A actual dinâmica de expansão da rede do metropolitano de Lisboa, assumida em nome do progresso e da modernização da cidade, à luz dos anseios dos seus cidadãos quanto a mlehores níveis de acessibilidade e de mobilidade, é, sem dúvida um dos mais complexos empreendimentos jamais levados a cabo no nosso País. (…) Para cumprir o desideratum que nos propomos, com empenho e sentido de responsabilidade, somos obrigados a esventrar o tecido vivo da Cidade e conflituar múltiplos e legítimos interesses. (…) Daí as inúmeras acções de cartiz estético que temos vindo a assumir, no âmbito de uma política de empresa cuja rede de metropolitano é parte integrante da cidade. Daí também, em decorrência, o convite feito a alguns talentosos artistas plásticos portugueses, de perfis, idades e níves de projecção bem diferenciados, para intervir em múltiplos tapumes das nossas obras.
Colecção da Fundação Abel Lacerda de Madalena Lacerda Gouveia. Museu do Caramulo. Caramulo, 2003, 283 págs. B. Il
Catálogo sobre as colecções da Fundação Abel de Lacerda, que cobre desde as várias vertentes da colecção de arte até aos automóveis, motociclos e velocípedes pertencentes à fundação.
Carta de Lazer da Beira Serra de ADIBER.
ADIBER, Góis, 2001. B. Il.
A Beira Serra localiza-se no Interior Centro de Portugal. Zona de características montanhosas, possui um relevo que lhe é conferido pelas Serras da Lousã, Açor e início da Serra da Estrela. É sulcada principalmente pelos vales dos rios Alva, Alvoco, Ceira e Unhais.
A Região compreende os concelhos de Arganil, Góis, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra e Tábua. Localiza-se a nordeste do distrito de Coimbra, ocupa uma área de cerca de 1399,7 km2 e é limitada a norte pelo rio Mondego, a este pela serra da Estrela, a sul pelo rio Zêzere e a oeste pela serra da Lousã.
Médicos na Toponímia de Lisboa de Luís Silveira Botelho. Câmara Municipal de Lisboa. Lisboa, 1992, 190 págs. B.
A concretização deste trabalho passou por várias fases. A ideia foi sugerida por um artigo do Dr. Alexandre Sarmento inserto em O Médico, com o título «Médicos na toponímia urbana de Lisboa».
Depois, no âmbito do V Congresso Nacional de Medicina e por intermédio da Ordem dos Médicos, fez-se um inquérito a todas as Câmaras Municipais do país, solicitando que nos informassem dos nomes de Médicos na toponímia das respectivas localidades. Perto de 60 % das Câmaras corresponderam, o que totalizou cerca de 600 toponímicos.
Com tão elevado número não seria viável fazer um trabalho com biografias e documentos fotográficos. Decidimos, pois, cingir-nos à área de Lisboa. Prescindindo, por ora, dos arredores onde também existe vasta toponímia médica.
✍🏻 Edição autografada pelo autor. ❗ Capa vincada no canto superior direito como é vísivel na capa.
Fazer cumprir um contrato de concessão, naturalmente complexo, conciliando os interesses do Estado com a inexorabilidade de um prazo, constituiu um desafio permanente, compensado pelo desenvolvimento de uma grande obra de engenharia que, embora inicialmente contestada pelos seus impactes ambientais previsíveis, veio a tornar-se num caso paradigmático de compatibilização do crescimento com o Ambiente, face ao rigor colocado na implementação de medidas, minimizadoras e compensatórias, e ao avançado programa de monitorização adoptado, com especial destaque para o desempenho da Comissão de Acompanhamento da Obra. Para o sucesso deste grande projecto contribuiu também a Comissão Europeia, nomeadamente através do Fundo de Coesão, cuja participação se revelou essencial.
A Luz é, à partida, um privilégio maior da Natureza e do Homem. E Lisboa é, neste caso concreto, uma cidade emblemática. Nomes destacados das Artes do Cinema à Escrita, da Fotografia à Pintura deixaram registos e obras impressivas sobre a singularidade mágica de uma cidade reflectida pelo Tejo e pelo Atlântido, de uma cidade branca e de luz, mas também cidade da noite e de múltiplas sombras.
Os Comércios de Antigamente de Ana Paula Assunção [et al.] Museu Municipal de Loures. Loures, 2002, 74 págs. B.
Vamos procurar estabelecer nesta exposição e nesta edição um itinerário da relação entre uma sociedade com os seus bens, na perspectiva de uma análise de mediação: o comércio. Não é a história dos objectos. Nem apenas a dos sujeitos. Mas antes uma reflexão sobre uma época. Há um colectivo de perspectivas que, embora específicas, apresentarão, cada uma com o seu objectivo, um traço comum: a alteração progressiva de “um tipo de vida”, centrada em novas relações sociais, culturais, políticas e económicas.
Elvas-Caia de José António Rondão Almeida. Colibri. Lisboa, 2009, 407 págs. B.
Preparar o futuro, através da abordagem de questões significativas dedicadas à temática da Raia, é um dos objectivos desta publicação periódica, que já no seu sétimo número continua a ser uma das mais importantes publicações periódicas transfronteiriças. Através de um conjunto significativo de artigos – a cujos autores agradecemos a colaboração –, a reflexão sobre as questões referentes aos vários campos do saber é debatida e exposta nestas páginas, chegando ao grande público, sendo, desta forma, uma importante fonte de conhecimento e de consulta obrigatória para todos os interessados na região raiana. (…) O conhecimento, a preservação e valorização do património cultural continuam a pautar as decisões desta Câmara Municipal, (…), quer através da recuperação do seu património arquitectónico, quer através de acções de divulgação e valorização, âmbito em que se insere esta revista cultural, a qual continua a revelar aos seus leitores o que está por revelar e se assume como um espaço permanentemente aberto ao investigador a título individual.
De Convento a Conventinho de Paulo Silva. Câmara Municipal de Loures. Loures, 2009, 217 [3]. B. Il.
Construído no século XVI, foi morada de ordens religiosas e posteriormente de personalidades como o Conde de Tomar, Costa Cabral, entre muitas outras individualidades, ao longo da sua existência. A diversidade destas individualidades, que habitaram este Museu, fazendo dele a sua casa, deu origem a um legado arquitectónico, cultural e paisagístico, muito característico, que se traduz numa identidade peculiar.
Azulejos Portugueses – Um Guia de Marianne Adelmann. Azulmar. Lisboa, 1986, 166 págs. E.
Este livro pretende uma breve contribuição descoberta passado presente Portugal, através azulejos.
Qualquer visitante atento Portugal, novos mundos não deixará notar atracção azulejo, séculos.
Os portugueses preferiram sempre grandes espaços arquitectónicos, final século decoraram azulejos, tradição continua hoje edifícios públicos como painéis Maria Avenida Infante Santo João Abel Manta Campolide, mesmo acontecendo habitações privadas, hotéis restaurantes. consciência azulejos dos aspectos mais significativos portuguesa estimulou-me publicar livro. Espero que ilustrações textos encoragem leitores atenta que contribuam melhor compreensão sector fascinante herança nacional.
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