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  • Depois de Tu Partires

    Depois de Tu Partires

    Maggie O'Farrell

    7,00 

    Depois de Tu Partires de Maggie O’Farrell.
    Editorial Presença. Barcarena, 2004, 329 págs. B.

    Alice Raikes dirige-se à estação de King’s Cross onde irá apanhar o comboio que a levará até à Escócia para visitar a sua família. Horas mais tarde encontra-se em coma no hospital de Londres, após um acidente que se suspeita ter sido uma tentativa de suicídio. A partir daqui, Alice começa a reconstituir o passado que lhe trará respostas para o sucedido.

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  • Nome da Rosa de Umberto Eco

    Nome da Rosa, O

    Umberto Eco

    7,50 

    Nome da Rosa de Umberto Eco.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1984, 362 págs. E.

    Um estudioso descobre casualmente a tradução francesa de um manuscrito do século XIV: o autor é um monge beneditino alemão, Adso de Melk, que narra, já em idade avançada, uma perturbante aventura da sua adolescência, vivida ao lado de um franciscano inglês, Guilherme de Baskerville.
    Estamos em 1327. Numa abadia beneditina reúnem-se os teólogos de João XXII e os do Imperador. O objecto da discussão é a pregação dos Franciscanos, que chamam a igreja à pobreza evangélica e, implicitamente, à renúncia ao poder temporal.
    Guilherme de Baskerville, tendo chegado com Adso pouco antes das duas delegações, encontra-se subitamente envolvido numa verdadeira história policial. Um monge morreu misteriosamente, mas este é apenas o primeiro dos sete cadáveres que irão transtornar a comunidade durante sete dias. Guilherme recebe o encargo de investigar esses prováveis crimes. O encontro entre os teólogos fracassa, mas não a investigação do nosso Sherlock Holmes da Idade Média, atento decifrador de sinais, que através de uma série de descobertas extraordinárias, conseguira no final encontrar o culpado nos labirintos da Biblioteca.

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  • Prazeres Proibidos de Laura Lee Guhrke

    Prazeres Proibidos

    Laura Lee Guhrke

    7,50 

    Prazeres Proibidos de Laura Lee Guhrke.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2009, 318 págs. B.

    Toda a mulher tem os seus prazeres proibidos…

    Para a delicada e tímida Daphne Wade, o mais apetecível prazer proibido é observar discretamente o seu patrão, o duque de Tremore, enquanto este trabalha numa escavação na sua herdade. Daphne foi contratada para restaurar os tesouros de valor incalculável que Anthony tem estado a desenterrar, mas não é fácil para uma mulher concentrar-se no seu trabalho quando o seu atraente patrão está sempre em tronco nu. Apesar dele não reparar nela, quem a pode censurar por, mesmo assim, se ter apaixonado desesperadamente por ele?
    Quando a irmã de Anthony, Viola, decide transformar esta jovem e simples mulher de óculos dourados numa provocante beldade, ele declara a tarefa impossível. Daphne fica arrasada quando sabe… mas está determinada a provar que ele está errado. Agora, uma vigorosa e cativante Daphne sai da sua concha e o feitiço vira-se contra o feiticeiro. Será que Anthony conseguirá perceber que a mulher dos seus sonhos esteve sempre ali?

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  • Filha da Noite de Marion Zimmer Bradley

    Filha da Noite

    Marion Zimmer Bradley

    6,00 

    Filha da Noite de Marion Zimmer Bradley.
    DIFEL. Lisboa, 2001, 238 págs. B.

    Ao longo de quase duzentos anos, audiências de todo o mundo vibraram com a Flauta Mágica, de Mozart. O prazer que sentiam com a música era igualado pelo fascínio exercido pela beleza e magia da história de Papageno, o homem-pássaro, pela assustadora e ameaçadora Rainha da Noite, pelo amor e aventuras do Príncipe Tamino e da Princesa Pamina que enfrentavam os tremendos testes mágicos do Tribunal da Sabedoria. Filha da Noite é uma história de amor, de coragem e de perseverança, mas é também uma viagem pela fantasia e pelo mundo dos sonhos, para além de ser uma versão diferente desta história há muito conhecida. Marion Zimmer Bradley usa a sua própria magia para dar às personagens eternas uma nova vida na página impressa. Tudo aquilo que tivera de ser comprimido no formato da ópera e do palco, pode agora expandir-se. E é ao som da melodia dos sonhos, dos arquétipos e da fantasia que, de palavra em palavra, as personagens encontram finalmente toda a sua plenitude e os grandes testes assumem o brilho mágico que só poderia ser conferido por uma mestra da fantasia moderna como é Marion Zimmer Bradley.

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  • Túnica de Lloyd Douglas

    Túnica, A

    Lloyd Douglas

    7,50 

    Túnica de Lloyd Douglas
    Editorial Minerva. Lisboa, 1964, 4 vols.

    Marcellus Gallio, tribuno romano e filho de um influente senador, vê a sua vida mudar após vencer Calígula num leilão de escravos e ser enviado para Jerusalém como retaliação. Acompanhado do fiel Demetrius, presencia a entrada triunfal de Jesus e, mais tarde, é encarregado da sua crucificação. Ao ganhar o Manto de Cristo num jogo de dados, passa a ser perseguido por visões e tormentos que abalam a sua razão, o seu destino e o amor que partilha com Diana.

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  • Senhor e Servo de Leão Tolstoi

    Senhor e Servo

    Leão Tolstoi

    5,00 

    Senhor e Servo de Leão Tolstoi
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 118 págs. B.

    Tolstoi escreve aqui um livro que é literariamente admirável.

    O tempo é o da servidão. O lugar é a Rússia dos czares.
    Um senhor ambicioso, que quer comprar uma floresta, sai com o seu servo numa noite de grande nevão. Com a tempestade, perdem-se e são obrigados a passar a noite no trenó. E é ao longo desta noite que Tolstoi nos dá a conhecer a relação entre senhor e servo, perfeitamente definida pelos cânones do regime, e como essa relação se vai alterar à medida que as horas passam e o fim parece chegar de forma dramática.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Manuel Ribeiro de Pavia.

     

  • Pequenos Vigaristas de Gillian Flynn

    Pequenos Vigaristas

    Gillian Flynn

    6,00 

    Pequenos Vigaristas de Gillian Flynn.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2016, 76 págs. E.

    Uma jovem astuta tenta sobreviver num universo marginal, mas sobretudo inofensivo. Numa manhã chuvosa de abril, está a ler auras em Palmas Espirituais quando chega Susan Burke. Excelente observadora do comportamento humano, a nossa narradora faz imediatamente o diagnóstico: uma mulher rica e infeliz, ansiosa por um pouco de drama e emoção. Mas quando vai visitar a estranha casa vitoriana onde Susan vive, e que é a causa do seu terror e angústia, percebe que talvez já não seja preciso fingir que acredita em fantasmas… Miles, o enteado de Susan, também não ajuda. Não tarda a que os três se debatam para descobrir onde reside efetivamente o mal, e se existe alguma possibilidade de fuga.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mila 18 de Leon Uris

    Mila 18

    Leon Uris

    6,00 

    Mila 18 de Leon Uris
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1962, 706 págs. B.

    No decorrer da última guerra mundial, cerca de oito milhões de judeus foram exterminados pelo ódio nazi. Para esse número só o gueto de Varsóvia contribuiu com mais de meio milhão de vítimas.
    Mas os dirigentes desse povo mártir, desejando poupar vidas, sobretudo de crianças, tinham decidido a submissão às ordens dos nazis.

    No entanto, um dia, um certo Alexandre Brandel ousou arremessar um cocktail Molotov contra as forças de ocupação. Foi o sinal para a revolta. Nesse instante, os responsáveis pelo povo judaico descobriram que só havia um caminho: o da resistência heroica.

    Na rua Mila 18, foi instalado o quartel-general da Resistência. Ali, um bravo grupo de homens e mulheres sustentou um combate suicida que durou quarenta e dois dias e alimentou a chama da esperança que levaria à criação do Estado de Israel.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Inês Vai Morrer de Renata Viganó

    Inês Vai Morrer

    Renata Viganó

    6,00 

    Inês Vai Morrer de Renata Viganó.
    Portugália Editora. Lisboa, 1966, 329 págs. B.

    Renata Viganò é um dos iniciadores da corrente neo-realista italiana, na qual Inês Vai Morrer ocupa um lugar de primeiro plano. Se quisermos estabelecer um confronto deste famoso romance com outra grande criação romanesca, é com A Mãe, de Máximo Gorki, que mais legitimamente o pode-mos fazer. Inês não é todavia a mãe, mas a esposa. Também rude mulher do povo, a inesquecível heroína de Renata Viganò desperta para a luta política quando o marido, militante da Resistência italiana, morre. O amor, a saudade, o sofrimento trazem então à luz a sua originária consciência de oprimida. Agora terá uma nova tarefa: continuar o companheiro morto; e a partir do dia em que realiza uma primeira missão, Inês dedicar-se-á com toda a modéstia e coragem da sua alma simples à actividade clandestina contra o fascismo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Dom Quixote de Miguel de Cervantes

    Dom Quixote

    Miguel de Cervantes

    7,50 

    Dom Quixote de Miguel de Cervantes
    Editoral Minerva. Lisboa, s.d., 4 vols. B.

    A imortal história do Cavaleiro da Triste Figura, que acompanhado pelo seu fiel escudeiro, Sancho Pança, avança por montes e vales, lutando contra moinhos de vento e cavaleiros imaginários em nome da justiça. Retrato do anti-herói, Dom Quixote, o fidalgo enlouquecido, representa a capacidade de transformação do homem em busca dos seus ideais.
    Este grande livro é muito mais do que um romance de cavalaria. Pelo contrário, ao satirizar os romances de cavalaria em voga ao longo dos séculos XVI e XVII, o Dom Quixote afirma-se como o clássico fundador do romance moderno. O humor, as digressões e reflexões, a oralidade nas falas e a metalinguagem marcaram o fim da Idade Média na literatura.
    Repleto de aventuras e situações fantásticas, este tem sido considerado um livro inesquecível para sucessivas gerações de leitores.
    Este livro reúne os dois volumes que constituem o Dom Quixote de la Mancha, publicados em 1605 e 1615. Conta ainda com uma introdução da professora Maria Fernanda de Abreu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dilúvio de Henry Sienkiewicz

    Dilúvio

    Henryk Sienkiewicz

    7,50 

    Dilúvio de Henryk Sienkiewicz
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 4 vols. B.

    Em meados do século XVII, apenas cinco anos após os cavaleiros da República Polaco-Lituana terem expulsado os invasores cossacos que os ameaçavam pelo leste, surge no horizonte uma nova e muito mais perigosa ameaça: as tropas suecas estão a entrar pela fronteira norte do país.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contos de Natal de Charles Dickens

    Contos de Natal

    Charles Dickens

    7,50 

    Contos de Natal de Charles Dickens.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1976, 293 págs. E.

    Um Conto de Natal é uma obra da autoria do inglês Charles Dickens, escrita em menos de um mês para liquidar dívidas urgentes, que apela à generosidade e compaixão, em detrimento da ganância e da avareza. Foi publicado em 1843 tornando-se uma das mais célebres obras de Dickens e um dos maiores clássicos de Natal de todos os tempos. Ebenezer Scrooge é um homem avarento que não acredita no espírito natalício. Numa véspera de Natal recebe a visita de três fantasmas: do Natal Passado, do Presente e do Futuro. Com eles é obrigado a refletir sobre os seus atos e como estes influenciam a sua felicidade a dos que o rodeiam.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Manuel Dias.

  • Cidade dos Deuses Selvagens de Isabel Allende

    Cidade dos Deuses Selvagens, A

    Isabel Allende

    6,00 

    Cidade dos Deuses Selvagens de Isabel Allende.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 235 págs. E.

    Depois de a sua mãe adoecer, o jovem Alexander Cold parte com a extravagante avó Kate numa expedição da International Geographic à selva amazónica, em busca de um estranho animal que muito pouca gente viu e que os indígenas chamam de «a besta». Os outros membros da expedição, dirigida por um petulante antropólogo, são dois fotógrafos, uma bela médica, um guia brasileiro e a sua surpreendente filha Nadia, com quem Alexander trava uma amizade especial. Entre as missões da expedição está também a de vacinar os escorregadios índios, conhecidos como «o povo do nevoeiro».

    Uma história emocionante, que alerta para os problemas ecológicos e para o drama terrível da extinção das tribos índias da região do Amazonas como consequência direta da exploração desenfreada e irresponsável praticada pelos brancos. A Cidade dos Deuses Selvagens é uma viagem repleta de perigos, maravilhosas

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ana Karenina de Leão Tolstoi

    Ana Karenina

    Leão Tolstoi

    7,50 

    Ana Karenina de Leão Tolstoi
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 3 vols. B.

    Ana Karenina parece ter tudo – beleza, dinheiro, popularidade e um filho adorado. Mas sente um vazio na sua vida até ao momento em que conhece o arrebatador conde Vronsky. A relação que em breve se inicia entre ambos escandaliza a sociedade e a família, e traz no seu encalce ciúme e amargura.
    Em contraste com esta história de amor e autodestruição, encontramos Konstantin Levin, um homem em busca da felicidade e de um sentido para a sua vida

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  • Enzo

    Enzo

    Garth Stein

    6,00 

    Enzo de Garth Stein.
    DIFEL. Lisboa, 2008, 351 págs. B.

    Uma história cativante e comovente de uma família extraordinária, como quase se separaram e como foram reunidos de novo pelo membro mais sábio e mais leal: Enzo, o cão.

    Enzo sabe que é diferente dos outros cães: ele pensa e sente de uma forma quase humana. Ávido de conhecimento educou-se a ver televisão e a ouvir com muita atenção as palavras do dono, Denny Swift, um promissor piloto de carros de corrida. Através de Denny, Enzo percebe que a corrida é uma metáfora e que se se aplicar as técnicas que um piloto utilizaria na pista, poderá ter-se êxito a enfrentar as provações da vida.

    Enzo conta-nos a história da sua família humana, partilhando tragédias e triunfos, no fim apesar de se confrontar com as suas limitações de cão consegue heroicamente preservar a família Swift.

    Enzo – A Vida de Um Campeão é um testemunho da vida de um homem, narrado pelo seu cão. Mas também é um testemunho de Enzo. Embora não consiga falar, percebe tudo o que se passa à sua volta enquanto observa os problemas do dono.

    A sua mudez forçada apenas refina a sua capacidade de ouvir e permite que entenda muitas das matizes da vida que são desperdiçadas pela maioria dos humanos. Com humor, observação aguçada e um coração corajoso, Enzo conduz o leitor para a conclusão agridoce: não há limites para o que podemos alcançar, se realmente sabemos onde queremos estar.

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  • Depois da Cicuta

    Depois da Cicuta

    Angus Wilson

    7,00 

    Depois da Cicuta de Angus Wilson.
    Portugália Editora. Lisboa, 1961, 337 págs. B.

    Romance pioneiro (data de 1952) da literatura explicitamente homossexual, constitui também um atento retrato da hipocrisia inglesa:
    «[…] Angus Wilson compraz-se em alfinetar as ideias reaccionárias e filo-fascistas de alguns desses seus compatriotas, ao mesmo tempo que nos dá a comédia dos pequenos funcionários na rotina burocrática e na aposentação, ou a ruína de uma família, ou ainda esse outro mundo esquecido das velhas virgens. Tão-pouco lhe escapam os meios intelectuais, onde o talento anda de mistura com a vaidade pretensiosa. […]» (do Prefácio)

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