• Minas de San Francisco de Fernando Namora

    Minas de San Francisco

    Fernando Namora

    6,00 

    Minas de San Francisco de Fernando Namora
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1971, 359 págs. E.

    “Minas de San Francisco é o livro da esperança – a esperança que acompanha o homem mesmo nas horas de desânimo, que o obriga a erguer-se a cada queda, que o incita nos caminhos do futuro. A acção localiza-se numa região agreste do nosso país e decorre no tempo da última conflagração mundial. Tempo e local, porém, são amplamente transcendidos pela força dos sentimentos em jogo, pelo recorte físico e psicológico das personagens em presença, pela realidade e actualidade dos problemas explanados. Esta é a história do drama vivido por essas centenas de homens, que, abandonando o cultivo da terra, procuram no volfrâmio a redenção a que aspiram e diariamente se lhes nega. Um fresco de grandiosas proporções, foi assinalado pela crítica italiana como «uma obra-prima de arte e humanismo.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Last Day, The

    Last Day, The

    Nicholas Shrady

    8,00 

    The Last Day de Nicholas Shrady
    Penguin Books. United States of America, 2008, 228 págs. B. Il.

    An account of the cataclysmic mid-eighteenth-century earthquake also discusses how its related tidal waves, fires, and aftershocks rocked the western world, prompting intellectual debates about the natural world and God’s place in human affairs as theorized by such Enlightenment figures as Voltaire, Alexander Pope, and Jean-Jacques Rousseau.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempo de Joana D'Arc, No

    Tempo de Joana D’Arc, No

    Marcelin Defourneaux

    7,00 

    No Tempo de Joana D’Arc de Marcelin Defourneaux
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 299 págs. B.
    Colecção: A Vida Quotidiana | 6

    “Desta época tenebrosa – de 1407, data do assassínio de Luís de Orleães por seu primo João sem Medo, até 1437, data do regresso de Carlos VII à sua capital reconquistada – o tempo de Joana d’Arc constitui a parte mais sombria. As causas gerais de desordem e de inquietação que, desde meados do século XIV, afligem toda a Europa – estagnação ou regressão económica, reivindicações sociais, decadência da Igreja e desejo de reforma – juntam-se, em França, a guerra civil dos Armanhaques e Borguinhões, a invasão inglesa e a ocupação estrangeira duma parte do território.
    Se, em si mesmos, tais episódios saem fora do domínio da «vida quotidiana», eles atingem-na, todavia, pelas repercussões que têm sobre a vida material e moral dos contemporâneos. Esta a razão porque, depois do estudo das condições de vida e dos costumes, se nos afigurou necessário reservar um lugar à «dolorosa dansa» de que fala o burguês de Paris, contemporâneo de Joana ‘Arc, ao trágico redemoinho que, como a Dansa Macabra pintada nesta época no cemitério dos Inocentes arrasta, na sua ronda, soberanos, clérigos, senhores, camponeses e burgueses.” in Introdução

    📝 Assinatura de posse.

  • Inominável de Samuel Beckett.

    Inominável

    Samuel Beckett.

    8,00 

    Inominável de Samuel Beckett.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2002, 189 págs. B.

    Colecção: Imaginário

    Neste livro, Samuel Beckett coloca a si próprio questões inomináveis, sobre a existência ou a sua impossibilidade, sobre os lugares ou a sua ausência, sobre o carácter dos objectos, sobre o homem.
    «Estas coisas que digo, que vou dizer, se puder, já não são, ou ainda não são, ou nunca foram, ou nunca serão, ou, se foram, se não, se forem, não foram aqui, não são aqui, não serão aqui, mas noutro lugar qualquer.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Inés da Minha Alma

    Inés da Minha Alma

    Isabel Allende

    6,00 

    Inés da Minha Alma de Isabel Allende
    DIFEL. Lisboa, 2006, 342 págs. B.

    Inés Suárez é uma jovem e humilde costureira, oriunda da Extremadura, que embarca em direção ao Novo Mundo para procurar o marido, extraviado pelos seus sonhos de glória no outro lado do Atlântico. Anseia também por uma vida de aventuras, vedada às mulheres na sociedade do século XVI.
    Na América, Inés não encontra o marido, mas sim uma grande paixão: Pedro de Valdivia, mestre de campo de Francisco Pizarro, ao lado de quem Inés enfrenta as incertezas da conquista e fundação do reino do Chile.

    Neste romance épico, a força do amor prevalece sobre a rudeza, a violência e a crueldade de um momento histórico inesquecível. Pela mão de Isabel Allende, confirma-se que a realidade pode ser mais surpreendente que a ficção, e igualmente cativante.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Homem Que Não Quiseram Deixar Morrer de Alexander Dorozynski

    Homem Que Não Quiseram Deixar Morrer

    Alexander Dorozynski

    6,00 

    Homem Que Não Quiseram Deixar Morrer de Alexander Dorozynski
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 216 págs. B.
    Documentos Humanos | 19

    O Nome de Lev Davidovich Landau é célebre em todo o mundo da ciência. Um dos maiores especialistas de Física teórica do século, devem-se-lhe descobertas importantíssimas no domínio da teoria quântica e estudos decisivos de aplicação prática nas técnicas da ciência astronómica. Em 1963 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Física, e logo a seguir era eleito membro da British Royal Society. Por isso, tanto por se tratar de uma figura de extraordinário relevo na ciência como ainda pela lendária auréola de que se rodeou o seu nome, o Mundo foi abalado pela notícia do brutal acidente de automóvel que colocou à morte o ilustre sábio numa manhã de Janeiro de 1962, dando origem a um dramático capítulo na história da medicina – a ciência da morte. Este livro é o relato apaixonante deste caso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História da Rússia

    História da Rússia

    Gregory L. Freeze

    20,00 

    História da Rússia de Gregory L. Freeze
    Edições 70. Lisboa, 2017, 663 págs. B.

    “História da Rússia” trespassa os mitos e mistérios que envolvem a Rússia desde os seus primórdios, com revelações de arquivos confidenciais cuja existência se desconhecia até há pouco tempo. Uma equipa distinta de historiadores removeu a propaganda e os preconceitos do passado para contar a história definitiva da Rússia, desde o seu início em Kiev e no Principado Moscovita até aos três últimos séculos de império, revolução, comunismo, crise pós-soviética e reconstrução.

    Esta edição atualizada abrange ainda os desenvolvimentos desde a era de Putin até à primeira década do século XXI, constituindo uma história por si mesma envolvente e essencial para todos aqueles que se interessam pela Rússia e pelo lugar que este país ocupa no mundo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Espionagem e Contra-Espionagem numa Guerra Peninsular (1640-1668) de Fernando Cortés Cortés

    Espionagem e Contra-Espionagem numa Guerra Peninsular (1640-1668)

    Fernando Cortés Cortés

    7,50 

    Espionagem e Contra-Espionagem numa Guerra Peninsular (1640-1668) de Fernando Cortés Cortés.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1989, 93 págs. B.

    A obra de Fernando Cortés Cortés dá-nos uma análise lúcida de uma parte, pouco ou nada estudada, da Guerra da Restauração. Com surpreendente clareza, através do uso quase exclusivo de textos. documentais de meados do século XVII, palavras daqueles que foram protagonistas directos dos factos que se historiam, podemos vislumbrar o mundo da espionagem e contra-espionagem portuguesa da altura, e os procedimentos utilizados não só na procura de notícias bélicas do inimigo castelhano como também na protecção da própria realidade.

    Os métodos usuais da espionagem, a aproximação à espionagem organizada, e as práticas habituais da contra-espionagem constituem partes do estudo do presente livro.

    Em suma, uma abordagem fundamental para compreender um período importante da História de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dicionário de Filosofia

    Dicionário de Filosofia

    José Ferrater Moura

    6,00 

    Dicionário de Filosofia de José Ferrater Moura
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1977, 456 págs. B.

    Este livro é a versão sintetizada do monumental e consagrado Dicionário de Filosofia de José Ferrater Mora. Desta edição abreviada, levada a cabo pelos seus colegas Ezequiel de Olaso e Eduardo Garcia Belsunce, diz o próprio Ferrater Mora, ao justificá-la e recomendá-la que os condensadores usaram de «um excecional bom critério para selecionar o fundamental e eliminar o menos urgente, e, escusado será dizê-lo, uma invulgar capacidade de síntese». Fornecendo uma explicação clara, objetiva e muito completa dos conceitos fundamentais da filosofia, o presente dicionário termina com um apêndice histórico contendo uma breve nota sobre a vida e obra dos filósofos considerados
    mais importantes, bem como concisa informação sobre os vários movimentos filosóficos.
    Num volume de mais cómoda utilização, sem as proporções e a complexidade do dicionário original, esta edição foi especialmente concebida para os alunos do ensino médio e dos cursos universitários e, por extensão, para todo um público interessado na filosofia, mesmo sem um conhecimento especializado na matéria.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Despedidas de António Nobre

    Despedidas

    António Nobre

    6,00 

    Despedidas de António Nobre
    Vega. Lisboa, s.d., 139 págs. B.
    Colecção: Mnésis | 1
    𓂃🖊 Prefácio: Urbano Tavares Rodrigues

    Assim António Nobre, narciso de alma, deixa atrás de si o reflexo de um. reflexo e a atenção amorosa com que olhou o humano cenário das feiras de Amarante ou as suas naves de névoa a todo o pano, os altos castanhei-ros que eram troveiros lúgubres, as vizinhas meninas vestidas de seda vermelha. Das «Despedidas», canto de narcisismo e morte, letra de adeus, eleva-se, contudo – e são esses os passos mais pungentes uma comedida ora-ção (imploração derradeira) à vida. – Urbano Tavares Rodrigues

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • De Gaulle Mon Père de Philippe de Gaulle

    De Gaulle Mon Père

    Philippe de Gaulle

    15,00 

    De Gaulle Mon Père de Philippe de Gaulle
    Plon. França, 2003, 2 vols. B. Il.

    Quel portrait plus fidèle que celui qu’un fils peut faire de son père ? Voici donc la suite des entretiens que Philippe de Gaulle a accordés à Michel Tauriac. Au moment où s’ouvre ce second tome, le Général vient d’entrer à l’Elysée, et bientôt, à Alger, va éclater la tragédie. Dix années vont se succéder, au cours desquelles nous suivons Charles de Gaulle. Nous vivons avec lui en famille, prenons part à ses réflexions intimes. Nous sommes à ses côtés quand les généraux se révoltent, quand on tire sur sa voiture au Petit-Clamart, quand il nomme Pompidou Premier ministre, quand il perd le référendurn et se retire dans son village. Ces événements dramatiques ont bouleversé le cours de l’histoire contemporaine et plus de trente ans après sa disparition, Charles de Gaulle n’en finit pas de déchaîner les passions. Dans la bouche de son fils, cette figure incontournable du patrimoine français se révèle être ” père et mari envers et contre tout “, un être capable de susciter l’amour exceptionnel d’une femme qui se serait fait tuer pour lui.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • De Gaulle de Max Gallo

    De Gaulle

    Max Gallo

    25,00 

    De Gaulle de Max Gallo
    Éditions Robert Laffont. Paris, 1998, 4 vols. B

    A biografia de De Gaulle, escrita pelo historiador e romancista Max Gallo, não é apenas um relato de datas e factos; é uma narrativa épica que trata a vida do General como um grande romance histórico. Gallo utiliza um estilo literário vibrante — muitas vezes escrevendo no tempo presente — para transportar o leitor para o centro das decisões que moldaram o século XX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónicas do Tempo de Vera Lagoa

    Crónicas do Tempo

    Vera Lagoa

    6,00 

    Crónicas do Tempo de Vera Lagoa
    Livraria Internacional. Porto, 1975, 162 págs. B.

    As revoluções são assim: não tardam a revelar dois tipos característicos os «revolucionários» oportunistas, multidão palradora, legião de medíocres, intermediários de ideias feitas, malta que procura aproveitar a confusão em proveito pessoal, que se berram vítimas do antigamente, e andam, cirandam de faca e garfo, esfomeados de postas; e os verdadeiros revolucionários, esses do sentido colectivo, ideias firmes, concepções construtivas, o futuro.
    Os génios da nossa Praça – nas artes, nas letras, no jornalismo, na política parecem, coitadinhos, desempregados desde o 25 de Abril de 1974. Basta olhar à nossa volta (onde estão?), basta saber ler (que escrevem?), basta, basta, basta.
    Vera Lagoa, essa mesma. A das «misses». A das «bisbilhotices». A das frivolidades do antigamente, do 24 de Abril. A que inventou o supérfluo quotidiano num país onde, durante 48 anos, foi proibido inventar. Que riscos tremendos a Revolução lhe trazia, que perigos corria quando os talentos de café desabrochassem, quando todos os nossos geniozinhos florissem ao sol forte da Liberdade, quebradas as algemas do fascismo; já sem vestidos compridos, sem lantejoulas as mulheres, sem jantaradas, sem beija-mão que iria ser da «pobre» Vera Lagoa na Revolução, quando os génios das artes, das letras, das ciências, dos jornalismos, criassem, escrevessem, inventassem, cronicassem em liberdade?
    O tempo, que nada perdoa, que se atreve com colunas de mármore quanto mais com corações de cera, já deu parte da resposta. No «Tempo», onde saíram estas crónicas que aí vão. Sem vestidos compridos, sem misses, sem lantejoulas, sem jantaradas, sem beija-mãos. Mas em carne e sangue, em democracia e liberdade, em coragem, em Povo. O Povo que semana a semana, lê Vera Lagoa na comunhão de uma linguagem simples, sólida, directa, livre – tão simples como as pedras, tão sólida como as árvores, tão directa como a democracia, tão livre como a liberdade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Condição Humana, A

    Condição Humana, A

    Hanna Arendt

    10,00 

    A Condição Humana de Hanna Arendt
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2001, 406 págs. B.

    « “A Condição Humana”, livro central do seu pensamento, afirma-se, nos primeiros capítulos, como uma crítica da modernidade, a partir da reflexão sobre ‘o que andamos a fazer’, e da discussão sistemática ‘do labor, do trabalho e da acção’, actividades que constituem traços essenciais da perenidade da condição humana. Arendt aponta para a recuperação de um mundo comum, a ágora, como espaço público do debate e do confronto entre iguais, pela reabilitação da política, a única resistência possível contra a alienação do mundo moderno, e, por inerência, do discurso, ‘pois é o discurso que faz do homem um ser político’.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • C'Était de Gaulle

    C’Était de Gaulle

    Alain Peyrefitte

    30,00 

    C’Était de Gaulle de Alain Peyrefitte
    Èditions de Fallois. França, 1994, 3 vols.

    Alain peyrefitte a eu, entre 1959 et 1969, quelque 300 entretiens en tête à tête avec le général de gaulle. Auxquels s’ajoutent les conseils des ministres, les conseils restreints, les rencontres avec des chefs d’etat ou de gouvernement étrangers. pendant toute cette période, il a pris des notes au jour le jour, avec l’accord du général. ces notes, ce sont essentiellement les propos tenus parle général, scrupuleusement recueillis, dans l’intention de les soustraire à l’oubli, en respectant non seulement leur teneur, mais aussi le style et le ton des dialogues. La transcription fidèle de ces notes, classées thématiquement pour la publication, produit un effet saisissant : le lecteur voit surgir, et retrouve dans toute l’intensité de sa présence le personnage exceptionnel que fut de gaulle. peyrefitte nous introduit dans l’intimité du général que nous écoutons penser tout haut. c’est un de gaulle en liberté, qui va beaucoup plus loin que dans ses textes officiels et s’exprime avec une familiarité et une franchise surprenantes. Par la richesse et la diversité des révélations qu’il apporte, et le portrait intellectuel et moral qui s’en dégage, ce volume constitue un témoignage capital sur celui qui compte parmi les derniers héros et les grands mythes de l’histoire nationale.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Catherine de Medicis de Jean Orieux

    Catherine de Medicis

    Jean Orieux

    7,50 

    Catherine de Medicis de Jean Orieux
    Flammarion. França, 1986, 826 págs. B.

    Qui était Catherine de Médicis (1519-1589), celle que l’on a appelée la “reine noire” ? Elle est moins noire que ses éternels voiles de deuil et moins noire que la réputation qui lui a été faite au XIXe siècle par certains romantiques. Mère de trois rois, François II, Charles IX et Henri III, elle a régné en fait sous leur nom pendant trente ans, durant la plus terrible et la plus magnifique période de l’histoire moderne. Terrible parce qu’assombrie par les guerres de religion, magnifique parce qu’éclairée par la Renaissance, Catherine incarne son siècle. La petite-fille de Laurent le Magnifique, en épousant en 1533 Henri d’Orléans, deuxième fils de François Ier, a apporté à la France l’irremplaçable civilisation de sa patrie. Florence : un savoir-vivre, des arts, des plaisirs jusque-là inconnus. Cela, c’est le côté fastueux – et ruineux – de la reine-mère. Il ne cache pas son génie politique très particulier : un machiavélisme raisonné par son amour de la paix et inspiré par une intelligence supérieure, une foi inébranlable en la grandeur de la monarchie et de la France. On lui a reproché sa violence, c’est ce qu’elle avait le plus en horreur, comme la guerre : elle préférait la diplomatie. Au fond, ses seules erreurs ont été ses faiblesses pour ses enfants : elle les a trop aimés, ils ne le méritaient pas. Voilà son crime de chef d’État. Elle en mourut de douleur, comme un grand roi.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.