Esta obra é uma Selecção de artigos escritos por Tom Peters que nos dão uma perspectiva ampla e profunde da sua forma de ver a empresa, a estratégia, o mundo, a gestão de projectos ou a sua própria trajectória pessoal.
Oferece uma boa panorâmica do seu pensamento, concluindo com uma entrevista à Reason Magazine em que passa em revista muitos temas da actualidade.
Em Gente de Dublin, Joyce desenha o espectro completo das suas raízes irlandesas e, dando meticulosa atenção aos pormenores, cria o retrato intimamente observado de uma cidade e das suas gentes numa época de grandes mudanças sociais e políticas.
Esta é uma obra-prima imprescindível não só para quem quiser compreender a vida na capital irlandesa na viragem do século mas também para quem pretender conhecer melhor o autor e a sua obra.
O correio secreto do Czar tem de atravessar o vastíssimo território da Rússia numa missão de vida ou morte.
O livro icónico que trouxe a Rússia para tema literário da grande literatura ocidental. Uma das obras mais traduzidas do mundo, Miguel Strogoff é um dos maiores triunfos literários (e comerciais) de Jules Verne.
O Cã dos Tártaros incita a uma rebelião que divide a Rússia; na longínqua cidade de Irkutsk o irmão do Czar lidera a resistência. O correio do Czar, Miguel Strogoff é enviado numa missão secreta: furar as linhas inimigas e informar o irmão do Czar sobre o traidor que tem vindo a minar a resistência.
Pelo caminho, Strogoff vai encontrando diversos personagens mais ou menos envolvidos no drama que envolve e põe em risco a nação. E os riscos que corre são cada vez maiores. Chegará o correio a tempo de evitar a queda de Irkutsk e a perda do império?
Ao mesmo tempo romance de aventuras e soberbo retrato de uma nação dividida por várias culturas e realidades Miguel Strogoff foi alvo de centenas de adaptações ao cinema, televisão, animação, banda desenhada, teatro, e jogos de computador.
Aventuras de Três Russos e Três Ingleses de Júlio Verne. Público Comunicação Social. Porto, 2005, 239 págs. E.
No ano de 1854, uma expedição composta por russos e ingleses dirigiu-se para o deserto do Kalahari, na África Austral, com o objetivo de medir um arco de meridianos tão exatamente quanto humanamente possível. A comissão internacional propõe-se enfrentar os perigos do deserto, as selvas africanas e as savanas, até que a descoberta de que a Rússia e a Inglaterra haviam, entretanto, declarado guerra mutuamente, o que ameaça o sucesso da missão.
Esta descoberta marca o início de uma feroz disputa política entre os exploradores, que acompanha a sua luta pela sobrevivência num ambiente perigoso e cheio de desafios. Esta obra apresenta a imagem que os colonialistas europeus tinham relativamente ao seu domínio sobre o continente africano naquele período, descrevendo, em grande pormenor, a flora e fauna de África, os métodos científicos utilizados durante a expedição, a rivalidade entre os impérios coloniais e as guerras violentas geradas por estas rivalidades. Possivelmente, o conflito de que Júlio Verne trata, com muita aventura e excitação, é a Guerra da Crimeia, que decorreu de 1853 a 1856, e na qual a Inglaterra e a Rússia combateram pela região dos Balcãs.
Após um acidente na caça à baleia, o capitão Hull e muitus membros da sua tripulação morrem. Dick Sand, um jovens de 15 anos, toma-se o capitão do navio Pilgrim e tem a termivel responsabilidade de conduzir até à América a sua tripulação a os passageiros. Mas a traição de Negoro faz com que o navio se desvie pelas costas ocidentais de Africa, em plena Angola, quando Sand acreditava estarem já a chegar à Bolivia. Em Angola, Sand e os seus companheiras são presas pelas traficantes de escraves, cúmplices de Negoro. E a conquista pela liberdade será feita de inúmeras provas. Este romance de Júlio Verme é uma denúncia aberta do esclavagismo. Verne não se coibe de apontar o dedu aus negreires e ass países que, na época em que a romance foi escrita, praticavam e toleravim e trifica de escravos
Esta antologia reúne oito séculos de poesia em língua portuguesa sobre o Natal. Inicia-se com Afonso X, o Sábio, cujas Cantigas de Santa Maria foram escritas em galego-português no século XIII e termina com autores do século XXI. Inclui 202 textos de 130 poetas, tendo o organizador dado preferência aos autores do século XIX e do XX. “(…) A extrema variedade de formas e registos dentro da unidade temática considerada justifica se tenha lançado mão do título de um poema de Cabral Nascimento, «Natal… Natais», para designar o conjunto das peças aqui recolhidas”. São antologia dos poetas como Gil Vicente Ribeiro chiado, Diogo Bernardes, António Ferreira, Frei Agostinho da Cruz, Abade de Jazente, Correia Garção, Bingre, Almeida Garrett, Herculano, João de Lemos, João de Deus, Guerra Junqueiro, António Feijó, Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Fernando Pessoa, Vitorino Nemésio, José régio, Miguel Torga, Álvaro Feijó, Sophia de Mello Breyner, José Saramago, Mário Cesariny de Vasconcelos , Sebastião da Gama, Manuel alegre, Nuno Júdice, etc. Etc.
A filosofia não é nem uma busca da verdade nem uma procura da sabedoria. De há muito que deixou essas preocupações a outras disciplinas. Então em que consiste, desde as suas origens? Uma aventura sem direcção definida, uma caminhada sem pres- supostos prévios. As sendas bifurcam-se, perdem-se os caminhos: apenas seguimos, por nossa conta e risco, «trilhos» incertos. A filosofia não promete nenhum dos ganhos da ciència, nenhuma das ajudas da religião, nenhum dos benefícios da moral. A fim de continuar o seu percurso, responde apenas à injunção do Poema de Parménides: Os cavalos que me transportam conduziram-me tão longe quanto o meu coração poderia desejar […]». Mas, nestas de- mandas, a filosofia não tem um compromisso previamente definido: inventa o seu espaço e cria o seu objecto. Sozinha, no seu caminhar deliberado, não aceita nem ajuda nem orientação
Gloria in Excelsis: Histórias Portugueses de Natal de Vasco Graça da Moura. Público Comunicação Social. Porto, 2003, 317 págs. E.
«[…] a festividade religiosa (do presépio à missa do Galo) e a sua paralela celebração secular e jubilante quase sempre no plano da família; o contraste mais ou menos chocante entre Graça e desgraça, ou entre grupos e condições sociais; o regresso de alguém que, regra geral, estava ausente havia muito; a evocação do tempo e das vivências do passado; a reconciliação entre os homens; por vezes o sofrimento, a tragédia ou a violência numa quadra que não deveria comportá-los; quase sempre a ruralidade do meio em que a acção decorre (nesta colectânea, todavia, com algumas excepções nítidas); como cenário de fundo, é frequente a contraposição do mau tempo (chuva, frio, neve, ventania) a um ambiente aconchegado e familiar.»
ABCedário dos Anos 30 de Éric de Chassey. Público Comunicação Social. Porto, 2003, 119 págs. B.
Uma crise, uma guerra. Os anos 30 são marcados por dois abalos que se arrastam um ao outro. Mais que a humilhação da guerra de 1914-1918 e a precariedade do parlamentarismo, é a queda do marco, o esemprego galopante ou o medo da desclassificação social que propulam Hitler para a cabeça do Reich. No entanto, nem a gravidade da situação económica, nem os conflitos militares que, depois de 1933, se divinham após este aumento de poder da Alemanha nazi e do eixo Roma-Berlim fixam, por si só, a cor destes dez anos. O cinzento das fotografias antigas, o cinzento cinematográfico de Guernica é enganador: oculta, sem o sabermos, a energia particular desta época. Claro que esta energia serve de bandeira aos fascistas de todas as tendências e também no Estado soviético, equiparando-se à força colectiva que deveria assegurar a soberania da raça ariana ou da nação italiana, no primeiro caso, do povo, no segundo. Esta energia é também a que arma a resistência das Forças democráticas. No Paris dos comícios de intelectuais, o partido da iberdade tanto reúne Malraux como Gide, e todos os que se revoltam contra o imobilismo ou que se iludem com o sonho comunista.
Uma Cidade Flutuante de Júlio Verne Público Comunicação Social. Porto, 2005, 189 págs. E.
Um navio abandona o Porto sob o signo da tragédia. Um mundo onde se desenrolam todos os instintos, todas as paixões dos homens. Um romance emocionante onde não falta uma saudável nota de humor.
Angkor: O Mistério dos Cem Templos de Stefano Vecchia. Público Comunicação Social. Porto, 2009, 189 págs. B.
O mistério
A partir da recuperação de baixos-relevos e estelas limpos de musgos e lianas, levada a cabo por missionários e exploradores no século XIX, emergiu paulatinamente o nome de Angkor e, com ele, os vestigios de uma civilização asiática sem paralelo. Foram esses os primeiros artefactos que confirmaram com segurança mitos e lendas, sobre a presença de uma imensa cidade esquecida, após a derrota retumbante de um povo e civilização dispersos na sequência de guerras e calamidades naturais.
Os Protagonistas
A restituição à história de uma civilização perdida na lenda deve-se à perseverança de Henry Mouhot, ao génio visionário de Pierre Loti e às missões de exploração francesas, substanciadas em temerárias e não raro trágicas viagens pelas florestas do Camboja setentrional, ao longo da via fluvial formada pelo imponente Mekong e seus afluentes, e por entre os pântanos a norte do Tonle Sap.
Tutankamon: A Descoberta do Mundo de Cinzia Caiazzo [Dir.]. Público Comunicação Social. Porto, 2009, 189 págs. B.
O Mistério
É rara a pessoa, adulto ou criança, que não conhece o nome do Tutankamon. Este jovem soberano, que morreu com 18 anos de idade, permaneceu durante séculos cristalizado no esplendor da juventude, rodeado das imensas riquezas que acompanhavam o seu sono eterno. A sua fama aumentou com a clamorosa descoberta do seu túmulo e da sinistra “maldição do faraó”, que parece tê-la acompanhado.
Os Protagonistas
Em 1907, Howard Carter, Inspector-Chefe das Antiguidades do Alto Egipto de apenas 25 anos, travou conhecimento com o conde de Carnarvon, George Herbert, aristocrata inglês apaixonado por arte. Graças à competência e tenacidade do jovem arqueólogo, aos financiamentos do rico Lorde e a uma pitada de sorte, em 1922, os dois puderam anunciar ao mundo aquele que virá a ser “o achado arqueológico do século”.
Palenque: O Mistério do Rei Maia de Renzo Rossi. Público Comunicação Social. Porto, 2009, 192 págs. B.
O Mistério
Palenque é um dos locais mais fascinantes de todo o México. Entre a luxuriante vegetação erguem-se, majestosos, o palácio e uma série de templos, situados no topo de ingremes e cenográficas escadarias. Até 1949, ninguém imaginara que um destes edificios escondesse uma passagem secreta e que esta conduzisse a uma misteriosa câmara sepulcral.
Os Protagonistas
Em meados do século XIX, Alberto Ruz Lhuillier, natural de Paris mas residente no México desde 1936, empreendeu uma longa campanha de escavação no sitio arqueológico de Palenque. A persistência com que Ruz levou avante os trabalhos foi finalmente premiada com uma das descobertas mais espectaculares da arqueologia mexicana: a tumba de um grande soberano mala, provavelmente a de Kin Pacal, celada no interior do Templo das Inscrições
Ilha da Páscoa: Os Mistérios dos Gigantes de Pedra de Cristina Sirigatti. Público Comunicação Social. Porto, 2008, 185 págs. B.
O Mistério
O fascinio dos moai, as gigantescas estátuas de pedra da Ilha de Páscoa, com altura compreendida entre os 2 e os 10 metros e algumas toneladas de peso, desde sempre atraiu os viajantes que se deslocam a esta remota ilha. Desconhecida é, efectivamente, a sua função e inexplicável o facto de uma população desprovida de tecnologias avançadas ter podido erigir monumentos de uma tal imponència. Actualmente, muitos enigmas relativos à civilização e às origens do povo indigena carecem ainda de solução.
Os Protagonistas
Os primeiros contactos entre os europeus e a liha de Páscoa foram estabelecidos no decurso do século XVIII por navegadores provindos da Holanda, Espanha, Inglaterra ou França. A partir de então, a ilha tornou-se destino de todo o tipo de visitantes: do ecléctico Pierre Loti aos caçadores de escravos, dos missionários como Eugéne Eyraud aos tantos estudiosos, antropólogos, etnólogos e arqueólogos, como Alfred Métraux e Thor Heyerdahl.
Cinco Semanas em Balão de Júlio Verne. Público Comunicação Social. Porto, 2005, 317 págs. E.
Na época dourada das grandes explorações ao continente africano, o Dr. Samuel Fergusson dispõe-se a fazer a viagem mais arrojada de todas: atravessar a África, de leste a oeste, num balão. Acompanhado pelo jovem Joe Wilson, o seu fiel criado, e pelo seu amigo de longa data Dick Kennedy, um intrépido e bravo caçador escocês, partem da ilha de Zanzibar a bordo do Victoria, um aeróstato especialmente concebido por Fergusson para a ocasião.
Aventurando-se por territórios desconhecidos, a coragem dos três amigos é constantemente posta à prova perante os inúmeros perigos com que se vão deparando. Desde nativos aguerridos a animais ferozes nunca antes vistos por olhos europeus, passando por paisagens desoladoras e por outras fabulosas, somos levados numa aventura fantástica como só a prodigiosa mente de Júlio Verne poderia criar.
Inimigo Público: Um Ano Igual aos Outros (2006) de Luís Pedro Nunes [Dir.]. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 174 págs. B.
E por cá? Também por cá o inverosímil voltou a ditar cartas. Continuam desaparecidos os políticos da geração pós-25 de Abril que eram tidos como os homens que iriam levar este país à decência. Desapareceram uns por cobardia, outros por ganância pessoal, outros porque se deram a conhecer “em acção”, Um rapaz cinzentão que parecia destinado a político de segunda e a carregar a pasta do PM viu o país serlhe entregue com maioria absoluta. A brigada do reumático que deveria estar a dormir a sesta em fundações ou grémios resolveu usar as presidenciais para lavar a roupa suja nos anos 70, 80 e 90. Um deles até ganhou as eleições.
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