Tróia: Mito e Lenda de Maria Rosário Luberto. Público Comunicação Social. Porto, 2009, 186 págs. B.
O Mistério
A celebérrima saga da guerra entre gregos e troianos, cantada por Homero e difundida ao longo dos séculos, parece ter encontrado confirmação na descoberta das ruínas da antiga ílio. Mas esta excepcional descoberta, em vez de ter dissipado as dúvidas, agudizou o mistério em torno dos acontecimentos celebrados pelo mito: muitas interrogações sobre a veracidade histórica da obra épica e sobre a sua exacta cronologia mantinham-se efectivamente sem resposta.
Os Protagonistas
0 nome de Tróia está indissoluvelmente ligado ao do seu descobridor, o arqueólogo de origem alemã Heinrich Schliemann. Animado de uma fé cega na saga homérica e coadjuvado pelo vice-cônsul inglês Frank Calvett, coroou o sonho de toda uma vida ao trazer à luz a antiga ílio e numerosos achados de inestimável valor. o chamado “tesouro de Príamo”
O livro narra a brusca descida ao universo do crime de Kees Popinga, depois de o patrão lhe ter anunciado a sua ruína.
Kees vai vingar-se e tornar-se um outro homem.
Aproveitando a ausência de sinais particulares, rompe com a sua vida medíocre, mergulhando no mundo do crime.
Sinais do Tempo do Mundo Antigo: Uma Cronologia Visual Desde as Origens da Vida Até 1500 de Chris Scarre. Público Comunicação Social. Porto, 1993, 256 págs. E.
Sinais do Tempo do Mundo Antigo apresenta uma panorâmica inigualável destes e de centenas de outros acontecimentos concomitantes que tiveram lugar em todo o mundo, desde as origens da vida na terra até 1500 da nossa era.
Há um ano anunciávamos de forma algo pomposa que o nosso objectivo era relatar o que “Se não aconteceu, podia ter acontecido”. Hoje somos semanalmente fintados e ludibriados pelo “Não podia nem devia ter acontecido, mas aconteceu!”. Resta-nos, assim, resistir à tentação de acabarmos todos a fazer jornalismo n’O INIMIGO. E esperar que o país…
Whisky de Thierry Bénitah. Público Comunicação Social. Porto, 2003, 119 págs. B.
Designados, de início, sob o nome gaélico de uisge beatha, os whiskies de todas as origens conheceram destinos diferentes. Desde o início do século XX, o facto mais marcante da história do whisky reside no desaparecimento de muitas destilarias. Esta triste realidade aplica-se a todos os países produtores, a começar pela Escócia, Irlanda e Estados Unidos.
Vale Abrãao de Manoel de Oliveira. Público Comunicação Social.
Ema, uma jovem de rara beleza, casou com Carlos Paiva, sem lhe ter amor. Ela gosta de viver de ilusões, aprecia o luxo e a sua capacidade de inspirar desejo nos homens, o que lhe valeu o epíteto de “A Bovarinha”, numa alusão a Madame Bovary, a personagem de Gustave Flaubert. Ao longo do filme, Ema envolve-se com três homens, mas nenhum parece ser capaz de despertar outro sentimento nela que não seja a desilusão. Num belo dia de sol, depois de se ter vestido como se fosse a um baile, Ema morre afogada no rio Douro. Terá sido um acidente? Ninguém sabe.
Obra-prima de Manoel de Oliveira a partir do romance homónimo de Agustina Bessa-Luís e com o Douro como pano de fundo, este drama de amor frustrado foi realizado em 1993 e conta com as actuações de Leonor Silveira, Luis Miguel Cintra, Cécile Sanz de Alba, Ruy de Carvalho, Luís Lima Barreto e Diogo Dória.
Obra publicada no âmbito do Programa de Evocação da Segunda Invasão Francesa a Portugal, para a qual contribuíram reputados académicos portugueses, espanhóis, franceses e ingleses.
Privilegiando a posição central que a cidade do Porto ocupou no encadeamento de fenómenos que caracterizaram a Europa dos séculos XVIII e XIX, a obra toma por escopo o enquadramento das Invasões Francesas nas Guerras Napoleónicas e na sua frente Peninsular.
Analisa à luz da historiografia moderna os factores subjacentes à criação da Legião Portuguesa e do movimento de libertação formado no Porto após a Primeira Invasão, o trajecto e consequências da investida francesa dirigida por Soult à cidade, aquando da Segunda Invasão, de que a Tragédia da Ponte das Barcas é expressivo, as peripécias da diplomacia portuguesa de então e o estudo das fontes e principais figuras da época, entre as quais destacamos Gomes Freire de Andrade.
Volume I
I – Antecedentes das Invasões Francesas – Professor Doutor Luís Oliveira Ramos;
II – A Segunda Invasão Francesa no quadro das Guerras Napoleónicas – José Manuel Sardica;
III – Portugal e a Diplomacia Europeia nas Vésperas das Invasões Francesas: «Entre o Martelo francês e a Bigorna Britânica» – Professora Doutora Fernanda Paula Maia;
IV – A Duquesa de Abrantes e Portugal. Algumas Observações – Professora Marie-Hélène Piwnik;
V – Milícias e Ordenanças no Norte de Portugal durante as Primeiras Invasões Francesas – Coronel Nuno Correia Barrento de Lemos Pires;
VI – A Chefias Militares Portuguesas durante a Primeira e a Segunda Invasão Francesas – Maria da Conceição Meireles Pereira;
VII – A Arte da Guerra no tempo de Napoleão – Coronel David Martelo;
VIII – Os mapas da Segunda Invasão Francesa – Professor Doutor João Carlos Garcia;
IX – A Defesa de Braga na Segunda Invasão Francesa: O Combate de Carvalho d’Este – Professor Doutor Manuel da Braga Cruz.
Volume II
X – A Invasão Espanhola da cidade do Porto durante a Invasão de 1807-1808 – Professor Doutor Jorge Manuel Martins Ribeiro;
XI – As Juntas do Norte na Restauração de Portugal de 1808 – José Viriato Capela, Henrique Matos e Rogério Borralheiro;
XII – A Cidade do Porto nos finais de Setecentos e as circunstâncias da Segunda Invasão Francesa – Professor Doutor Manuel Francisco Ribeiro da Silva;
XIII – Através da Guerra – O Impacto das Invasões francesas no estudo das populações – Professora Doutora Isilda Monteiro;
XIV – Rapina e Saques das «Águias Napoleónicas» em Portugal: Dados e Reflexões – Professor Doutor Pedro Vilas Boas Tavares.
XV – As repercussões, a reconstrução e a retoma no Porto a seguir às Invasões Francesas – Professor Doutor Francisco Ribeiro da Silva;
XVI – A participação do Batalhão Académico de Coimbra na derrota dos franceses no Porto – Professora Doutora Ana Cristina Araújo;
XVII – Proclamações, Decretos, Ordens, Editais, Instruções – Professor Doutor Eugénio dos Santos.
Volume III
XVIII – A Legião Portuguesa no Exército Napoleónico – Professor Doutor António Ventura;
XIX – A Leal Legião Lusitana, força de cobertura do Exército Aliado – 1808-1811 – Coronel Jorge Pereira de Carvalho.
XX – O Desastre da Ponte das Barcas – Professor Doutor Aníbal José Barreira.
XXI – A Batalha do Porto, de 12 de Maio de 1809 – Professor Charles Esdaile;
XXII – Os Injustiçados das Invasões – Professor Doutor Aurélio Araújo de Oliveira;
XXIII – A Resistência do Clero Nortenho às Invasões Francesas – Professor Doutor João Francisco Marques;
XXIV – A Lenda negra de Napoleão: Panfletos Antinapoleónicos em Portugal – Professor Doutor António Pedro Valente;
XXV – Entre a história e a ficção: Representações do Porto ao Tempo das Invasões francesas em narrativas portuguesas e Britânicas – Professora Doutora Gabriela Gândara;
XXVI – O General Bernardim Freire de Andrade: De Governador de Armas do Porto a vítima da Revolta das Populações – Professor Doutor António Pedro Vicente;
XXVII – Ei-lo! Breve resenha biográfica e Genealógica sobre o Conde de Amarante – Maria Adelaide Cardoso de Menezes Moraes.
Volume IV
XXVIII – A acção do General Manuel Jorge Gomes de Sepúlveda e a Junta de Bragança – Professor Doutor António Pedro Vicente;
XXIX – D. António de S. José de Castro: Dever e Fidelidade nas, e para além das, circunstâncias – Professor Doutor Pedro Vilas Boas Tavares;
XXX – Sir Arthur Wellesley, Duque de Wellington: Uma breve biografia – Professor Charles Esdaile;
XXXI – Lorde Beresford – Professor Malyn Newitt;
XXXII – Breve biografia de Junot – Professor Jean Tulard;
XXXIII – O Marechal Jean de Dieu Soult, Duque da Dalmácia (1769-1851) – Professora Nicole Gotteri;
XXXIV – Ecos da Invasão do Porto na Imprensa de Lisboa – Doutor Mário Matos e Lemos;
XXXV – A memória e a ficção da Segunda Invasão Francesa – Professora Doutora Maria de Fátima Marinho;
XXXVI – Os portugueses na Guerra Peninsular: do Porto ao termo do Império Napoleónico – Professor Doutor Luís Oliveira Ramos;
XXXVII – Las «Invasiones Francesas» en perspectiva española – Professora Elena Hernández Sandoica.
Pamplinas Maquinista de Buster Keaton.
Público. B.
Em PAMPLINAS MAQUINISTA, Johnnie, maquinista da locomotiva, prova a sua coragem à sua amada, alistando-se no exército. Piadas, acção e emoção sucedem-se ao ritmo da música especialmente composta por Joe Hisaishi. O filme termina com uma canção inédita interpretada por Anna Mouglalis e escrita por Georges Moustaki.
Os Joyce são um casal inglês interpretado por Ingrid Bergman e George Sanders que viaja para Itália com o objectivo de ver uma propriedade perto de Nápoles, recentemente herdada. Rossellini transforma a história de um casal aborrecido a viajar por Itália numa história sobre crueldade e cinismo, à medida que o casamento destas duas personagens se desintegra.
As Minas de Salomão é o mais popular romance de aventuras da era vitoriana. Publicado em 1885, beneficiando à época da maior campanha publicitária feita à edição de um livro, com letreiros e cartazes por toda a Londres anunciando «The Most Amazing Book Ever Written», torna-se um best-seller imediato. Apesar de ter sido em finais do século XIX que grandes exploradores começam a descobrir e a revelar civilizações e cidades perdidas, a África negra permanece ainda quase desconhecida. As Minas de Salomão serão o primeiro romance sobre a aventura africana publicado em inglês.
Captando a atenção e imaginação dos leitores de todas as idades, o romance leva-nos à descoberta de uma África inexplorada por um grupo de aventureiros conduzido por Alão Quartelmar. É uma obra precursora do género literário Lost World, onde se incluem os romances de fantasia ou ficção científica que envolvem a descoberta de novos mundos
Líder do Futuro de F. Hesselbein. Público Comunicação Social. Porto, s.d. B.
A Fundação Drucker reuniu uma selecção incomparável de líderes de comprovada experiência, assessores de fama mundial e directores de renome para partilhar uma visão do futuro. Esta visão reflecte-se numa nova forma de pensar e de enfrentar os desafios que nos apresentará um mundo em pleno processo de mudança. Cada autor apresenta uma perspectiva especial da liderança e uma forma singular de entrever o futuro e, no seu conjunto, um tesouro de visões e conhecimento.
Como nos explica Peter Drucker na introdução «podem existir líderes natos”, mas são certamente muito poucos para que se possa contar, com eles. A liderança deve ser aprendida e pode ser aprendida». E o objectivo desta obra não é mais do que ensinar ao leitor como desenvolver os seus dotes de liderança.
O Líder do Futuro é um livro para profissionais de todos os sectores: o empresarial, o não lucrativo e o da Administração Pública.
«Uma exposição viva e animada de numerosas ideias sobre liderança que podem alimentar o leitor a nível espiritual, intelectual e emocional. Os contributos de clivemos pensadores – professores, consultores e proficionais… – sobre o tema de liderança tornam o livro ainda mais enriquecedor. Oferece um desafio ao leitor que pretende tomar-se mais semelhante aos líderes que estes numerosos autores retrataram» (Academy of Management Executive).
«Líder do Futuro é uma colecção de ensaios que nos faz pensar e que actualiza os leitores sobre as tendências mais importantes com que são confrontados os lideres actuais. É um verdadeiro centro de compras abrangente que mostra como as líderes podem ter sucesso.»
MoMa Highlights de Harriet Schoenholz Bee. Público Comunicação Social. Porto, 2004, 380 págs. B.
O Museu de Arte Moderna afirma-se por uma proposição relativamente simples, de que a arte do nosso tempo-a Arte Moderna- é tão importante e vital como a arte do pas- sado. O corolário desta proposição é que os interesses estéticos ou intelectuais que moldama arte moderna podem ser vistos em suportes tão diferentes como pintura e escultura, filme e media, fotografia, arquitectura e design, gravuras e livros ilustrados, e desenhos – os actuais departamentos curatoriais do Museu. – in Prefácio
Tesouros da Humanidade e da Natureza de Bertelsmann Lexicon Verlag. Publico Comunicação Social. Porto, 2000, 415 págs. E.
Desde 1978, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) já classificou como património da humanidade 630 cidades, lugares, monumentos ou parques naturais em 118 países. Feitas regularmente pelo Comité do Património Mundial da UNESCO, fundado em 1972 a partir de um tratado internacional que envolve mais de 150 países, nestas classificações coexistem lugares míticos, obras incontornáveis e recantos do Globo onde a natureza ou a mão humana geraram paisagens e obras que fazem parte da nossa herança colectiva. Da lista disponível em Janeiro de 2000, com actualização prevista para Dezembro do mesmo ano, a editora alemã Chronik Verlag publicou em quatro livros cerca de 400 fichas respeitantes a outras tantas classificações. Foi dessas fichas que o PÚBLICO, em exclusivo para Portugal, seleccionou 200 neste “Tesouros da Humanidade e da Natureza”, procurando assegurar o maior equilíbrio possível entre geografia e culturas, entre conhecido e desconhecido, entre o surpreendente e o óbvio. Não descurando a proximidade (daí a maior representação de classificações em Portugal e Espanha), mas indo até ao mais longínquo dos santuários desta nossa herança comum.
Público Comunicação Social. Porto, 2006, 335 págs. B. A Grande História da Arte | 23
Preço: 10€
Portes: 2,50€
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Arte na China de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs. B. Il. Colecção | Nº: A Grande História da Arte | 22
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Para proporcionarmos a melhor experiência possível, utilizamos tecnologias como cookies para armazenar e aceder a informações do dispositivo. O consentimento permite-nos processar dados como o comportamento de navegação ou identificadores únicos neste sítio. Não consentir, ou retirar o consentimento, pode afectar negativamente certas funcionalidades.
Funcional
Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para o fim legítimo de permitir a utilização de um serviço expressamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou para o fim exclusivo de efectuar a transmissão de uma comunicação numa rede de comunicações electrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenamento de preferências não solicitadas pelo assinante ou utilizador.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico utilizado exclusivamente para fins estatísticos anónimos. Sem uma intimação, sem a colaboração voluntária do seu fornecedor de serviços de Internet, ou sem registos adicionais de terceiros, a informação armazenada ou recuperada apenas para este fim não permite, em geral, identificá-lo.O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anónimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte do seu Fornecedor de Serviços de Internet ou registos adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico necessário para criar perfis de utilizador, enviar publicidade ou rastrear o utilizador num ou em vários sítios para fins de marketing.