• Lisboa Desaparecida 2 de Marina Tavares Dias

    Lisboa Desaparecida 2

    Marina Tavares Dias

    10,00 

    Lisboa Desaparecida 2 de Marina Tavares Dias.
    Quimera. Lisboa, 1990, 186 págs. E. Il.

    Capítulos e Subcapítulos:

    – Teatros (Teatros do Bairro Alto, Teatro da Rua dos Condes, Teatro do Gymnasio, Teatro Avenida, Eden Teatro)
    – Do Camões ao Príncipe Real (Casebres do Loreto, A Patriarcal Queimada)
    – Arcos (Arco de Santo André, Arco de S. Bento)
    – Alcântara
    – Amoreiras
    – Chiado (Este Nome Chiado, Grandes Armazéns do Chiado, Armazéns do Grandella, Lojas da Zona do Chiado)
    – Mercados (Mercados, Rainha dos Mercados)
    – Avenidas (Avenidas Novas, Avenida D. Amélia)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lisboa Desaparecida

    Lisboa Desaparecida

    Marina Tavares Dias

    10,00 

    Lisboa Desaparecida de Marina Tavares Dias.
    Quimera. Lisboa, 1991, 187 págs. E. Il.

    Capítulos e Subcapítulos:
    – Lisboa: Quem a Conhece? – Praça da Figueira
    – Do Passeio Público à Avenida da Liberdade (O Passeio, A Avenida)
    – Cafés e Tertúlias (Primeiros Anos, O Nicola de Bocage, O Romantismo, Martinho, Suisso, Nos Anos Vinte, A Brasileira do Chiado, À Porta da Havaneza, Os Últimos Cafés do Rossio)
    – Divertimentos (Feiras, Hortas, O Entrudo)
    – Do Animatógrafo aos Grandes Cinemas
    – Pelas Ruas (O Empedrado do Rossio, Igreja de S. Domingos, A Antiga Igreja dos Anjos, A Torrinha, Hotel Aviz)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lisboa 93: Estilo de Vida de Maria Sobral Mendonça

    Lisboa 93: Estilo de Vida

    Maria Sobral Mendonça

    10,00 

    Lisboa 93: Estilo de Vida de Maria Sobral Mendonça [Coord.]
    Press Forum Comunicação Social. Lisboa, 1992, 308 págs. E. Il.

    Interessante álbum/guia de Lisboa com as principais referências aos ex-libris das cidade, seus monumentos, cafés, vida nocturna, tascas, casas de comércio, antiquários, alfarrabistas, teatros, igrejas, passeios e praias. Profusamente ilustrado com fotogravuras a preto.Valioso documento fotográfico sobre o estilo de vida lisboeta no início da década de 90.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Junta Autónoma Das Estradas-60 Anos (1927-1987) de Neves Galhoz

    Junta Autónoma Das Estradas-60 Anos (1927-1987)

    Neves Galhoz

    15,00 

    Junta Autónoma Das Estradas-60 Anos (1927-1987) de Neves Galhoz.
    Secretaria de Estado das Vias de Comunicação. Lisboa, 1987, 124 págs. B. Il.

    A Junta Autónoma de Estradas (JAE) foi criada pelo decreto-lei n.º 13969, de 20 de Julho de 1927, herdando competências e atribuições da antiga Direcção-Geral das Estradas, extinta pelo Decreto n.º 16866, de 20 de Maio de 1929.

     

    Decorreram, portanto, 60 anos após o seu nascimento, 60 anos em que, com mais ou menos eficácia, a JAE procurou, com os meios postos à sua disposição, cumprir o seu principal objectivo: construir, conservar e reparar as estradas nacionais sob sua jurisdição.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Inventário do Património Imóvel do Barreiro

    Inventário do Património Imóvel do Barreiro

    Rosalina Carmona

    7,50 

    Inventário do Património Imóvel do Barreiro de Rosalina Carmona e Alexandra Borracha.
    Câmara Municipal do Barreiro. Barreiro, 1999, 88 págs. B. Il.

    A edição do Inventário do Património Imóvel do Concelho do Barreiro, tem como objectivo registar um conjunto de testemunhos e manifestações do passado, de reconhecida importância para a história do concelho.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Açores: Paisagem sem Mácula de Ana Esquível

    Açores: Paisagem sem Mácula

    Ana Esquível

    30,00 

    Açores: Paisagem sem Mácula de Ana Esquível.
    Correios e Telecomunicações de Portugal. Lisboa, 1989, 214 págs. E. Il.

    Photobook que versa maioritariamente sobre paisagens açorianas, mas também sobre peculiares aspectos arquitectónicos e etnográficos.

    𓂃🖊 Prefácio David Mourão-Ferreira
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Viagem a Portugal de José Saramago

    Viagem a Portugal

    José Saramago

    30,00 

    Viagem a Portugal de José Saramago.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1995, 269 págs. E. Il.

    Um dos mais belos e originais livros até hoje escritos sobre Portugal, livro que não se limita “às já fatigadas impressões sobre os lugares-comuns do turismo. Para isso tentou o autor (…) olhar o seu país como se o estivesse vendo pela primeira vez, sem aquela espécie de neblina que a familiaridade lança sobre a face das pessoas e das coisas.” Edição cuidada, com novo grafismo ilustrada com fotografias de Maurício de Abreu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Roteiro Antigo de Elvas de Eurico Gama

    Roteiro Antigo de Elvas

    Eurico Gama

    10,00 

    Roteiro Antigo de Elvas de Eurico Gama.
    Grafica Calipolense. Vila Viçosa, 1983, 79 págs. B. Il.

    O livro, com 88 páginas e ilustrado, faz parte da coleção “À Sombra do Aqueduto : Estudos Elvenses” e aborda temas como arqueologia, geografia e história de Elvas e de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Elvas e João Belmonte de Carlos Niza Lavadinho

    Elvas e João Belmonte

    Carlos Niza Lavadinho

    10,00 

    Elvas e João Belmonte de Carlos Niza Lavadinho.
    Gráfica Eborense. Évora, 1983, 30 págs. B.

    João Belmonte, figura ímpar do mundo taurino, é provavelmente o toureiro mais estudado e comentado. A sua personalidade múltipla atraiu escritores, cientistas e políticos, que o admiraram de perto. Cronistas e autores taurinos dedicaram-lhe milhares de páginas, e, mais de cinquenta anos após a Revolução Belmontina, continuam a publicar-se textos que celebram o célebre «Trianero».

    De alguns escritores me irei servir, em alguns

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Batalha das Linhas de Elvas (14 de Janeiro de 1659), A

    Batalha das Linhas de Elvas (14 de Janeiro de 1659), A

    Jorge Faro Valadas

    20,00 

    A Batalha das Linhas de Elvas (14 de Janeiro de 1659) de Jorge Faro Valadas.
    Jornal «Linhas de Elvas». Elvas, 1954. 95 págs. B. Il.

    Elvas – que nos deu essa « lição » sublime da construção do aqueduto e da elevação da sua portentosa fortificação – foi a pedra angular e a ossatura desse edifício magestoso em que se estruturou a nossa defesa militar contra o gigante austro- castelhano! Erguendo- se torreante contra a ameaça externa, sacrificando os seus bens e espargindo o seu sangue generoso, Elvas bem mereceu da Pátria Portuguesa ! ” In- pág. 6.

    📖 Exemplar por abrir

  • Portugal Património: Viana - Braga - Porto (Vol. I)

    Portugal Património: Viana – Braga – Porto (Vol. I)

    Álvaro Duarte de Almeida

    10,00 

    Portugal Património: Viana – Braga – Porto (Vol. I) de Álvaro Duarte de Almeida e Duarte Belo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2006, 437 págs. E.

    Identificámos e inventariámos cerca de 60 000 unidades de património. Atendendo às características desta edição, foram tratadas para publicação cerca de 9000 dessas unidades. O universo do património aqui abordado integra as tipologias implantáveis em cartografia (património imóvel ou em sítio). Excluímos as tipologias do património móvel, do património perecível e do património imaterial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempo de Solstícios

    Tempo de Solstícios

    Aurélio Lopes

    7,50 

    Tempo de Solstícios de Aurélio Lopes.
    Mirante. Santarém, 1998, 302 págs. B.

    Apogeu da força, calor e poder fecundante, é a versão estival! Triunfo da luz que se celebra festivamente com o calor de grandes fogueiras erguidas nos lugares mais altos ou mais centrais das aldeias. Pelo Solstício de Inverno novamente as fogueiras são acesas; símbolo votivo de uma realidade mais alta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal Olhares Sobre o Património

    Portugal Olhares Sobre o Património

    Duarte Belo

    10,00 

    Portugal Olhares Sobre o Património de Duarte Belo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2008, 309 págs. E.

    Essa viagem teve como propósito efectuar o levantamento e o registo do património natural e cultural existente em Portugal. Na sua maior parte, esse património já estava referenciado e, por isso, em muitos casos o olhar procurou e incidiu em objectos escolhidos previamente, e deteve-se neles de modo mais ou menos previsível. Mas em outros casos, o olhar foi surpreendido pelo inesperado, ou foi simplesmente conduzido a novas formas de abordagem do património já conhecido. Estes são, porventura, os modos de olhar mais estimulantes e os que proporcionam maiores emoções.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal: o Último Descobrimento

    Portugal: o Último Descobrimento

    Helena Vaz da Silva

    7,00 

    Portugal: o Último Descobrimento de Helena Vaz da Silva.
    Editora Valor. Lisboa [?], 1987. E.

    Como tantas vezes, os defeitos de Portugal são o outro lado das suas virtudes. Viajar em Portugal pode ser essa descoberta excitante de que, para além das qualidades que de nós são apregoadas como o sol frequente, a pouca chuva, a temperatura amena, os quilómetros de praias, o peixe fresco, a gente amável, os bons hotéis outras existem, escondidas por detrás dessas e que, uma vez entrevistas, não se esquecem mais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📷 Jorge Barros
    ❗ Bilingue: Português, Inglês

  • Portugal Património: Portalegre e Évora (Vol. VIII)

    Portugal Património: Portalegre e Évora (Vol. VIII)

    Álvaro Duarte de Almeida

    10,00 

    Portugal Património: Portalegre e Évora (Vol. VIII) de Álvaro Duarte de Almeida e Duarte Belo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2006, 343 págs. E.

    Identificámos e inventariámos cerca de 60 000 unidades de património. Atendendo às características desta edição, foram tratadas para publicação cerca de 9000 dessas unidades. O universo do património aqui abordado integra as tipologias implantáveis em cartografia (património imóvel ou em sítio). Excluímos as tipologias do património móvel, do património perecível e do património imaterial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Novas Instalações do Governo Civil de Viana do Castelo

    Novas Instalações do Governo Civil de Viana do Castelo

    Direcção-Geral dos Edíficios e Monumentos Nacionais

    10,00 

    Novas Instalações do Governo Civil de Viana do Castelo de Direcção-Geral dos Edíficios e Monumentos Nacionais.
    Ministério das Obras Públicas. Lisboa [?], 1973. B.

    Os serviços do Governo Civil ficaram distribuídos pelos quatro pisos do edifício: no rés-do-chão, localizaram-se com acessos directos do átrio principal, os serviços de contacto com o público, nomeadamente a secretaria e o sector de passaportes, e as instalações destinadas a reuniões de autarquias locais e outras organizações de interesse público; no 2.° piso entrepiso, os núcleos dos arquivos de consulta corrente e arrecadações; no 3. pavimento andar nobre os gabinetes do Governador, do secretário particular e do secretário do Governo Civil, as salas de espera e de visitas e o salão nobre, com possibilidade, sempre que se justifique, de poder englobar a referida sala de visitas e a sala de estar da residência; finalmente, np 4º piso, amplos arquivos e arrumações.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.