Viana Monumental e Artística de Francisco José Carneiro Fernandes.
GDCENVC. Viana do Castelo, 1990, 143 págs. B. Il.
“O tema proposto Espaço urbano e Património de Viana do Castelo apresen- ta-se simultaneamente sugestivo e complexo. O assunto versado não se esgota. Longe disso. Este trabalho resume-se, com efeito, a uma leitura, geográfica e histórico-artistica, do espaço urbano de Viana do Castelo. Relativamente ao Património monumental e artístico, circunscreve-se às freguesias de Santa Maria Maior e Monserrate (excluindo-se Meadela, recentemente incorporada no perímetro urbano).” in Nota Explicativa, mas que já estão hoje a ser testados activamente nos EUA e na URSS.
Esta edição, baseada nas excelentes imagens de fotógrafos amadores e profissionais, que gentilmente as cederam e aos quais endereçamos o nosso reconhecido agradecimento, tem como objectivo não só a divulgação e a informação acerca do vasto património natural de Estarreja, como também dar a conhecer os habitats e a grande variedade de espécies que neles habitam, alertando para a importância da conservação da natureza. Às do BioRia, quisemos juntar as nossas preocupações, numa voz comum, para que seja mais audível.
Obra publicada no âmbito do Programa de Evocação da Segunda Invasão Francesa a Portugal, para a qual contribuíram reputados académicos portugueses, espanhóis, franceses e ingleses.
Privilegiando a posição central que a cidade do Porto ocupou no encadeamento de fenómenos que caracterizaram a Europa dos séculos XVIII e XIX, a obra toma por escopo o enquadramento das Invasões Francesas nas Guerras Napoleónicas e na sua frente Peninsular.
Analisa à luz da historiografia moderna os factores subjacentes à criação da Legião Portuguesa e do movimento de libertação formado no Porto após a Primeira Invasão, o trajecto e consequências da investida francesa dirigida por Soult à cidade, aquando da Segunda Invasão, de que a Tragédia da Ponte das Barcas é expressivo, as peripécias da diplomacia portuguesa de então e o estudo das fontes e principais figuras da época, entre as quais destacamos Gomes Freire de Andrade.
Volume I
I – Antecedentes das Invasões Francesas – Professor Doutor Luís Oliveira Ramos;
II – A Segunda Invasão Francesa no quadro das Guerras Napoleónicas – José Manuel Sardica;
III – Portugal e a Diplomacia Europeia nas Vésperas das Invasões Francesas: «Entre o Martelo francês e a Bigorna Britânica» – Professora Doutora Fernanda Paula Maia;
IV – A Duquesa de Abrantes e Portugal. Algumas Observações – Professora Marie-Hélène Piwnik;
V – Milícias e Ordenanças no Norte de Portugal durante as Primeiras Invasões Francesas – Coronel Nuno Correia Barrento de Lemos Pires;
VI – A Chefias Militares Portuguesas durante a Primeira e a Segunda Invasão Francesas – Maria da Conceição Meireles Pereira;
VII – A Arte da Guerra no tempo de Napoleão – Coronel David Martelo;
VIII – Os mapas da Segunda Invasão Francesa – Professor Doutor João Carlos Garcia;
IX – A Defesa de Braga na Segunda Invasão Francesa: O Combate de Carvalho d’Este – Professor Doutor Manuel da Braga Cruz.
Volume II
X – A Invasão Espanhola da cidade do Porto durante a Invasão de 1807-1808 – Professor Doutor Jorge Manuel Martins Ribeiro;
XI – As Juntas do Norte na Restauração de Portugal de 1808 – José Viriato Capela, Henrique Matos e Rogério Borralheiro;
XII – A Cidade do Porto nos finais de Setecentos e as circunstâncias da Segunda Invasão Francesa – Professor Doutor Manuel Francisco Ribeiro da Silva;
XIII – Através da Guerra – O Impacto das Invasões francesas no estudo das populações – Professora Doutora Isilda Monteiro;
XIV – Rapina e Saques das «Águias Napoleónicas» em Portugal: Dados e Reflexões – Professor Doutor Pedro Vilas Boas Tavares.
XV – As repercussões, a reconstrução e a retoma no Porto a seguir às Invasões Francesas – Professor Doutor Francisco Ribeiro da Silva;
XVI – A participação do Batalhão Académico de Coimbra na derrota dos franceses no Porto – Professora Doutora Ana Cristina Araújo;
XVII – Proclamações, Decretos, Ordens, Editais, Instruções – Professor Doutor Eugénio dos Santos.
Volume III
XVIII – A Legião Portuguesa no Exército Napoleónico – Professor Doutor António Ventura;
XIX – A Leal Legião Lusitana, força de cobertura do Exército Aliado – 1808-1811 – Coronel Jorge Pereira de Carvalho.
XX – O Desastre da Ponte das Barcas – Professor Doutor Aníbal José Barreira.
XXI – A Batalha do Porto, de 12 de Maio de 1809 – Professor Charles Esdaile;
XXII – Os Injustiçados das Invasões – Professor Doutor Aurélio Araújo de Oliveira;
XXIII – A Resistência do Clero Nortenho às Invasões Francesas – Professor Doutor João Francisco Marques;
XXIV – A Lenda negra de Napoleão: Panfletos Antinapoleónicos em Portugal – Professor Doutor António Pedro Valente;
XXV – Entre a história e a ficção: Representações do Porto ao Tempo das Invasões francesas em narrativas portuguesas e Britânicas – Professora Doutora Gabriela Gândara;
XXVI – O General Bernardim Freire de Andrade: De Governador de Armas do Porto a vítima da Revolta das Populações – Professor Doutor António Pedro Vicente;
XXVII – Ei-lo! Breve resenha biográfica e Genealógica sobre o Conde de Amarante – Maria Adelaide Cardoso de Menezes Moraes.
Volume IV
XXVIII – A acção do General Manuel Jorge Gomes de Sepúlveda e a Junta de Bragança – Professor Doutor António Pedro Vicente;
XXIX – D. António de S. José de Castro: Dever e Fidelidade nas, e para além das, circunstâncias – Professor Doutor Pedro Vilas Boas Tavares;
XXX – Sir Arthur Wellesley, Duque de Wellington: Uma breve biografia – Professor Charles Esdaile;
XXXI – Lorde Beresford – Professor Malyn Newitt;
XXXII – Breve biografia de Junot – Professor Jean Tulard;
XXXIII – O Marechal Jean de Dieu Soult, Duque da Dalmácia (1769-1851) – Professora Nicole Gotteri;
XXXIV – Ecos da Invasão do Porto na Imprensa de Lisboa – Doutor Mário Matos e Lemos;
XXXV – A memória e a ficção da Segunda Invasão Francesa – Professora Doutora Maria de Fátima Marinho;
XXXVI – Os portugueses na Guerra Peninsular: do Porto ao termo do Império Napoleónico – Professor Doutor Luís Oliveira Ramos;
XXXVII – Las «Invasiones Francesas» en perspectiva española – Professora Elena Hernández Sandoica.
Parque Paraque Tequero: Guia Sentimental de Maria Simão [Coord.]. Pedra da Lua. Almoçageme, 2006. 149. E.
O que têm em comum um livro, um rebanho de cabras e incêndios florestais? A resposta está no Parque Natural de Sintra-Cascais, onde começa a germinar um projecto para a utilização de cabras para a prevenção de fogos. O livro entra como um pontapé de saída. Aproveitando a celebração dos 25 anos do parque natural – que nasceu em 1981 inicialmente como “área de paisagem protegida” -, a editora Pedra da Lua recolheu 25 depoimentos de pessoas com alguma ligação à região. A lista inclui ex-governantes, autarcas, moradores, trabalhadores, investigadores. Cada um conta como é a sua relação com a serra de Sintra.
«Vamos partir do Largo de St.º António, junto ao monumento em mármore, erguido no alto de 11 degraus sobre uma peanha que tem gravado:
«A Imaculada Conceição, as mulheres de Viana do Castelo.
Ano Mariano de 1954».
Pedro Álvares Cabral e a Sua Época de Thomaz de Mello. Comissão Executiva das Comissões do V Centenário do Nascimento de Pedro Álvares Cabral. Lisboa, 1968. B.
A exposição «Pedro Alvares Cabral e a sua época» quis recordar, memorar singelamente homens e vidas de muito preço, dignidade e permanente louvor. Afinal, aqueles em que poder não teve a morte.
Crónicas do Porto de Gomes Fernandes. Edições ASA. 2001. 94 págs. B. Il.
“Os tempos e as circunstâncias diversas que assinalaram a produção destes textos reclamam mais os momentos das observações que os ditaram do que a preocupação de os transmitir ao juízo avaliativo de quem os viesse a ler. O atrevimento está mesmo no gesto de os compilar para publicação, com o óbvio risco que daí deriva.”
Guia Histórico do Viajante em Coimbra e Arredores de Augusto Mendes Simões de Castro. Imprensa da Universidade. Coimbra, 1867, 254 págs. E
Encadernação cansada e com uma falhas como é possível ver nas fotografias. Pequenos sublinhados a lápis. Encadernação com lombada em pele com gravada ferros a ouro. Ilustrado em separado com 5 gravuras. Primeira edição.
Curioso e raro guia turístico da região de Coimbra, ilustrado com 5 estampas à parte. Descreve Condeixa, Lorvão, Mealhada, Luso, Bussaco, Montemor-o-Velho e Figueira.
Um livro sobre Lisboa, de Lisboa, que retrata as suas gentes, gostos e aspirações, é mais que motivo para receber o apoio do Banco Totta & Açores, instituição desde sempre ligada à comunidade alfacinha. As ligações do Totta à cidade sempre foram uma realidade, não só no apoio à rentabilização das poupanças dos seus habitantes como também na viabilização de projectos que têm colaborado para o aumento da qualidade de vida de todos. Da arquitectura às belas artes, passando pelo apoio ao consumo, é a nossa maneira de colaborar no desenvolvimento da cidade.
Tipos e Factos da Lisboa do Meu Tempo (1900-1974) de Calderon Dinis. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1986, 300 págs. E.
Belíssimo repositório de fotografias e inúmeros desenhos a negro e a cores, acompanhados de elucidativos textos alusivos, incidindo especialmente na fixação de imagens dos tipos de vendedores populares e outras figuras típicas que o tempo se encarregou de fazer desaparecer das históricas ruas de Lisboa, dos quiosques, do típico Bairro Alto, dos concertos musicais, etc.
A Saúde pela Chamusca, através dos tempos” é um trabalho que contém, para além de considerandos introdutórios sobre a sua “geografia” e a sua “documentação arqueológica” também referéncias à “medicina dos primeiros tempos do Pais” e “da ignorància à realidade por entre preocupações e sobressaltos” como ainda a “saúde que foi sendo possivel” e terminando…
Áreas de Importância Natural da Região do Porto: Memória para o Futuro de Nuno Gomes Oliveira. Parque Biológico de Gaia. Gaia, 2008, 129 págs. E.
Sendo “mais um” livro, não é um livro qualquer, não só pelo seu conteúdo mas também porque o seu autor é o Nuno Gomes Oliveira. Comecemos pelo conteúdo. Apraz registar, como Presidente da Câmara de Gaia, o levantamento (admito) exaustivo que esta obra faz das áreas naturais e espaços verdes existentes na região do Porto.
E a satisfação é maior porque verifico que Gaia aparece indiscutivelmente na liderança de “ranking” ambiental. O Parque Biológico de Gaia, o Parque Municipal da Lavandeira, o Parque das Dunas da Aguda, o Refúgio Ornitológico do Cabedelo, a Serra de Canelas, são áreas e espaços que importa proteger e preservar.
Muito ilustrado. Ilustrado com numerosas reproduções de documentos, desenhos de José Eduardo Gama e Rui Reis (Engenheiros Associados), e com fotografias de Luís Ferreira Alves, Manuel Cabral, Rui Reis, António Carvalho (Valente), Queirós de Faria, Ruy Esteves, Henrique Ruas e António Pinto. Contém apensos resumos das matérias em estudo em Língua Inglesa e Francesa. Monografia de vulgarização histórica consagrada à análise circunstanciada das obras de restauro do Palácio da Relação e Cadeia do Porto, descrito nas suas vertentes histórica, arquitectónica e urbanística, e de grande interesse para o estudo da criminalidade e do sistema prisional português no século XIX. Contém numerosos pormenores técnicos, detalhes cronológicos sobre as múltiplas intervenções, referência constante às fontes utilizadas, várias transcrições de documentos de época, material iconográfico e descrição de episódios acerca do quotidiano no edifício.
Este volume, intitulado Roteiros de Portugal, reedita basicamente o texto e desenhos que constituíam os cinco cadernos publicados em 1993, com o mesmo título, como suplemento do jornal Expresso. No entanto, desaparecido o condicionalismo de espaço próprio duma publicação com características jornalísticas, algumas modificações, melhor, acrescentos, foram introduzidos no livro que agora se publica. Duma…
Esta obra organiza-se em 10 volumes. A divisão do território em zonas não adoptou a tradicional divisão administrativa (em concelhos e distritos) ou a das regiões
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