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  • Encoberto, O

    Encoberto, O

    Afonso Lopes Vieira

    40,00 

    O Encoberto de Afonso Lopes Vieira
    Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso. Lisboa, 1905, 154 págs. E

    Encadernação com gravuras a seco.

    “O thema do Encoberto é o ideal messiânico, não já religioso nem nacional, – mas humano. Essa incógnita da nova vida tem de se desvendar pela demolição de acanhados pardieiros que nos asphixiam. Mas essa demolição poderá fazer-se desmontando as peças arcaicas e gastas, ou fazendo-as voar em estilhaços.” Teófilo Braga.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Manuseado, Alfarrabista Online

     

  • Alemanha Ensanguentada

    Alemanha Ensanguentada

    Aquilino Ribeiro

    30,00 

    Alemanha Ensanguentada de Aquilino Ribeiro.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d.(1935), 309 págs. B.

    “A Alemanha que perpassa nestas páginas fui surpreendê-la no momento mais trágico e porventura singular da sua história: ao sair da guerra, rôta, faminta, ulcerada, desiludida de Deus e de César, heróica sempre”.

    📕 1ª Edição. 1º Milhar.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sonetos Românticos de Natália CorreiaSonetos Românticos de Natália Correia

    Sonetos Românticos

    Natália Correia

    30,00 

    Sonetos Românticos de Natália Correia.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1990, 74 págs. B.

    Sonetos Românticos marca o regresso de uma das vozes mais singulares da moderna poesia portuguesa, no auge do seu fulgor criativo. Depois de Camões, Bocage, Antero, Florbela, algum Régio, uma forma tradicional em que a nossa lírica foi particularmente rica conhece de novo um dos seus momentos mais altos. E Natália Correia não hesita em invocar os seus maiores, «rogando à musa que torne claro o coração obscuro»: «A luz meridional que rigorosa / Infunde o mar no mármore, cobiçou / A Musa-júbilo azul-e a radiosa / Matéria no soneto repousou.»

    Livro galardoado com o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores relativo a 1990.

    ✍🏻 Edição autografada pela autora Rafael Gomes Filipe.

  • Não Percas a Rosa de Natália CorreiaNão Percas a Rosa de Natália Correia

    Não Percas a Rosa

    Natália Correia

    30,00 

    Não Percas a Rosa: Diário e algo mais (25 de Abril de 1974 – 20 de Dezembro de 1975) de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1978, 383 págs. B.
    Colecção Participar | 11

    Escrito sob a forma de diário, o presente livro historia-nos cronológica mas apaixonadamente os acontecimentos que vão da explosão seguida do consequente incêndio que se verificou em Portugal no dia 25 de Abril de 1974 até ao rescaldo da sua extinção, situado em 20 de Dezembro de 1975, passando pelos dois rebentamentos, que mais avivaram as chamas, do 28 de Setembro e do 11 de Março, e culminando no combate decisivo ao fogo de 25 de Novembro de 1975.
    Esses pouco mais de ano e meio de revolução portuguesa, dos seus solavancos, indecisões, procuras, mistificações e confusões, foram tão intensamente vividos pelos Portugueses de qualquer quadrante ideológico que ainda hoje parecerá mentira a muitos tudo se ter passado num tão curto espaço temporal.
    Obra de uma das raras vozes lúcidas e independentes, no seu sentir como na sua participação activa, que se fizeram ouvir num período tão perturbado da vida portuguesa, ela será, sem dúvida, indispensável no futuro para a interpretação histórica do que foi e está sendo ainda a «Revolução dos Cravos».

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Madona de Natália Correia.

    Madona

    Natália Correia

    10,00 

    Madona de Natália Correia.
    Editorial Presença. Lisboa, s.d., 268 págs. B.

    “A dialéctica da emancipação da mulher tem neste romance um dos seus mais vivos e vigorosos testemunhos. Natália Correia acompanha, passo a passo, a vida da mulher que, desenraizada da sua ancestralidade feudal, procura avidamente o direito a uma existência própria, à possessão de um destino pessoal que lhe foi milenariamente sonegado.”

    📝 Assinatura de posse.
    📌 Carimbo

  • Epístola aos Lamitas de Natália CorreiaEpístola aos Lamitas de Natália Correia

    Epístola aos Lamitas

    Natália Correia

    30,00 

    Epístola aos Lamitas de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1976, 63 págs. B.
    Colecção Poesia Século XX | 11

    “Apenas se apagaram as estrelas da visão que cintilou numa manhã de Abril, novamente em minha voz se abriram os objectos de luz com que o poeta cumpre o trabalho de espantar os morcegos. E na onda mais alta do meu canto vi ressurgida a Pátria. Terra extrema do extremoso Anjo do Ocidente. E disse-me o Anjo: Portugal e velo porque vela. E nisto meditando redigi uma Espístola aos Lamitas que são os que na nuvem tempestuosa sabem ler a mensagem” Natália Correia

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Dilúvio e a Pomba, O

    Dilúvio e a Pomba, O

    Natália Correia

    20,00 

    Dilúvio e a Pomba de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1979, 72 págs. B.  

    Fiel do Amor, pelos olhos infinitos
    de Beatriz doada em Dona Brites,
    Nela deixou a escrita Sempre-Noiva.

    Na cripta reverde. E nós esconsos.
    De Portugal legítimos Afonsos
    não morrem como nós. O céu os louva.

    📕 1ª Edição.
    📌 Carimbo da Biblioteca de Rafael Gomes Filipe.

  • Armistício de Natália Correia

    Armistício, O

    Natália Correia

    20,00 

    Armistício de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 73 págs. B.

    Colectânea de poesia de temática divina e pagã.
    Natália Correia desenvolveu na sua poesia a doutrina do culto do Espírito Santo, alicerçada na visão do sagrado feminino, cruzando-o com o paganismo grego-romano.

    «O Armistício é um livro de versos e ao mesmo tempo um ensaio, exórdio, em prosa, introduzindo, glosando o que os poemas enunciam: o regresso dos deuses.» José Augusto Mourão

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Antologia da Poesia do Período Barroco de Natália Correia

    Antologia da Poesia do Período Barroco

    Natália Correia

    30,00 

    Antologia da Poesia do Período Barroco de Natália Correia.
    Moraes Editora. Lisboa, 1982, 342 págs. B.
    Círculo de Poesia | 109

    Florilégio de poesia barroca portuguesa e brasileira, recolhida dos cancioneiros stecentistas A Fénix Renascida (1716-17-18-21-28), compilada por Matias Pereira da Silva, e o Postilhão de Apolo (1791), organizado por Joseph Maregelo de Osan, pseudónimo de D. José Ângelo Morais.

    Contém poesias de: D. Tomás de Noronha, Jacinto Freire de Andrade, Violante do Céu, D. Francisco Manuel de Melo, António Barbosa Bacelar, António Serrão de Castro, Bernardo Vieira Ravasco, Jerónimo Baía, Eusébio de Matos, Frei António das Chagas, Gregório de Matos, Manuel Botelho de Oliveira, Soror Maria do Céu, Sebastião da Rocha Pita, Tomaz Pinto Brandão, Francisco de Vasconcelos (Coutinho), Soror Madalena da Glória, Anastácio Ayres de Penhafiel, António Ribeiro da Costa e Francisco de Pina e de Melo.

    Natália de Oliveira Correia (1923-1993) nasceu na ilha de São Miguel, Açores, vindo para Lisboa em criança. A sua carreira literária caracterizou-se pelo culto de uma grande diversidade de géneros: da poesia ao teatro, do ensaio ao romance, do livro de viagens à recolha e organização de antologias poéticas.

    A maior parte sua obra foi escrita durante o Estado Novo. Apesar de muitos dos seus livros terem sido apreendidos pela censura, e apesar de ter sido julgada em Tribunal, resistiu ao fascismo, praticando a liberdade na alteridade do texto literário e na defesa pública da democracia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Veronika Decide Morrer de Paulo Coelho

    Veronika Decide Morrer

    Paulo Coelho

    6,00 

    Veronika Decide Morrer de Paulo Coelho.
    Pergaminho. Cascais, 2000, 242 págs. B.

    Veronika é uma jovem comum, com um emprego razoável, que vive num pequeno apartamento, desfrutando do prazer de ter o seu próprio espaço. Vai a bares e discotecas, conhece rapazes interessantes e sai com alguns deles. Contudo, Veronika não é feliz. Falta algo na sua vida. Por isso, na manhã de 11 de Novembro de 1997, Veronika decide morrer. Imaginação e sonho. Amor e loucura. Desejo e morte. À medida que se aproxima da morte, Veronika percebe que cada minuto da nossa existência constitui uma escolha entre viver ou desistir.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Minuto na Vida de S. de Miguel Real

    Último Minuto na Vida de S., O

    Miguel Real

    6,00 

    Último Minuto na Vida de S. de Miguel Real.
    Quidnovi. Matosinhos, 2008, 126 págs. B.

    Ela era bela, divorciada, escandinava, culta. Chegara a Lisboa em princípios dos anos 60 e Portugal era para ela o país mais arcaico da Europa. Ele era português, casado, político, primeiro-ministro. Apaixonaram-se e amaram-se intensamente, contrariando códigos políticos e sociais. Morreram ambos, abraçados, na explosão de uma avioneta em viagem para o Porto.
    Ficção, O Último Minuto na Vida de S. é a história do último grande amor português, o de Snu Abecassis e Francisco Sá-Carneiro. Cruzando um estilo ora satírico-jocoso, ora realista e apoiando-se na realidade portuguesa entre as décadas de 60 e 70 em três ou quatro factos verdadeiros, visa retratar um Portugal que já não existe, o Portugal desaparecido nas duas décadas seguintes pela voragem dos costumes europeus.

    0✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Torre da Barbela, A

    Torre da Barbela, A

    Ruben A

    6,00 

    A Torre da Barbela de Ruben A.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1988, 309 págs. B.

    Na margem esquerda do rio Lima, existe uma antiga torre de vigia, tão antiga quanto o nascimento da nação lusitana (e a única torre triangular de toda a Península!). Nos dias que correm, a Torre da Barbela é um velho monumento, memória do Portugal inventado pelas patranhas de um fantasioso caseiro-guia. O que a centena de turistas enganados não sabe é que, após o horário de visita, os antigos Barbelas, vindos de oito séculos diferentes, ressuscitam e habitam os seus arredores. Publicado em 1964, A Torre da Barbela é um espantoso retrato psicológico do país desde a sua fundação, que mereceu a Ruben A. o prémio Ricardo Malheiros, atribuído pela Academia de Ciências de Lisboa, em 1965.

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  • Sino da Montanha de Fernando Namora

    Sino da Montanha

    Fernando Namora

    20,00 

    Sino da Montanha: Cadernos de um Escritor de Fernando Namora.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1968, 297 págs. E.

    Uma nova faceta do grande escritor é-nos revelada nesta obra. Aqui, Namora assume a personalidade literária do autor que se confessa, que discute consigo próprio e com os outros, enquanto nos vai retratando gentes e terras com a independência, a honestidade e a mestria que caracterizam toda a sua obra. Um livro que lhe permitirá saborear momentos únicos da melhor literatura portuguesa.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pista do Marfim e da Morte, NaWhatsApp Image 2026 02 12 at 12.59.08

    Pista do Marfim e da Morte, Na

    Ferreira da Costa

    20,00 

    Na Pista do Marfim e da Morte de Ferreira da Costa.
    Editora Educação Nacional. Porto, 1944, 479 págs. E.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Manuel Ribeiro de Pavia

    Ferreira da Costa ocupa uma posição intermediária entre Julião Quintinha e Castro Soromenho na literatura colonial portuguesa, demonstrando respeito por ambos. Enquanto Quintinha representa o pensamento colonialista dos anos 1930 e Soromenho questiona o colonialismo, Ferreira da Costa parece se encaixar entre esses extremos. Nas suas narrativas,  retrata a chegada à África com inquietação diante da paisagem desconhecida e destaca a alegria dos trabalhadores locais prestes a voltar para casa, além das impressões sensoriais do ambiente portuário.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lendas Portuguesas de Fernanda FrazãoWhatsApp Image 2026 02 12 at 16.04.04

    Lendas Portuguesas

    Fernanda Frazão

    30,00 

    Lendas Portuguesas de Fernanda Frazão.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 6 vols. E.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Ana Maria Castelo-Branco; Martine de Sousa; Carlos Alberto Santos; António Martins.

    Lendas Portuguesas, colecção de 6 volumes da investigadora Fernanda Frazão. Entre lendas religiosas, lendas de entidades míticas, lendas etiológicas, lendas históricas e lendas de Mouros e Mouras, Fernanda Frazão pretende com esta obra, ser uma contribuição para que uma parte da nossa identidade não caia no esquecimento e possa chegar aos mais novos que não tiveram oportunidade de ouvir de viva voz tantas destas lendas”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jogos de Azar de José Cardoso Pires

    Jogos de Azar

    José Cardoso Pires

    6,00 

    Jogos de Azar de José Cardoso Pires.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1976, 245 págs. E.

    Jogos de Azar, de José Cardoso Pires, reúne nove contos escolhidos pelo autor: Carta a GarciaAmanhã, se Deus QuiserOs CaminheirosDom Quixote, as Velhas Viúvas e a Rapariga dos FósforosUma Simples Flor nos Teus Cabelos ClarosRitual dos Pequenos VampirosEstrada 43Week-end e A Semente Cresce Oculta.

    Nestas histórias, o olhar atento de Cardoso Pires examina um mundo desigual e os peões que nele se movem. Esta colectânea é «uma oportunidade de confronto e de meditação, sobre o artesanato do escritor, sobre o jogo de fortuna e azar em que se lança alguém quando descreve um pouco do seu tempo.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.