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  • Meridianos Críticos de Manuel Anselmo

    Meridianos Críticos (Terceira Série)

    Manuel Anselmo

    7,50 

    Meridianos Críticos (Terceira Série) de Manuel Anselmo.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1950, 310 págs. B.

    Do índice: I – Sobre as ideias económicas, sociais e políticas do marxismo; II – Genealogia espiritual do Gabirú, da Mouca, da Luísa, do Gêbo e das demais personagens de “Os Pobres” de Raul Brandão; III – Considerações não proféticas sobre o enigma alemão; IV – Psitacismo diplomático de Steinbroken; V – Balada emocional do meu regresso à terra; VI – Monarquia e mono-arquia; VII – Timida reflexão sobre as liberdades; VIII – A crise da cultura e o abandono dos homens; IX – Homenagem ao Dr. Manuel Ferreira Caldas, Médico de Monção; X – Os horizontes azuis e as searas; XI – Monarquia contemplativa, monarquia livresca e monarquia viva; XII – Educação, cultura popular e analfabetismo; XIII – A reconciliação das gerações; XIV – A longanimidade com o pecado; XV – Sobre a interpretação marxista da história e do Estado; XVI – Álvaro Marques, exemplo de nobreza mental e moral; XVII – Monarquia e liberdade; XVIII – Salazar e o futuro; XIX – Crítica a dois livros de política; XX – Alguns eventos políticos nacionais; XXI – Mensagem a Salazar.

    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Coleccionador de Angústias

    Coleccionador de Angústias

    Fidelino de Figueiredo

    7,00 

    Coleccionador de Angústias de Fidelino de Figueiredo.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1953, 321 págs. B.
    Colecção: Filosofia e Ensaios

    Fidelino de Figueiredo, historiador literário e pensador português, professor da Universidade de São Paulo e antes em várias universidades euro peias e americanas dá-nos em Um Coleccionador de Angústias a reconstituição de uma vida humana, impregnada de emoção e de ansie dade filosófica. E não por meio de uma biografia, de um romance, de uma confisssão ou de uma exposição de memórias. O autor conta episódios e anedotas exemplares» e junta-lhes alguns ensaios breves, com que tece a história de um homem angustiado pelas contingências da vida e pela crise espiritual contemporânea. Tudo segundo um rigoroso fio cronológico, desde a infância e das primeiras letras, através de variadas e graves situações, até à morte.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Todos os Anos Pela Primavera de Luis Sttau Monteiro

    Todos os Anos Pela Primavera

    Luis Sttau Monteiro

    6,00 

    “Dedico esta peça — sem espírito de camaradagem, mas com uma fortíssima gargalhada — a todos os que, pela própria natureza do regime prisional a que estejam, ou venham a estar sujeitos, se considerem, em consciência, obrigados a proibi-la.”

  • Fim da Ortografia de António Emiliano

    Fim da Ortografia, O

    António Emiliano

    6,00 

    Fim da Ortografia de António Emiliano.
    Guimarães Editores. Lisboa, 2008, 157 págs. B.

    Em “O Fim da Ortografia”, adaptação de um parecer entregue em mãos em Junho de 2008 ao Presidente da República, o linguista António Emiliano propõe um «comentário razoado» do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990). Usando um estilo expositivo claro e simples, o Autor analisa os fundamentos do Acordo Ortográfico, apontando as suas múltiplas deficiências e mostrando por que razão o mesmo não deve ser aplicado. Não sendo um comentário exaustivo de pormenor, é, no entanto, uma análise profunda e implacável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fel de José Duro

    Fel

    José Duro

    7,00 

    «Terminou-se. O leitor que abra o livro e leia um dos maiores esquecidos que a Dor fez desabrochar sob o céu de Portugal e que foi a enterrar numa fria e chuviscosa manhã de Janeiro. Já lá vão dezasseis anos, dezasseis espantosos anos de esquecimento.»

  • Viúvas de Vivos

    Viúvas de Vivos

    Joaquim Lagoeiro

    15,00 

    Viúvas de Vivos de Joaquim Lagoeiro.
    Guimarães & Cª Editores. Lisboa,  1947, 276 págs. B.

    Joaquim Henriques Pereira, de seu verdadeiro nome, nasceu e cresceu em terras de emigrantes e foi educado num seminário, factos que lhe influenciaram, naturalmente, a obra literária.

     

    Com Viúvas de Vivos, Madre Antiga e Milagre em São Bartolomeu, construiu o chamado «tríptico de Terra» sobre a emigração; com Os Fraldas, Corda Bamba, Almas Danadas e Santos Pecadores, contou a vida dos que a sociedade considera sub-homens; com Mosca na Vidraça, Manto Diáfano e As Castigadas, retrata a estada numa grande capital.

     

    Para Urbano Tavares Rodrigues, «em Madre Antiga mostra-nos o seu domínio da linguagem rural, a sua familiaridade com provérbios e sentenças, a sua capacidade para colorir a frase e confeccionar um diálogo vivo, lesto, com rompantes de violência, assomos picarescos e estos de sensibilidade.»

    📕 1ª Edição.

  • Poética

    Poética

    Aristóteles

    7,50 

    Poética de Aristóteles.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1964, 210 págs. B.

    A POÉTICA de Aristóteles, que abre a colecção, é uma dessas «fontes». Nenhum moderno teorizador da literatura poderá dispensar-se de regressar à problemática do Filósofo, antes de tentar um passo ao encontro de novas soluções dos problemas da poesia. Nem tampouco o simples estudioso deve desconhecer uma obra que, estando na origem da cultura grega e europeia, continua a ter hoje a actualidade que lhe vem de ser o mais profundo pensamento de toda a criação poética, em especial da tragédia.

    📝 Assinatura de posse.

  • Poesia de António Maria Lisboa (Guimarães)

    Poesia

    António Maria Lisboa

    30,00 

    POESIA DE ANTÓNIO MARIA LISBOA
    Guimarães Editores. Lisboa, 1962. 70 págs. B.
    🗂️ Colecção: ὜Poesia e Verdade | 2
    🗂️ Selecção de Mário Cesariny de Vasconcelos

    Primeira edição desta selecção da poesia de António Maria Lisboa (1928-1953), organizada por Mário Cesariny de Vasconcelos. António Maria Lisboa, poeta surrealista que morreu com 25 anos de tuberculose, é uma das figuras centrais do surrealismo português, preferindo definir-se como “metacientista” antes que surrealista. A maior parte dos seus manuscritos foi destruída pela família após a morte, tornando esta edição um testemunho irresuãtituível da sua obra.

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    Características do Exemplar
    📝 Exemplar com assinatura de posse de anterior proprietário. Sem outras marcas.
    Peso: 190g
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  • Agustina Bessa-Luís de Aniello Angelo Avella

    Agustina Bessa-Luís

    Aniello Angelo Avella

    10,00 

    Agustina Besa-Luís: Pensadora Entre as Coisas Pensadas de Aniello Angelo Avella.
    Guimarães Editores. Lisboa, 2008, 43 págs. E.

    «Sendo eu escritora, estou pronta a divagar sobre os assuntos que vêm ter comigo. Eles têm mais força do que eu. Ainda que se apresentem como pobres, esperam que eu nos seus andrajos não me engane. E descubra o oiro que trazem às mãos cheias, porque tudo o que é humano é auxiliar da glória. Para apreender a vida real, diz Jung que precisamos de ter em conta o ponto de vista do sentimento, isto é, todos os dados afectivos da alma, e esta, na sua totalidade, nunca poderá ser compreendida nem apreendida apelas pela inteligência. Por isso, não quero como assunto nada de extravagante, mesmo como timbre lírico. Não quero brilhar, nem convencer, coisa que os poetas querem muitas vezes. Quero ser sóbria de palavras, constante de gratidão, verídica de fidelidade para quem confia em mim.»

    in “Laurea Honoris Causa: Pensadora Entre as Coisas Pensadas”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Novíssimos Putos de Altino do TojalNovíssimos Putos Verso

    Novíssimos Putos

    Altino do Tojal

    10,00 

    Novíssimos Putos de Altino do Tojal.
    Guimarães & Cª Editores. Lisboa, 1984, 158 págs. B.

    Neste terceiro volume de OS PUTOS, deparamos com um punhado de contos em que a heroína continua a ser a criança, mesmo quando não está presente. A última narrativa, «Cruzeiro no Nilo», é um afresco de casos humanos que se desdobra ao longo de uma viagem de poucos dias pelas ruínas milenárias do Egipto. Conduzido pela mão de Altino do Tojal, o leitor acompanha um grupo de turistas mais ou menos estranhos entre si, que rapidamente vão tecendo situações de conflito. Também de ternura e desencanto. O desencanto de uma excursionista, Sancha Vasconcelos, ao desabafar: «O mal das viagens é esse: quando começamos a dar-nos com as pessoas, quando começamos a descobrir afinidades, quando começam a criar-se laços, pronto, acabou-se o passeio. Trocam-se endereços, trocam-se números telefónicos, há promessas de contactos, muitos beijos e abraços, mas cada um pega nas suas malas e fica tudo em zero.»

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados

  • ONDE CAI A SOMBRA DE AMÉRICO GUERREIRO DE SOUSA

    Onde Cai a Sombra

    Américo Guerreiro de Sousa

    7,00 

    ONDE CAI A SOMBRA DE AMÉRICO GUERREIRO DE SOUSA

    Guimarães Editores. Lisboa, 1983. 203 págs. B.Romance de Américo Guerreiro de Sousa, germanista e mais tarde doutorado em Oxford com uma tese sobre Eça de Queirós. Em tom reflexivo e irónico, a narrativa interroga a herança de uma família burguesa portuguesa, a sua capacidade de adaptação e sobrevivência ao longo de gerações, entre o cepticismo, a desenvoltura social e um desencanto que o próprio narrador reconhece face ao retrato traçado.

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    Características do Exemplar
    ✍️ Assinatura de posse.
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  • Advinhas de Pedro e InêsAdvinhas de Pedro e Inês de Agustina Bessa Luís

    Advinhas de Pedro e Inês

    Agustina Bessa Luís

    17,50 

    Advinhas de Pedro e Inês de Agustina Bessa Luís.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1983, 239 págs. B.

    A história de Pedro e Inês recebe aqui um tratamento a situá-la na sua figura própria, que é o carácter da pessoa. A verdade é um estado de fé. Descobrir nos arquivos os sinais dos acontecimentos é menos importante do que descobrir a maturidade do tempo em que os acontecimentos se deram e, por conseguinte, a verdade.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Navio dos Mortos e Outras Novelas de Joaquim Paço d' Arcos

    Navio dos Mortos e Outras Novelas

    Joaquim Paço d' Arcos

    7,00 

    Navio dos Mortos e Outras Novelas de Joaquim Paço d’ Arcos.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1964, 314 págs. B.

    Em O NAVIO DOS MORTOS E OUTRAS NOVELAS o novelista de AMORES E VIAGENS DE PEDRO MANUEL e de NEVE SOBRE O MAR, o contista de CARNAVAL E OUTROS CONTOS utiliza a sua grande experiência de viajante, a sua extraordinária bagagem de convívio humano para nos apresentar figuras e quadros de nacionalidades diferentes, de países diversos, desde a China à Africa do Sul, da Rússia de ontem à Grã-Bretanha de hoje, do Portugal continental ao Portugal ultramarino, e nos contar, com jeito inigualável, casos a que só a arte e a imaginativa dum grande escritor podem ter dado o cunho pungente duma realidade tão estranha e tão poderosa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rei dos Lumes de Américo Guerreiro de Sousa

    Rei dos Lumes

    Américo Guerreiro de Sousa

    6,00 

    Rei dos Lumes de Américo Guerreiro de Sousa.
    Guimarães. Lisboa, 1985, 258 págs. B.

    Pedro, que nos seus dezoito anos vê no estado geral da escola a imagem dum pais à deriva, encontra Mário Seignobos, empregado bancário, com mulher e filha, um homem que soube desenvolver com a idade uma grande sensibilidade ao sofrimento humano. Deste encontro casual resulta um outro, com Ilda Lisboa, que é mulher sendo cidade, beleza oculta, morte e vida. Isolada num refúgio cheio de objectos com história, ela ressente-se da angústia deste tempo e deste mundo, procurando num espaço todo seu uma realidade imaginária, algum resto de esperança. Talvez o amor a possa ainda chamar à vida o amor, a matéria bruta de que todo o romance é feito. Mas o amor não passa duma miragem breve, e Ilda conhece-lhe a essência porque um dia lhe viu o rosto.

    📝 Assinatura de posse.

  • Entre Dois Universos

    Entre Dois Universos

    Fidelino de Figueiredo

    7,00 

    Entre Dois Universos de Fidelino de Figueiredo.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1959, 278 págs. B.

    O entusiasmo despertado pela moderna revolução científica e a tristeza infundida pelos preparativos de nova guerra são os sentimentos dominantes na atmosfera contraditória deste livro-como o oxigénio e o azote no ar que respiramos. Num intróito anedótico o autor faz uma perquirição sobre os estragos da doença e da velhice no poder de penetração e na clareza do pensamento. Depois parte para uma longa excursão acerca da maneira de conceber a história, à qual sucede um relance pelas novas correntes de filosofia da história. E à luz desta disciplina considera o que a muitos parece o obstáculo maior à paz e à segurança: o antagonismo Leste-Oeste. Do mundo pequeno dos factos quotidianos, das paixões e dos interesses ergue-se novamente à esfera das ideias puras e condensa numa simples noção gramatical- «vida, palavra sem antónimos mais um elemento essencial da sua concepção da morte, exposta já em livros anteriores. Por fim, regressando ao seu dilecto processo anedótico, deduz uma fórmula sintética da condição humana, tal qual se lhe mostrou numa «viagem à volta do homem». Todo o livro expressa um esforço dialéctico de apazigua mento interior, pedindo ao entusiasmo pela obra da inteligência razões de confiar na espécie humana, novo gosto de viver e defesa sorridente contra os absurdos da existência.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.