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  • Haj de Leon Uris

    Haj, O

    Leon Uris

    6,00 

    Haj de Leon Uris.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1993, 539 págs. B.

    Haj Ibrahim – conhecido como o Haj – é o líder da pequena, mas estrategicamente localizada, aldeia de Tabah. Inimigo jurado – e amigo secreto – de Gideon Asch, colono israelita, pioneiro e combatente, o Haj e os seus homens revelam-se, antes de mais, no seu falso valor e ambição maníaca. O mundo deles é feito de juramentos, sangue, morte e vingança.

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  • Livro dos Viajantes de Eric Newby

    Livro dos Viajantes, O

    Eric Newby

    7,50 

    Livro dos Viajantes de Eric Newby.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1999, 626 págs. B.

    «Como lidar com mordeduras de cobras?
    Métodos para se manter quente em noites geladas. O que fazer quando se está a morrer de sede no deserto. O que fazer se for atacado. Dar e receber presentes.
    Sobre o cálculo de distâncias no Equador»

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  • Ilusões de Richard Bach

    Ilusões

    Richard Bach

    6,00 

    Ilusões de Richard Bach.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1992, 134 págs. B.

    «Aprender é descobrir aquilo que já sabemos»

    «Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto como nós»

    «Os nossos amigos conhecer-nos-ão melhor no primeiro encontro do que os nossos conhecidos em mil anos»

    «Não te afastes de possíveis futuros antes de teres a certeza de que nada tens a aprender com eles»

    «O céu conhece as razões que se escondem por detrás das nuvens e tu também as conhecerás se te elevares para lá do horizonte»

    «Todas as pessoas, todos os acontecimentos da nossa vida estão ali porque os criámos. Aquilo que queremos fazer com eles só depende de nós»

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  • Um

    Um

    Richard Bach

    6,00 

    Um de Richard Bach.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1996, 238 págs. B.

    E se o espaço se deslocasse e o tempo se desdobrasse e pudéssemos falar cara a cara com as pessoas que fomos no passado, com as pessoas que somos em tempos de vida paralelos, em mundos alternativos? O que lhes diríamos, que lhes perguntaríamos?

    Em Um Richard Bach conta a viagem feita com a mulher, Leslie, a reinos onde a sobrevivência depende da sua capacidade de descobrirem o que outros aspectos de si próprios aprenderam ao longo de caminhos por onde nunca enveredaram, onde a imaginação e o medo são instrumentos para salvar mundos e para os destruir, onde morrer é um passo para se ultrapassar a morte.

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  • Espuma dos Dias de Boris Vian

    Espuma dos Dias, A

    Boris Vian

    7,00 

    Espuma dos Dias de Boris Vian.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1968, 272 págs. B.

    «Chamaram-lhe alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu “Arranca-Corações”, Raymond Queneau não hesitava perante o rótulo hierarquizante e audacioso: “o mais pungente dos romances de amor contemporâneos”.»
    Da Apresentação de Aníbal Fernandes

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  • Morte dum Caixeiro Viajante de Arthur Miller

    Morte dum Caixeiro Viajante

    Arthur Miller

    6,00 

    Morte dum Caixeiro Viajante de Arthur Miller.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1958, 136 págs. B.

    O sangue que corre nas veias de Willy Loman é o sangue de todos nós. Essa é uma das razões do êxito imediato e universal da obra de Arthur Miller. Esta moderna tragédia do homem comum está mais próxima de qualquer de nós do que a tragédia clássica e convencional. Um caixeiro viajante quer dar o mundo aos filhos, quer oferecer-lhes mais do que o que sabe conseguir; falseia-lhes a vida com uma filosofia de boas intenções e sonhos de grandeza que se perderá de encontro às realidades do mundo cínico.

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  • Castelo de Franz Kafka

    Castelo, O

    Franz Kafka

    5,00 

    Castelo de Franz Kafka.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 243 págs. B.

    Cristalizado no coração de um inverno perpétuo, ergue-se um castelo despido, tão esbatido na paisagem que se diria ser uma cidadezinha miserável com um amontoado de casas aldeãs. K. é um agrimensor, ou talvez não, recrutado para lá prestar os seus serviços pelo invisível conde Westwest e pelos enigmáticos e inalcançáveis «senhores do Castelo». Perdido na burocracia labiríntica da administração condal, K. deambula pela aldeia, onde não é bem-vindo, envolve-se sexualmente com uma empregada de balcão, salta de um albergue para o outro, aceitando, por fim, o cargo de contínuo da escola. Na sua inconfundível escrita sem fôlego, Franz Kafka grava em O Castelo, romance póstumo e inacabado (como todos os três que escreveu), a força de uma narrativa que se debruça sobre a espera, a frustração e a impotência perante um mundo turvo e intransponível. A presente tradução, de Álvaro Gonçalves, segue o manuscrito original (cuja escrita Kafka iniciou em janeiro de 1922 e interrompeu definitivamente em setembro do mesmo ano), que anula as profundas alterações introduzidas pelo seu amigo e testamenteiro Max Brod, na sua primeira edição de 1926.

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  • Homem de Cabeça Rapada, O

    Homem de Cabeça Rapada, O

    Johan Daisne

    5,00 

    Homem de Cabeça Rapada de Johan Daisne.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1971, 282 págs. B.

    Eis a revelação de um domínio praticamente desconhecido em Portugal, o da literatura belga de expressão neerlandesa, de que Johan Daisne é um dos mais notáveis representantes.

    “Sim, pensando bem, houve sempre qualquer coisa”, são as primeiras palavras desta confissão insólita e alucinante.

    Com efeito, entre nós e a vida interpõe-se sempre qualquer coisa. Sempre qualquer coisa entre nós e a esperança, entre nós e o sonho.

    Melhor do que nenhum outro no-lo faz sentir o protagonista deste romance, irmão dos heróis de Kafka.

    Na noite trágica, a realidade aparece-nos como que invertida, carregada de fantasmas na água sombria duma implacável memória.

    A terrível complexidade dos seres tão cegamente recusada pelos ideólogos primários, os peralvilhos do jogo político, os fanáticos das crenças e doutrinas.

    Difícil de ligar a tal ou tal género de literatura, impossível de entroncar em escolas ou correntes, eis uma obra (verdadeiramente) de excepção, uma obra esmagadora que é não só fundamental na literatura flamenga contemporânea como uma das mais raras obras-primas da literatura europeia dos nossos dias.

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  • Espião Perfeito de John Le Carré

    Espião Perfeito, Um

    John Le Carré

    6,00 

    Espião Perfeito de John Le Carré.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1987, 605 págs. E.

    Magnus Pym, explicou um dia John le Carré, «é o arquétipo do agente duplo que existe em cada um de nós». E é bem provável que esta seja, de facto, a chave para a compreensão de Um Espião Perfeito, unanimemente reconhecido pela crítica como a mais importante e a mais autobiográfica das obras do autor.
    O livro apresenta como epígrafe o provérbio de origem francesa: «quem tem duas mulheres perde a sua alma, mas quem tem duas casas perde a razão». Fundamentalmente, é a essa quase imperceptível perda que toda a história se refere: ao destino de um homem que, na qualidade de conselheiro da embaixada britânica em Viena para «certos assuntos inconfessáveis», controlou o conjunto das redes inglesas na Europa de Leste, apesar de ter sido durante toda a sua carreira um agente duplo partilhado entre o universo comunista e o establishment ocidental.
    Publicado em 1986, Um Espião Perfeito rapidamente foi aclamado como um livro superior e tornou-se um imenso sucesso em todos os países onde foi editado. Na primeira página do The New York Times Book Review, o crítico Frank Conroy descreveu-o como «uma obra notável, que consegue um equilíbrio rigoroso entre o desenvolvimento da narrativa e a riqueza inteligente e hábil do seu estilo». E a Académie Goncourt, de Paris, não hesitou mesmo em declarar: «Um Espião Perfeito integrou le Carré no pequeno grupo dos grandes romancistas ocidentais.»

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  • Jogo Duplo de Heinz Konsalik

    Jogo Duplo

    Heinz Konsalik

    5,00 

    Jogo Duplo de Heinz Konsalik.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1980, 461 págs. E.

    “Jogo Duplo” (Das Doppelspiel) é um romance de Heinz G. Konsalik, publicado em 1966. A história segue um agente secreto soviético que se vê dividido entre a lealdade ao seu país e os sentimentos por uma mulher ocidental, criando um jogo de enganos e traições. A trama explora os conflitos internos do protagonista, as tensões da Guerra Fria e as complexas relações pessoais que desafiam as fronteiras ideológicas.

    Com uma escrita envolvente, Konsalik mergulha o leitor em um cenário de espionagem onde as linhas entre o bem e o mal se tornam tênues, e as escolhas pessoais podem ter consequências globais.

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  • Valsa do Adeus

    Valsa do Adeus

    Milan Kundera

    5,00 

    Valsa do Adeus de Milan Kundera.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1990, 243 págs. E.

    Talvez o mais brilhante e divertido dos romances de Kundera, A Valsa do Adeus coloca as questões mais sérias com uma leveza blasfema que nos faz ver que o mundo moderno nos privou até do direito à tragédia.

    No fundo de um bonito valezinho fica uma pitoresca estância termal onde mulheres que não podem ter filhos esperam que as águas as tornem fecundas.

    Aí, oito personagens em busca da felicidade envolvem-se e afastam-se ao ritmo de uma valsa orquestrada por Milan Kundera com o seu habitual humor: Ruzena, uma bonita enfermeira, e o seu namorado, um jovem mecânico; Klima, um célebre trompetista de jazz, e a sua bela, obsessiva e ciumenta mulher; o doutor Skreta, o excêntrico diretor dos serviços de ginecologia das termas; Bertlef, um americano rico, ao mesmo tempo santo e Dom Juan; Jakub, um ex-prisioneiro político desiludido que está prestes a deixar o país, e Olga, a sua jovem pupila.

    Partindo de um telefonema, esta comédia de humor negro irá desenrolar-se durante cinco loucos dias a uma velocidade cada vez maior. Um romance magistral, fruto de uma rara capacidade de síntese e do forte poder inventivo que caracterizam as obras do autor.

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  • Compromisso de Elia Kazan

    Compromisso

    Elia Kazan

    3,50 

    Compromisso de Elia Kazan.
    Círculo de Leitores. Lisboa, s.d., 512 págs. E.

    Retrato duro da sociedade americana (escrito em 1967), baseada no culto da aparência e na procura do estatuto social, alicerçado no sucesso profissional, que traduzia a valorização exacerbada do materialismo. Coisa não muito diferente do que se passa actualmente.
    A escrita é fluída, consistente, acessível e marcada por uma crueza surpreendente para a altura em que foi escrito, chocante para um leitor um pouco imaturo.

    Quanto à história, será o leitor a descobri-la. Como pontos fortes para aguçar a curiosidade, são de salientar a vertigem da personagem central, entre uma vida familiar estável e uma outra, obscura e paralela e a desconstrução de uma felicidade aparente e superficial, baseada na futilidade e no materialismo, sem qualquer sentido mais profundo.

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  • Noite Americana de Christopher Frank

    Noite Americana

    Christopher Frank

    3,50 

    Noite Americana de Christopher Frank.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1974, 331 págs. E.

    “A Noite Americana” é um romance do autor britânico-francês Christopher Frank. O livro foi publicado em 1974 em Portugal pela Parceria A. M. Pereira e pela Círculo de Leitores, traduzido por Orlando Neves e Cristina Rodriguez. Narra a história do fotógrafo Servais Mont, que se apaixona pela atriz Nadine Chevalier e se aproxima dela através da sua arte, fotografando-a a si e aos seus amigos artistas.

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  • Pais e Filhos de Turgueniev

    Pais e Filhos

    Turgueniev

    6,00 

    Pais e Filhos de Turgueniev.
    Editorial Presença. Lisboa, 1963, 285 págs. B.

    Pais e Filhos é um romance de conflito entre duas gerações: o passado conformista representado pelos velhos, de quem Turgueniev nos dá algumas das melhores páginas desta obra, e o futuro expresso pelo vigor do jovem Bazarov, intérprete de uma nova problemática.

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  • Teatro de Graham Greene

    Teatro

    Graham Greene

    8,00 

    Teatro de Graham Greene
    Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 231 págs. B.

    Incluí: O Viveiro e O Amante Benévolo.

    Graham Greene (1904-1991), escritor inglês, foi jornalista, crítico de cinema, correspondente de guerra e trabalhou para os serviços secretos. Católico convertido em 1926, destacou-se com The Man Within. Alternou romances sérios e de entretenimento, escreveu argumentos como The Third Man (1949) e obras marcadas por viagens e experiências políticas, como The Power and the Glory (1940) e The Quiet American (1955). É autor de clássicos como The End of the Affair e The Human Factor.

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  • Relatório Minoritário de Philip K. Dick

    Relatório Minoritário

    Philip K. Dick

    6,00 

    Relatório Minoritário de Philip K. Dick.
    Editorial Presença. Barcarena, 2002, 85 págs. B.

    Em Washington D.C. decorre o ano de 2054 e o crime foi eliminado. O futuro é previsto e os culpados penalizados antes mesmo dos crimes serem cometidos. Numa unidade da elite do Departamento da Justiça denominada Pré-Crime (Precrime), todas as provas para condenar criminosos são visionadas por Pre-Cogs, três seres psíquicos cujas previsões nunca falharam. Trata-se da força policial mais avançada da nação e ninguém trabalha mais para a Pré-Crime do que o seu cérebro, o comissário John Anderton (interpretado por Tom Cruise na adaptação cinematográfica). Devastado por uma perda trágica, Anderton dedica-se de corpo e alma a um sistema totalmente inovador que poderá poupar milhares de pessoas de uma tragédia semelhante à que ele viveu – o desaparecimento do filho.
    Anderton está plenamente convencido que a Pré-Crime funciona, até se tornar, ele próprio, o principal suspeito – o sistema indica que John Anderton irá assassinar um desconhecido em menos de 36 horas. Uma leitura imperdível.

    📝 Assinatura de posse.