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  • O Tempo e o Vento: Continente de Erico Veríssimo

    Tempo e o Vento: Continente, O

    Erico Veríssimo

    6,00 

    O Tempo e o Vento: Continente de Erico Veríssimo.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 669 págs. B.

    O primeiro volume de “O Continente” abre a trilogia “O Tempo e o Vento”. Erico Veríssimo mergulha no passado do Rio Grande do Sul e do Brasil em busca das raízes do presente. O país vive um momento de redescoberta de si e de redefinição de caminhos, com o fim do Estado Novo e da Segunda Guerra Mundial, e o começo da Guerra Fria. Essa é a moldura para sua visão vertiginosa da violência e das paixões na definição da fronteira e nas guerras civis de seu estado natal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Teles de Albergaria de Carlos Malheiro Dias

    Teles de Albergaria, Os

    Carlos Malheiro Dias

    6,00 

    Os Teles de Albergaria de Carlos Malheiro Dias.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1986, 330 págs. E.

    O romance Os Teles de Albergaria (1901) cria o ambiente da província beata e preconceituosa, ainda completamente dominada por uma Igreja fanática e miguelista. Destaca-se a figura de João de Albergaria, em constante oposição com o meio, que acaba morrendo, totalmente desenganado com a República que se avizinha. Os comentários políticos acentuam o momento de desprestigio que é vivido no país, marcado sobretudo pela humilhação do Ultimatum inglês. Libertando-se aos poucos dos espartilhos ortodoxamente naturalistas, Malheiro Dias consegue recriar o mundo limitado e limitador dos últimos anos do século XIX em Portugal, focalizado por uma determinada classe sociopolítica. É talvez neste romance que melhor se vislumbra o autor, escondido numa das suas múltiplas máscaras.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Saudades do Mar

    Saudades do Mar

    Pires de Matos

    10,00 

    Saudades do Mar de Pires de Matos.
    Livraria Portugália. Lisboa, 1928, 224 págs. B.

    No céu havia nuvens esbranquiçadas e compridas, tomando por vezes formas fantásticas de querenas repousando á superfície da agua e de rostos disformes de duendes, que povoam contos de maravilhas e escuridões trágicas de terror; no ar leves aragens, leves e vibráteis, parecendo ondas que de intervalo a intervalo se propagam, tal como nas faces de velhos impenetráveis, aparecem de ora em quando ligeiros e logo apagados tremores de músculos, revelando emoções mais sentidas e que mais profundamente se lhes entrechocam no intimo; no mar dum azul muito carregado, ondas balouçando-se com preguiça, a um tempo languidas e meigas, abrindo-se para se ofertarem num desprendimento suave de coleras!…

    📝 Assinatura de posse.

  • Quando os Lobos UivamQuando os Lobos Uivam

    Quando os Lobos Uivam

    Aquilino Ribeiro

    6,00 

    Quando os Lobos Uivam de Aquilino Ribeiro.
    Bertrand Editora. Amadora, 1979, 410 págs. B.

    Serra dos Milhafres, finais dos anos 40, o Estado Novo resolve impor aos beirões uma nove lei: Os terrenos baldios que sempre tinham sido utilizados para bem comunitário e onde essa comunidade retirava parte vital do seu sustento, seriam agora “expropriados” e esses terrenos utilizados para plantar pinheiros. Assim, sem mais nem menos, o Estado chega e diz que, a partir daquele momento, acabou. Implanta-se um clima de medo nas gentes e é esse clima que Manuel Louvadeus, que havia emigrado para o Brasil anos antes, vem encontrar quando regressa à aldeia. Homem vivido e culto devido, segundo o próprio, aos muitos livros que por lá havia lido, Manuel tem uma visão para os dois lados e um sentido de justiça que rapidamente o fazem cair nas boas graças das gentes do povo. Toma então parte da sua gente, homens honestos e humildes que trabalham de Sol a Sol mas que não deixam de viver em condições miseráveis. A revolta acaba por suceder e entre mortos e feridos tudo acaba numa caçada aos homens por parte da polícia que leva muitos homens à prisão acusados de serem instigadores e cérebros da revolta. O Estado mostra então todo o seu esplendoroso poder. Aqui representado está a saga dos beirões na defesa dos terrenos baldios perante a ditadura do Estado Novo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Primeiro Negócio, O

    Primeiro Negócio, O

    Tomaz Ribas

    7,50 

    O Primeiro Negócio de Tomaz Ribas.
    Editorial Organizações. Lisboa, s.d, 47 págs. B.

    Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Porto Manso de Alves Redol

    Porto Manso

    Alves Redol

    7,00 

    Porto Manso de Alves Redol.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d.,

    Porto Manso é a abalada para o Norte. Já se inferira da obra anterior que regiões diferentes implicavam regimes diferentes de propriedade, logo mentalidades diversas. Alves Redol parte para o Douro, estagia largamente no Pinhão, faz percursos de rabelo, rio abaixo rio acima toma parte nas lides, aprofunda o viver das gentes, torna-se no duriense que precisava também de ser para nos dar Porto Manso […].

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os da Minha Rua

    Os da Minha Rua

    Ondjaki

    6,00 

    Os da Minha Rua de Ondjaki.
    Editorial Caminho. Lisboa, 2007, 124 págs. B.

    Há espaços que são sempre nossos. E quem os habita, habita também em nós. Falamos da nossa rua, desse lugar que nos acompanha pela vida. A rua como espaço de descoberta, alegria, tristeza e amizade. Os da Minha Rua tem nas suas páginas tudo isso.

    Como num filme, sempre me acontecia isso: eu olhava as coisas e imaginava uma música triste; depois quase conseguia ver os espaços vazios encherem-se de pessoas que fizeram parte da minha infância. De repente um jogo de futebol podia iniciar ali, a bola e tudo em câmara lenta, um dia eu vou a um médico porque eu devo ter esse problema de sempre imaginar as coisas em câmara lenta e ter vergonha de me dar uma vontade de lágrimas ali ao pé dos meus amigos.
    A escola enchia-se de crianças e até de professores, pessoas que tinham sido da minha segunda classe, da terceira…
    Quando alguém me tocava no ombro, as imagens todas desapareciam, o mundo ganhava cores reais, sons fortes e a poeira também.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo e outras peças de Ricardo Neves-NevesMary Poppins

    Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo e outras peças

    Ricardo Neves-Neves

    7,00 

    Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo e outras peças de Ricardo Neves-Neves.
    Cotovia. Lisboa, 2014, 137 págs. B.

    Ricardo Neves-Neves (1985), licenciado em Teatro-Actores e especialista em Estudos de Teatro, é fundador e director artístico do Teatro do Eléctrico, onde escreve e encena. Trabalhou textos de autores clássicos e contemporâneos, teve peças encenadas por diversos nomes e integrou co-produções internacionais. Publicado por várias editoras, está traduzido em múltiplas línguas e leccionou em várias escolas de teatro, colaborando com numerosas companhias e instituições.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • História Trágico-Marítima

    História Trágico-Marítima

    Bernardo Gomes de Brito

    6,00 

     História Trágico-Marítima de Bernardo Gomes de Brito.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 317 págs. E. Il

    Compiladas no século XVIII, por Bernardo Gomes de Brito, este livro traz relatos verídicos de alguns dos mais terríveis naufrágios sofridos por naus portuguesas – sobretudo as da “Carreira das Indias” – com a descrição dos sofrimentos de seus sobreviventes em terra. Cada relato foi escrito diretamente por um dos sobreviventes do naufrágio, e em todos eles estão presentes a ambição desmedida, a corrupção, o sofrimento e a morte, de braços dados com as glórias, que mais frequentemente são lembradas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eduarda

    Eduarda

    João Gaspar Simões

    7,50 

    Eduarda de João Gaspar Simões.
    Editorial Organizações. Lisboa, s.d., 47 págs. B.

    Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um Conto por um Real…Conto um Real de Francisco Hipólito Raposo

    Um Conto por um Real…

    Francisco Hipólito Raposo

    7,00 

    Um Conto por um Real… de Francisco Hipólito Raposo.
    Texto Editora. Lisboa, 1988, 302 págs. B.

    O autor de Um Conto por Um Real é um artista multifacetado, com carreira no cinema, ilustração, humor gráfico, artes plásticas e publicidade. Colaborou como jornalista especializado, crítico gastronómico e consultor de coleccionismo. Publicou roteiros e gui­as, participou em programas de rádio e televisão e é estudioso e coleccionador de arte portuguesa. Profundo conhecedor do país, apresenta agora a sua primeira obra de ficção.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • A Chave de Salomão de José Rodrigues dos SantosChave de Salomão

    Chave de Salomão, A

    José Rodrigues dos Santos

    7,50 

    A Chave de Salomão de José Rodrigues dos Santos.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2014, 622 págs. B.

    O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória.

    The Key: Tomás Noronha

    A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência.
    Ou morrer a tentar.
    Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas.

    Será que a alma existe?
    O que acontece quando morremos?
    O que é a realidade?

    Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Casa Grande de Romarigães de Aquilino Ribeiro

    Casa Grande de Romarigães, A

    Aquilino Ribeiro

    6,00 

    A Casa Grande de Romarigães de Aquilino Ribeiro.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1980, 438 págs. B.

    Quando deu início à escrita de A Casa Grande de Romarigães, Aquilino Ribeiro adiantou que não era sua ambição escrever um romance, mas uma monografia ou uma história romanceada. Felizmente, esse seu propósito inicial gorou-se e o que nos proporcionou foi um dos livros mais marcantes da literatura portuguesa do século XX e um dos romances históricos mais notáveis da europeia. A narrativa constrói-se a partir de manuscritos encontrados no restauro da casa que foi solar dos Meneses e Montenegros e conta-nos a história das sucessivas gerações que, para o bem e para o mal, a habitaram. Uma trama ficcional que começa no tempo dos Filipes, mas que se estende por inúmeros momentos marcantes da nossa História, nomeadamente a Guerra da Independência, as Invasões Francesas e a Guerra dos Dois Irmãos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Vestido de LantejoulasVestido de Lantejoulas

    Vestido de Lantejoulas

    Rita Ferro

    7,50 

    Vestido de Lantejoulas de Rita Ferro.
    Contexto Editora. Lisboa, 1991, 231 págs. B.

    Romance de sátira a um determinado grupo social, frívolo e patético, que faz gala da ignorância e inverte as prioridades da vida. Maria da Fé é uma mulher do povo que trabalha a dias numa casa rica, e cuja alegria, em contraste com as neuroses da patroa, sobrevive a todas as adversidades.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Tempo nas Palavras

    Tempo nas Palavras

    António Alçada Baptista

    7,50 

    Tempo nas Palavras: Chronicas e Outros Escriptos de Circunstância de António Alçada Baptista
    Moraes Editores. Lisboa, 1973, 234 págs. B.

    Desde 1970 que António Alçada Baptista escreve crónicas com uma certa regularidade. Anteriormente escrevia artigos em que tentava aproximar-se de coisas profundas, como era típico da adolescência do seu tempo, e que estavam de acordo com aquilo que, então, era considerado “cultura”. Mas a verdade é que não era fácil sentir a leveza do mundo num país sem liberdade e numa cabeça cheia de inquietações. Foi através das crónicas que Alçada Baptista encontrou o seu estilo, que hoje achamos tão característico da sua pessoa: a crónica representou a maneira mais natural de se comunicar com o resto do mundo, desdramatizada, simples e eficaz. O autor conseguiu aliar uma visão muito suis generis do mundo com a maneira de comunicar mais funcional para o exprimir. O resultado são mais de trinta anos de crónicas em texto fluído, natural e dotado de uma ironia muito peculiar, e de romances que não representam excepção à regra. Este livro resulta numa colectânea, que podemos considerar como uma breve amostragem do cronista, das crónicas escritas para o jornal A Capital desde 14 de Março de 1972 até 23 de Abril de1974, dois dias antes da Revolução dos Cravos. Anteriormente publicada pela Morais, O Tempo nas Palavras e Outras Crónicas hoje com a chancela da Presença, encontra-se numa edição revista e aumentada, de modo a que revele o seu verdadeiro espírito de testemunho crítico de uma época conturbada e de falsa liberdade, ainda tão recente na História do nosso país.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Quando se Tem Mãe de Nuno Montemor

    Quando se Tem Mãe

    Nuno Montemor

    6,00 

    Quando se Tem Mãe de Nuno Montemor.
    União Gráfica. Braga, 1958, 235 págs. B.

    Nuno de Montemor, pseudónimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida, nasceu em Quadrazais, Sabugal. Ordenado sacerdote, foi capelão e secretário do Exército, acompanhando militares na Primeira Guerra Mundial em França, onde conheceu intelectuais como Augusto Casimiro. Ligado à cidade por laços familiares e sociais, destacou-se pelo Lactário Dr. Proença, apoiando crianças pobres. Escritor prolífico, uniu Literatura e Cristianismo, com obras traduzidas e reconhecidas internacionalmente.

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.