• Revolta do Sangue de Francisco Costa

    Revolta do Sangue

    Francisco Costa

    7,50 

    Revolta do Sangue de Francisco Costa.
    União Gráfica. Lisboa, 1969, 497 págs. B.

    Fiel à grande lição do romance naturalista, que trouxe para a ficção o preceito da lealdade à verdade, o autor sentiu de seu dever mostrar as realidades interio- restão esquecidas pelos realistas e neo-realistas portu- gueses precisamente porque tem a lealdade de não es- conder as realidades exteriores, por vezes bem feias e torpes.

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  • Resposta a Matilde de Fernando Namora

    Resposta a Matilde

    Fernando Namora

    6,00 

    Resposta a Matilde de Fernando Namora
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1989, 214 págs. B.

    «Duas grandes linhas de força estruturaram o discurso ficcional da maior e mais importante das narrativas de Fernando Namora […] no seu novo livro: a abordagem dos eventos excepcionais, aqueles que só na vida se encontram, que não são típicos, logo postos de lado, pela selecção realista; e a quebra assumida da ilusão romanesca.» URBANO TAVARES RODRIGUES

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  • O Que Não Pode Ser Salvo de Pedro Vieira

    Que Não Pode Ser Salvo, O

    Pedro Vieira

    7,50 

    O Que Não Pode Ser Salvo de Pedro Vieira.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2015, 286 págs. B.

    Um triângulo amoroso que liga França, o Norte rural português, Lisboa e a margem sul. Uma jovem francesa, filha de emigrantes portugueses, que vem viver para a terra a que não pertence; um rapaz que luta para sair do meio devorador em que nasceu; um miúdo burguês, canhestro, com uma família de fachada; e um quarto elemento que completa o elenco de uma tragédia contemporânea de ressonâncias clássicas: história de amor, racismo, ciúme, traição, vingança e inquietação, qual Otelo de Shakespeare e de fancaria na era do rap, do Facebook e do call center. O Que Não Pode Ser Salvo é também o retrato dos males sociais e culturais que afligem um país enfraquecido pela crise económica e a falência dos valores.

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    📕 1ª Edição.

  • Pão Incerto

    Pão Incerto

    Assis Esperança

    10,00 

    Pão Incerto de Assis Esperança
    Portugália Editora. Lisboa, 1964, 364 págs. B.
    Colecção: Contemporânea | 61

    “Pão Incerto” é um emocionante testemunho romanesco sobre a odisseia dos serrenhos das cercanias de Aljezur, terras agrestes e desoladas do barlavento algarvio, livro que ficará nas letras nacionais, como obra de arte e corajoso documento de cidadania.

    📕 1ª Edição.
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  • Um Nómada no Oásis de Miguel Sousa Tavares

    Nómada no Oásis, Um

    Miguel Sousa Tavares

    7,50 

    Um Nómada no Oásis de Miguel Sousa Tavares
    Relógio d’ Água. Lisboa, 1994, 318 págs. B.

    «O que resta, como resultado palpável de oito anos de poder, são as estradas. E o que é mais impressionante é que atrás deste imenso vazio de projecto caminham todas as forças vivas da Nação e metade dos eleitores. Em direcção ao oásis prometido. Resta-me esperar, como dizia Francisco de Sousa Tavares, que “Deus queira, simplesmente, que eu me tenha enganado”.» – Do prefácio

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  • Menino do Engenho de José Lins do Rego

    Menino do Engenho

    José Lins do Rego

    3,00 

    Menino do Engenho de José Lins do Rego
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 154 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Básica Verbo | 47

    Primeiro romance de José Lins do Rego, Menino de Engenho traz uma narrativa cativante composta pelas aventuras e desventuras da meninice de Carlos, garoto nascido num engenho de açúcar. No livro, o leitor se envolverá com as alegrias, inquietações e angústias do garoto diante de sensações e situações por ele vivenciadas pela primeira vez.

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  • Máscaras de Salazar de Fernando Dacosta

    Máscaras de Salazar

    Fernando Dacosta

    7,00 

    Máscaras de Salazar de Fernando Dacosta
    Casa das Letras. Cruz Quebrada, 2006, 371 págs. B.

    Uma obra decisiva para a compreensão do século XX português

    Máscaras de Salazar é a recriação de uma crónica pessoal a partir de testemunhos, de diálogos, de declarações, de confidências, de segredos que Fernando Dacosta teve com vários protagonistas (e opositores) do Estado Novo, inclusive Salazar. Para julgar é preciso compreender. Daí o contributo deste livro, memória de gerações de pessoas convictas de um desígnio que foi morrendo com elas. É urgente reter a palavra, o testemunho com que influenciaram para sempre o nosso presente e o nosso futuro.

    Através de dezenas de depoimentos inéditos, incluindo os do próprio Salazar e de D. Maria, a governanta-virgem, a revelação de dados até agora completamente desconhecidos:
    O ex-presidente do Conselho não caiu de nenhuma cadeira.
    Conservou, escondidas, duas cápsulas de cianeto fornecidas por Hitler.
    A Pide matou Delgado sem o seu conhecimento.
    Foi ele que sugeriu a fuga de Cunhal da prisão de Caxias.
    As razões que levaram a Santa Sé a considerá-lo a «encarnação viva do demónio

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  • Lazarilho de Tormes de Gregorio Marañón

    Lazarilho de Tormes

    Gregorio Marañón

    3,00 

    Lazarilho de Tormes de Gregorio Marañón [Pref.]
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 148 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Básica Verbo | 44

    «[…] em 1554, La vida del Lazarillo de Tormes y de sus fortunas y adversidades fez um amável trabalho de escândalo […] Julio Cejador detém-se sobre o que teria sido, sob Filipe II, a sua popularidade: “Foi o livro de todos, dos letrados e dos leigos, do baixo povo e das pessoas da alta sociedade. Aventureiros e caminhantes não se esqueciam de o levar na bolsa, tal como estava na mochila de carregadores e soldados. Era visto na sala dos pajens e dos criados, e não menos na alcova das senhoras, na sala das damas e na secretária dos eruditos.” O Lazarilho começava este êxito de best-seller quinhentista pelo estilo, recusando-se aos excessos verbais que os grandes nomes da literatura espanhola então afagavam; apoiava-se numa coloquialidade não conhecida ou pelo menos rara entre os escritores da época. Era, para ouvidos e sentimentos, de um realismo penetrante em linguagem de povo; uma reconhecível visão parodística da vida que então rodeava os seus leitores: visão da Espanha decadente, empobrecida com a emigração para as Américas e com as guerras, a que suscitava esta crítica de amargo humor a uma nova sociedade de burguesia a nascer, com parasitismos e ociosidades, abundância de deserdados e avessa, por descrença, aos méritos do trabalho.»

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  • Um Homem de Brios de Camilo Castelo Branco

    Homem de Brios, Um

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Um Homem de Brios de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1967, 316 págs. B.
    Colecção: Obras Completas de Camilo Castelo Branco | 40

    Este romance cativante mergulha nas complexidades do amor e no seu impacto profundo na experiência humana. Ambientado num contexto de intensas transformações sociais em Portugal do século XIX, o livro explora o poder transformador do amor e as suas consequências. Através das vidas das suas personagens, o autor aborda temas como a desigualdade social, o desejo, o arrependimento e as consequências duradouras das escolhas. Provocador e perspicaz, este romance oferece uma reflexão intemporal sobre a natureza do amor e a sua capacidade de moldar os nossos destinos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Hoje Estarás Comigo no Paraíso de Bruno Vieira Amaral.

    Hoje Estarás Comigo no Paraíso

    Bruno Vieira Amaral.

    7,50 

    Hoje Estarás Comigo no Paraíso de Bruno Vieira Amaral
    Quetzal Editores. Lisboa, 2017, 363 págs. B.

    Em Hoje Estarás Comigo no Paraíso, Bruno Vieira Amaral, desenha uma investigação do assassínio do primo João Jorge – morto no bairro em que ambos viviam no início dos anos 80 – e usa essa investigação como estratégia de recuperação e construção da sua própria memória: a infância, a família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, e a figura (ausente) do pai.

    Na reconstituição da personalidade e do percurso da vítima, da noite em que tudo aconteceu, na apropriação que o narrador faz de uma ligação com João Jorge (mais ou menos forjada pelos mecanismo da memória) – e de que faz parte essa busca mais ampla das dobras do tempo e do esquecimento – são utilizados os mais diversos materiais: arquivos da imprensa da época, arquivos judiciais, testemunhos de amigos e familiares, e a literatura, propriamente dita – como uma possibilidade de verdade, sempre.

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    📕 1ª Edição.

  • Fogo de Santelmo

    Fogo de Santelmo

    Mariano Calado

    7,50 

    Fogo de Santelmo de Mariano Calado
    Ed. Autor. Cacilhas, 1973, 75 págs. B.

    Livro de poesia.

    Mariano Calado nasceu em 1928 e vive em Peniche desde os dois anos de idade. Reconhecido escritor, destacou-se nas áreas da historiografia local e poesia, contando com 19 livros publicados. Entre eles está “Peniche, na história e na lenda”, uma obra aclamada pela cidade. Além da escrita, Mariano Calado também tem tido um forte papel de intervenção cívica em Peniche, tanto em atividades profissionais como lúdicas.

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    📕 1ª Edição.

  • Floresta em Bremerhaven, A

    Floresta em Bremerhaven, A

    Olga Gonçalves

    7,50 

    A Floresta em Bremerhaven de Olga Gonçalves
    Seara Nova. Lisboa, 1975, 163 págs. B.

    Quando este livro ia a imprimir alguém me disse: Há nele um excesso que reflete bem o tempo em que se vive. Isto não pode ser lido entre quatro paredes, com um tecto em cima, com luz eléctrica.
    Esta leitura deve ser feita ao ar livre, no meio da rua. Então, desejei contá-lo ao leitor solitário. O.G.

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    📕 1ª Edição.

  • Farinha Órfã

    Farinha Órfã

    José Mauro de Vasconcelos.

    5,00 

    Farinha Órfã de José Mauro de Vasconcelos
    Melhoramentos. Brasil, 1973, 130 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Jayme Cortez

    Estes “contos goianos” caracterizados por uma literatura regionalista de grande força expressiva, são flagrantes líricos ou violentos da realidade dos sertões do Araguaia, onde convivem, de maneira por vezes harmoniosa, por vezes conflitante, a população branca e a indígena. A unidade da coletânea é estabelecida pela metáfora da “farinha branca”, que simboliza a solidão dos desgarrados num mundo selvagem e rude.

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  • Estar vivo Aleija

    Estar vivo Aleija

    Ricardo Araújo Pereira

    7,50 

    Estar vivo Aleija de Ricardo Araújo Pereira.
    Tinta da China. Lisboa, 2018, 150 págs. B.

    Da crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais ao elogio do silêncio, passando pela acérrima defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado, estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard ou do Candy Crush.

    Pelo caminho, desmonta-se o mito da auto-ajuda, discutem-se eternos problemas de linguagem que só a RAP apoquentam, questionam-se intolerâncias alimentares e o complexo de Édipo, e levantam-se questões prementes para os casais da sociedade actual, como a escolha entre ter filhos ou ser feliz para sempre.

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  • As Crónicas da Margarida de Margarida Rebelo Pinto

    Crónicas da Margarida, As

    Margarida Rebelo Pinto

    5,00 

    As Crónicas da Margarida de Margarida Rebelo Pinto
    Oficina do Livro. Lisboa, 2005, 237 págs. B.

    Do humor desconcertante e certeiro às confissões intimistas, cuja sinceridade comove e nos faz viajar pelas palavras, este livro reúne uma selecção de crónicas escolhidas pela autora dos best-sellers «Sei Lá» e «Não Há Coincidências». Um relato tocante de uma forma única de ver o mundo, para saborear, linha a linha.

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  • Como dei com o meu Psiquiatra em Louco de Isabel Stilwell

    Como dei com o meu Psiquiatra em Louco

    Isabel Stilwell

    5,00 

    Como dei com o meu Psiquiatra em Louco de Isabel Stilwell
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 117 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Fernanda Fragateiro

    Homicídios com queijo, duelos de faca e garfo, juízes que colocam os móveis em guarda conjunta, meias que fogem para a Terra das Meias, meninas cujo cérebro se alojou no cotovelo e mulheres que dão alvissaras a quem lhes encontrar a alma perdida. Respire fundo e mergulhe sem medo. Vai ver que estas histórias falam de si.

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