• Vinho Mágico de Joanne Harris

    Vinho Mágico

    Joanne Harris

    6,00 

    Vinho Mágico de Joanne Harris
    Edições ASA. Porto, 2004, 295 págs. B.

    Em Vinho Mágico a história é-nos contada por uma garrafa de Fleurie 1962, um vinho vivo e tagarela, alegre e um pouco impertinente, com um acentuado sabor a amoras.

    Jay Mackintosh, em tempos um escritor de sucesso, encontra-se em crise, leva uma vida sem sentido e entrega-se à bebida. Até ao dia em que abandona Londres e se instala em França, na aldeia de Lansquenet (a mesma aldeia que serviu de cenário a Chocolate, o primeiro romance de Joanne Harris). A partir daí a sua vida vai modificar-se, nomeadamente por acção da solitária Marise (que esconde um terrível segredo por detrás das persianas fechadas) e das recordações de Joe, um velho muito especial que conheceu na infância e que lhe ofereceu precisamente essa garrafa de propriedades invulgares e misteriosas…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Vida no Céu de José Eduardo Agualusa

    Vida no Céu, A

    José Eduardo Agualusa

    7,50 

    A Vida no Céu de José Eduardo Agualusa
    Quetzal Editores. Lisboa, 2013, 186 págs. B.

    «Depois que o mundo acabou fomos para o céu.» Assim começa este romance. Na sequência de um desastre de proporções bíblicas – o Dilúvio -, os ricos das grandes cidades constroem enormes dirigíveis e vão viver para o céu. Os pobres improvisam balões, que prendem uns aos outros, ligados a redes, formando imensas aldeias flutuantes. Carlos Tucano nasce numa destas aldeias. É, portanto, um filho do céu. Esta é a sua história. Carlos deixa a aldeia onde nasceu e parte à procura do pai, desaparecido numa tempestade. Ao longo desta peregrinação, vai-nos dando a ver a vida no céu, com os seus prodígios, os seus mistérios, e também os seus desa- certos, ao mesmo tempo que estabelece ligações com toda uma galeria de personagens extraordinários – uma curandeira e sonhadora profissional sul-africana, um pirata indonésio arrependido, um navegador solitário cego, além de uma jovem adolescente rebelde, Aimée, que conhece no mais belo dirigível do mundo – o Paris.

    Segundo o Dicionário dos Nefelibatas, incluído no livro, as nuvens (água em estado onírico) são o alfabeto do céu.

    Este romance ajuda-nos a decifrá-las.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Uma Vida de Jesus de Shusaku Indo

    Vida de Jesus, Uma

    Shusaku Indo

    6,00 

    Uma Vida de Jesus de Shusaku Indo
    Edições ASA. Porto, 1997, 233 págs. E.

    “Uma Vida de Jesus” não é uma biografia, já que uma biografia, no sentido moderno do termo, seria impossível de escrever. Mas não é também um relato ficcionado: embora se sinta livre para especular acerca das motivações de Jesus e dos seus discípulos, Shusaku Endo não afirma nada para além daquilo que os Evangelhos contêm.
    Endo – um dos mais destacados romancistas contemporâneos japoneses – escreveu-o para os seus compatriotas não-católicos, num esforço para explicar quem foi Jesus e dar a conhecer os ideais pelos quais se bateu. O resultado é uma obra que escapa aos limites das culturas e das línguas, uma história intemporal, tão estimulante para nós como o terá sido para aqueles que a ouviram nos tempos do Novo Testamento.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Salazarista de Orlando Raimundo

    Último Salazarista, O

    Orlando Raimundo

    8,00 

    Último Salazarista: a Outra Face de Américo Thomaz de Orlando Raimundo
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2017, 286 págs. B. Il.

    Américo Thomaz, o último Presidente da República do Estado Novo, é frequentemente recordado como uma figura patética: o caricato corta- -fitas do regime fundado por Salazar com o apoio dos militares que cometia gafes e falava com exasperante lentidão.

    Bastará, porém, acompanhar a biografia que lhe traça Orlando Raimundo para perceber que essa é uma perspectiva manifestamente redutora e que o seu papel como facilitador das manobras da ditadura ao longo de quase quarenta anos de vida política teve consequências bastante mais nefastas do que as anedotas que sobre ele se contam fariam adivinhar.

    Entre muitos episódios em que participou e que condicionaram a história portuguesa do século xx, a sua intervenção foi determinante quando traiu o general Botelho Moniz, fazendo abortar o golpe que iria derrubar Salazar, e no momento em que obrigou Marcello Caetano a assumir o compromisso solene de não abrir mão das Colónias. Como nos diz o autor do presente volume, «na procissão dos devotos do salazarismo [Thomaz] esteve sempre na linha da frente, a segurar o andor».

    Deste modo, justifica-se amplamente dar a conhecer essa outra face de Américo Thomaz e revelar dados menos conhecidos deste Presidente da República que – pasme-se – era um adepto da monarquia. Até para evitar que a tragédia possa dar lugar à farsa.

    📝 Assinatura de posse.

  • A Última Palavra de Thomas Nagel

    Última Palavra, A

    Thomas Nagel

    6,00 

    A Última Palavra de Thomas Nagel
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 182 págs. B.
    Colecção: Filosofia Aberta | 8

    Uma das tendências culturais deste fim de século é o relativismo pós-moderno, que tem assumido várias formas, em diversos domínios, invadindo a sociologia, a antropologia, a crítica literária, a filosofia e até os meios políticos, a cultura de massas e o jornalismo. Esta posição tem sido igualmente uma tentação constante ao longo do pensamento ocidental, estando presente de uma forma ou outra em filósofos tão distintos quanto Hume, Kant e, numa certa interpretação, Wittgenstein. Hoje em dia os seus representantes mais notáveis são W. V.Quine, Nelson Goodman, Hilary Putman, Bernard Williams e Richard Rorty, entre outros. Nesta obra, admirável pela sua clareza, seriedade e subtileza, Thomas Nagel leva a sério as propostas relativistas e mostra porque razão elas não podem ser verdadeiras nos seus domínios principais; a filosofia da linguagem, a lógica e a aritmética, as ciências empíricas e a ética e filosofia política.

    “A Última Palavra” é uma leitura obrigatória não apenas para estudantes e professores de Filosofia, Sociologia, Direito, Comunicação e Antropologia, mas também para todos aqueles que se preocupam com a perigosa ausência de valores em alguns sectores da cultura contemporânea.

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  • Ulisses de James Joyce

    Ulisses

    James Joyce

    7,50 

    Ulisses de James Joyce
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1983, 550 págs. E.

    Obra-prima de Joyce, o melhor romance do século xx para muitos amantes de literatura, Ulisses revolucionou a escrita de ficção e tornou-se um dos mais idolatrados livros do século passado. Escrito entre 1914 e 1921, viajando de Trieste a Zurique e até Paris, foi na capital francesa que, depois de vários contratempos, o longo manuscrito de James Joyce conheceu a primeira edição, em fevereiro de 1922, precisamente no aniversário do autor. Como todas as obras-primas, alguns receberam-no mal no seu tempo: foi recusado por Virginia Woolf para publicação na sua editora – «aquelas páginas tresandavam a indecência» –, referido como «a coisa mais porca que alguém já escreveu», por D. H. Lawrence, proibido por muitos anos nos EUA. Hoje, Joyce é um autor consagrado, provavelmente o maior da literatura irlandesa, celebrando-se anualmente, a 16 de junho, o Bloomsday, em que se situa a ação do romance. Bebendo a sua inspiração da Odisseia de Homero, Ulisses regista um só dia na vida de Leopold Bloom, narrado com um lirismo e uma vulgaridade de esplêndidos extremos. No centenário da sua publicação, uma leitura obrigatória.

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  • Três Histórias Extravagantes de Carlo M. Cipolla

    Três Histórias Extravagantes

    Carlo M. Cipolla

    6,00 

    Três Histórias Extravagantes de Carlo M. Cipolla
    Edições Texto & Grafia. Lisboa, 2009, 77 págs. B.
    Colecção: Biblioteca | 10

    Depois do êxito de Allegro Ma Non Troppo (na mesma colecção), segue-se outro conjunto de textos bem-humorados do célebre historiador italiano. São três histórias curiosas, divertidas e documentalmente verdadeiras que de imediato farão mudar de ideias todos os que ainda vêem a História como algo aborrecido. Bancos, caixeiros-viajantes, tratados e tratantes, as histórias que a História nos conta reservam-nos deliciosas surpresas e mostram-nos como, afinal, ela sempre se repete. Num estilo irónico, elegante e perspicaz, este é um livro ideal para as férias.

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  • Totalidade e Contradição de José Barata-Moura

    Totalidade e Contradição

    José Barata-Moura

    7,00 

    Totalidade e Contradição: Acerca da Dialéctica de José Barata-Moura
    Livros Horizonte. Lisboa, 1977, 196 págs. B.
    Colecção: Razão e Diálogo | 5

    Tomaremos, portanto, neste trabalho como objecto predominante de consideração duas das categorias que, porventura, melhor nos habilitam e ajudam a compreender e a determinar, nos seus diferentes níveis e instâncias, a dialéctica. Procuraremos debruçar-nos, nomeada e sucintamente, sobre a “totalidade” e sobre a “contradição”. Importa desde já que fique bem claro, todavia, que estas não são as únicas categorias da dialéctica. Importa, igualmente, que se não perca de vista que as questões e as perspectivas que a propósito de cada uma delas levantaremos e tocaremos não esgotam a problemática das referidas categorias. Trata-se, por conseguinte, tão-só de uma consideração indicativa — que procuraremos, dentro das nossas muitas limitações, que seja precisa e rigorosa — de duas categorias fundamentais da dialéctica.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Teoria da Paródia de Linda Hutchson

    Teoria da Paródia

    Linda Hutchson

    6,00 

    Teoria da Paródia de Linda Hutchson
    Edições 70. Lisboa, 1989, 165 págs. B.
    Colecção: Arte e Comunicação | 46

    O conceito de paródia é hoje fundamental para a plena compreensão da Arte da literatura à arquitectura, passando pelo vídeo, pelo cinema ou pela performance. Mas trata-se de um conceito sobre o qual o consenso entre escolas e teorizadores tem sido difícil, porque escapa a todas as tentativas de integração num modelo genérico até a sua etimologia ambígua contribui para a discórdia quanto às suas características elementares.

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  • Submissão

    Submissão

    Michel Houellebecq

    7,00 

    Submissão de Michel Houellebecq
    Alfaguara. Lisboa, 2015, 263 págs. B.

    Paris, 2022: François, investigador universitário, cumpre desapaixonadamente o ofício do ensino enquanto leva uma vida calma e impermeável a grandes dramas, uma rotina de quarentão apenas ocasionalmente inflamada pelos relacionamentos passageiros com mulheres cada vez mais jovens. É também com indiferença que vai acompanhando os acontecimentos políticos do seu país.
    Às portas das eleições presidenciais, a França está dividida. O recém-criado partido da Fraternidade Muçulmana conquista cada vez mais simpatizantes, graças ao seu carismático líder, numa disputa directa com a Frente Nacional. O país obcecado por reality shows e celebridades acorda por fim e toma de assalto as ruas de Paris: somam-se os tumultos, os carros incendiados, as mesas de voto destruídas. Afastado da universidade pela nova direcção, deprimido, François retira-se no campo, onde espera deixar de sentir as ondas de choque da capital. Regressa a Paris poucos dias depois do desfecho eleitoral e encontra um país que já não reconhece. É tempo de questionar-se sobre se deve e pode submeter-se à nova ordem.
    Submissão convida a uma reflexão sobre o convívio e conflito entre culturas e religiões, sobre a relação entre Ocidente e Oriente, sobre a relação entre cidadãos e instituições. Um romance que, como é habitual na obra do autor, adianta-se ao seu tempo e coloca questões prementes, hoje mais relevantes do que nunca. Michel Houellebecq confirma-se nestas páginas como um pensador temerário, capaz de detectar as grandes tensões do nosso tempo, interpretando-as com lúcida ironia.
    Uma fábula política e moral surpreendente, Submissão é o romance mais visionário e simultaneamente mais realista de Michel Houellebecq.

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  • Soren Kierkegaard

    Soren Kierkegaard

    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    6,00 

    Soren Kierkegaard de Joaquim Cerqueira Gonçalves
    Edições Colibri. Lisboa, 2010, 243 págs. B.
    Revista Philosophica, nº 35, 2010.

    ASPECTOS FUNDAMENTAIS DA RECEPÇÃO DE KIERKEGAARD EM PORTUGAL
    Elisabete M. de Sousa

    MUNDANIDADE E SECULARIZAÇÃO: UM DIÁLOGO ENTRE KIERKEGAARD E AGOSTINHO
    Márcio Gimenes de Paula

    KIERKEGAARD E O IDEALISMO ALEMÃO. O PROBLEMA DA SUBJETIVIDADE
    Deyve Redyson dos Santos

    KIERKEGAARD: ENTRE LOS PRIMEROS ROMÁNTICOS Y HEGEL
    María J. Binetti

    ALBERT CAMUS, LEITOR DE SØREN KIERKEGAARD
    José Luis Pérez

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  • Sonata em Auschwitz de Luize Valente

    Sonata em Auschwitz

    Luize Valente

    7,50 

    Sonata em Auschwitz de Luize Valente
    Saída de Emergência. Porto Salvo, 2017, 316 págs. B.

    Um bebé nascido nas barracas de Auschwitz em 1944 e uma sonata composta por um jovem oficial alemão dão origem a duas histórias que se cruzam…

    Décadas depois do fim da II Guerra Mundial, Amália, uma portuguesa com ascendência alemã, começa a levantar o véu do passado nazi da sua família a partir de uma partitura que lhe é revelada pela sua bisavó. A hipótese de que o avô, dado como morto antes do fim da guerra, possa estar vivo no Rio de Janeiro leva Amália a atravessar o oceano e a conhecer um casal de judeus sobreviventes do Holocausto.

    A ascensão do nazismo em Berlim, a saga dos judeus húngaros, os mistérios ocorridos no campo de extermínio da Polónia e o pós-guerra numa casa cheia de segredos oferecem os caminhos que Amália irá percorrer para desvendar o enigma. Dando corpo a uma narrativa elaborada com extrema sensibilidade e precisão investigativa, Luize Valente envolve o leitor em mistério, suspense e nos sentimentos mais profundos.

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  • Sobre Walter Benjamim de Theodor W. Adorno

    Sobre Walter Benjamim

    Theodor W. Adorno

    7,00 

    Sobre Walter Benjamim de Theodor W. Adorno
    Ediciones Catedra. Madrid, 1995, 177 págs. B.

    Este volumen reúne ensayos y cartas sobre Ben-jamin de Theodor W. Adorno, ilustre representante de esa escuela. Adorno promovió las publicaciones de Ben-jamin, diez años mayor que él pero desvalido finan-cieramente, y trató de ayudarle desde Norteamérica, hasta el día en que el solitario y desesperado escritor, huyendo de la Gestapo, puso fin a su vida en la fron-tera española de Port Bou. El lector tiene en sus ma-nos un documento inestimable para acercarse al pen-samiento y a la figura del hombre que se describió a símismo como alguien que se mantiene trepando a lo alto del mástil de un barco que se hunde y desde allílanza una señal de rescate.

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    🟣 Obra em língua castelhana.

  • Senhor Embaixador de Erico Veríssimo

    Senhor Embaixador

    Erico Veríssimo

    7,00 

    Senhor Embaixador de Erico Veríssimo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1982, 350 págs. E.

    Na pequena ilha de Sacramento, república imaginária no Caribe, explode uma revolução. Don Gabriel Heliodoro Alvarado, embaixador em Washington e compadre do tirano, volta ao país natal para defender seu amigo contra as forças rebeldes. Mas os guerrilheiros comunistas triunfam e prendem o Senhor Embaixador, figura que é a expressão do típico caudilho. Primeiro livro de Erico Verissimo após a consagrada trilogia O tempo e o vento, o romance O senhor embaixador é um retrato crítico e mordaz dos problemas políticos que assolam a América Latina. Concebido sob o impacto da Revolução Cubana e publicado um ano após o golpe de 1964, o livro foi um marco da resistência do escritor gaúcho. Segundo palavras do autor, esta obra “me oferecia a oportunidade de estudar a estrutura política, económica e social dessas republiquetas da América Central e do Sul e suas relações com o irmão maior e mais rico, os Estados Unidos. O romance se prestaria também para mexer com um problema que sempre me preocupou: a participação do intelectual na política militante e, mais especificamente, numa revolução de caráter violento”. Mas, além de um protesto contra revoluções sórdidas e insensatas, esta obra é também, essencialmente, um estudo da natureza humana, do homem como um ser em permanente estado de tensão.

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  • A Semântica de F. R. Palmer

    Semântica, A

    F. R. Palmer

    7,50 

    A Semântica de F. R. Palmer
    Edições 70. Lisboa, 1979, 182 págs. B.
    Colecção: Signos | 25

    Um guia esclarecedor, conciso e eficaz para uma abordagem aos temas de maior interesse e os muitos e recentes progressos no campo da semântica.

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  • Sebastianismo - História Sumária de José van den Besselaaar

    Sebastianismo – História Sumária

    José van den Besselaaar

    7,00 

    Sebastianismo – História Sumária de José van den Besselaaar
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1987, 193 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Breve | 110

    O sebastianismo é uma espécie de messianismo.

    O tipo de messianismo a que pertence o sebastianismo português é póprio de uma sociedade não secularizada, digamos uma sociedade «sacral». Tal messianismo é inconcebível sem uma fé religiosa, professada pela grande maioria da sociedade.

    O povo que nutre esperanças messiânicas tem, por via de regra, a ideia de ser um «povo eleito» ou privilegiado pelo Céu.

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