• Cartas de Heloisa e Abelardo de Pierre Abelard

    Cartas de Heloisa e Abelardo

    Pierre Abelard

    7,00 

    Cartas de Heloisa e Abelardo de Pierre Abelard
    Editorial Estúdios Cor. Lisboa, 19[?], 200 págs. B.
    Colecção: Serpente | 6
    𓂃🖊 Prefácio Franco de Sousa

    “…são as vozes de Abelardo e de Heloisa que se fazem ouvir ainda hoje.
    Que representam estes textos, a que género pertencem, que tipo de leitores seriam os seus destinatários? Estas e muitas outras questões se colocam. No entanto, é de extrema importância, independentemente do estudo que se queira realizar sobre estes textos, não ignorar o sentido óbvio das palavras, o individualismo, a introspecção, o amor-paixão, os remorsos, o arrependimento, as recordações obsessivas e a procura lúcida de apaziguamento mediante uma realização na escrita do contacto íntimo do amor, do revelar ao mesmo tempo de uma alma e de um intelecto na procura de um melhor conhecimento de si mesmo.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cadernos de Malte Laudris Brigge de Rainer Maria Rilke

    Cadernos de Malte Laudris Brigge

    Rainer Maria Rilke

    7,50 

    Cadernos de Malte Laudris Brigge de Rainer Maria Rilke
    Editorial Inova. Porto, 1975, 215 págs. B.
    Colecção: Metaformoses | 15

    Tradução e prefácio de Paulo Quintela. “Há muitas pessoas, mas há ainda muitas mais caras, pois cada uma tem várias. Há pessoas que usam uma cara anos seguidos; gasta-se naturalmente, suja-se, quebra nas rugas, alarga como as luvas que se usaram em viagem. São as pessoas simples, poupadas; não mudam de cara, nem a mandam lavar. Serve muito bem, afirmam elas; e quem é que lhes pode provar o contrário? (…) Outras pessoas põem as suas caras com uma rapidez medonha, uma após outra, e gastam-nas. Parece-lhes a princípio que lhes chegam para sempre, mas, mal chegam a quarenta – eis a última. Isto tem naturalmente o seu trágico. Não estão habituadas a poupar caras; a última gastou-se ao cabo de oito dias, tem buracos, está em vários sítios delida e fina como papel, e, a pouco e pouco, vai aparecendo a pasta de baixo, a não-cara, e é com essa que andam”.

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  • Aventuras do Capitão Hatteras de Julio Verne

    Aventuras do Capitão Hatteras

    Julio Verne

    10,00 

    Aventuras do Capitão Hatteras de Julio Verne
    David Corazzi Editor. Lisboa, 1886, 231 págs. E.

    A invocação, fascinante e poética, dos perigos e encantos das viagens polares. A demonstração de como o homem pode dispor dos mais variados recursos para resolver as mais diversas situações, com ajuda de algumas noções científicas e do engenho, da intrepidez e de um sentido ético.

    📝 Assinatura de posse.

  • Alentejo Saqueado

    Alentejo Saqueado

    Jorge Morais

    7,00 

    Alentejo Saqueado de Jorge Morais
    Perespectivas & Realidades. Lisboa, 1976, 182 págs. B.

    Esta obra denuncia os conflitos e abusos ligados à reforma agrária no Alentejo após o 25 de Abril, mostrando tensões entre trabalhadores, proprietários e partidos políticos.

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  • Antinomia de Lucindo Ribeiro Cardoso

    Antinomia

    Lucindo Ribeiro Cardoso

    6,00 

    Antinomia de Lucindo Ribeiro Cardoso
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1983, 319 págs. E.

    Encerrado numa cela do forte–prisão de Caxias, um homem enfrenta a angústia e o desespero. Na sua mente, submersa por uma imparável torrente de imagens contraditórias, entrecruzam-se, sem cessar, personagens, desejos, ideais, vozes, experiências, conflitos, sentimentos.

    Nesse seu fabuloso universo interior poderosa síntese de real e imaginário, opondo-se à deprimente rotina do cárcere, ele destrói toda a espécie de convenções e preconceitos hipócritas, reencontrando, afinal, um sublime espaço de liberdade, um refúgio permanente contra a sinistra teia de repressão e prepotência que o cerca, impiedosamente, dia após dia…

    O relato de uma alucinante descida aos infernos. Um romance diferente.

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  • Brasil Colonial de Miriam Halpern Pereira

    Brasil Colonial

    Miriam Halpern Pereira

    6,00 

    Brasil Colonial: Leituras e Representações de Miriam Halpern Pereira
    ISCTE. Lisboa, 2000, 224 págs. B.
    Revista Ler História, nº 39.

    APRESENTAÇÃO
    Maria Beatriz Nizza da Silva

    A VISÃO AFECTIVA DA PAISAGEM EM MINAS GERAIS NO SÉCULO XVIII
    Laura de Mello e Souza

    PARA UM MELHOR CONHECIMENTO DOS DOMÍNIOS COLONIAIS: A CONSTI-TUIÇÃO DE REDES DE INFORMAÇÃO NO IMPÉRIO PORTUGUÊS EM FINAIS DESETECENTOS
    Angela Domingues

    COMO UM FIO DE ARIADNE NO INTRINCADO LABIRINTO DO MUNDO: A IDEIA DO IMPÉRIO LUSO-BRASILEIRO EM PERNAMBUCO (1800-1822)
    Guilherme Pereira das Neves

    MULHERES NA COLÓNIA: UMA HISTÓRIA A SER ESCRITA
    Maria Beatriz Nizza da Silva

    FROTAS DE 1749: UM BALANÇO
    José Jobson de Andrade Arruda….

    NORMA E CONTRAVENÇÃO: OS BISPOS DE MARIANA E O QUOTIDIANO NO RECOLHIMENTO DAS MACAÚBAS – MINAS GERAIS (1716-1850)
    Leila Mezan Algranti

    IDENTIDADES NACIONAIS E TRÂNSITOS DOS AÇORES AOS CONFINS DO BRASIL. AS MOTIVAÇÕES DA COLONIZAÇÃO AÇORIANA DE SANTA CATARINA EM MEADOS DE SETECENTOS
    Avelino de Freitas de Meneses

    A IMAGEM DO BRASILEIRO NA OBRA LTIERÁRIA DE JÚLIO DINIS
    Nuno Valério

    EMIGRANTES: ESTRATÉGIAS, IDENTIDADES E REPRESENTAÇÕES
    Andrea Klimt.

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  • Centenário de Alexandre Herculano (1877-1977) de David Mourão-Ferreira

    Centenário de Alexandre Herculano (1877-1977)

    David Mourão-Ferreira

    7,50 

    Centenário de Alexandre Herculano (1877-1977) de David Mourão-Ferreira
    Secretaria de Estado do Cultura. Lisboa, 1977. B. Il.

    O certo, de qualquer modo, é que a personalidade de Alexandre Herculano é tão complexa, a despeito da unidade em que voluntariamente se estrutura, e a sua obra tão diversificada, a despeito da insistência em determinados domínios temáticos, que acerca de uma e de outra serão porventura possíveis muito diferentes interpretações. E é isso mesmo que também se espera do ensejo deste centenário, da coordenação de cujas comemorações, a nível oficial, se encarregou a Secretaria de Estado da Cultura.

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  • Dafnis e Cloé

    Dafnis e Cloé

    Longus de Lesbos

    6,00 

    Dafnis e Cloé de Longus de Lesbos
    Coisas de Ler Edições. Queluz, 2002, 141 págs. B.

    Lesbos, reino de Ninfas e de riachos, de bosques verdes e de maravilhosos jardins. Dois pobres orfãos abandonados, Dafnis e Cloé, foram aqui recolhidos por um casal de pastores. São puros e inocentes. Só conhecem uma moral – a da natureza. Uma só lei se cumpre diariamente diante deles – o milagre da vida. E é assim que nasce o amor. Dafnis e Cloé viverão um amor inebriante, ao mesmo tempo sensual e pudico, terno e violento.

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  • O Estrangeiro de Albert Camus

    Estrangeiro, O

    Albert Camus

    5,00 

    O Estrangeiro de Albert Camus
    Livros do Brasil. Lisboa, 2006, 127 págs. B.

    Meursault recebe um telegrama: a mãe morreu. De regresso a casa após o funeral, enceta amizade com um vizinho de práticas duvidosas, reencontra uma antiga colega de trabalho com quem se envolve, vai à praia – até que ocorre um homicídio.
    Romance estranho, desconcertante sob uma aparente singeleza estilística, em O Estrangeiro joga-se o destino de um homem perante o absurdo e questiona-se o sentido da existência. Publicado originalmente em 1942, este primeiro romance de Albert Camus foi traduzido em mais de quarenta línguas e adaptado para o cinema por Luchino Visconti em 1967, sendo indubitavelmente uma das obras-primas da literatura francesa do século XX. Esta edição foi revista de acordo com o texto fixado pelo autor.

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  • Génese de um Pensamento: Cartas 1914-1919 de Teilhard de Chardin

    Génese de um Pensamento: Cartas 1914-1919

    Teilhard de Chardin

    7,00 

    Génese de um Pensamento: Cartas 1914-1919 de Teilhard de Chardin
    Livraria Morais Editora. Lisboa, 1966, 357 págs. B.

    A rapidez e a força com que a obra do Padre Teilhard de Chardin se difundiu pelo mundo, logo a seguir à sua morte, foi um fenómeno que surpreendeu mesmo aqueles que conheciam a originalidade do seu pensamento.

     

    Nestas cartas que escreveu, durante a guerra de 1914-1918, a sua prima Marguerite Teillard-Chambon (Claude Aragonnès) encontraremos as razões dessa audiência. O seu pensamento enraíza-se nas mais autênticas aspirações do espírito e do coração humanos, aspirações que são, de facto, comuns a todos os homens.

     

    A guerra de 1914-1918 prefigurava o drama planetário actual, com o seu afrontamento de duas civilizações e com a entrada na luta de todas as raças da terra. É isso que confere um carácter de poderosa actualidade a esta correspondência.

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  • As Guerras Camponesas da Alemanha de Friedrich Engels

    Guerras Camponesas da Alemanha, As

    Friedrich Engels

    5,00 

    As Guerras Camponesas da Alemanha de Friedrich Engels
    Editorial Presença. Lisboa, 1975, 162 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Ciências Sociais | 47

    Nesta obra, concluída em 1850, Engels estuda um dos períodos mals conturbados da história do povo alemão: o período das guerras camponesas no primeiro quartel do século XVI. Aí encontramos as figuras de Lutero e Thomas Münzer, cuja caracterização tem sido frequentemente tratada de forma ambígua, Sobre o didatismo do texto, para além do valor metodológico que ele encerra, é o próprio Engels que assinala que a guerra dos camponeses não está longe das guerras actuais.

    Sendo esta observação dos finais do século XIX, não é difícil que ela preserve hoje o seu significado.

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  • Júlio Dinis de João Gaspar Simões

    Júlio Dinis

    João Gaspar Simões

    5,00 

    Júlio Dinis de João Gaspar Simões
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1979, 165 págs. E. Il.

    Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim G. G. Coelho, foi um escritor português do século XIX, médico de formação, cuja obra marca a transição do Romantismo para o Realismo. Destacou-se por retratar a vida burguesa e rural com simplicidade, otimismo e sentido social.

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  • Modos de Fazer Mundos de Nelson Goodman

    Modos de Fazer Mundos

    Nelson Goodman

    7,00 

    Modos de Fazer Mundos de Nelson Goodman
    Edições ASA. Porto, 1995, 207 págs. E.

    Pensa-se muitas vezes que o artista dispõe de mais recursos do que o cientista. Isso decorre de se desconhecer o modo como a ciência usa processos como a analogia ou a metáfora na exploração de novos domínios. O que Goodman que é, com Quine, um dos mais indiscutíveis clássicos da filosofia americana do século XX mostra em Modos de Fazer Mundos é que a ciência e a arte, ao contrário do que em geral se pensa, procedem de modos muito afins, quando não idênticos.

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  • Nietzche de Christope Baroni

    Nietzche

    Christope Baroni

    5,00 

    Nietzche de Christope Baroni
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1977, 176 págs. E.

    Friedrich Nietzsche foi um filósofo alemão do século XIX que criticou profundamente a cultura e a moral ocidentais. Defendeu que o declínio do Ocidente resulta da perda de vitalidade e da imposição de valores ilusórios, como a moral cristã, que enfraquecem o indivíduo.

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  • Noroeste Peninsular de Miriam Halpern Pereira

    Noroeste Peninsular

    Miriam Halpern Pereira

    7,50 

    Noroeste Peninsular de Miriam Halpern Pereira [Dir.]
    ISCTE. Lisboa, 1999, 378 págs. B.
    Revista Ler História, nº 36

    APRESENTAÇÃO
    Maria Norberta Amorim e Maria de Fátima Sá.

    O MINHO: COMPORTAMENTOS DEMOGRÁFICOS ATRAVÉS DA IN-FORMAÇÃO PAROQUIAL
    Maria Norberta Amorim

    UM PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DA ILUSTRA-ÇÃO NO MINHO. O PENSAMENTO E A ACÇÃO DO CORREGEDOR JOÃO NEPOMUCENO PEREIRA DA FONSECA
    José Viriato Capela

    ECONOMIA E GUERRA NO PERÍODO NAPOLEÓNICO
    José Manuel Lopes Cordeiro

    UMA NEBULOSA A NOROESTE. A INDÚSTRIA ALGODOEIRA
    Jorge Fernandes Alves

    BANDITISMO E POLÍTICA NO ALTO-MINHO (1834-1840)
    Maria de Fátima Sá e Melo Ferreira

    NA SERRA: OS (DES) ENCONTROS DO SOAJO
    António Medeiros

    EN LOS LIMITES DEL VIRTUOSISMO AGRARIO TRADICIONAL: LA FERTILIDAD EN LA COMARCA DEL BAJO MIÑO (1730-1860)
    José Manuel Pérez García

    A QUINTA DE SAO FIZ – UMA INSTITUIÇÃO RENDEIRA DA GALIZA (SÉCULOS XVIII-XIX)
    Vitor Manuel Migués

    CULTURA PORTUGUESA E LEGITIMAÇÃO DO SISTEMA GALEGUISTA: HISTORIADORES E FILÓLOGOS (1880-1891)
    Elias J. Torres Feijó

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  • Pela Sociologia de Alain Touraine

    Pela Sociologia

    Alain Touraine

    6,00 

    Pela Sociologia de Alain Touraine
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1982, 212 pags. B.
    Colecção: Universidade Aberta | 73

    Ao longo dos seis ensaios que integram o presente livro (O objecto da sociologia; Dez ideias para uma sociologia; Sistemas e conflitos; Relações e conflitos sociais na sociedade pós-industrial; Identidade social e movimentos sociais; O momento da sociologia), Alain Touraine propõe-se analisar a situação e o papel dos estudos sociológicos nas sociedades nossas contemporâneas e ao mesmo tempo definir, por entre o apelo das ideologias e as pressões dos poderes estabelecidos, o lugar que compete aos sociólogos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.