preenche um espaço de conhecimento, de trabalho e de descoberta ainda pouco experimentado por muitos, além de prolongar a perspectiva, o conceito e o fundo teórico das novas correntes da crítica portuguesa.

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  • Tipos de Mentes de Daniel C. Dennett

    Tipos de Mentes

    Daniel C. Dennett

    7,00 

    Tipos de Mentes de Daniel C. Dennett.
    Temas e Debates. Lisboa, 2001, 202 págs. B.

    Há poucos autores tão aptos para formularem questões que causem perplexidade à razão humana do que o filósofo e cientista cognitivo Daniel Dennett. Em Tipos de Mentes, o autor combina ideias da filosofia, da inteligência artificial e da neurobiologia, introduzindo o leitor numa viagem metafísica intrigante. O que é uma mente e quem mais (além do ser humano) a possui? Que distingue a mente humana da dos outros animais? Os robots dotados de sistemas sensoriais exibirão, alguma vez, as características da mente humana? Dennett mostra como, passo a passo, a vida animal passou da simples capacidade de responder às questões ambientais à aptidão excepcional de superar as adversidades, usando experiências passadas para prever situações nunca antes enfrentadas.

    Ao discorrer sobre as mudanças desencadeadas no homem a partir do surgimento da fala, sobre os robots cujos «olhos» de câmara de vídeo nos dão a forte ilusão de presença ou sobre a possibilidade de as aranhas serem apenas robots diminutos tecendo irreflectidamente teias do mais refinado padrão, Dennett demonstra ser um mestre em formular questões estimulantes e perturbadoras.

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  • Teremos Sempre Verão de Jenny Han

    Teremos Sempre Verão

    Jenny Han

    7,00 

    Teremos Sempre Verão de Jenny Han.
    Secret Society. Lisboa, 2025, 293 págs. B.

    «A vida pode seguir em duas direções. É pegar ou largar. Este foi um desses momentos. Grandioso. Não os há muito maiores do que este.»

    Prestes a conseguir o seu final feliz, e com a certeza de que Jeremiah é a sua alma gémea, Belly ruma à casa de praia, o lugar perfeito para parar e respirar.
    Mas o reencontro com Conrad desperta a nostalgia de um primeiro grande amor que se guardou em segurança. Será que a relação com Jeremiah tem mesmo futuro? E terá Belly realmente esquecido Conrad?

    Chegou o tão aguardado momento em que Belly tem de decidir qual dos dois irmãos conquistou definitivamente o seu coração.

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  • Sócrates, Platão, Aristóteles

    Sócrates, Platão, Aristóteles

    Jean Brun

    7,50 

    Sócrates, Platão, Aristóteles de Jean Brun.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1994, 297 págs. B.
    Nova Enciclopédia | 49

    A conceituada trilogia de Jean Brun sobre os mais importantes filósofos da Antiguidade.

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  • Silêncio da Chuva de Verão de Dinah Jefferies

    Silêncio da Chuva de Verão, O

    Dinah Jefferies

    7,50 

    O Silêncio da Chuva de Verão de Dinah Jefferies.
    Topseller. Amadora, 2018, 350 págs. B.

    «Tens de ser assolada pelo amor para o conheceres verdadeiramente.»

    Rajputana, Índia, 1930. Desde a morte do marido que a jovem inglesa Eliza vive para a fotografia. Determinada a estabelecer o seu nome, ela aceita um convite do governo britânico para retratar a vida da família real indiana no Estado de Juraipore, de forma a enaltecer a influência da Coroa Britânica.

    No palácio real, Eliza conhece Jayant, irmão mais novo do marajá, que a leva a conhecer uma terra marcada por contrastes: de um lado, paisagens de beleza incomparável e uma cultura rica e vibrante, e do outro, a mais devastadora das misérias.

    Durante a viagem, Eliza desperta Jayant para a pobreza do povo indiano, ao mesmo tempo que ele lhe mostra a face negra do domínio britânico na Índia. Até que, numa revelação quase kármica, os dois descobrem que estão profundamente ligados e apaixonam-se.

    Mas com a família real e os britânicos a oporem-se à sua relação, conseguirão Eliza e Jayant libertar-se das obrigações e cumprir o seu destino?

    Uma história sobre um amor genuíno que enfrentará o peso dos costumes e da tradição no coração da Índia colonial.

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  • O Senhor do Paço de Ninães de Camilo Castelo Branco

    Senhor do Paço de Ninães, O

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    O Senhor do Paço de Ninães de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1966, 262 págs. B.
    Colecção: Obras de Camilo Castelo Branco | 7

    Esta novela foi pela primeira vez publicada em 1867, primeiro sob a forma de folhetins no jornal O Commercio do Porto e, mais tarde, em livro, por uma editora portuense. Para o seu enredo, Camilo baseou-se num documento histórico, o rol dos fidalgos cativos em Alcácer Quibir e numa laje funerária, existente na Igreja paroquial de Landim, no Minho. A paixão de Camilo pela História e pelo facto concreto revela-se no texto: na eleição da época da acção, na selecção dos episódios evocados e na interpretação que suscitam, na presença, mais ou menos directa, de determinados passos das fontes escolhidas e na natureza dos comentários críticos a propósito deles tecidos, afinal, da imagem de Portugal entretecida na obra.

    📝 Assinatura de posse.

  • O Século XX do Desporto de António Simões

    Século XX do Desporto, O

    António Simões

    7,50 

    O Século XX do Desporto de António Simões [Coord.]
    A Bola. S.L. s.d., 575 págs. E. Il.

    “O Século XX do Desporto”, editado pelo jornal A Bola, é uma obra antológica que narra os grandes momentos desportivos do século passado. Rica em ilustrações, fotos históricas e com cerca de 575 páginas, a edição de capa dura revisita conquistas, atletas e eventos marcantes que definiram o desporto nacional e internacional

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  • Schoppenhauer de Wolfgag Leo Maar

    Schoppenhauer

    Wolfgag Leo Maar

    6,00 

    Schoppenhauer de Wolfgag Leo Maar [Trad.]
    Nova Cultura. Brasil, 1991, 235 págs. B.
    Pensadores

    Nesta série estão as idéias fundamentais que, nos últimos 25 séculos, ajudaram a construir a civilização. A escolha de autores procura refletir a pluralidade de temas e de interpretações que compõem o pensamento filosófico. A seleção de textos busca, nas fontes originais, uma visão abrangente e equilibrada da Filosofia e de sua contribuição ao conhecimento do homem e do universo.

    Neste volume:
    O Mundo como Vontade e Representação é a obra fundamental de Schopenhauer. Nela o filósofo afirma a Vontade como a instância básica responsável por toda e qualquer atividade humana, que não é senão expressão do querer em diferentes graus e modalidades.

    Crítica da Filosofia Kantiana, apêndice à obra anterior, é um tex-to em que Schopenhauer procura apresentar seus pontos de discor-dância em relação a Kant, embora reconhecendo a influência da filosofia crítica na sua doutrina.

    Parerga e Paralipomena são pequenos escritos que abordam os te-mas que, a partir da doutrina schopenhauriana, podem configurar algo como uma “sabedoria”.

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  • Rosas Esquecidas de Martha Hall Kelly

    Rosas Esquecidas

    Martha Hall Kelly

    7,50 

    Rosas Esquecidas de Martha Hall Kelly.
    Minotauro. Lisboa, 2019, 487 págs. B.

    Estamos em 1914 e o mundo encontra-se prestes a entrar num conflito mundial, mas muitos não levam a sério as notícias de guerra iminente que circulam. Eliza Ferriday está em pulgas por viajar para São Petersburgo com Sofya Streshnayva, uma prima dos Romanov. Mas quando a Áustria declara guerra à Sérvia e a dinastia russa cai, Eliza regressa à América enquanto a amiga se refugia no campo, onde conhece a filha de um vidente, Varinka, que os coloca a todos em risco. Do outro lado do Atlântico, Eliza faz de tudo para ajudar as famílias russas a encontrarem formas de escapar à violência da revolução, mas, quando deixa de receber notícias de Sofyia, teme pela vida da amiga. Das ruas movimentadas de São Petersburgo às mansões aristocratas, passando pela alta sociedade de Paris, as vidas de Eliza, Sofya e Varinka vão cruzar-se de forma inegável.

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  • Receitas Afrodisíacas de Mara de Ricci

    Receitas Afrodisíacas

    Mara de Ricci

    6,00 

    Receitas Afrodisíacas de Mara de Ricci
    Girassol Edições. Sintra, 2009, 196 págs. E. Il.

    Os alimentos afrodisíacos estiveram sempre presentes na cozinha de todas as culturas porque são uma potente arma de sedução e uma das melhores maneiras de despertar o erotismo. A escolha dos ingredientes adequados, a sua preparação e a explosão final dos sabores podem ser o princípio de um serão tentador e sugestivo.

     

    Nestas páginas apresentamos-lhe 69 deliciosas receitas afrodisíacas para partilhar, explicamos-lhe quais são os alimentos afrodisíacos mais potentes e damos-lhe sugestões para organizar um encontro inesquecível.

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  • Rainforests de Norman Myers

    Rainforests

    Norman Myers

    7,00 

    Rainforests de Norman Myers [Ed.]
    Time Life Books. Amsterdam, 1993, 160 págs. E. Il.

    The essays in this book describe the nature of the rainforests, the threats they face, and various strategies for using their resources in a responsible way. Each has been written by a world expert in his field. Their different voices and interests are united by a shared understanding of and concern for the rainforests. Their contributions form an essential guide to the rainforests, why they are so important, and how they can be managed sensibly, so that we can pass on our world in the best possible condition to our children and grandchildren.

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  • Racionalidade e Comunicação de Jurgen Habermas

    Racionalidade e Comunicação

    Jurgen Habermas

    7,00 

    Racionalidade e Comunicação de Jurgen Habermas.
    Edições 70. Lisboa, 2002, 221 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Filosofia Contemporânea | 32

    Os quatro textos aqui reunidos (¹) representam uma síntese dos últimos desenvolvimentos do pensamento de Jürben Habermas sobre pragmática formal, desde o seu ensaio inicial e programático (“O que é a Pragmática Universal?”), aos seus escritos mais recentes sobre a teoria da racionalidade comunicativa (“Alguns Esclarecimentos sobre o Conceito de Racionalidade Comunicativa”).

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  • O Que é um Autor? de Michel Foucault

    Que é um Autor?, O

    Michel Foucault

    6,00 

    O Que é um Autor? de Michel Foucault
    Vega. Lisboa, 2002, 160 págs. B.
    Colecção: Passagens | 6

    Michel Foucault é um dos autores cuja influência mais se faz sentir no pensamento actual. A multiplicidade dos seus interesses, inseparável da recusa da filosofia e crítica do saber disciplinar, fazem dele um autor inclassificável, revelando o que o seu pensamento tem de exigente. O conjunto de textos reunidos neste pequeno volume tem hoje maior oportunidade do que quando da sua publicação, inserindo-se numa via que o próprio Foucault ajudou a abrir. Essa via tem a ver com o problema do sujeito, e a sua relação com a escrita, não simplesmente como problema estético mas enquanto forma de experiência moderna. Abrangendo todas as etapas do pensamento de Foucault, o conjunto dos textos dá uma visão da sua maneira de trabalhar, permitindo simultaneamente apreender a complexidade da problematização da subjectividade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.