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  • Memória Destruída de Rogério de Freitas

    Memória Destruída

    Rogério de Freitas

    6,00 

    Memória Destruída de Rogério de Freitas.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1976, 212 págs. E.

    Obra do escritor, pintor e jornalista lisboeta Rogério de Freitas, a propósito da qual escreve Urbano Tavares Rodrigues, que se trata de «um belo, rico, luxurioso, ao mesmo tempo singelo e complexo romance autobiográfico rousseauniano (…) Memória Destruída (recuperação do nevoento passado) chega a ser uma obra comovedora e é sempre uma obra inteligente.

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  • Livro das Maravilhas

    Livro das Maravilhas

    Maria Pinto Figueirinhas

    7,00 

    Livro das Maravilhas de Maria Pinto Figueirinhas.
    Livraria Editora Educação Nacional. Porto, s.d., 117 págs. E. Il.

    Antologia de contos infanto-juvenis da autoria de Maria Pinto Figueirinhas. Ilustrado no texto com desenhos e em extratexto com estampas a cores sobre papel couché.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Lisboa em Camisa de Gervásio Lobato

    Lisboa em Camisa

    Gervásio Lobato

    5,00 

    Lisboa em Camisa de Gervásio Lobato.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1988, 224 págs. E.

    Gervásio Lobato fez furor há mais de um século. Jornalista e romancista, o seu humor e comicidade passaram de mãos em mãos, de geração em geração. Lisboa em Camisa foi, desde a publicação em 1882, o seu mais estrondoso êxito, com inúmeras edições. E quem conhece Gervásio Lobato? Outrora um dos grandes nomes do humor português, hoje é um autor esquecido, recordado apenas por uma rua com o seu nome, em Campo de Ourique.

    Lobato capta pequenos quadros da vida quotidiana lisboeta e esmiúça comportamentos, ridiculariza-os e leva-os a um extremo em que o riso é inevitável. Tudo se passa em finais do século XIX, mas a paródia é actual: assistimos à sede de protagonismo, à mania da superioridade, a um certo cerimonialismo ou à falta dele.

    As peripécias da família Antunes, dos seus sogros Martim (sem s), da família Torres, do conselheiro com as filhas casadoiras, e do Dr. Formigal, entre outras personagens muito caricatas.

    O tema é Lisboa, uma Lisboa que o autor despe ou surpreende em camisa. Um romance que lido hoje é a actualidade apanhada em flagrante delito.

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  • Crónicas da Diáspora de Eduardo Mayone Dias

    Crónicas da Diáspora

    Eduardo Mayone Dias

    6,00 

    Crónicas da Diáspora de Eduardo Mayone Dias.
    Edições Salamandra. Lisboa, 1992, 153 págs. B.
    Garajáu | 7

    Em CRÓNICAS DA DIÁSPORA, Eduardo Mayone Dias trata, com a erudição e vivacidade de linguagem que o caracterizam, o seu tema maior: a emigração e os emigrantes.

    Tendo-se particularmente dedicado ao estudo da emigração açoriana nos Estados Unidos, inclui nesta obra crónicas sobre emigrantes de outras origens e que se dirigiram a outros destinos. E escreve-as em contacto directo com as personagens individuais que a viveram e com os locais e ambientes onde estão integrados.

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  • O Cais das Merendas de Lídia Jorge

    Cais das Merendas, O

    Lídia Jorge

    6,00 

    O Cais das Merendas de Lídia Jorge.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 250 págs. B.
    Século XX | 196

    O Cais das Merendas desenvolve-se em torno dos temas da identidade e da aculturação. Estamos perante uma narrativa poética, teatralizada, em que as personagens rurais, confrontadas com o mundo exterior, dão testemunho da sua intimidade, medos e desejos mais profundos.

    A acção desenrola-se à beira-mar, numa praia do Sul de Portugal, girando as figuras em torno de um polo central: o Hotel Alguergue. Ocupado durante a época alta por turistas de várias nacionalidades, o hotel fica completamente despovoado durante os meses de Inverno. É então que os naturais da zona, esquecidos dos seus hábitos, precisam de se embriagar para voltarem a usar a sua língua materna e recitarem em voz alta as histórias tradicionais do seu país.

    Figuras como Rosarinho, Pai Patroços, Miss Laura ou Sebastião Guerreiro, que vemos desfilar durante esses parties interpretam a hesitação de uma comunidade dividida entre o desejo de se modernizar e o de manter o que de si mesma entende por próprio e genuíno.

    «No momento em que Portugal abandonava as últimas ilusões épicas e o mundo nos descobria como paraíso turístico, Lídia Jorge, cronista minuciosa e irónica da metamorfose do nosso secular cais das merendas, em vitrina cosmopolita, inventou-nos uma singular epopeia» segundo Eduardo Lourenço.

    📕 2ª Edição.
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  • Ana Terra de Erico Veríssimo

    Ana Terra

    Erico Veríssimo

    3,50 

    Ana Terra de Erico Veríssimo.
    Editores Associados. Lisboa, s.d., 203 págs. B.
    Livros Unibolso | 82

    No século XVIII, a família Terra – pai, mãe e filhos – vivem numa estância erma do interior. O seu dia a dia é duro, penoso: tira o sustento da colheita, calcula a passagem do tempo observando a natureza, enfrenta ameaças de saque e pilhagem. Um dia uma das filhas do estancieiro, a adolescente Ana, encontra, à beira de um regato, um mestiço ferido. É o enigmático Pedro Missioneiro, indiático, bravio, e dono de uma cultura sofisticada em letras, histórias e artes musicais. Acolhido pela família, no início Ana tem aversão a Pedro, mas a repulsa é apenas o prelúdio da paixão que tomará conta da menina, provocando a ira e desejos de vingança nos irmãos e no pai. No meio desses sentimentos primitivos e dominadores, uma fronteira se desenha, uma nação e um povo se formam.

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  • Vidadupla de Sérgio Godinho

    Vidadupla

    Sérgio Godinho

    7,50 

    Vidadupla de Sérgio Godinho.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2014, 106 págs. B.

    O que esconde e o que revela um velho lençol puído sobre a intimidade de uma mulher? Como se prova a inocência quando um álibi incrimina? O que significa a morte na vida de um carrasco, e o que significa a vida no dia da sua morte? Para onde rolam as bicicletas e caminha a história das duas operárias? O que leva um homem a deixar a sua casa, noite após noite, para dormir na rua?

    Estas são algumas questões propostas pelas histórias de Vidadupla: um extraordinário mosaico – poético e operático -, em que as figuras se desdobram de pessoas comuns em fantasiosas personagens (e vice-versa), que cumprem um singular destino através do papel que lhes coube no circo da vida.

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  • Estocolmo

    Estocolmo

    Sérgio Godinho

    7,50 

    Estocolmo de Sérgio Godinho.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2018, 158 págs. B.

    Quando Vicente responde ao anúncio de um quarto para alugar, descobre que a senhoria é Diana Albuquerque, a célebre pivô do telejornal das oito. A estupefação inicial do estudante – assim que ela lhe abre a porta – rapidamente se transforma numa forte atração mútua. Diana tem o dobro da idade de Vicente, mas é bela, sensual e respira aquela serena autoridade que conquista o espectador mais renitente. Vicente muda-se para casa de Diana, ocupando o quarto no sótão; e Diana ocupa-lhe a cama. Mas não é apenas a mulher complexa e carente que depressa mostra ser; fazendo jus ao nome, Diana é também uma predadora.
    E, uma manhã, Vicente acorda para a estranha realidade de estar trancado no seu novo quarto. É vítima de sequestro, mas está apaixonado pela sua sequestradora. Finalmente, a entrada em cena da mãe de Diana – tão bela quanto a filha – vai mudar tudo.

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  • Coração Mais Que é Perfeito de Sérgio Godinho

    Coração Mais Que é Perfeito

    Sérgio Godinho

    7,50 

    Coração Mais Que é Perfeito de Sérgio Godinho.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2016, 246 págs. B.

    Depois de Vidadupla, que reúne um conjunto de contos, a Quetzal publica o primeiro romance do popular cantor e compositor, agudo cronista e bardo dos últimos quarenta anos portugueses. Os insondáveis e pedregosos caminhos do coração, amores imperfeitos que se sublimam até à perfeição e pureza do diamante.

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  • Bairro Sem Saída de Fernando Ribeiro2025/12/1000081332.jpg

    Bairro Sem Saída

    Fernando Ribeiro

    7,50 

    Bairro Sem Saída de Fernando Ribeiro.
    Suma de Letras. Lisboa, 2021, 205 págs. B.

    A acção situa-se no Bairro mais clandestino da Europa durante os anos 70 e 80: a Brandoa e é narrada por Rogério Paulo, nascido durante o terramoto de 28 de Fevereiro de 1969.

    O narrador cresce marcado pela morte do seu primo Fernando dois dias antes de nascer, acompanhado pelas personagens fantásticas do Bairro sem Saída: o seu amigo e Mário, diabético que vai desaparecendo; a cigana Zíngara e suas maldições; o monstruoso ser de duas cabeças que lhe ensombra a infância; a Noiva de Branco, que se atira da janela do quarto andar.

    Um livro com os batimentos rápidos do heavy metal e a melancolia escura do gótico, sem esquecer uma boa dose de humor, apresentando a eterna guerra entre ricos e pobres.

    Este é o primeiro romance de Fernando Ribeiro, que aqui apresenta a sua outra voz, tão forte e ousada como na sua banda, mas, agora, traduzida nas palavras de um livro que grita, emociona, entretém e encanta.

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  • Os Lusíadas de Luís de Camões

    Lusíadas, Os

    Luís de Camões

    7,50 

    Os Lusíadas de Luís de Camões.
    Ediclube. Lisboa, 1990, 2 vols. E.

    A ação central da obra é a viagem de Vasco da Gama para a Índia. Dela se serve o poeta para nos oferecer a visão épica de toda a História de Portugal até à sua época, ora sendo ele o narrador, ora transferindo essa tarefa para figuras da viagem. Para outras figuras – as míticas – transfere os discursos que projetam a ação no futuro em forma profética.

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  • Lugar ao Sol de Erico Veríssimo

    Lugar ao Sol

    Erico Veríssimo

    6,00 

    Lugar ao Sol de Erico Veríssimo.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 350 págs. B.

    Um lugar ao sol é um romance escrito por Érico Veríssimo e publicado em 1936. A obra reúne vários personagens presentes em seu livro anterior, Musica ao longe, como Clarissa, Vasco, Amaro, Fernanda e Noel. Narra seus sonhos, suas lutas e suas frustações, e critica as tradições políticas do interior do Rio Grande do Sul.

    Sobre o livro, disse o próprio autor: “Considero o elenco humano que povoa este livro o melhor de toda a minha obra, com exceção talvez de O Tempo e o Vento. Escrevi sobre essa gente com tanta afeição e interesse, com tamanha fé na sua existência, que acabei cometendo o pecadilho de todo o pai vaidoso para qual tudo quanto os filhos dizem e fazem merece ser contado ao mundo”.

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  • Suão de Antunes da Silva

    Suão

    Antunes da Silva

    6,00 

    Suão de Antunes da Silva.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 258 págs. B.

    Antes de tudo, uma bela e comovente história, SUÃO é uma obra de larga visão plástica, cheia de contrastes e feita com coragem e dignidade por um dos mais bem dotados contadores de histórias do nosso tempo.

    Já traduzido lá fora e antologiados vários trechos em livros de estudo e selectas literárias — obra que toda a juventude deveria ler, porque é um hino de amor à terra e à grei —, SUÃO continua a interessar os leitores portugueses, já que o tema abarca o drama das gentes da portentosa terra alentejana em páginas emotivas, num estilo original, aliciante, com ternura envolvente e cismáticos enlevos, em meio de um voluptuoso paganismo poético.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um Sino na Montanha de Fernando Namora

    Sino na Montanha, Um

    Fernando Namora

    15,00 

    Um Sino na Montanha: Cadernos de um Escritor de Fernando Namora.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1968, 297 págs. B.

    Uma nova faceta do grande escritor é-nos revelada nesta obra. Aqui, Namora assume a personalidade literária do autor que se confessa, que discute consigo próprio e com os outros, enquanto nos vai retratando gentes e terras com a independência, a honestidade e a mestria que caracterizam toda a sua obra. Um livro que lhe permitirá saborear momentos únicos da melhor literatura portuguesa.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Prosa de Álvaro de Campos

    Prosa

    Álvaro de Campos

    7,00 

    Prosa de Álvaro de Campos.
    Edições Ática. Lisboa, 2012, 416 págs. B.

    Álvaro de Campos, a personagem mais activa, interventiva e penetrante criada por Fernando Pessoa, foi a única que deixou uma prosa (até 2012 amplamente inédita) de uma dimensão idêntica à que se encontra no «Livro do Desassocego» (publicado em 1982). Daí que a publicação da «Prosa de Álvaro de Campos» se possa considerar um acontecimento editorial tão relevante quanto a primeira publicação do «Livro do Desassocego» há exactamente trinta anos. Afinal, a prosa tardia de Campos é contemporânea da prosa tardia do Livro e ambas foram escritas pelo mesmo autor quando este havia já atingido um raro domínio da sua arte. Para mais, foi o próprio Pessoa quem afirmou que o seu semiheterónimo Bernardo Soares se assemelhava em «muitas coisas» ao seu heterónimo Álvaro de Campos. Neste sentido, a presente edição da prosa reunida de Campos vem lembrar, mais uma vez, que Pessoa continua inédito, embora seja esta uma realidade que ainda hoje nos espanta, quer por não a imaginarmos possível, quer por a desconhecermos por completo.

    📘 Plastificado de origem

  • Ossos do Arco Iris de David Soares (83)

    Ossos do Arco-Iris, Os

    David Soares

    7,00 

    OS OSSOS DO ARCO-ÍRIS DE DAVID SOARES
    Saída de Emergência. Parede, 2006. 158 págs. B.

    Colectânea de três contos de horror de David Soares, autor português com obra vasta entre a ficção científica, o horror e a banda desenhada. Os textos percorrem uma vila assombrada por um visitante de negro com matilhas de cães, uma alma prisioneira num corpo que se transforma em algo improvável, e uma criatura fantástica em busca da sua identidade. A prosa de Soares situa-se na linhagem de H. P. Lovecraft, com mundos próprios onde forças ancestrais e obscurantismo jogam com a humanidade.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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