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  • Crise da Consciência Pequeno-Burguesa

    Crise da Consciência Pequeno-Burguesa

    Augusto da Costa Dias

    8,00 

    Crise da Consciência Pequeno-Burguesa: O Nacionalismo Literário da Geração de 90 de Augusto da Costa Dias.
    Portugália Editora. Lisboa, 1964, 323 págs. B.

    Índice

    Introdução

    Um Mundo em Crise
    Dobre de Sinos e Tradição; O ruir de um velho mundo e o nascer de outro; As ilusões do século.

    A crise da consciência pequeno-burguesa
    A montagem da mistificação; Os vivos e os mortos; A via-sacra do racionalismo pequeno-burguês; Uma ideologia anti-capitalista; O reino do insólito.

    Trindade Coelho e a Idealização da Comunidade Rural
    Aproximações e diferenças; Um mundo tradicionalmente comunitário.

    📝 Assinatura de posse.

  • Prosas Perdidas

    Prosas Perdidas

    Manuel Laranjeiro

    10,00 

    PROSAS PERDIDAS DE MANUEL LARANJEIRO
    Portugália Editora. Lisboa, 1958. 264 págs. B.

    Terceiro e último volume preparado por Alberto de Serpa reunindo textos de Manuel Laranjeira (1877-1912) dispersos pela imprensa da época e ainda não publicados em livro: sobre literatura (Camilo, Junqueiro, João de Deus), artes plásticas, religião e medicina. Laranjeira, médico e escritor, foi uma das figuras mais trágicas da geração do seu tempo, conhecido pela sua correspondência com Unamuno e pelo pessimismo filosófico que percorre toda a sua obra.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 270g
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  • Poemas (Eugénio de Andrade)

    Poemas (1945-1965)

    Eugénio de Andrade

    15,00 

    POEMAS (1945-1965) DE EUGÉNIO DE ANDRADE
    Portugália Editora. Lisboa, 1966. 247 págs. B.
    🗂️ Colecção: Poetas de Hoje | 23

    Antologia de poesia de Eugénio de Andrade produzida entre 1945 e 1965, abrangendo títulos centrais como “As Mãos e os Frutos” (1948) e “Os Amantes sem Dinheiro” (1950), entre outros. Eugénio de Andrade construiu ao longo destas duas décadas uma das vozes mais puras e reconhecíveis da poesia portuguesa do século XX, assente numa linguagem depurada, sensorial e rigorosa.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 350g
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  • Encruzilhadas de Deus de José Régio

    Encruzilhadas de Deus

    José Régio

    10,00 

    Encruzilhadas de Deus de José Régio.
    Portugália Editora. Lisboa, 1960, 212 págs. B

    Com o livro de estreia – Poemas de Deus e do Diabo (1925) – José Régio apresentou quase todo o elenco dos temas que viria a desenvolver nas obras posteriores: os conflitos entre Deus e o Homem, o espírito e a carne, o indivíduo e a sociedade; a consciência da frustração de todo o amor humano; o orgulhoso recurso à solidão; a problemática da sinceridade e do logro perante os outros e perante si mesmo.

    Após a publicação deste livro, José Régio tem em mente dar continuidade à temática religiosa. Para tal, vai reunindo poesias em dois cadernos que intitula de Novos Poemas de Deus e do Diabo. O projecto sucessivamente alterado, nunca se concretizou.

    Muitos desses poemas vão dar origem à obra As Encruzilhadas de Deus, livro tido como a sua obra-prima, onde atingiu os momentos mais altos da sua poesia, torrencial e reflexiva, lírica e dramática ao mesmo tempo.

    📕 4ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Manuel Pavia

  • Chaga do Lado: Sátiras e Epigramas

    Chaga do Lado: Sátiras e Epigramas

    José Régio

    10,00 

    Chaga do Lado: Sátiras e Epigramas de José Régio. Portugália Editora. Lisboa, 1956, 91 págs. B.

    José Régio (1901-1969) é um escritor fundamental da história da literatura portuguesa. Impondo-se como o principal mentor do movimento presencista, Régio criou uma nova postura estética e ética que dominou o panorama nacional durante longos anos. Estreando-se com o livro Poemas de Deus e do Diabo, desde logo se afirmou como uma voz única, que tem na irreverente independência criadora do poema «Cântico Negro» um sinal da sua actualidade, ao ponto de o seu «… não vou por aí!» ter entrado na linguagem comum, no que será um dos casos raros na nossa história literária.

    «Diverso e uno», deixou-nos uma obra que se estende pelos vários meios da expressão literária, indo da poesia, do romance, da novela e do conto, ao teatro, ao ensaio e à crítica, passando pela obra íntima, o que faz dele o nosso mais imprescindível escritor e autor em cada género que abordou. Títulos como Poemas de Deus e do Diabo ou Biografia, na poesia; O Príncipe com Orelhas de Burro ou A Velha Casa, na ficção; Benilde ou A Virgem Mãe ou Jacob e o Anjo, no teatro; Ensaios de Interpretação Crítica, no ensaio, ou Confissão dum Homem Religioso, nos escritos íntimos, poderão ser apontados como alguns dos títulos regianos a incluir urgentemente em qualquer biblioteca.

    📕 2ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Rio Turvo

    Rio Turvo

    Branquinho da Fonseca

    7,00 

    Rio Turvo de Branquinho da Fonseca.
    Portugália Editora. Lisboa, 1969, 236 págs. B.

    Publicado pela primeira vez em 1945, Rio Turvo é uma das mais destacadas obras de Branquinho da Fonseca. Contém os contos Jack, As Mãos Frias, Um Pobre Homem, A Sombra, A Prova de Força, A Estátua, O Involuntário e, conto que dá origem ao título do livro, Rio Turvo.

    📝 Assinatura de posse.
    📖 Exemplar por abrir

  • Deus Escreve Direito de Maysie GriegDeus Escreve Direito Verso

    Deus Escreve Direito

    Maysie Grieg

    3,00 

    Na Biblioteca das Raparigas, onde Maysie Greig foi apresentada ao público pela primeira vez em Portugal, com enorme êxito, através de Uma Rapariga da Montanha, êxito continuado depois com o seu romance Deus escreve direito…, aparece agora uma reedição deste último livro. Ao título de Deus escreve direito… apetece acrescentar: … por linhas tortas, às…

  • Antes do DilúvioImagem WhatsApp 2025 03 26 às 17.17.55 4d497872

    Antes do Dilúvio

    Mário Braga

    6,00 

    Antes do Dilúvio de Mário Braga.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 193 págs. Mole.

    Mário Braga, com este livro-que vem – recuperar o género picaresco, tão desprezado entre nós- confirmou, mais uma vez, a sua grande capacidade de renovação, não só quanto a temas e ambientes, como a-processos e estilo, característica esta, aliás. comum a toda a sua vasta obra, que abrange contos, novelas, romances, ensaio e teatro. De facto, nesta crónica romanceada das atribulações e das obras de Chiquinho Boavida, o omnipotente barbeiro do reino de Vila Baixa- é toda a sociedade portuguesa, afinal. o alvo da certeira e impiedosa sátira. A propósito dos contrariados amores do ilustre Fígaro, que também era jornalista, orador e magna autoridade local, desfila pelas páginas do livro o secular cortejo dos nossos vícios políticos e atrasos sociais, desde a bruxaria ao caciquismo, da cunha à baixa lisonja, da vaidade administrativa à eloquência balofa. Ao cabo de tantas peripécias e tácticas, de múltiplos sonhos e desenganos, conseguirá o Demóstenes das Beiras, mais a sua Dulcineia, a Laura das mãos-de-fada, ir ou não para Lisboa? Eis o aliciante mistério desta crónica picaresca, que o autor jocosamente ilustrou, onde assopram filarmónicas, desfilam meninos da escola, se deitam muitos foguetes, se descerram várias lápides. se fazem terríveis bruxedos, os padres manobram os fiéis, os deputados intrigam, os presidentes da Câmara ordenam e, antes de sermos encharcados por um dilúvio e agredidos por um discurso académico, sucedem-se muitas outras extravagâncias que irão decerto divertir quem ler Antes do Diluvio.

    📝 Assinatura de posse.
    ✒️ Sublinhados a tinta.
    📷 Ilustrado

  • Cavalheiro de Domingo

    Cavalheiro de Domingo

    Irving Wallace

    5,00 

    Cavalheiro de Domingo de Irving Wallace.
    Portugália Editora. Lisboa, 1967, 604 págs. B.

    Um conjunto de histórias do mais puro enredo, com personagens como Picasso, Polly Adler, Alfried Krupp, Marlene Dietrich, figuras em destaque na arte e na política mundial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Capitão Fracasse

    Capitão Fracasse

    Théophile Gautier

    3,00 

    Capitão Fracasse de Théophile Gautier.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 300 págs. B. Il.

    O Barão de Sigognac, senhor de um castelo desmantelado, era um homem de vinte e cinco anos, aproximadamente; mas poderia dar-se-lhe mais, de tal modo o seu rosto era série e grave. O sentimento de impotência que a pobreza lhe dava afugentara a alegria daquele rosto jovem e já envelhecido. Vivia perdido naquela colina escalvada, num desses solares tão comuns na Gasconha a que os aldeãos dão o nome pomposo de castelo.

    Uma noite, fortes pancadas soam na porta envelhecida. Quem poderia ser àquela hora? Quem pediria hospitalidade neste al- bergue de fome, neste solar de miséria e penúria?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Novas Andanças do Demónio de Jorge de Sena

    Novas Andanças do Demónio

    Jorge de Sena

    20,00 

    Novas Andanças do Demónio de Jorge de Sena. Portugália Editora. 1966. 241 págs. B.

    Aviso de Jorge de Sena aos leitores:

    «Todo o mundo sabe que uma das melhores maneiras de soltar o diabo às canelas dos bem-pensantes de todas as cores e feitios é falar nele, com ares de ironia, como se não existisse.»

    Depois das oito perambulações demoníacas de Andanças do Demónio, Jorge de Sena arrebata os leitores com mais oito contos de fantástico realismo nestas Novas Andanças do Demónio, marcadas pela variedade temática e um experimentalismo original.

    O diabo anda a solta em todas estas histórias, desde a transmigração das almas segundo o pensamento bramânico até uma insuspeita noite de Natal que junta romanos e cristãos. Há até lugar para as memórias de um antigo oficial das SS, as tropas da organização paramilitar nazi. A fechar, o lirismo do coup de cœur de dois amantes.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Depois das oito perambulações demoníacas de Andanças do Demónio, Jorge de Sena arrebata os leitores com mais oito contos de fantástico realismo nestas Novas Andanças do Demónio, marcadas pela variedade temática e um experimentalismo original.

    O diabo anda a solta em todas estas histórias, desde a transmigração das almas segundo o pensamento bramânico até uma insuspeita noite de Natal que junta romanos e cristãos. Há até lugar para as memórias de um antigo oficial das SS, as tropas da organização paramilitar nazi. A fechar, o lirismo do coup de cœur de dois amantes.

  • Gente de Palmo e Meio

    Gente de Palmo e Meio

    Augusto Gil

    7,50 

    Gente de Palmo e Meio de Augusto Gil.
    Portugália Editora. 1965. 141 págs. B.

    Maria, poisando as mãos esguias na balaustrada de granito, ficou a olhar absorta as águas múrmuras do mar.

    …E eu, homem de som e de ritmo, a quem a materialidade raramente enleva, contemplava maravilhado o talhe «primitivo» das suas mãos, duma brancura de magnólia aberta, e todas enredadas de veiazinhas azuis.

    E eu que, por uma estrofe sem mácula, daria de bom grado todos os sagrados mármores da Hélada, senti nesse instante quanto de milagroso haveria em domar a bruteza dum «bloco» de Paros até que o cinzel afeiçoasse nele a infinita candura daquelas mãozinhas débeis…

    📖 Exemplar por abrir
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de João da Câmara Leme

    E eu que, por uma estrofe sem mácula, daria de bom grado todos os sagrados mármores da Hélada, senti nesse instante quanto de milagroso haveria em domar a bruteza dum «bloco» de Paros até que o cinzel afeiçoasse nele a infinita candura daquelas mãozinhas débeis…

  • In Illo Tempore

    In Illo Tempore

    Trindade Coelho

    25,00 

    In Illo Tempore de Trindade Coelho.
    Portugália Editora. Lisboa, 1943, 398 págs. E.

    Muito se tem escrito acerca da vida académica de Coimbra, tão chela de lenda e de mocidade, mas de tudo quanto se publicou pode dizer-se que só uma obra conserva plena frescura, o célebre In Illo Tempore, de Trindade Coelho. Embora escrita de maneira despreocupada, ao sabor da memória, esta obra tem uma frescura e uma riqueza de por menores anedóticos sem par em qualquer trabalho congénere. O facto de o autor ter passado por Coimbra numa das épocas mais vivas e irrequietas da Academia, muito concorre também para que In Illo Tempore seja um depoimento tão excepcional. Nesta obra perpassam, nos seus anos juvenis, algumas das figuras mais notáveis das letras, da política, da ciência e do ensino nacionais. A paisagem, as tradições, as lendas, os monumentos, a poesia e todos os mil encantos de Coimbra vivem nesta obra incomparável. Mas uma das suas maiores seduções é, sem dúvida, a graça esfuziante que a atravessa do princípio ao fim, tornando-a uma das mais belas obras humorísticas da nossa literatura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Visão Incompleta de Meio Século de Literatura Portuguesa

    Visão Incompleta de Meio Século de Literatura Portuguesa

    José Osório de Oliveira

    7,00 

    Visão Incompleta de Meio Século de Literatura Portuguesa de José Osório de Oliveira.
    Portugália Editora. Lisboa, 1950, 37 págs. B.

    Ensaios sobre Literatura Portuguesa (1899-1949) do jornalista e ensaísta José Osório de Oliveira.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.