Lisboa Desaparecida 7 de Marina Tavares Dias.
Quimera. Lisboa, 2001, 214 págs. E. Il.
Capítulos e Subcapítulos:
– Fotógrafos de Lisboa
– Joshua Benoliel
– Retratistas do século XIX
– Cinemas de bairro
– Campo de Ourique
– A Rua da Palma
– Estefânia. Uma Rainha, um Hospital, um Bairro
– João Lobo de Moura. Um Lisboeta da Geração de 70
Lisboa Desaparecida 6 de Marina Tavares Dias.
Quimera. Lisboa, 1998, 235 págs. E. Il.
Capítulos e Subcapítulos:
– Da Monarquia à República – A Vida Quotidiana Lisboeta Entre Dois Séculos
– A Moda em Lisboa
– As Portas de Santo Antão
– A Rua do Ouro (A Rua do Ouro porta por porta em 1998)
– O Cais do Sodré
– Os Lisboetas na Outra Banda (Bêbados e Burricadas, A Costa da Caparica,
– Cacilhas e Almada, O Sonho da Ponte sobre o Tejo, Trafaria, A Velha Cova do Vapor)
Lisboa Desaparecida 5 de Marina Tavares Dias.
Quimera. Lisboa, 1996, 206 págs. E. Il.
Capítulos e Subcapítulos:
– Chafarizes: Lisboa no Tempo da Sede (O Improvável Banho, O Poço do Borratém, Dois Neptunos e um Apolo, Ilustres Sobreviventes, Séculos XVIII a XIX)
– O Terreiro do Paço (O Palácio da Ribeira, Antes do Terramoto, A Praça Pombalina)
– Os Lisboetas na Praia (A Moda de Pedrouços, De Algés a Cascais, Novas Paragens)
– Os Anos Valmor (Prémio Valmor, Síntese Cronológica)
– Belém e a Exposição do Mundo Português (Era Uma Vez Um Bairro Pacato, «O Ciclone Centenário», O Maior Espectáculo do Mundo)
Lisboa Desaparecida 2 de Marina Tavares Dias.
Quimera. Lisboa, 1990, 186 págs. E. Il.
Capítulos e Subcapítulos:
– Teatros (Teatros do Bairro Alto, Teatro da Rua dos Condes, Teatro do Gymnasio, Teatro Avenida, Eden Teatro)
– Do Camões ao Príncipe Real (Casebres do Loreto, A Patriarcal Queimada)
– Arcos (Arco de Santo André, Arco de S. Bento)
– Alcântara
– Amoreiras
– Chiado (Este Nome Chiado, Grandes Armazéns do Chiado, Armazéns do Grandella, Lojas da Zona do Chiado)
– Mercados (Mercados, Rainha dos Mercados)
– Avenidas (Avenidas Novas, Avenida D. Amélia)
Lisboa Desaparecida de Marina Tavares Dias.
Quimera. Lisboa, 1991, 187 págs. E. Il.
Capítulos e Subcapítulos:
– Lisboa: Quem a Conhece? – Praça da Figueira
– Do Passeio Público à Avenida da Liberdade (O Passeio, A Avenida)
– Cafés e Tertúlias (Primeiros Anos, O Nicola de Bocage, O Romantismo, Martinho, Suisso, Nos Anos Vinte, A Brasileira do Chiado, À Porta da Havaneza, Os Últimos Cafés do Rossio)
– Divertimentos (Feiras, Hortas, O Entrudo)
– Do Animatógrafo aos Grandes Cinemas
– Pelas Ruas (O Empedrado do Rossio, Igreja de S. Domingos, A Antiga Igreja dos Anjos, A Torrinha, Hotel Aviz)
Lisboa 93: Estilo de Vida de Maria Sobral Mendonça [Coord.] Press Forum Comunicação Social. Lisboa, 1992, 308 págs. E. Il.
Interessante álbum/guia de Lisboa com as principais referências aos ex-libris das cidade, seus monumentos, cafés, vida nocturna, tascas, casas de comércio, antiquários, alfarrabistas, teatros, igrejas, passeios e praias. Profusamente ilustrado com fotogravuras a preto.Valioso documento fotográfico sobre o estilo de vida lisboeta no início da década de 90.
Junta Autónoma Das Estradas-60 Anos (1927-1987) de Neves Galhoz. Secretaria de Estado das Vias de Comunicação. Lisboa, 1987, 124 págs. B. Il.
A Junta Autónoma de Estradas (JAE) foi criada pelo decreto-lei n.º 13969, de 20 de Julho de 1927, herdando competências e atribuições da antiga Direcção-Geral das Estradas, extinta pelo Decreto n.º 16866, de 20 de Maio de 1929.
Decorreram, portanto, 60 anos após o seu nascimento, 60 anos em que, com mais ou menos eficácia, a JAE procurou, com os meios postos à sua disposição, cumprir o seu principal objectivo: construir, conservar e reparar as estradas nacionais sob sua jurisdição.
Inventário do Património Imóvel do Barreiro de Rosalina Carmona e Alexandra Borracha.
Câmara Municipal do Barreiro. Barreiro, 1999, 88 págs. B. Il.
A edição do Inventário do Património Imóvel do Concelho do Barreiro, tem como objectivo registar um conjunto de testemunhos e manifestações do passado, de reconhecida importância para a história do concelho.
Viagem a Portugal de José Saramago. Círculo de Leitores. Lisboa, 1995, 269 págs. E. Il.
Um dos mais belos e originais livros até hoje escritos sobre Portugal, livro que não se limita “às já fatigadas impressões sobre os lugares-comuns do turismo. Para isso tentou o autor (…) olhar o seu país como se o estivesse vendo pela primeira vez, sem aquela espécie de neblina que a familiaridade lança sobre a face das pessoas e das coisas.” Edição cuidada, com novo grafismo ilustrada com fotografias de Maurício de Abreu.
Roteiro Antigo de Elvas de Eurico Gama.
Grafica Calipolense. Vila Viçosa, 1983, 79 págs. B. Il.
O livro, com 88 páginas e ilustrado, faz parte da coleção “À Sombra do Aqueduto : Estudos Elvenses” e aborda temas como arqueologia, geografia e história de Elvas e de Portugal.
Elvas e João Belmonte de Carlos Niza Lavadinho. Gráfica Eborense. Évora, 1983, 30 págs. B.
João Belmonte, figura ímpar do mundo taurino, é provavelmente o toureiro mais estudado e comentado. A sua personalidade múltipla atraiu escritores, cientistas e políticos, que o admiraram de perto. Cronistas e autores taurinos dedicaram-lhe milhares de páginas, e, mais de cinquenta anos após a Revolução Belmontina, continuam a publicar-se textos que celebram o célebre «Trianero».
A Batalha das Linhas de Elvas (14 de Janeiro de 1659) de Jorge Faro Valadas.
Jornal «Linhas de Elvas». Elvas, 1954. 95 págs. B. Il.
Elvas – que nos deu essa « lição » sublime da construção do aqueduto e da elevação da sua portentosa fortificação – foi a pedra angular e a ossatura desse edifício magestoso em que se estruturou a nossa defesa militar contra o gigante austro- castelhano! Erguendo- se torreante contra a ameaça externa, sacrificando os seus bens e espargindo o seu sangue generoso, Elvas bem mereceu da Pátria Portuguesa ! ” In- pág. 6.
Portugal Património: Viana – Braga – Porto (Vol. I) de Álvaro Duarte de Almeida e Duarte Belo. Círculo de Leitores. Lisboa, 2006, 437 págs. E.
Identificámos e inventariámos cerca de 60 000 unidades de património. Atendendo às características desta edição, foram tratadas para publicação cerca de 9000 dessas unidades. O universo do património aqui abordado integra as tipologias implantáveis em cartografia (património imóvel ou em sítio). Excluímos as tipologias do património móvel, do património perecível e do património imaterial.
Tempo de Solstícios de Aurélio Lopes.
Mirante. Santarém, 1998, 302 págs. B.
Apogeu da força, calor e poder fecundante, é a versão estival! Triunfo da luz que se celebra festivamente com o calor de grandes fogueiras erguidas nos lugares mais altos ou mais centrais das aldeias. Pelo Solstício de Inverno novamente as fogueiras são acesas; símbolo votivo de uma realidade mais alta.
Portugal Olhares Sobre o Património de Duarte Belo. Círculo de Leitores. Lisboa, 2008, 309 págs. E.
Essa viagem teve como propósito efectuar o levantamento e o registo do património natural e cultural existente em Portugal. Na sua maior parte, esse património já estava referenciado e, por isso, em muitos casos o olhar procurou e incidiu em objectos escolhidos previamente, e deteve-se neles de modo mais ou menos previsível. Mas em outros casos, o olhar foi surpreendido pelo inesperado, ou foi simplesmente conduzido a novas formas de abordagem do património já conhecido. Estes são, porventura, os modos de olhar mais estimulantes e os que proporcionam maiores emoções.
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