• Nem Todas as Baleias Voam de Afonso Cruz

    Nem Todas as Baleias Voam

    Afonso Cruz

    8,00 

    Nem Todas as Baleias Voam de Afonso Cruz.
    Companhia das Letras. Lisboa, 2016, 266 págs. B.

    Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, para cativar a juventude de Leste para a causa americana. É neste pano de fundo que conhecemos Erik Gould, pianista exímio, apaixonado, capaz de visualizar sons e de pintar retratos nas teclas do piano. A música está-lhe tão entranhada no corpo como o amor pela única mulher da sua vida, que desapareceu de um dia para o outro. Será o filho de ambos, Tristan, cansado de procurar a mãe entre as páginas de um atlas, que encontrará dentro de uma caixa de sapatos um caminho para recuperar a alegria.

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  • As Naus de António Lobo Antunes

    Naus, As

    António Lobo Antunes

    6,00 

    As Naus de António Lobo Antunes
    Leya. Alfragide, 2016, 189 págs. E.

    Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades – Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto – conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim «Os Lusíadas» em modo paródico.

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  • Os Náufragos do Autocarro de John Steinbeck

    Náufragos do Autocarro, Os

    John Steinbeck

    6,00 

    Os Náufragos do Autocarro de John Steinbeck.
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1962, 383 págs. B.

    Num cruzamento de estradas secundárias do interior da Califórnia, Juan Chicoy e a mulher, Alice, exploram um restaurante-garagem, de onde parte o autocarro que Juan conduz rumo a sul. Quando uma avaria obriga os passageiros a pernoitar nas instalações de Chicoy, uma multiplicidade de anseios, medos e tensões despontam e entrelaçam-se.

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  • Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato de Ana Margarida de Carvalho

    Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato

    Ana Margarida de Carvalho

    7,50 

    Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato de Ana Margarida de Carvalho.
    Teorema. Alfragide, 2016, 350 págs. B.

    Em finais do século XIX, já depois da abolição da escravatura, um tumbeiro clandestino naufraga ao largo do Brasil. Um grupo de náufragos atinge uma praia intermitente, que desaparece na maré cheia: um capataz, um escravo, um mísero criado, um padre, um estudante, uma fidalga e sua filha, um menino pretinho ainda a dar os primeiros passos… Todos são vencedores na morte, perdedores na vida. O mar, ao contrário dos seus antecedentes quotidianos, dá-lhes agora uma segunda oportunidade, duas vezes por noite, duas vezes por dia. Ao contrário do que pensam, não estão sós naquele cárcere, com os penhascos enquanto sentinelas, cercados de infinitos, entre o céu e o oceano. Trazem com eles todos os seus remorsos, todos os seus fantasmas. E mais difícil do que fazerem-se ao mar ou escalarem precipícios será ultrapassarem os preconceitos: os de raça, os de classe social, os de género, os de credo. Para sobreviverem, terão de se transformar num monstro funcional com muitos braços e muitas cabeças; serão tanto mais deuses de si próprios quanto mais se tornarem humanos e conseguirem um estado de graça a que poucos terão acesso: a capacidade de se colocarem na pele do outro.

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  • O Mundo Branco do Rapaz Coelho de Possidónio Cachapa

    Mundo Branco do Rapaz Coelho, O

    Possidónio Cachapa

    7,50 

    O Mundo Branco do Rapaz Coelho de Possidónio Cachapa.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2009, 260 págs. B.

    Num mundo coberto de neve e gelo, Alice agarra-se à vida enquanto o seu passado se vai materializando aos poucos. Longe dali, um rapaz-coelho desespera pela consumação da sua pulsão erótica por Miss Turtle, tentadora e maliciosa como toda a rapariga-manga. Por cima de ambos, sobrevoam figuras negras em busca dos mais fracos, para os consolar na morte.

    Um romance intenso, repleto de personagens fascinantes que habitam um universo à beira da destruição.

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  • Montaigne ou a Vida Escrita de Eduardo Lourenço

    Montaigne ou a Vida Escrita

    Eduardo Lourenço

    6,00 

    Montaigne ou a Vida Escrita de Eduardo Lourenço
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2025, 132 págs. B.

    Montaigne foi para Eduardo Lourenço uma referência permanente. Se foi Sílvio Lima que abriu ao jovem estudante de Coimbra a avenida do método ensaístico, foi sem dúvida a leitura de Montaigne que lhe permitiu encontrar a sua própria originalidade, no descobrimento do Homem, como se tratasse da sua própria América, no caso inesperado de Colombo.

    O que fascina o escritor é essa originalidade que torna Montaigne pioneiro do pensamento moderno, desde a consideração de um horizonte de exigência utópica (não como ilusão, mas como responsabilidade) até à consideração da singularidade cartesiana, sem esquecer o idealismo platónico e o realismo aristotélico.

    Os textos de Eduardo Lourenço que constituem este volume procuram revelar como o género ensaístico pretende seguir a lição de Montaigne, no sentido de nos descobrirmos a nós mesmos, num mundo controverso e difícil.

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  • Os Mercenários de Jean Lartéguy

    Mercenários, Os

    Jean Lartéguy

    6,00 

    Os Mercenários de Jean Lartéguy
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 352 págs. B.

    “Os Mercenários, dos quais Lartéguy evoca o destino heroico e miserável, são combatentes do Batalhão Francês da Coreia. A aventura deles, que foi a sua, inspirou-o para a sua estreia como romancista, e agora plenamente seguro das suas possibilidades, retomou o primeiro esboços com poderosa sobriedade. É o romance do orgulho nacional dececionado, das energias inaplicadas dos sacrifícios sem fé e sem causa. Um general americano ambicioso e uma montanha desprovida de interesse estratégico, exercendo sobre os dois campos igual fascinação, dominam o drama dos combatentes”.

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  • Uma Menina Está Perdida no seu Século à Procura do Pai de Gonçalo M. Tavares

    Menina Está Perdida no seu Século à Procura do Pai, Uma

    Gonçalo M. Tavares

    8,00 

    Uma Menina Está Perdida no seu Século à Procura do Pai de Gonçalo M. Tavares.
    Porto Editora. Porto, 2016, 194 págs. B.

    Hanna e Marius, Berlim, Século XX.

    Marius encontra uma menina perdida à procura do pai. Hanna, rapariga, cabelos castanhos, olhos pretos, catorze anos. Hanna fala com dificuldades, entende mal o que lhe acontece, não percebe o raciocínio dos outros. Está perdida.

    Marius está com pressa mas muda o seu percurso, acompanha-a.

    A sua busca leva-os até Berlim, a um hotel com corredores que lembram fantasmas da guerra — e os dois circulam entre as obsessões e os escombros do seu século.

    “- E vocês? De onde vêm?
    Tentei explicar-lhe que não era um homem falador. Gosto de ouvir, disse-lhe, não tenho muito para dizer.
    Ele perguntou, virado para Hanna:
    – Como te chamas?
    Hanna respondeu. Ele não percebeu. Hanna repetiu, ele continuou sem perceber. Eu repeti:
    – Chama-se Hanna.
    – Hanna – disse Fried. – Bom.
    – Que idade tens?
    – Catorze – respondeu, e agora percebeu-se.
    Fried sorriu para ela, simpaticamente. Ela disse:
    – Olhos: pretos. Cabelo: castanho.
    Eu disse: – Ela aprendeu assim.
    Depois ela disse:
    – Estou à procura do meu pai.
    Fried sorriu, não disse nada.”

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  • Meditações Cartesianas de E. Husserl

    Meditações Cartesianas

    E. Husserl

    6,00 

    Meditações Cartesianas: Introdução à Fenomenologia de E. Husserl
    Rés Editora Porto, s.d., 204 págs. B.

    “Fundador da fenomenologia, Husserl aspirou adoptar a filosofia de um genuíno rigor científico. Regressando ao postulado de descartes – ego cogito, eu penso – parte desta primeira certeza e absoluta para tentar reconstruir uma filosofia com o rigor da lógica pura. Assumindo radicalmente o ponto de vista do eu que conhece, Husserl esforça-se por descrever com exatidão o ato de percepção, distinguindo entre esse ato em si mesmo e o fenómeno com o qual se relaciona, uma vez que este último transcende necessariamente o sujeito. Para Husserl, só os factos da consciência têm existência comprovada.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Materialismo Idealista de Fernando Pessoa de Luís de Oliveira e Silva

    Materialismo Idealista de Fernando Pessoa

    Luís de Oliveira e Silva

    7,50 

    Materialismo Idealista de Fernando Pessoa de Luís de Oliveira e Silva.
    Clássica Editora. Porto, 1985, 245 págs. B.

    O presente livro, versão portuguesa duma tese doutoral apresentada na Universidade de Londres, defende o romantismo da obra poética de Fernando Pessoa, obra que fundamenta no dinamismo psicoló-gico de Fichte e no pessimismo de Schopenhauer. Como homem do seu tempo, como homem histórico, Pessoa incorpora o assis-tematismo agressivo de Nietzsche e a sua crítica acérrima da verdade institucionalizada. Exprime também o decadentismo fin de siècle, tanto na maneira crua de Corbière ou Laforgue como no estilo melódico feutre de Verlaine.

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  • Marquesa de Alorna de Maria João Lopo de Carvalho.

    Marquesa de Alorna

    Maria João Lopo de Carvalho

    6,00 

    Marquesa de Alorna de Maria João Lopo de Carvalho.
    Leya. Alfragide, 2013, 655 págs. B.

    Leonor, Alcipe, condessa d’Oeynhausen, marquesa de Alorna – nomes de uma mulher única e invulgarmente plural. Chamei-lhe Senhora do Mundo. Poderia ter-lhe chamado senhora dos mundos. Dos muitos mundos de que se fez senhora. Inconfundível entre as elites europeias pela sua personalidade forte e enorme devoção à cultura, desconcertou e deslumbrou o Portugal do séc. XVIII e XIX, onde ser mãe de oito filhos, católica, poetisa, política, instruída, inteligente e sedutora era uma absoluta raridade.
    Viveu uma vida intensa e dramática, mas jamais sucumbiu. Privou com reis e imperadores, filósofos e poetas, influenciou políticas, conheceu paixões ardentes, experimentou a opulência e a pobreza, a veneração e o exílio. Viu Lisboa e a infância desmoronarem-se no terramoto de 1755, passou dezoito anos atrás das grades de um convento por ordem do Marquês de Pombal e repartiu a vida, a curiosidade e os afectos por Lisboa, Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres.
    Marquesa de Alorna, Senhora do Mundo é uma história de amor à Liberdade e de amor a Portugal. A história de uma mulher apaixonada, rebelde, determinada e sonhadora que nunca desistiu de tentar ganhar asas em céus improváveis, como a estrela que, em pequena, via cruzar a noite.

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  • Literatura Política Ideológica de Claude Prévost

    Literatura Política Ideológica

    Claude Prévost

    7,50 

    Literatura Política Ideológica de Claude Prévost
    Moraes Editores. Lisboa, 1976, 224 págs. B.

    Claude Prévost, nas suas reflexões sobre «Literatura, Política e Ideologia, considera ser a função primordial do escritor enquanto utilizador privilegiado da palavra, essa matéria viva: transmitir um pensamento imbuído de acção, agir com o outro, dado que «o material que a literatura trabalha está carregado de história e de sentido.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • O Jogo do Acaso de Penny Vincenzi

    Jogo do Acaso, O

    Penny Vincenzi

    5,00 

    O Jogo do Acaso de Penny Vincenzi.
    Porto Editora. Porto, 2015, 767 págs. B.
    Coleccção: 11×17 | 307.002

    Uma fração de segundo foi quanto bastou para que o caos se instalasse na congestionada autoestrada que liga Londres ao País de Gales. Um acidente de viação de grandes proporções gera o pânico, substitui a confiança pelo medo e a impotência toma conta dos presentes.

    Jonathan, um obstetra carismático e bem-sucedido; Toby, o noivo com um segredo obscuro a caminho do seu casamento, e o seu leal amigo Barney; Georgia, uma jovem aspirante a atriz, desesperada por chegar a Londres para uma audição importante que poderá lançar a sua carreira; Mary, a viúva que percorre centenas de quilómetros para reencontrar o seu primeiro amor, que não vê há mais de 50 anos; William, o agricultor que presencia o drama que se desenrola no outro lado da encosta; e Emma, a atraente médica do hospital da zona que presta assistência aos sinistrados.De um momento para o outro, ver-se-ão enredados num poderosíssimo jogo de ação-consequência, cujos efeitos mudarão as suas vidas irremediavelmente. Mas será para melhor ou para pior?
    Poderá alguém resistir à inevitabilidade do Acaso?

    Pequena falha na primeira folha onde consta a biografia da autora. Não afecta o texto.

  • Introdução Geográfico-Sociológica à História de Portugal de António Sérgio

    Introdução Geográfico-Sociológica à História de Portugal

    António Sérgio

    7,50 

    Introdução Geográfico-Sociológica à História de Portugal de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1978, 271 págs. B.

    A Introdução Geográfico-Sociológica é o primeiro volume de uma História de Portugal que António Sérgio nunca chegou a completar, e que se destinava ao povo e aos estudantes.
    Ele próprio a definiu como “obra de pedagogista e de aprendiz de filósofo, de apóstolo do Civismo e de reformador social”.

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  • Introdução ao Pensamento Futuro de Kosta Axelos

    Introdução ao Pensamento Futuro

    Kosta Axelos

    5,00 

    Introdução ao Pensamento Futuro (Sôbre Marx e Heidegger) de Kosta Axelos
    Edições Tempo Brasileiro. Brasil, 1969, 111 págs. B.

     O livro alemão de KOSTAS AXELOS que ora editamos, Introdução ao Pensamento Futuro, não se afasta dessa característica inquietação que identifica as obras acima. Dialogando criticamente com MARX e HEIDEGGER, KOSTAS AXELOS localiza a sua aguda teoria do “jôgo errante” numa situação-limite entre o ocaso da metafísica ocidental e a aurora da civilização planetária.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🔢 Edição Numerada: 2196

  • Introdução à Cultura Portuguesa (Séculos XIII a XIX) de Miguel Real

    Introdução à Cultura Portuguesa (Séculos XIII a XIX)

    Miguel Real

    7,50 

    Introdução à Cultura Portuguesa (Séculos XIII a XIX) de Miguel Real.
    Planeta Editora. Lisboa, 2011, 307 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio Guilherme d’ Oliveira Martins.

    Introdução à Cultura Portuguesa é, sem dúvida, a mais importante súmula daquilo que caracteriza e distingue a nossa cultura, desde que em 1946 foi publicada essa obra marcante de António José Saraiva: “Para a História da Cultura em Portugal”.
    Estabelecendo uma nova teoria definidora da cultura portuguesa desde o início da nacionalidade, Introdução à Cultura Portuguesa, (dotado de um sintético mas esclarecedor prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins, outro grande especialista deste tema), divide a história da cultura portuguesa em quatro correntes de pensamento – messianista, racionalista, modernista e espiritualista – e cinco períodos temporais, destacando o primeiro período (de D. Dinis à epopeia dos Descobrimentos) como o grande momento enformador e cristalizador das dez categorias maiores da nossa cultura.
    Com uma organização clara, que permite ao leitor apreender rapidamente a proposta do autor sobre a arquitectónica da história da literatura, da cultura e do pensamento portugueses, Introdução à Cultura Portuguesa, para além de apontar os «cinco pecados da cultura portuguesa», traz-nos ainda uma visão das relações culturais entre Portugal e o Brasil numa perspectiva nunca antes abordada.

    📝 Assinatura de posse.