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  • Património da Humanidade Monumentos e SítiosPatrimónio da Humidade II

    Património da Humanidade Monumentos e Sítios

    João Paulo Sacadura

    25,00 

    Em 1972, a Conferência Geral da UNESCO, Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, aprovou a Convenção para a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural. Em 1979, Portugal ratificou a Convenção e em 1983 alguns dos seu monumentos e o centro histórico de Angra do Heroísmo passaram a integrar a criteriosa lista do Património Mundial. Desde 1983 até aos nossos dias nove monumentos e sítios em Portugal, abrangendo mais de 200 séculos de História da humanidade, foram considerados de valor universal excepcional, e por isso dignos de figurar neste restrito catálogo. Este primeiro volume vai percorrer um a um os monumentos isolados, Os Mosteiros de Alcobaça, Batalha e Jerónimos, a Torre de Belém, o Covento de Cristo em Tomar e o caso especial da arte do Vale do Côa. O segundo volume, a sair brevemente, retratará os sítios. João Paulo Sacadura, autor de um texto bem fundamentado, elegante e claro, convida o leitor a conhecer melhor algumas obras que nos honram aos olhos do Mundo, sempre ilustradas por magníficas fotografias de Rui Cunha, que quase fixam o espírito do lugar. Com prefácio de Diogo Pires Aurélio, Comissário Geral da UNESCO em Portugal.

  • Grandes Monumentos Portugueses de Diário de Notícias

    Grandes Monumentos Portugueses

    Diário de Notícias

    50,00 

    Os monumentos representados são os seguintes: Torre de Belém, Torre dos Clérigos, Palácio Nacional da Pena, Mosteiro da Batalha, Castelo de Leiria, Sé Velha de Coimbra, Templo Romano de Évora, Castelo de Óbidos, Convento de Cristo, Palácio Nacional de Belém, Castelo de Guimarães, Castelo de Almourol, Sé de Lisboa, Solar de Mateus, Sé de Braga, Palácio de Seteais, Sé do Porto, Igreja de São Vicente de Fora, Igreja de Nossa Senhora da Graça, Mosteiro dos Jerónimos, Igreja da Flor da Rosa, Elevador do Carmo, Basílica da Estrela, Mosteiro de Alcobaça, Gravuras Ruprestes de Vale do Côa, Panteão Nacional, Túmulo de D. Pedro I, Palácio de S. Bento, Arco da Rua Augusta, Palace Hotel do Buçaco, Aqueduto das Águas Livres, Castelo de Marvão, Palácio da Regaleira, Paço Ducal de Vila Viçosa, Castelo de Palmela, Teatro D. Maria II, Sé de Évora, Igreja do Convento do Carmo, Paço dos Duques de Bragança, Centro Cultural de Belém, Ruínas de Conímbriga, Palácio de Queluz, Palácio de Mafra, Domus Municipalis de Bragança, Fundação Gulbenkian, Castelo da Feira, Palácio da Ajuda, Castelo de Estremoz, Santuário do Bom Jesus do Monte, Castelo de S. Jorge, Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Central Tejo, Ponte D. Luís, Estação do Rossio, Fortaleza de Sagres, Igreja Matriz de Mértola, Praça de Touros do Campo Pequeno, Pavilhão de Portugal, Aqueduto da Amoreira, Forte de S. Julião da Barra.

  • Estramadura de Álvaro Duarte de Almeida

    Estremadura

    Álvaro Duarte de Almeida

    10,00 

    Esta obra organiza-se em 10 volumes. A divisão do território em zonas não adoptou a tradicional divisão administrativa (em concelhos e distritos) ou a das regiões

  • Educação em ciência, cultura e cidadania

    Educação em ciência, cultura e cidadania

    Maria de Fátima Paixão

    10,00 

    Educação em ciência, cultura e cidadania de Maria de Fátima Paixão.
    Alma Azul. S.L., 2006, 266 págs. B.

    “Cada vez mais os contextos formais e não formais se interpenetram. Cada vez mais as orientações educacionais provenientes de organizações internacionais especializadas apontam a interdisciplinaridade contextualizada, através de projectos que alargam a intervenção em áreas que vão das ciências e tecnologias às artes e humanidades clássicas, como um meio, e a cultura para a cidadania participante, responsável e abrangente, como a principal finalidade. Cada vez mais a responsabilidade da educação é partilhada por toda a comunidade, que é ela, também, uma comunidade de ensino e de aprendizagem. Foi por estas traves que passaram os grandes Objectivos do Curso de Verão “Educação em Ciência, Cultura e Cidadania – Ao Encontro da Ciência na Região de Castelo Branco”, que decorreu de 1 a 3 de Setembro de 2005:

    Interrelacionar conhecimentos de natureza científica, tecnológica e cultural.
    Reflectir sobre o valor educativo e cultural do património local.
    Relevar o valor educativo dos contextos não formais.
    Conhecer a região e o seu potencial educativo, através do património científico, tecnológico, natural e cultural.
    Aproximar a ciência (da escola) e a realidade, a partir de actividades que utilizem diferentes recursos didácticos do meio.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Açores e a Europa

    Açores e a Europa

    Duarte Freitas

    10,00 

    Açores e a Europa de Duarte Freitas.
    Ed. Autor. S. L., 2009, 446 págs. B.

    Neste início do Século XXI, enfrentamos enormes desafios provocados pela terrível situação financeira e económica global. Enfrentamos, contudo, desafios ainda mais profundos: a crise ambiental e energética; as alterações climáticas; a explosão demográfica nos países em desenvolvimento e a inversão da pirâmide etária nos países ricos; a competição por terrenos agrícolas entre as produções energéticas (para a produção de biocombustíveis) e as produções alimentares (que têm de abastecer uma população a crescer em número e em padrões de consumo).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal Património: Açores - Madeira de Álvaro Duarte de Almeida

    Portugal Património: Açores – Madeira

    Álvaro Duarte de Almeida

    10,00 
  • Portugal Olhares Sobre o Património de Duarte Belo

    Portugal Olhares Sobre o Património

    Duarte Belo

    15,00 
  • L' Évêque Portuguese Costumes de Martim de Albuquerque

    L’ Évêque Portuguese Costumes

    Martim de Albuquerque

    50,00 

    L’ Évêque Portuguese Costumes de Martim de Albuquerque.
    Inapa. 1993, 130 págs. Dura.

    Dentro de semelhante ordem de ideias, a publicação de documentos de viajantes estrangeiros relativos a Portugal e aos Portugueses entende-se primordial. Com o livro de L’Évêque, Portuguese Costumes (publicado em Londres no ano de 1814 e dedicado a António de Araújo Azevedo, político, escritor e coleccionador bem conhecido, ministro de D. João VI e futuro Conde da Barca), livro em que o texto se une à alacridade e ao encanto da imagem, a Colecção de História da Cultura Portuguesa inicia, hoje, nova vertente. Mais uma, das muitas, das infinitas susceptíveis.

    Edição fac-similada do exemplar da Biblioteca nacional. Ilustrado com 50 reproduções de gravuras dos trajos e costumes portugueses.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Património Classificado de Flávio Lopes

    Património Classificado

    Flávio Lopes

    50,00 
  • Alfama de Norberto de Araújo

    Alfama

    Norberto de Araújo

    17,50 

    Alfama de Norberto de Araújo.
    Câmara Municipal de Lisboa. Lisboa, 1982. E

    Alfama, começando por ser árabe, foi assim, dentro da cristandade, de todas as castas e civilizações: mouros, judeus, forros, cativos, negros mais tarde, portugue ses de todas as classes, alfamistas de todos os títulos. Plebleia, marítima, fidalga, reli giosa. Desta amálgama de costumes à seme lhança do próprio aglomerado, resulta talvez o seu interêsse de agora. O Terra moto não lhe alterou a disposição urbana, no traçado, do acaso antigo, de serventias grandes e pequenas, nas artérias e nas linhas fininhas, quási imperceptíveis. Mas transfigurou-lhe o semblante, certamente. O que vemos, e é alguma cousa – constitue uma sombra.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arte em Portugal de Ana Lídia Pinto

    Arte em Portugal

    Ana Lídia Pinto

    10,00 

    Arte em Portugal de Cinzia Caiazzo.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 360 págs.  B.

    Esta obra realiza uma viagem diacrónica pela Arte portuguesa, desde as suas origens à actualidade.

    Entende-se por Arte portuguesa aquela que pertence a Portugal, isto é, à identidade do ser português. Quer por se encontrar no território nacional e lhe pertencer como espólio histórico-cultural, quer por ter sido concretizada por artistas portugueses; ou ainda por, mesmo que realizada por estrangeiros, aqui ter sido concebida e aqui ter permanecido, reflectindo as vivências e a cultura de Portugal e fixando-se no imaginário colectivo.

    Tratando-se de uma viagem breve – cerca de 350 páginas-, fixa-se na anotação das obras e dos autores mais relevantes em cada etapa ou contexto evolutivo e em cada estilo ou corrente artística, sem aprofundar os contextos histórico-culturais e sem se alongar na génese e caracterização conceptual e plástica dos estilos a que alude, tarefa feita noutros volumes desta colecção.

    Assentando na evolução das artes visuais, o presente trabalho dá o maior realce à imagem, permitindo visões de conjunto das obras seleccionadas e a análise de pormenores por vezes difíceis de captar, por estarem fora do alcance do público que as visita, ou por passarem despercebidos ao olhar menos atento.

    Nos objectos de aprofundamento e de análise, salientam-se particularidades, interpretam-se significados e simbologias,
    analisam-se expressividades…contribuindo para uma melhor e mais completa fruição das obras postas em destaque e da Arte na sua essência. Deste modo, esta obra colige, nas suas páginas, uma espécie de “museu virtual” que convidamos a visitar.

    Um museu de arte por onde, afinal, perpassam as características que, de forma mais genuína e autêntica, definem e identificam a alma portuguesa. Ou não fosse a Arte uma das expressões mais sublimes da Humanidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Historial dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

    Historial dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

    Carlos Barbosa

    8,00 

    Decorridos que são 100 anos do aparecimento oficial da Sociedade Recreio Fanhoense, da qual fazia parte a nossa Banda de Música, impunha -se a feitura de um documento que testemunhe o que foi, até aos dias de hoje, a sua história.

    Neste momento, houve ainda condições para reunir dados que permitiram, com alguma fidelidade, a construção deste documento. Isto porque, estão ainda vivas pessoas, a quem podemos chamar de segunda geração da S. R. Fanhoense, ou seja, aqueles que viveram e ouviram relatos dos que foram os seus fundadores. Perdida esta geração, seria muito mais difícil fazer-se algo.

  • Profissão de um Cavaleiro da Ordem de Santiago de Luísa Pequito AntunesProfissão de um Cavaleiro da Ordem de Santiago de Luísa Pequito Antunes

    Profissão de um Cavaleiro da Ordem de Santiago

    Luísa Pequito Antunes

    7,00 

    Profissão de um Cavaleiro da Ordem de Santiago de Luísa Pequito Antunes [et al.].
    Câmara Municipal de Palmela. Palmela, 1989, 16 págs. B. Il.

    Organizado pela Câmara Municipal de Palmela, através da sua Divisão Sócio-Cultural, com a importante colaboração das escolas do concelho, o projecto História ao Vivo – Palme la/89, decorreu no Castelo de Palmela de 15 de Maio a 16 de Junho deste ano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Museu Nacional de Arte Antiga de José Luís Porfírio

    Museu Nacional de Arte Antiga

    José Luís Porfírio

    10,00 
  • Lisboa, a Cidade dos Elevadores de Edite Estrela

    Lisboa, a Cidade dos Elevadores

    Edite Estrela

    10,00 

    Lisboa, a Cidade dos Elevadores de Edite Estrela.
    Companhia Carris de Ferro de Lisboa. Lisboa, 1986, 49 págs. B.

    Este fim, que agora se coloca à disposição do leitor, tenta fazer a sintese entre a meméria sócio -tenica da Carris e as referências históricas e culturais que ligam, indissociavelmente, os nossos elevadores a esta bela cidade de Lisboa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Placeholder

    Picoas

    Margarida Botelho

    7,50