Resposta a Matilde

Primeiro livro de ficção depois de Os Clandestinos, Resposta a Matilde, que o autor classificou intencional e ambiguamente de divertimento, é um conjunto de situações romanescas diferentes entre si na técnica narrativa, mas todas elas articuladas por um mesmo desafio: o incomum ou o insólito da vida quotidiana.
Cruzando a lógica da literatura com a lógica da vida – desafio proposto desde o início, levando o leitor, interveniente activo através de um diálogo e de uma trama que o convidam a participar na criação das personagens e no desenrolar da acção, a tornar-se seu cúmplice, para subitamente o ludibriar, introduzindo elementos inesperados. numa técnica de aproximações e distanciações sucessivas- Namora dá-nos um livro em que o inverosímil e o excêntrico se integram no real, tornando histórias aparentemente vulgares -um caso de adultério, uma enigmática compra de ovos, uma viagem de avião, uma suposta herança ou um chapéu-de-chuva -mais imprevistamente alicia- doras do que a mais complicada e astuciosa das telas romanescas.
Os leitores de Fernando Na- mora encontrarão neste livro o virtuosismo e o domínio de linguagem a que estão habituados, mas ficarão constantemente surpreendidos com o jogo que lhes é proposto, em que se conjugam o próprio jogo da vida e o jogo subjacente a toda a criação literária.

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informação do livro

Título: Resposta a Matilde
Autor: Fernando Namora
Edição: Bertrand
Ano: 1980
Páginas: 260
Encadernação: Mole
Capa: José Cândido

Alfarrabista

 

Assinatura de posse

Fernando Namora (Condeixa-a-Nova, 15 de Abril de 1919 – Lisboa, 31 de Janeiro de 1989) de nome completo Fernando Gonçalves Namora, médico e escritor português, foi autor de uma extensa obra que, durante os anos 70 e 80, foi das mais divulgadas e traduzida


Primeiro livro de ficção depois de Os Clandestinos, Resposta a Matilde, que o autor classificou intencional e ambiguamente de divertimento, é um conjunto de situações romanescas diferentes entre si na técnica narrativa, mas todas elas articuladas por um mesmo desafio: o incomum ou o insólito da vida quotidiana.
Cruzando a lógica da literatura com a lógica da vida – desafio proposto desde o início, levando o leitor, interveniente activo através de um diálogo e de uma trama que o convidam a participar na criação das personagens e no desenrolar da acção, a tornar-se seu cúmplice, para subitamente o ludibriar, introduzindo elementos inesperados. numa técnica de aproximações e distanciações sucessivas- Namora dá-nos um livro em que o inverosímil e o excêntrico se integram no real, tornando histórias aparentemente vulgares -um caso de adultério, uma enigmática compra de ovos, uma viagem de avião, uma suposta herança ou um chapéu-de-chuva -mais imprevistamente alicia- doras do que a mais complicada e astuciosa das telas romanescas.
Os leitores de Fernando Na- mora encontrarão neste livro o virtuosismo e o domínio de linguagem a que estão habituados, mas ficarão constantemente surpreendidos com o jogo que lhes é proposto, em que se conjugam o próprio jogo da vida e o jogo subjacente a toda a criação literária.

Peso 310 g

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