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  • O Segredo de Espinosa de José Rodrigues dos Santos

    Segredo de Espinosa, O

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    O Segredo de Espinosa de José Rodrigues dos Santos.
    Planeta Editora. Lisboa, 2023, 554 págs. B.

    Amesterdão, 1640.
    Um judeu é excomungado na Sinagoga Portuguesa por questionar as Sagradas Escrituras. Uma criança assiste a tudo. O pequeno Bento de Espinosa é considerado o maior prodígio da comunidade portuguesa de Amesterdão, mas o episódio planta nele a semente da dúvida: E se a Bíblia estiver mesmo errada? A suspeita irá lançar Bento na maior busca intelectual de sempre. Quem realmente escreveu os textos sagrados? Qual é a verdade sobre Deus? O que é afinal a natureza? Mas esta é uma busca proibida e depressa o jovem judeu português descobre que terá de pagar um preço terrível pelas suas perguntas. Os rabinos judeus e os pregadores cristãos perseguem-no e acusam-no do pior dos crimes: Heresia

    O Segredo de Espinosa é uma aventura extraordinária, onde acompanhamos a vida de Bento de Espinosa, o maior filósofo português, e a sua busca proibida e perigosa por respostas. E se a Bíblia estiver mesmo errada? O que é a natureza? Quem escreveu os textos sagrados? Estas respostas têm um preço elevado. Acusado de heresia, expulso da Sinagoga Portuguesa em Amesterdão, Bento de Espinosa é perseguido até ao fim dos seus dias.

    Novo romance de José Rodrigues dos Santos, o escritor favorito dos portugueses. Inspirando-se na vida de Bento de Espinosa, considerado o maior filósofo português de sempre, e o inventor do mundo moderno. Uma aventura épica em busca de um segredo…

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  • Pé Esquerdo de João Miguel Fernandes Jorge

    Pé Esquerdo

    João Miguel Fernandes Jorge

    6,00 

    Pé Esquerdo de João Miguel Fernandes Jorge.
    Relógio d’Água. Lisboa, 1998, 174 págs. B.

    «A princípio notei qualquer coisa no seu modo de andar, mas não percebi o que era. Havia um defeito qualquer. Então percebi que os seus pés não sincronizavam exactamente. Havia um pequeníssimo intervalo entre o acompanhamento do pé esquerdo e o peso da marcha que sustentava o equilíbrio possível do outro pé, o direito. Mas sou um ignorante nestas coisas do andar e o que me desconcertava bem poderia ser um simples efeito da grande quantidade de whisky que bebera naquela noite (…)

     

    Também poderia muito bem ser pura fantasia minha. Como poderei correctamente dizer? Que havia um tanto falta de emoção no seu andar e, em contrapartida, um inusitado vigor».

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  • O Jardim dos Animais com Alma de José Rodrigues dos Santos

    Jardim dos Animais com Alma, O

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    O Jardim dos Animais com Alma de José Rodrigues dos Santos.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2021, 501 págs. B.

    O cadáver de um etólogo aparece num tanque do Oceanário. Pistas comprometedoras são descobertas na posse da sua colaboradora Maria Flor. A Judiciária decide prendê-la. Só uma pessoa a pode ajudar: Tomás Noronha.

    Para ilibar a mulher, Tomás terá de encontrar o verdadeiro autor do crime. Isso implica compreender o trabalho secreto da vítima. E decifrar uma misteriosa pintura esotérica de Hieronymus Bosch. No fim do caminho está um dos mais maravilhosos segredos da natureza.

    A inteligência, a emoção e a consciência animal.

    Quem é o verdadeiro assassino? Porque foi morta a vítima? Qual a relação entre o homicídio e a pintura mística de Bosch? E, sobretudo, que ligação existe entre o crime e o genocídio que os seres humanos lançaram contra a vida no nosso planeta?

    Quem são as verdadeiras bestas? Nós ou os animais?

    Com O Jardim dos Animais com Alma, o escritor favorito dos portugueses está de volta com uma aventura que coloca o Homem diante da natureza e nos mostra quão bestas são os humanos e quão humanas são as bestas.

    Baseando-se na pesquisa científica mais avançada, José Rodrigues dos Santos revela-nos as grandes descobertas recentes sobre os animais e confronta-nos com a sua verdadeira natureza.

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  • Imortal de José Rodrigues dos Santos

    Imortal

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    Imortal de José Rodrigues dos Santos.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2019, 510 págs. B.

    Um cientista chinês anuncia de surpresa o nascimento de dois bebés geneticamente modificados. Logo a seguir é raptado. A imprensa internacional interroga-se, os serviços secretos mexem-se.

    Tomás Noronha é interpelado em Lisboa por um desconhecido. Pertence à agência americana de tecnologia, DARPA, e revela-lhe um projeto secreto inspirado no Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci.

    De repente, o apartamento onde ambos se encontram explode e o metro para onde fogem sofre uma colisão mortífera. O mundo parece enlouquecer e Tomás torna-se testemunha do maior acontecimento da história da humanidade.

    Transcendência.

    A nova aventura do grande herói das modernas letras portuguesas mostra-nos o momento em que a máquina supera o homem. A Singularidade.

    Estará a humanidade à beira do fim?
    Ou perante um novo início?

    Baseado na pesquisa científica mais avançada, José Rodrigues dos Santos mostra-nos como a ciência está perto do seu maior feito: acabar com a morte.

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  • Filha da Louca de Maria Francisca Gama

    Filha da Louca

    Maria Francisca Gama

    7,00 

    Filha da Louca de Maria Francisca Gama
    Suma das Letras. Lisboa, 2025, 222 págs. B.

    Esta é a história de uma família: de um pai e marido que não sabia ser melhor, de uma filha que se esforçava por cumprir todos os papéis e de uma mãe e mulher que, aos olhos de todos, era louca.
    Matilde viveu com os pais, Clara e António, até aos 18 anos, altura em que a mãe morreu. Sete anos depois, vê-se órfã, agora, também sem pai. E é então, dois dias depois da mudança abrupta – a solidão, a perda de referências, o silêncio e o vazio da casa -, que Matilde descobre algo que muda, irremediavelmente, a sua vida.

    Uma narrativa comovente sobre como a infância e a adolescência se entranham em nós, sobre o peso do passado e da família, e como a morte de quem nos antecede cria um misto de vazio e liberdade. Filha da Louca é, acima de tudo, um romance sobre como julgamos os outros e os diminuímos a rótulos, sem sabermos quem são ou do que precisam.

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  • Emigrantes de Ferreira de Castro

    Emigrantes

    Ferreira de Castro

    5,00 

    Emigrantes de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 304 págs. B.

    Uma obra prima do realismo social, Ferreira de Castro narra a desventura de um emigrante português, analfabeto de Oliveira de Azeméis, que se endivida para partir para o Brasil. As promessas brasileiras nunca se concretizam, é explorado e chega a envolver-se vagamente em movimentos políticos.

    📖 Exemplar por abrir

  • A Corja de Camilo Castelo Branco

    Corja, A

    Camilo Castelo Branco

    5,00 

    A Corja de Camilo Castelo Branco.
    Lello & Irmão Editores. Porto, s.d., 314 págs. E.

    Onde se assiste à ascensão social da família Macário – e se vê que, pela sordidez dos sentimentos e pela ignorância crassa que o distingue, o grupo social em que essa família ingressa é aquilo a que com inteira propriedade se pode chamar A Corja.

    Uma obra cruelmente sarcástica onde Camilo parece comprazer-se em tirar, com o seu talento, vingança da burguesia para quem escreve, atirando-lhe à cara a verdade num vómito de desespero.

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  • Constança de Isabel Machado

    Constança

    Isabel Machado

    7,00 

    Constança de Isabel Machado.
    Manuscrito Editora. Abril, 2022, 334 págs. B. Il.

    Uma história sobre esperança e traição. A outra verdade sobre o romance de Pedro e Inês. 1336. A Península Ibérica está a ferro e fogo. A bela Constança, rainha de Castela, é repudiada pelo marido, Afonso XI, e o desejo de vingança do pai da jovem soberana leva-o a celebrar uma aliança com o rei de Portugal: a filha casará com o herdeiro do trono português, o infante D. Pedro. Constança, inteligente, devota e sofredora, anseia há muito por um destino ao lado do príncipe. Não imagina, porém, que, na sua vida recheada de infortúnios, a maior tragédia está ainda por acontecer, nem que a traição irá partir daqueles que mais ama e em quem mais confia: Pedro, o seu impetuoso marido, e Inês, a sua aia, amiga e confidente. Baseado numa investigação rigorosa e retratando de forma sublime uma época de grandes convulsões políticas, Constança é um romance de leitura compulsiva que nos dá a conhecer a protagonista involuntária, e esquecida pela memória colectiva, do grande mito romântico da História de Portugal.

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  • Colina de Cristal, A

    Colina de Cristal, A

    Baptista-Bastos

    5,00 

    A Colina de Cristal de Baptista-Bastos.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 190 págs. E.

    “(…) Em A Colina de Cristal perpassam, lúcida e corajosamente, alguns sinais do consequente e inalterável combate do próprio Narrador: ou da solidariedade não regateada, ou da amizade permanentemente renovada, o da denúncia da realidade (humana, social ou política) que o correr dos anos altera, mas cujos indícios persistem nos lugares, ruas e estradas de um mesmo sentido desencanto ou indiferença”. Serafim Ferreira, In: Revista Colóquio/Letras. Recensões Críticas, n.º 101, Jan. 1988, p. 120.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Amores Imperfeitos de Helena Sacadura Cabral

    Amores Imperfeitos

    Helena Sacadura Cabral

    7,50 

    Amores Imperfeitos de Helena Sacadura Cabral.
    Clube do Autor. Lisboa, 2021, 206 págs. B.

    Amores Imperfeitos reúne mais de cinquenta pequenas histórias, que atravessam várias épocas e lugares, contextos distintos e inúmeras vidas. Muitas foram inspiradas na vida real mas a grande maioria são resultado da imaginação e da criatividade da autora. É a sua obra mais original e surpreendente até ao momento e revela o seu enorme talento narrativo.

    Depois de presentear os leitores com algumas das suas vivências e memórias, com pequenas biografias e com títulos dedicados aos temas que marcam a nossa sociedade, Helena Sacadura Cabral regressa agora às livrarias nacionais com um trabalho inesperado e versátil, assente em pequenas ficções.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Alfageme de Santarém

    Alfageme de Santarém

    Almeida Garrett

    5,00 

    Alfageme de Santarém de Almeida Garrett.
    Lello 6 Irmão. Porto, 250 págs. E.
    Lusitânia

    Drama histórico em cinco atos, de Almeida Garrett, cuja ação se desenrola em Santarém, tendo como pano de fundo a crise política de 1383-1385.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Minha Casa Meu Coração de Margarida Rebelo Pinto

    Minha Casa Meu Coração, A

    Margarida Rebelo Pinto

    7,50 

    A Minha Casa Meu Coração de Margarida Rebelo Pinto.
    Clube do Autor. Lisboa, 2010, 253 págs. Dura.

    amor está antes e depois de tudo, porque há sempre uma nova forma de o viver. O amor está em cada gesto que fazemos, tem as cores da amizade, da devoção, da maternidade, da família ,do trabalho, da casa, da vida de todos os dias.

    📕 1ª Edição.
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memória das Palavras, A

    Memória das Palavras, A

    José Gomes Ferreira

    7,00 

    A Memória das Palavras: ou o Gosto de Falar de Mim de José Gomes Ferreira.
    Portugália Editora. Lisboa, 1972, 318 págs. B.

    Livro de memórias autobiográfico, de grande originalidade, com interesse para a história política e literária de Portugal: “assiste-se efectivamente à ressurreição do período que prepara, acompanha e no qual se desmorona a 1ª República (democrática), ao aparecimento dos totalitarismos, à guerra civil de Espanha, ao grande conflito mundial de 1939-1945”.

    📝 Assinatura de posse.

  • Medo: Trabalho Poético 1974-1990 de Al Berto

    Medo: Trabalho Poético 1974-1990

    Al Berto

    30,00 

    Medo: Trabalho Poético 1974-1990 de Al Berto.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 587 págs. E.

    “O Medo” reúne toda a obra poética de Al Berto escrita entre 1974 e 1990. O título foi publicado originalmente no ano de 1987, livro distinguido em 1988 com o Prémio PEN – Clube de Poesia, contando esta nova edição com novos poemas datados de 1989.

     

    Nas primeiras obras poéticas, Al Berto seguiu de perto a linha surrealista, especialmente a que emana de Herberto Hélder. Posteriormente, funde a poesia na prosa, criando uma espécie de deambulações fragmentárias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Sereia de Camilo Castelo Branco

    Sereia, A

    Camilo Castelo Branco

    5,00 

    A Sereia de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1968, 277 págs. B.
    Obras de Camilo Castelo Branco | 73

    Neste eterno clássico da literatura portuguesa, A Sereia, Camilo elege duas realidades antagónicas: o amor e o conflito, que sincronamente convivem através da narrativa intensa, apaixonada e apaixonante, tão característica do autor.

    📌 Carimbo “Oferta do Editor”

  • Pátria de Guerra Junqueiro

    Pátria

    Guerra Junqueiro

    5,00 

    Pátria de Guerra Junqueiro.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 159 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América | 404

    De todas as obras escritas por Guerra Junqueiro, a Pátria é sem dúvida aquela que maior impacto teve no seu tempo e a que, ainda hoje, decorrido mais de um século sobre a sua primeira publicação, em 1896, se mantém tão viva quanto actual. No plano político e social, ressalvadas as diferenças de regime e governação e o período conturbado que provocou a queda da monarquia e a implantação da República, muitas são as semelhanças que se poderão encontrar com os dias de hoje no que respeita à forma de fazer política e conquistar o poder, ao arrepio dos interesses e do bem-estar colectivos, e à passividade com que a população mais desfavorecida acata as crescentes desigualdades sociais e económicas. Se no tempo da monarquia a situação do país era degradante e ruinosa que dizer do Portugal actual? De um país sem autêntica autonomia governativa e independência económica, subalterno perante uma União Europeia dominada pelos países ricos? Porque muito mais do que europeus, somos portugueses, a mesma pergunta de então se mantém: para onde foi a consciência da Pátria e o orgulho de ser português que Camões tanto exaltou no seu poema épico Os Lusíadas, e que Guerra Junqueiro, num outro registo lírico, igualmente reclamava?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.