• Inferno das Mulheres: Auschwitz de Christian Bernadac

    Inferno das Mulheres: Auschwitz

    Christian Bernadac

    7,00 

    Inferno das Mulheres: Auschwitz de Christian Bernadac
    Editorial Inova. Porto, 1972, 401 págs. B.
    Colecção Ofício de Viver | 18

    Christian Bernadac é um escritor já bem conhecido do público português. O conjunto dos seus livros, que a Editorial Inova tem vindo a publicar- OS MÉDICOS MALDITOS; OS MÉDICOS DO IMPOSSÍVEL; OS FEITICEI-ROS DO CÉU; O COMBOIO DA MORTE -e que só em França já ultrapassou um milhão de exemplares, constitui um autêntico processo dos crimes cometidos pelo regime hitleriano. INFERNO DE MULHERES, o último, e que é dedicado às deportadas de Auschwitz que, apesar da sua frágil condição de mulheres, souberam, tão bem como os homens, resistir ao inferno dos campos nazis, abre um novo capítulo na sua obra.

    📝 Assinatura de posse.

  • Humberto Delgado: Assassinato de um Homem de Mariano Robles Romero-Robledo

    Humberto Delgado: Assassinato de um Homem

    Mariano Robles Romero-Robledo

    7,50 

    Humberto Delgado: Assassinato de um Homem de Mariano Robles Romero-Robledo.
    Liber. Lisboa, s.d., 254 págs. B. Il.

    “Eu conhecera Humberto Delgado em Washington, também num dia de Setembro de 1953. Acompanhara-o depois na sua campanha eleitoral e tomara conta dos serviços de Imprensa. A Embaixada do Brasil fora, com António Sérgio, Jaime Cortesão, Vieira de Almeida, Artur Portela, entregar ao embaixador Álvaro Lins um exemplar dos «Lusíadas», no dia em que se completara um mês que ele concedera asilo político a Humberto Delgado. E, paredes meias da P.I.D.E., estive em recepção grande concedida pelo mesmo embaixador, mas sem a presença do asilado.
    Tive de Humberto Delgado algumas cartas do exílio, entregues por portadores, como se fora matéria explosiva; e segui momentos de esperança ou desespero até ele cair na emboscada de Villanueva del Fresno…
    Foi um dos que ficou pelo caminho, com o seu sangue a argamassar a resistência portuguesa que haveria de explodir em triunfo só em 25 de Abril deste ano. Pode falar-se à vontade dele e dos que o mataram e estes responderão pelo crime. Na opinião pública já há muito foram condenados e execrados. E enquanto não comparecerem perante o tribunal os criminosos, livros como este de Mariano Robles e José António Novais narram os meandros de uma fase da luta de reconquista das liberdades durante o último meio século de vida carcerária. Bem triste sina a da nossa geração onde os crimes como o que vitimou Humberto Delgado foram correntes. São os marcos miliários desta penosa viasacra da nossa História contemporânea.” in Dedicatória de Raúl Rego

    Obra ilustrada com diversas fotografias e cópias de documentos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hotel Locarno

    Hotel Locarno

    António Mega Ferreira

    7,00 

    Hotel Locarno de António Mega Ferreira
    Sextante Editora. Porto, 2015, 142 págs. B.

    Da solidão sem esperança do xerife de Rio Bravo à busca sem horizonte num lugar qualquer do Alentejo, treze contos em que se contam desencontros e incompreensões, como os quartos fechados de um hotel romano, sem portas de comunicação uns com os outros. Um conferencista que se precipita na memória de um nome amado, um cadete da marinha que faz da dissimulação o seu livre-trânsito para a liberdade, um diplomata incapaz de resistir ao perfume de uma baiana e de tolerar o aroma de um fruto tropical, uma criança que nunca será capaz de perdoar ao pai uma recusa que lhe nega a possibilidade de ser sujeito da História, são outras tantas almas desiludidas e errantes que se acolhem à sombra protetora do Hotel Locarno. De passagem. Rumo a outro hotel qualquer.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Histórias Nacionais de Miriam Halpern Pereira

    Histórias Nacionais

    Miriam Halpern Pereira

    6,00 

    Histórias Nacionais: entre o Passado e o Futuro de Miriam Halpern Pereira
    ISCTE. Lisboa, 2001, 270 págs. B.
    Revista Ler História, nº 41

    Carlos Maurício e Magda Pinheiro
    Apresentação
    Introduction

    Maurice Agulhon
    Os Historiadores Franceses e a Ideia da França desde 1918
    Les Historiens Français et l’idée de la France depuis 1918

    Thomas Bender
    Escrever a História Americana numa Era
    Global Writing American History in a Global Age

    Prasenjit Duara
    Os Historiadores entre o Passado e o Futuro das Nações
    Historians between the Past and Future of Nations

    Gérard Noiriel
    Repensar o Estado-Nação. Elementos para uma análise sócio-histórica Repenser l’Etat-Nation. Elements pour une analyse socio-historique

    Gyan Prakash
    A Vida Incerta da Nação Moderna na Ásia Meridional
    The Uncertain Life of the Modern Nation in South Asia

    Pedro Ruiz Torres
    O Ressurgir da História Nacional em Espanha
    The Revival of National History in Spain

    Christopher Saunders
    História e “Nação” na África do Sul
    History and the “Nation”: South African Aspects

    Honk Van Dijk
    A Caminho de uma História Europeia
    Towards a European History

    Estudos

    Maria Manuela Rocha
    “Entre nós basta a palavra”: as práticas informais de crédito na investigação histórica

    João Lourenço Roque
    O “Mundo do Trabalho” e o Associativismo em Coimbra no Século XIX (1850-1870)

    Rafael Durán Muñoz
    Multidimensionalidad del Estado: trabajadores movilizados en la “Revolução dos Cravos”

    Materiais da Memória

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Histórias Extraordinárias de Edgar Allan Poe

    Histórias Extraordinárias

    Edgar Allan Poe

    6,00 

    Histórias Extraordinárias de Edgar Allan Poe
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 276 págs. E. Il.

    Histórias Extraordinárias reúne contos publicados entre 1833 e 1845, clássicos da literatura de horror e policial. Da primeira à última página, o leitor é envolvido por enigmas, crimes e situações sobrenaturais, num retrato sombrio da natureza humana e da sua vulnerabilidade diante do desconhecido.

     

    Incluí: Os Crimes da Rua Morgue: O Mistério de Marie Roget, O Escaravelho de Ouro; O Sistema do Doutor Goudron e do Professor Plume; A Verdade Sobre o Caso do Senhor Waldemar; Uma Descida no Maelstrom; A Carta Roubada; Metzengerstein.

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  • História da Retórica de Michel Meyer

    História da Retórica

    Michel Meyer

    8,00 

    História da Retórica de Michel Meyer [et al.]
    Temas e Debates. Lisboa, 2002, 327 págs. B.

    A retórica trata o modo como os homens comunicam e se opõem uns aos outros, discutem e procuram seduzir-se e convencer-se. Ora caracterizada por uns como arte de intriga cortesă, ora elevada por outros ao estatuto de método filosófico essencial ao debate público, a retórica tornou-se um campo teórico fundamental das preocupações contemporâneas. Eis a primeira história da retórica, da Antiguidade aos nossos dias, publicada em Portugal. Quer se trate da retórica literária, da argumentação, da propaganda, da publicidade, do direito ou da religião, nada é deixado de lado neste vasto fresco. De Cícero à hermenêutica, de Platão à Nova Retórica de Perelman, de Quintiliano a Port-Royal, de Aristóteles à problematologia, todas as abordagens que deixaram uma marca indelével na retórica actual são aqui expostas de forma articulada e sistemática.

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  • Hamlet

    Hamlet

    Shakespeare

    6,00 

    Hamlet de Shakespeare
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 380 págs. E. Il.

    Hamlet / O Rei Lear / Romeu e Julieta | William Shakespeare

    “Amor, poder e destino entrelaçam-se em histórias que desafiam o tempo e a humanidade.”

     

    Em Hamlet – O Rei Lear – Romeu e Julieta, William Shakespeare apresenta três das suas obras mais emblemáticas, explorando os extremos da condição humana.

     

    Em Hamlet, o príncipe da Dinamarca confronta-se com a traição, a vingança e a dúvida existencial, enquanto tenta reconciliar moralidade e justiça. O Rei Lear revela a tragédia de um monarca que subestima o amor verdadeiro e é traído pelas aparências, mergulhando na loucura e na desolação familiar. Já Romeu e Julieta conta a paixão intensa e impossível de dois jovens de famílias rivais, onde o amor e o ódio se entrelaçam num destino inevitável e fatal.

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  • Gomorra de Roberto Saviano

    Gomorra

    Roberto Saviano

    8,00 

    Gomorra: Viagem ao império económico e ao sonho de domínio da Camorra de Roberto Saviano
    Caderno. Alfragide, 2010, 351 págs. B.

    A história real de um jornalista infiltrado na violenta máfia napolitana. As mercadorias “frescas” roupas, videojogos, relógios, desembarcam diariamente no porto de Nápoles para serem armazenadas e escondidas em prédios propositadamente esvaziados. Já as mercadorias “mortas”, vindas de toda a Itália e de boa parte da Europa, sob a forma de resíduos químicos, cadáveres e esqueletos humanos, são clandestinamente “despejadas” nas terras da região da Campânia. Essa é a Camorra de hoje, ou melhor, o “Sistema”.

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  • Gargantua e Pantaguel de Rabelais

    Gargantua e Pantaguel

    Rabelais

    6,00 

    Gargantua e Pantaguel de Rabelais
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 292 págs. E. Il.

    Num mundo onde a sátira, o humor e a fantasia se entrelaçam, Pantagruel mostra-nos os excessos, as contradições e as grandezas da humanidade.

    Publicado em 1532, Pantagruel é o segundo romance da série iniciada com Gargântua, escrita por François Rabelais. A obra acompanha Pantagruel, filho gigante de Gargântua, nas suas aventuras cheias de humor, críticas sociais, sátira política e reflexões filosóficas. Rabelais combina episódios absurdos, personagens caricatas e situações fantásticas para questionar costumes, instituições e hábitos da sociedade do Renascimento.

    O romance mistura erudição e irreverência, crítica moral e entretenimento, revelando a inventividade de Rabelais e a liberdade da literatura humanista francesa do século XVI.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Que Ficaram para Trás de Monica Hesse

    Que Ficaram para Trás, Os

    Monica Hesse

    8,00 

    Os Que Ficaram para Trás de Monica Hesse
    Topseller. Amadora, 2021, 382 págs. B.

    Aos 15 anos, Zofia Lederman viu a família seguir pela fila da esquerda no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, em direção às câmaras de gás. Só ela e o irmão mais novo, Abek, sobreviveram, ao serem encaminhados para a fila da direita.

    Três anos depois, o fim da guerra é declarado e Zofia está determinada a seguir a única pista que a pode levar até ao irmão. Vagueando pelos destroços de uma Europa arrasada, ela atravessa a fronteira da Polónia até um campo de refugiados em Munique, onde conhece outros sobreviventes que lhe mostram como construir um novo futuro. Contudo, Zofia não quer esquecer o passado. Ela precisa de reencontrar o irmão e cumprir a promessa que lhe fez quando foram separados: De Abek a Zofia. De A a Z. Quando te encontrar novamente, preenchemos o nosso abecedário. Prometo que vou encontrar-te.

    Mas quanto mais Zofia procura, mais dura se torna a jornada. E a pouca esperança que lhe resta está prestes a desvanecer…

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  • Os Fenícios de Donald Harden

    Fenícios, Os

    Donald Harden

    7,00 

    Os Fenícios de Donald Harden.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1968, 331 págs. B. Il.
    Colecção: Historia Mundi | 9

    O Povo: suas origens e afinidades;
    Geografia;
    A História dos Fenícios na sua pátria;
    A Expansão Fenícia no Ultramar;
    Cartago: sua origem e história;
    Governo, constituição, estrutura social;
    Religião;
    Língua, Escrita, Textos;
    A Guerra;
    Cidades;
    Indústria;
    Comércio, Viagens e Explorações;
    Arte.

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  • Da «Feliz Lusitânia» aos Confins da Amazónia de Lucinda Saragoça

    «Feliz Lusitânia» aos Confins da Amazónia, Da

    Lucinda Saragoça

    15,00 

    Da «Feliz Lusitânia» aos Confins da Amazónia de Lucinda Saragoça
    Edições Cosmos. Lisboa, 2000, 509 págs. B
    𓂃🖊 Prefácio Joaquim Veríssimo Serrão

    Quando os Portugueses desembarcaram na baía de Guarujá, em Janeiro de 1616, e ergueram o Forte do Presépio numa bela região à qual deram o nome de Feliz Lusitânia, escrevia-se a primeira página da História Portuguesa na Amazónia. Nas palavras de Viana Moog, <a Amazónia é um mundo à parte, difere em tudo e de tal maneira, que são vãs as tentativas de a estudar por via de comparação. Ela é simplesmente igual a si própria». É precisamente esta singularidade que desperta a curiosidade e o desejo de conhecer a Amazónia Clássica, aquela que os Portugueses conheceram e desbravaram ao longo dos séculos XVII e XVIII.

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  • Federico Garcia Lorca de Andre Belamich.

    Federico Garcia Lorca

    Andre Belamich

    5,00 

    Federico Garcia Lorca de Andre Belamich
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1978, 196 págs. E. Il.

    Federico García Lorca foi um poeta e dramaturgo espanhol, nascido em 1898, que se destacou pela sua obra marcada por temas como a morte e a tragédia. Abandonou o curso de Direito para se dedicar às artes e ganhou notoriedade com poesia e teatro, incluindo obras como Bodas de Sangre, Yerma e A Casa de Bernarda Alba. Foi assassinado em 1936, no início da Guerra Civil espanhola.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Eu Persegui Eichmann

    Eu Persegui Eichmann

    Simon Wiesenthal

    6,00 

    Eu Persegui Eichmann de Simon Wiesenthal.
    Círculo de Leitores. Lisboa, s.d., 295 págs. E.

    Neste relato intenso e pessoal, Simon Wiesenthal — sobrevivente do Holocausto e célebre caçador de nazis — partilha a história real da sua obsessiva perseguição a Adolf Eichmann, um dos principais responsáveis pela Solução Final. Mais do que uma narrativa de espionagem ou vingança, o livro revela os bastidores da busca por justiça após o fim da Segunda Guerra Mundial, a frustração com a inércia das autoridades e a determinação solitária de Wiesenthal.

    A obra é escrita num tom direto e emotivo, e mergulha o leitor na tensão e nas dificuldades de localizar um dos criminosos mais procurados do século XX. Para quem se interessa por História, justiça internacional ou biografias marcantes, este é um testemunho essencial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Erasmo da Cristandade de Roland H. Bainton

    Erasmo da Cristandade

    Roland H. Bainton

    10,00 

    Erasmo da Cristandade de Roland H. Bainton
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1988, 385 págs. B.

    Edição portuguesa do original de Roland H. Bainton ERASMUS OF CHRISTENDOM,  primitivamente publicado em 1969 pela Princeton University Press, com prefácio de Costa Ramalho e tradução de Regina Costa Ramalho.

    Do índice: O Período monástico na Holanda; Escolástica e Eloquência: Paris; Neoplatonismo e Piedade. Inglaterra. Holanda; O Enehiridion; Itália: O Elogio da Loucura; O flagelo de Príncipes e Prelados; A Eloquência de Deus. Basileia: a Bíblia; Sob o Fogo: Lutero; O Pior Século; Nenhum Refúgio; O Homem culto; Uma voz que clama no Deserto.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Emma de Jane Austen

    Emma

    Jane Austen

    7,00 

    Emma de Jane Austen.
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2016, 435 págs. B.

    «O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.