• O “Eduquês” em Discurso Directo de Nuno Crato

    “Eduquês” em Discurso Directo, O

    Nuno Crato

    6,00 

    O “Eduquês” em Discurso Directo: Uma Crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista de Nuno Crato
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2006, 131 págs. B.
    Colecção: Fora da Colecção | 254

    O “Eduquês” em Discurso Directo disseca com rigor e impiedade os lugares comuns em educação. Mostra o vazio dos conceitos que têm dominado a pseudo-pedagogia do laxismo e da irresponsabilidade. Explica a ideologia frouxa que está por detrás da linguagem mole e palavrosa a que se tem chamado eduquês.

    Depois de ler este livro, ninguém pode continuar a aceitar acriticamente expressões tão comuns como «aprender a aprender», «ensino centrado no aluno» ou «aprendizagem em contexto». Percebem-se as ideias nocivas por detrás dessas expressões aparentemente inócuas.

    Minuciosamente documentado com delirantes citações de responsáveis pela política educativa, apoiado em referências críticas da psicologia e da pedagogia, este livro não deixa pedra sobre pedra no edifício ideológico do eduqês.

    Nuno Crato é um professor de matemática preocupado com a educação. Armado de uma vasta cultura científica, de uma experiência de docência em vários países e de fundamentadas preocupações filosóficas, empreende neste livro a primeira crítica sistemática da pedagogia romântica e construtivista que em Portugal ficou conhecida como eduquês.

    É a primeira obra no género no nosso país. Destina-se a professores, pais e todos os que se preocupam com o futuro. O ensino é um problema demasiado sério para ser confiado exclusivamente aos teóricos da pedagogia.

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  • Depois da Queda

    Depois da Queda

    Julie Cohen

    7,50 

    Depois da Queda de Julie Cohen
    Porto Editora. Porto, 2022, 346 págs. B.

    Quando um infeliz acidente força Honor a ficar com a sua nora viúva, Jo, e com a sua única neta, Lydia, ela mal pode esperar para recuperar o suficiente e voltar para a sua própria casa. No entanto, quanto mais tempo ela passa com Jo e Lydia, mais se sentem como uma família a sério. Mas cada uma das três mulheres guarda segredos que ameaçam destruir as suas vidas, tais como elas as conhecem.
    Num dia de verão, os segredos da avó, mãe e filha serão revelados num único momento dramático que nos deixará a todos com a eterna questão: será que existem segundas oportunidades?

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  • Contos de José Rodrigues Miguéis

    Contos de José Rodrigues Miguéis

    Margarida Barahona

    6,00 

    Contos de José Rodrigues Miguéis de Margarida Barahona
    Editorial Comunicação. Lisboa, 1981, 192 págs. B.
    Colecção: Textos Literários | 24

    José Rodrigues Miguéis (1901-1980) foi um escritor português multifacetado, ligado à Seara Nova e ativo como romancista, contista e cronista. Formado em Direito e Ciências Pedagógicas, destacou-se pelo pensamento crítico e intervenção cívica. Em conflito com o Estado Novo, exilou-se nos EUA, onde continuou a escrever. A sua obra, de forte dimensão social e psicológica, é marcante na literatura portuguesa do século XX.

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  • Contos de Hoffman

    Contos

    Hoffman

    6,00 

    Contos de Hoffman
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 326 págs. E. Il.

    Em Contos, E. T. A. Hoffmann reúne uma coletânea de histórias que combinam suspense, lirismo e elementos fantásticos, explorando a criatividade e o poder da narrativa. Cada conto oferece uma experiência única, transportando o leitor para universos onde a realidade se confunde com o imaginário, e onde personagens e acontecimentos despertam surpresa, reflexão e emoção.

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  • Confissões de Santo Agostinho

    Confissões

    Santo Agostinho

    7,50 

    Confissões de Santo Agostinho
    Livraria Apostolado da Imprensa. Braga, 1990, 382 págs. B.

    «Talvez que a mais profunda actualidade de Agostinho resida, justamente, no seu fantástico e sublime anacronismo. Queremos dizer, na sua incompatibilidade profunda – ao menos na aparência – com a pulsão cultural que domina hoje não apenas o Ocidente mas o mundo inteiro.»
    Eduardo Lourenço

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  • Cinco Dias, Cinco Noites

    Cinco Dias, Cinco Noites

    Manuel Tiago

    5,00 

    Cinco Dias, Cinco Noites de Manuel Tiago
    Edições Avante. Lisboa, 1997, 88 págs. B.

    Cinco Dias, Cinco Noites é uma novela que nos conta a história de uma passagem de fronteira a salto durante o fascismo salazaristas. Escrita por Manuel Tiago (Álvaro Cunhal), adaptada com exemplar qualidade ao cinema por José Fonseca e Costa, este pequeno elogio da coragem, no dizer do seu prefaciador, Manuel Gusmão, viria a ser classificado por Sophia Mello Breyner Andresen como “um dos melhores textos portugueses narrativos deste século..”

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  • Cinco Homens de Estado de Luís Beiroco

    Cinco Homens de Estado

    Luís Beiroco

    5,00 

    Cinco Homens de Estado de Luís Beiroco
    Livros do Brasil. Lisboa, 2003, 172 págs. B.
    Colecção: Vida e Cultura | 169

    «O autor começa por fazer uma evocação biográfica de cinco grandes líderes europeus do século XX. Todos são ou foram figuras marcantes na história política do seu país – e da Europa. Todos menos um começaram a afirmar-se como Homens de Estado antes da 2ª Guerra Mundial; todos menos um se afirmaram como tais depois dela. O único que ainda está vivo continua a exibir as suas altas qualidades, embora tenha ganho as esporas de ouro como estadista nos anos 80 do século XX. Apesar das muitas diferenças que os separam, vários traços comuns os aproximam aos pares: Churchill e De Gaulle foram heróis de guerra; De Gaulle e Salazar foram construtores de sistemas constitucionais específicos; Salazar e Mitterrand (a despeito de inúmeras divergências) foram ambos amantes do Poder, das suas relações de influência e do seu exercício florentino; De Gaulle e Juán Carlos defenderam, com êxito, a Democracia contra golpes militares.» Diogo Freitas do Amaral

    📌 Carimbo: Oferta dos Editores

  • Cidades e Espaços Urbanos

    Cidades e Espaços Urbanos

    Miriam Halpern Pereira

    6,00 

    Cidades e Espaços Urbanos de Miriam Halpern Pereira
    ISCTE. Lisboa, 2005, 262 págs. B.
    Revista Ler História, nº 48

    CIDADES E ESPAÇOS URBANOS

    Apresentação
    Magda Pinheiro e Frédéric Vidal

    Territórios do Urbano
    Magda Pinheiro
    O subúrbio entre o arrabalde antigo e a metrópole: identidade e temporalidade

    Maria Alexandre Lousada
    A espacialidade em debate. Lisboa nos finais do Antigo Regime

    Paula Guilhermina Fernandes
    Cidade, casa e trabalho. O centro do Porto no início do século XIX

    Laurent Vidal
    Os trilhos da história do Brasil urbano

    Işık Tamdoğan
    O bairro (mahalle) no espaço otomano e na Turquia actual. Adana no século XVIII

    Percursos Urbanos

    Frédéric Vidal
    A hipótese da cidade imóvel. Itinerários urbanos numa perspectiva
    comparada

    Alain Faure
    Emprego industrial em Paris e residência operária (1860-1914)

    Representações da Cidade e dos Citadinos

    Jorge Fernandes Alves
    Emigração e sanitarismo. Porto e Brasil no século XIX

    Nuno Pinheiro
    Ver a cidade/Fotografar a cidade

    Tiago Baptista
    Na minha cidade não acontece nada. Lisboa no cinema.

    Uma Agenda

    Richard Rodger
    O futuro do passado urbano: novas direcções para a história urbana
    Britânica?

    História e Informática

    Carlos Maurício
    Recursos electrónicos para o estudo da nação, etnicidade e sociedade global

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  • Cardeal Cerejeira de Joaquim Vieira

    Cardeal Cerejeira

    Joaquim Vieira

    7,50 

    Cardeal Cerejeira de Joaquim Vieira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 199 págs. E. Il.

    Fotobiografia do Cardeal Cerejeira, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo. A pesquisa iconográfica  é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel,  Júlia Leitão de Barros e Margarida Cunha Belém, sendo responsável pela pesquisa  genealógica  Luís Filipe Marques da Gama.

    📘 Plastificado de origem

  • Auschwitz: Os Nazis e a Solução Final de Laurece Rees

    Auschwitz: Os Nazis e a Solução Final

    Laurece Rees

    10,00 

    Auschwitz: Os Nazis e a Solução Final de Laurece Rees
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 425 págs. E. Il.

    Neste livro, Laurence Rees conta a história da mais famosa instituição nazi. Descobrimos como Auschwitz evoluiu de campo de concentração para prisioneiros políticos polacos para o local do maior assassínio em massa da história: campo de morte e campo de concentração, onde cerca de um milhão de judeus foi assassinado.

    Um livro baseado material novo proveniente dos recentemente abertos arquivos russos que desafiará muitos argumentos antes aceites.

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  • Até Amanhã Camaradas de Manuel Tiago

    Até Amanhã Camaradas

    Manuel Tiago

    6,00 

    Até Amanhã Camaradas de Manuel Tiago
    Edições Avante. Lisboa, 1975, 334 págs. B
    Colecção: Resistência | 1

    «A humanidade profunda na austeridade de quem entrega a sua vida à causa da libertação de um povo merece todo o fluir da narração, as reacções de muitas das figuras. Se é certo que o campo e os camponeses pobres e explorados, os pinhais de névoa, a desconfiança dos humildes, a bravura dos operários nas suas greves aqui aparecem, o tema central é a vida do Partido, as ligações, as casas de apoio, os contactos e precauções, por fim a prisão, a tortura, a morte. No presente um romance histórico, a diversos títulos: como obra de arte que é, como testemunho de alcance sociológico e político, como exercício moral (não confundir com moralizante, no estrito sentido apologético). Em resumo, um grande livro, inesperado e onde os sentimentos mais fortes e puros do homem encontram a simplicidade e o rigor transparente da expressão.»
    Urbano Tavares Rodrigues

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  • O Apartamento de Paris de Kelly Bowen

    Apartamento de Paris, O

    Kelly Bowen

    7,50 

    O Apartamento de Paris de Kelly Bowen
    Bertrand Editora. Lisboa, 2022, 364 págs. B.

    Uma história belíssima sobre a paixão, a intriga e a coragem durante a hora mais negra do mundo e a batalha de uma mulher para desvendar a verdade mais de meio século depois.

    Paris, 1940: As tropas nazis podem ter ocupado Paris, a cidade do amor, mas a glamorosa Estelle Allard brilha num mundo alheio às agruras da guerra. Porém, quando assiste impotente ao desaparecimento dos seus amigos e conhecidos, promete a si própria tudo fazer para ajudar à derrota dos alemães. Custe o que custar. Ao mesmo tempo que combate o inimigo que pretende destruir tudo o que lhe é mais precioso, Estelle não pode adivinhar que as suas ações se estenderão até às gerações seguintes…

    Paris, 2017: Quando Aurelia Leclaire obtém por herança um faustoso apartamento em Paris – que se revela uma cápsula no tempo intacta desde a Segunda Guerra Mundial -, fica chocada ao descobrir aquilo que parece ser um passado de segredos da sua avó, incluindo uma surpreendente coleção de obras de arte e vestidos de alta-costura. Uma pintura obscura, em particular, levá-la-á até Gabriel Seymour, um avaliador e restaurador de obras de arte que tem ele próprio o seu passado misterioso… Juntos, tentarão descobrir a verdade que se esconde no interior das paredes do apartamento de Paris.

    A 75 anos de distância, sob a luz de uma Paris ameaçada e de uma Paris resplandecente, tanto Estelle quanto Lia terão de convocar toda a coragem para enfrentar os perigos de um mundo ameaçado, e em mudança, influenciando diretamente o curso da história – e o futuro da sua família – para sempre.

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  • António Spínola de Joaquim Vieira

    António Spínola

    Joaquim Vieira

    7,50 

    António Spínola de Joaquim Vieira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 199 págs. E. Il.

    António Sebastião Ribeiro de Spínola (1910–1996) foi um militar e político português, primeiro Presidente da República após o 25 de Abril de 1974. Destacou‑se como comandante na guerra colonial, sobretudo na Guiné, onde defendeu uma solução política para o conflito. Autor de “Portugal e o Futuro”, tornou‑se figura central da transição, mas demitiu‑se meses depois e liderou a tentativa de golpe de 11 de Março de 1975, acabando exilado.

    📘 Plastificado de origem

  • António Silva de Joaquim Vieira

    António Silva

    Joaquim Vieira

    7,50 

    António Silva de Joaquim Vieira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 199 págs. E. Il.

    António Maria da Silva (1886–1971), conhecido como António Silva, foi um dos mais populares atores portugueses do século XX, com mais de 50 anos de carreira em teatro e cinema. Destacou‑se especialmente nas comédias da “era de ouro” do cinema português, em filmes como “A Canção de Lisboa”, “O Pátio das Cantigas”, “O Costa do Castelo” e “As Pupilas do Senhor Reitor”, criando tipos lisboetas inesquecíveis que marcaram várias gerações

    📘 Plastificado de origem

  • Alexandre Herculano de Cândido Beirante

    Alexandre Herculano

    Cândido Beirante

    10,00 

    Alexandre Herculano: Um homem e uma ideologia na construção de Portugal  de Cândido Beirante.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1979, 386 págs. B.

    Qual a razão deste título? É que grande parte da obra de Herculano -talvez a mais significativa-foi um longo discurso ideológico sobre o Portugal do passado em função do Portugal do seu tempo, isto é, o Portugal que se (re)construía, na conjuntura das revoluções liberais europelas, por homens que, como ele, eram revolucionários, soldados, escritores e políticos.

     

    Construção de Portugal no sentido de que é um país não acabado que se vai sucessivamente e quotidianamente construindo. Construção de Portugal no sentido concreto do primeiro liberalismo, da regeneração reformista e da transformação revolucionária, numa época de transição, de hesitações e de adaptações das doutrinas europeias às realidades nacionais.

     

    Dai que o liberalismo apareça no ideário de Herculano (a que não é estranho o seu cruzamento com o cristianismo dos primeiros tempos) como um misto de socialismo, sem o ser, de democratismo puro não estatal, de proclamação radical dos direitos humanos e individuais, de criticismo permanente aos desmandos do Poder e à corrupção dos governantes e ainda de idealismo utópico, num mundo que caminhava inexoravelmente para o capitalismo industrial moderno.
    (Da «Introdução»)

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  • Abadia de Northanger de Jane Austen

    Abadia de Northanger, A

    Jane Austen

    7,00 

    A Abadia de Northanger de Jane Austen
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2016, 227 págs. B.
    Colecção: Clássicos para os Leitores de Hoje | 3

    Durante uma temporada em Bath, a jovem e ingénua Catherine Morland conhece pela primeira vez a sociedade mundana. Fica deliciada com os seus novos conhecimentos: a sedutora Isabella, que apresenta a Catherine os prazeres dos romances góticos, e os sofisticados Henry e Eleanor Tilney, que a convidam a visitar a casa do seu pai, a Abadia de Northanger.
    Ali, influenciada pelos romances de terror e mistério, Catherine começa a imaginar terríveis crimes cometidos pelo General Tilney, arriscando a perda da afeição de Henry. E terá então de aprender a diferença entre ficção e realidade, amigos verdadeiros e falsos. Com amplo sentido de humor e a sua irreprimível heroína, A Abadia de Northanger é o mais juvenil e o mais optimista dos trabalhos de Jane Austen.

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