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  • Batalha nas Sombras de Manuel Ribeiro.

    Batalha nas Sombras

    Manuel Ribeiro

    10,00 

    Batalha nas Sombras de Manuel Ribeiro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 290 págs. B.

    Este interessante romance de costumes decorre em Beja, no Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição.

    📝 Assinatura de posse.
    📕 3ª Milhar.

  • Meninos de Ouro de Agustina Bessa-Luís

    Meninos de Ouro, Os

    Agustina Bessa-Luís

    7,50 

    Meninos de Ouro de Agustina Bessa-Luís.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1984, 315 págs. B.

    «Esse homem fatal, José Matildes, é, a dado passo, definido como um Orfeu, dividido entre o resgate e a dissolução. Mas aonde regressará, e o que é que o desfaz? O caso amoroso com Marina certamente não o define no domínio moral, mas apenas no campo político. É por causa de Marina que José faz política, anda com ela ao lado como nas campanhas eleitorais, como se a conjugalidade fosse um comício. José é perspicaz, mesmo quando não se apercebe disso. Entendeu que os portugueses se desiludiram com a Revolução, que não foi apenas a libertação de um jugo mas uma promessa infundada de felicidade. Como escreve Agustina, o simbolismo afectivo da Revolução fracassou, e isso activou o velho fundo messiânico. Quem encarna esse Sebastião de gravata é José Matildes, príncipe de cortesia algo tensa, democrata sofista, jogador sem vícios. Ousado sem ser original, José detesta compromissos, cedências, afasta os aliados, seduz os adversários. Não é essencialmente um governante, nem um tribuno, é alguém que carrega uma angústia, que se sente culpado sem ter feito nada de mal, que vê os obstáculos como castigos.»

    📕 5ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • António Nobre de Albino Forjaz de Sampaio

    António Nobre

    Albino Forjaz de Sampaio

    10,00 

    António Nobre de Albino Forjaz de Sampaio.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1931, 127 págs. B.

    Ensaio biobibliográfico dedicado ao Poeta do Só, estimado por uns, denegrido por outros, porquanto, nem sempre as opiniões do seu autor enfileirarem no juízo crítico positivo que é feito à obra de António Nobre.

    “(…) António Nobre foi um moço rico, inteligente e é um poeta excelente se considerarmos como um caso isolado, único, original, por isso mesmo não destituído de interesse. Outra é a nossa opinião se o analisarmos, ou compararmos, o considerarmos como um poeta que influiu na turba e pesa nefastamente na multidão. Com um poeta para ler sem maior cuidado está bem. Com poeta para ter altar, embora lateral, no culto literário, achamos mau. (…) Se detidamente analisarmos o que é o , veremos que o  e ele apenas. É a infância de Anto, as misérias, a suas superstições, a tísica. Livro de carpideira de não de apetrechada manha, nada tem de miguelanjices com que lhe atribuem. É um livro pessoal, uma autobiografia, um desabafo inverso.”

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mar Novo de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Mar Novo

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    80,00 

    Mar Novo de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1958, 77 págs. Encadernado.

    Um dos mais notáveis e invulgares livros da autora, figura singular da poesia portuguesa contemporânea. Inserido na colecção Poesia e Verdade.

    ✍🏻 Edição assinada pela autora.
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Casa de Bonecas de Enrique Ibsen

    Casa de Bonecas

    Enrique Ibsen

    10,00 

    Nora vive o sonho burguês do final do século XIX: casada com um quadro superior num banco, tem 3 filhos e vive uma vida desafogada. No entanto, esconde um segredo que, se descoberto, pode destruir este idílio e atirá-la para as mãos da justiça, condenando assim a família à desgraça. O terror anunciado chegará através de um homem sinistro, impondo uma revolução indesejada, mas inevitável, na vida e na consciência desta mulher.



    Levada à cena pela primeira vez em 1879, Casa de Bonecas chocou a sociedade da época pela exploração realista que faz do lugar da mulher na sociedade e na família, e pela denúncia da falsa moralidade que lhe é imposta. A discussão em torno da ação transbordou dos palcos para os jornais e salões da época e confirmou Ibsen, obreiro de uma extraordinária modernização do teatro, como um dos dramaturgos mais influentes da literatura ocidental.

  • Esta é a Minha História

    Esta é a Minha História

    Judith Navarro

    7,50 

    Esta é a Minha História de Judith Navarro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 264 págs. B.

    Em Esta é a Minha História, a autora combina ficção e realismo, criando um retrato da vivência feminina e do carácter da mulher portuguesa no século XX.

    📕 2ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Flores

    Flores

    José Duro

    10,00 

    Flores de José Duro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1931, 30 págs. B.

    José Duro (1875–1899) teve uma vida breve e boémia, marcada pela influência de autores como Baudelaire, Poe, Cesário Verde e António Nobre. Frequentou a Escola Politécnica de Lisboa e começou a publicar discretamente em 1896, com Flores. O seu único livro, Fel, foi publicado pouco antes da sua morte por tuberculose. Esta obra reflete uma forte carga de angústia, decadência e desespero, revelando uma poesia marcada por sentimentos sombrios e intensos. As opiniões sobre o seu valor literário dividem-se: há quem o coloque ao nível de grandes nomes como Cesário Verde, e quem lhe negue originalidade. Apesar de não ter tido tempo para amadurecer como poeta, Fel é considerado um testemunho humano profundamente pungente.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fel

    Fel

    José Duro

    10,00 

    Fel de José Duro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1971, 83 págs. B.

    José Duro (1875–1899) teve uma vida breve e boémia, marcada pela influência de autores como Baudelaire, Poe, Cesário Verde e António Nobre. Frequentou a Escola Politécnica de Lisboa e começou a publicar discretamente em 1896, com Flores. O seu único livro, Fel, foi publicado pouco antes da sua morte por tuberculose. Esta obra reflete uma forte carga de angústia, decadência e desespero, revelando uma poesia marcada por sentimentos sombrios e intensos. As opiniões sobre o seu valor literário dividem-se: há quem o coloque ao nível de grandes nomes como Cesário Verde, e quem lhe negue originalidade. Apesar de não ter tido tempo para amadurecer como poeta, Fel é considerado um testemunho humano profundamente pungente.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Todos os Anos, pela Primavera de Luís de Sttau Monteiro

    Todos os Anos, pela Primavera

    Luís de Sttau Monteiro

    6,00 

    “Dedico esta peça — sem espírito de camaradagem, mas com uma fortíssima gargalhada — a todos os que, pela própria natureza do regime prisional a que estejam, ou venham a estar sujeitos, se considerem, em consciência, obrigados a proibi-la.”

  • Conquista da Felicidade de Bertrand Russell

    Conquista da Felicidade, A

    Bertrand Russell

    7,00 

    Conquista da Felicidade de Bertrand Russell.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1966, 210 págs. B.

    «A Conquista da Felicidade é uma fascinante cápsula do tempo, uma mistura que inclui observações eternas que são tão claras para nós hoje como foram para os primeiros leitores, e problemas e atitudes antiquados que pelos padrões da atualidade são ofensivos quando não são engraçados. Uma boa maneira de ler este livro é considerá-lo um telescópio temporal que nos permite ver quão longe chegámos. O próprio Russell merece algum crédito por mudar a nossa imaginação moral das ortodoxias obsoletas para um lugar melhor, mas aqui encontramos uma viagem em curso, pois ele está ainda absorto em preconceitos que lhe toldam a visão. Talvez a conclusão moral a tirar deste confronto seja que provavelmente devemos esperar que os nossos netos se sintam tão incomodados com algumas das nossas atitudes como nós nos sentimos com algumas de Russell.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Curva da Estrada, A

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    6,00 

    A Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 328 págs. B.

     «… o directório é constituído por arrivistas ambiciosos, que não querem outra coisa senão trepar à custa dos velhos militantes. Não cessam de prometer às massas aquilo que eles sabem muito bem que não lhes podem dar e não hesitam em caluniar aqueles que lhes podem fazer sombra… Para eles, só eles próprios são socialistas verdadeiros; os outros são todos uns reaccionários….» Ferreira de Castro (1898-1974) é um dos mais significativos romancistas portugueses, traduzido e lido em todo o mundo e também dos mais apreciados em toda a vasta comunidade onde se fala a língua portuguesa.

    Alguns dos seus romances retratam um Brasil apaixonante, misterioso e revelador, outros penetram no húmus português e outros ainda ocupam-se dos problemas trágicos de um mundo dilacerado que procura descobrir a sua verdade.
    O que descobrimos, porém, em qualquer dos romances de Ferreira de Castro é a mesma profunda paixão pelo destino do homem, o seu apego a uma verdade fundamental que se alicerça na conquista de um ideal de liberdade humana.
    Não é possível pensar no romance português deste século sem, de imediato nos referirmos a Ferreira de Castro como precursor do neo-realismo, ao seu nome e à sua obra, de tal modo nos surgem como essenciais para a pesquisa do quotidiano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Curva da Estrada, A

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    30,00 

    Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1950, 338 págs. Dura.

    Don Álvaro Soriano, advogado, viúvo e respeitado deputado socialista, deixa-se contaminar, a pouco e pouco, pelo conforto e pelos prazeres da vida que o dinheiro e o prestígio trazem. À volta dele, os conservadores, a gente rica, procuram seduzi-lo, convencendo-o a abraçar a sua causa.

     

    Essa mesma divisão parece instalada no seio familiar: Enrique, um dos filhos de Soriano, educado segundo os ideais socialistas, exige-lhe que permaneça fiel ao seu passado de revolucionário, enquanto Paco, o filho mais novo, admirador de Primo de Rivera, ideólogo do fascismo espanhol, pressiona-o a mudar para o Partido Nacionalista.

     

    Dilacerado pela dúvida, pelo desencanto com a velhice e pela escolha entre duas visões contrastantes da sua própria vida, Soriano terá de tomar uma decisão… Romance cuja acção se desenrola em Espanha, numa sociedade profundamente dividida e traumatizada pela Guerra Civil, A Curva da Estrada permanece uma das obras mais intemporais de Ferreira de Castro. Ancorado na moral e na psicologia humana, foi originalmente publicado em 1950, no auge da carreira de Ferreira de Castro, escritor consagrado quer em Portugal quer no estrangeiro, onde vê as edições das suas obras multiplicarem-

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Causa da Decadência dos Povos Peninsulares de Antero de Quental

    Causa da Decadência dos Povos Peninsulares

    Antero de Quental

    3,00 

    Causa da Decadência dos Povos Peninsulares de Antero de Quental.
    Guimarães Editores. Lisboa, 2001, 62 págs. B.

    Causas da Decadência dos Povos Peninsulares…, de Antero de Quental (1842-1891), representa o texto mais significativo das denominadas Conferências Democráticas do Casino Lisbonense, realizadas em Maio e Junho de 1871.

    Precedido de uma «Introdução», nela é exposto um breve historial das Conferências e dos acontecimentos imediatos que se seguiram.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Emigrantes

    Emigrantes

    Ferreira de Castro

    10,00 

    «A sua obra fecha um ciclo que a Peregrinação do Fernão Mendes Pinto abrira. E inicia outro que os nossos filhos verão cumprir-se. Ao otimismo expansivo do Mendes Pinto, os Emigrantes opuseram a reflexão pungente que a abordagem do real hoje suscita. À ascensão, a depressão. Aos damascos opulentos, a lã ancestral dos tosquiadores de Viriato.»
    Mário Sacramento

  • Manuscrito na Garrafa de Daniel Filipe

    Manuscrito na Garrafa

    Daniel Filipe

    15,00 

    Manuscrito na Garrafa de Daniel Filipe.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1960, 156 págs. B.

    O autor, jornalista e poeta natural de Cabo Verde, colaborou nos «Cadernos do Bloqueio», «Távola Redonda» e «Seara Nova». Primeira e cremos que única edição desta curiosa novela de Daniel Filipe, afastada das livrarias pela polícia política da época aquando do seu aparecimento. Livro dado a lume na «Colecção Horas de Leitura».

     

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📖 Exemplar por abrir

  • Bens Adquiridos

    Bens Adquiridos

    Margarida Futscher

    10,00 

    Bens Adquiridos de Margarida Futscher.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1974, 66 págs. B.

    Segundo de Livro de poesia de Margardia Futscher (1920-1981) que contou com a ajuda de Ruy Cinatti a quem a poetisa dedicada cinco poemas.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📖 Exemplar por abrir