• Voz dos Deuses

    Voz dos Deuses

    João Aguiar

    6,00 

    A Voz dos Deuses: Memórias de um Companheiro de Armas de Viriato de João Aguiar.
    Perspectivas & Realidades. Lisboa, 1985, 291 págs. B.

    A Voz dos Deuses é já um clássico do romance histórico português contemporâneo. Uma leitura apaixonante que nos dá a conhecer a história de Viriato, um dos construtores da realidade ibérica.

    Em 147 a.C., alguns milhares de guerrilheiros lusitanos encontram-se cercados pelas tropas do pretor Caio Vetílio. Em princípio, trata-se apenas de mais um episódio da guerra que a República Romana trava há longos anos para se apoderar da Península Ibérica. Mas os Lusitanos, acossados pelo inimigo, elegem um dos seus e entregam-lhe o comando supremo. Esse homem, que durante sete anos vai ser o pesadelo de Roma, chama-se Viriato.

    Entre 147 e 139, ano em que foi assassinado, Viriato derrotou sucessivos exércitos romanos, levou à revolta grande parte dos povos ibéricos e foi o responsável pelo início da célebre Guerra de Numância.

    Viriato foi um verdadeiro génio militar, político e diplomático. Mas, sobretudo, Viriato foi o defensor de um mundo que morria asfixiado pelo poderio romano: o mundo em que mergulham as raízes mais profundas de Portugal e de Espanha. É esse mundo, já então em declínio, que este livro tenta evocar.

    Aquando do seu aparecimento, em 1984, Fernando Assis Pacheco escreveu serem raras as estreias com tanta qualidade. Depois disso, A Voz dos Deuses, ao longo de sucessivas edições, tornou-se um “clássico” do romance histórico português contemporâneo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Viva o Povo Brasileiro de João Ubaldo Ribeiro

    Viva o Povo Brasileiro

    João Ubaldo Ribeiro

    7,00 

    Viva o Povo Brasileiro de João Ubaldo Ribeiro.
    Editora Nova Fronteira. Brasil, 1987, 673 págs. B.

    Ao contrário da impressão que o título deste romance pode causar a uma primeira leitura, Viva o Povo Brasileiro não é uma saga da nação brasileira, nem uma tentativa de construir uma “história secreta” como contraponto da “história oficial”. Este extraordinário romance (Prémio Jabuti e Prémio Golfinho de Ouro em 1985), que deixou uma forte marca na literatura brasileira e em toda a literatura latinoamericana, é principalmente a história exuberante e encantada da busca de identidade e da consciência do povo brasileiro, tão agredido na diversidade das suas raízes culturais. E também, de certo modo, a história do surgimento dessa consciência e da luta pela sua afirmação.

    Mais de três séculos de história do povo brasileiro resumem-se neste livro, na sua escrita encantatória, na sua arquitectura exuberante, transformando João Ubaldo Ribeiro (Prémio Camões, 2008) num dos escritores mais importantes da literatura brasileira e mundial.

    📝 Assinatura de posse.

  • Vingança de Camilo Castelo Branco

    Vingança

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Vingança de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1907, 238 págs. E.

    O “romance original” Vingança, de Camilo Castelo Branco, publicado em 1858, é um bom exemplo de como a forma romanesca se constitui nos países periféricos. A inserção de um narrador intrometido, que, em vários momentos, intervém na narrativa, esboça opiniões sobre o conteúdo e o modo de se escrever romances em Portugal, além da temática da vingança ligada ao fluxo e distribuição de capital, parecem forçar a construção de uma narrativa não linear. Neste caso, estes dois elementos são de grande importância para a análise aqui proposta, pois busca-se entender qual a relação entre a economia liberal portuguesa e a forma adquirida pelo romance dentro desse ambiente. Através deste recorte pretende-se constituir uma leitura da forma romanesca e sua adaptação ao ambiente periférico português.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Viagem no Meu Jardim de Augusto de Castro

    Viagem no Meu Jardim

    Augusto de Castro

    10,00 

    Viagem no Meu Jardim de Augusto de Castro.
    Livraria Clássica Editora. 1943, 261 págs. B.

    Augusto de Castro, diplomata, jornalista, cronista, dramaturgo e ficcionista, foi, durante algumas décadas, sobretudo como director do Diário de Notícias, uma figura influente no nosso meio intelectual e social. Concluiu o curso de Direito em Coimbra, em 1903, dirigindo, aos 20 anos, no Porto, o diário A Província, de que fora colaborador influente Oliveira Martins

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Ur: O Mistério da Necrópole

    Ur: O Mistério da Necrópole

    Cinzia Caiazzo

    6,00 

    Ur: O Mistério da Necrópole de Cinzia Caiazzo [Dir.].
    Público Comunicação Social. Porto, 2009, 189 págs. B.

    O mistério

    A história desta antiquíssima localidade entrecruza-se durante séculos com a tradição bíblica. Na verdade, alguns estudiosos asseveram ser Ur a cidade que viu nascer o patriarca Abraão, enquanto outros procuraram nela os vestígios do dilúvio universal. Numa zona frequentemente fustigada por conflitos armados, grande parte da cidade aguarda ainda o momento de ver a luz e de assim poder revelar ao mundo a sua história e os seus mistérios.

    Os protagonistas

    Quando, em 1922, Charles Leonard Woolley deu início a uma campanha de escavações nas proximidades de Ur, não supunha seguramente estar prestes a ver-se perante tal imensidão de tesouros. Para além do grandioso zigurate, que deveria pontificar, majestoso, sobre a antiga cidade, Woolley e o seu colaborador Max Mallowan descobriram também uma riquíssima necrópole real onde se conservavam objectos de inestimável valor.

    📘Plastificado de origem

  • Universo: Os Deuses, os Homens de Jean-Pierre Vernant

    Universo: Os Deuses, os Homens

    Jean-Pierre Vernant

    9,00 

    Universo: Os Deuses, os Homens de Jean-Pierre Vernant.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2001, 175 págs. E.

    Jean-Pierre Vernant é um dos mais renomados helenistas europeus. Estudioso da cultura grega há cinquenta anos, ele conhece o fascínio que os mitos clássicos continuam a exercer sobre os homens. O Universo, os Deuses, os Homens é uma boa prova disso.

    Guia de introdução à mitologia, a obra reúne algumas das mais belas histórias da Antiguidade Clássica e mostra como os mitos podem renovar-se em cada um dos dramas, aventuras e tragédias que protagonizam.

    Como um avô que conta histórias para o seu neto — afinal, foi assim que começou o projeto deste livro — Vernant narra episódios como a luta de Zeus contra os Titãs, a fuga de Ulisses, que escapa das sereias que queriam encantá-lo, e o roubo do fogo do Olimpo, feito por Prometeu e que acabou por dar origem aos homens.

    O seu grande trunfo, porém, é misturar mitologia e filosofia com estudos de história, antropologia e linguística, revelando-se um investigador extremamente original.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Universidade na Vida Portuguesa de J. Pires Cardoso

    Universidade na Vida Portuguesa, A

    J. Pires Cardoso

    10,00 

    A Universidade na Vida Portuguesa de J. Pires Cardoso [Dir.].
    Universidade Técnica de Lisboa. Lisboa, 1968, 913 págs. B.

    O junto do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, da Uni versidade Técnica de Lisboa. Tem por fim a investigação no dominio dos problemas sociais e da Sociologia, nomeadamente nas matérias relacionadas com o ensino ministrado no Instituto. Exerce também actividades destinadas a completar a formação social dos universitários. Os estudos empreendidos no Gabinete são «trabalhos individuais», sobre temas livremente escolhidos pelos autores, dentro de campos muito amplos indicados ou aprovados pela Direcção. ANALISE SOCIAL é uma revista de carácter cientifico, editada pelo Gabinete e onde, além de outros, se publicam os trabalhos nele elaborados. Procura ser, simultaneamente, uma revista de informação especializada. Com tal objectivo, publica também artigos traduzidos, notas de actualidade, textos condensados de outras publicações, documentação e bibliografia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ultrapassar o Impasse

    Ultrapassar o Impasse

    Timothy Butler

    6,00 

    Ultrapassar o Impasse de Timothy Butler.
    Harvard Business. Actual Editores. Lisboa, 2008, 214 págs. B.

    Todos nós já vivemos o impasse psicológico. Este sentimento de incerteza na vida pode surgir em momentos imprevisíveis: com a perda de um emprego, com o fim de uma relação, com o abismo repentino de um ninho vazio quando o seu filho parte para a universidade ou com a morte de alguém que há muito o ajudava a sentir-se reconhecido, amado e valorizado.

    Mas o impasse psicológico pode igualmente acontecer em momentos previsíveis: quando o melhor emprego de sempre perde o interesse, quando deseja intimidade mas não consegue encontrar o parceiro certo ou quando dá por si a desejar renovar uma sensação de aventura na sua vida. Previsível ou não, o impasse psicológico traz com ele um sentimento de estar preso ou paralisado. No trabalho sente-se insatisfeito ou sem quaisquer desafios. Na sua vida pessoal sente-se agitado, sem ânimo ou simplesmente aborrecido. Sabe que alguma coisa tem de mudar — e está desesperado por descobrir uma forma de contribuir no trabalho, encontrar um papel revigorante na família e mergulhar de novo na corrente da vida.

    Embora seja constrangedor, o impasse é necessário: é o único lugar de onde consegue definir uma nova visão para a sua vida profissional ou pessoal. Neste livro, o psicólogo organizacional e investigador Timothy Butler aproveita mais de 20 anos de investigação para apresentar estratégias de como encontrar o seu caminho, repetidas vezes, a partir do impasse até um significado renovado — no trabalho, em casa, com colegas e com a família.

    Alguns pontos interessantes que verá abordados no texto:

    • Aprender a reconhecer o estado de impasse psicológico e utilizá-lo como ponto de partida para uma verdadeira mudança.
    • Participar em exercícios que estimulam a sua nova visão de vida.
    • Descobrir como identificar as actividades, recompensas, tipos de pessoas, culturas de trabalho e comunidades que têm maior probabilidade de o satisfazer.
    • Fazer escolhas que transformam a sua nova visão em realidade.

    Recorrendo a uma diversidade de histórias de quem ultrapassou o impasse com sucesso, este livro oferece um mapa prático e de confiança para ultrapassar o seu j impasse — e para definir o seu rumo no futuro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Samurai de Helen DeWitt

    Último Samurai, O

    Helen DeWitt

    7,50 

    Último Samurai de Helen DeWitt.
    Edições ASA. Porto, 2003, 488 págs. Mole.

    Um garoto com o intelecto precocemente desenvolvido, filho de mãe solteira, fã incondicional de “Os sete samurais”, filme dirigido por Akira Kurosawa, em “O último samurai”, de Helen DeWitt, vive à sombra da figura paterna desconhecida. Em sua busca pela verdadeira identidade do pai, o pequeno Ludo embarca em uma jornada de busca da verdade. Descobre que os caminhos do amor e os segredos do mundo dos adultos são tão imperfeitos quanto fascinantes.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último dos Barões, O

    Último dos Barões, O

    Edward George Bulwer-Lytton

    5,00 

    Último dos Barões de Edward George Bulwer-Lytton. Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E.

    A obra retrata a luta pelo poder na Inglaterra do século XV, durante a Guerra das Rosas, centrando-se na figura de Ricardo Neville, Conde de Warwick, conhecido como “O Fazedor de Reis”. Warwick foi um dos homens mais poderosos da sua época e desempenhou um papel crucial na deposição e ascensão de monarcas ingleses, especialmente na sua relação com Eduardo IV.

    O romance mistura personagens históricos e fictícios, explorando as intrigas políticas, as traições e os conflitos entre a nobreza e a monarquia emergente. Além do enredo político, Bulwer-Lytton também aborda a transição da Idade Média para a modernidade, destacando o declínio da cavalaria e o fortalecimento do poder centralizado do rei.

    É uma das muitas obras de Bulwer-Lytton que combinam história e ficção com um estilo romântico e dramático.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Cabalista de Lisboa de Richard Zimler

    Último Cabalista de Lisboa

    Richard Zimler

    7,50 

    Último Cabalista de Lisboa de Richard Zimler.
    Porto Editora. Porto, 2016, 350 págs. B.

    Em abril de 1506, durante as celebrações da Páscoa, cerca de dois mil cristãos-novos foram mortos num pogrom em Lisboa e os seus corpos queimados no Rossio. Reinava então D. Manuel, o Venturoso, e os frades incitavam o povo à matança, acusando os cristãos-novos de serem a causa da fome e da peste que flagelavam a cidade.
    Berequias, sobrinho e discípulo de Abraão Zarco – iluminador e membro respeitado da célebre escola cabalística de Lisboa -, vai encontrar o tio e uma jovem desconhecida mortos na cave que servia de templo secreto desde que a sinagoga fora encerrada pelos cristãos-velhos. Um valioso manuscrito iluminado também desapareceu do seu esconderijo. Estarão os dois incidentes relacionados? Terá sido um cristão ou um judeu, como os indícios fazem crer, a assassinar o tio? Quem será a rapariga morta?

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Adeus

    Último Adeus

    Balzac

    4,00 

    Último Adeus de Balzac.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 117 págs. B.

    Por entre o fragor da guerra e a retirada das tropas napoleónicas, Phillippe de Sucy consegue salvar a condessa Vandières pondo em risco a sua própria vida.
    Separados pelo desenrolar dos acontecimentos, o Sr. De Sucy não pára de se interrogar sobre o destino da bela condessa. Onde se encontra Stéphanie? Estará viva ou morta? E quem é a misteriosa Geneviève, que se passeia pelos bosques e que tanto se assemelha à condessa Vandières?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Figueiredo Sobral.

  • Último Verão na Ria Formosa de José António Saraiva

    Último Verão na Ria Formosa

    José António Saraiva

    5,00 

    Último Verão na Ria Formosa de José António Saraiva. Dom Quixote. 2001, 260 págs. B.

    Primeira incursão na ficção de José António Saraiva (n. 1948), arquitecto de formação e director do jornal “Expresso” desde 1983, “O Último Verão na Ria Formosa” passa-se em plena época marcelista, na zona de Tavira, com as salinas e pântanos da Ria Formosa, e é a narração de uma paixão. Jacinto é um médico que se apaixona por uma mulher que viu numa esplanada, Mariana Mendes. Esta perdeu um filho e vive um processo de destruição interior..

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Segredo de Fátima de Luís de Castro

    Último Segredo de Fátima, O

    Luís de Castro

    5,00 

    O Último Segredo de Fátima de Luís de Castro.
    Má Criação. 2003, 189 págs. B.

    -Um dos rapazes procurou na Internet. Fugaz, um pequeno cintilar de orgulho acendeu as pupilas do polícia. – Parece que é uma frase da Virgem Maria, quando apareceu aos pastorinhos pela primeira vez. Que quererá isso dizer? Será coisa de fanáticos religiosos? Alguma seita?”

    E se, sem motivo aparente, as aparições regressassem a Fátima? E se estas tivessem todos os sinais de provirem não de Deus, mas sim do seu Adversário?

    Em 1917, tudo teve o seu início. Agora, é chegada a hora do fim.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Navegador de Virgílio Castelo

    Último Navegador, O

    Virgílio Castelo

    5,00 

    O Último Navegador de Virgílio Castelo.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2008, 324 págs. B.

    Um novo Portugal onde, depois de uma guerra civil sangrenta que vitimou milhares de portugueses, nasce uma monarquia moderna. Um país de prosperidade e crescimento, onde não há atrasos nas consultas médicas, onde a Justiça funciona, uma nação com uma nova e fascinante capital chamada Lusitânia, situada entre a Beira Baixa e o Ribatejo. É este o país de Benjamim, o último navegador. Benjamim é um homem amargurado e sem esperança. Sofreu toda a vida pelo amor de Mariana, assistiu impotente ao suicídio do seu irmão e foi acusado de um crime que não cometeu. É em Rosa, uma jovem psiquiatra, que procura um porto de abrigo para contar a sua terrível história. Rosa, a viver uma crise conjugal, vê o seu mundo virado do avesso. Este homem provoca-lhe sentimentos estranhos, fá-la duvidar da sua ciência e da razão. Leva-a a conhecer novos mundos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Voando Sobre um Ninho de Cucos

    Voando Sobre um Ninho de Cucos

    Ken Kesey

    6,00 

    Voando Sobre um Ninho de Cucos de Ken Kesey.
    Editora Meridiano. Lisboa, 1976, 437 págs. B.

    Com uma rotina rígida e inquestionada, a enfermaria do hospital psiquiátrico do estado de Oregon é comandada a pulso de ferro pela enfermeira Ratched. Os doentes, fortemente medicados e sujeitos a generosas doses de eletrochoques, são calmos e benevolentes. Até que um dia dá entrada McMurphy, um vigarista fanfarrão e divertido, de sorriso diabólico, que decide opor-se às regras estabelecidas e defender o grupo de internados. O Chefe Bromden, um doente nativo americano aparentemente surdo-mudo, observa o desenrolar da batalha de McMurphy contra os poderes que os mantêm aprisionados e será ele o narrador inesquecível das suas conquistas e das suas derrotas. Extraordinário romance de estreia de Ken Kesey, irreverente e devastador, Voando sobre Um Ninho de Cucos tornou-se um clássico da contracultura norte-americana e foi adaptado ao cinema em 1975, num filme que é hoje considerado um dos melhores do século XX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.